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Do fundo do baú

Camila e a jovem Sofia

Apesar de Camila e Janaína, estarem juntas em um casamento estável que durava já 10 anos, quando Camila, teve um caso com uma mulher mais jovem que sobrepujava toda sua vitalidade, onde dois seios deliciosos e durinhos, um par de pernas bem torneadas, aquela bundinha rebitada, que chamava a atenção de todos que por ela passava, fora algo que ela não pretendia se envolver como se envolveu. Camila tinha 52 anos e Janaína, 50 anos, era mulheres maduras que não pretendiam brincar com os sentimentos de ninguém, mas aquela lolita, entrara na vida das duas de uma forma bem distinta, onde ela era a bola da vez para dar o prazer a quem precisasse. A vida de Camila e Janaína era repleta de nuances, onde cada uma procurava superar as dificuldades que lhes eram importas. O amor que uma tinha pela outra, norteava tudo que se podia imaginar do convívio, entre duas mulheres. Janaína era a mais propensa a ser conciliadora, organizava tudo dentro de casa, para que o casal pudesse desfrutar de um belo conforto. Esmerava-se por sempre se manter atenta, não deixando faltar nada a sua companheira. A diferença de idade não as oprimia, no sentido de ser a mais ou menos mandona, eram iguais, mas Jana era mais cabeça e sempre era atendida no que dizia. Sempre fora independente e procurava dizer a Camila, que se sentia uma mulher realizada e que via nela todo o prazer que uma mulher desejava na cama. Vibrava, com os beijos melados, que a deixava agradecida por te-la do seu lado. Amava, tocar seu corpo, que o tempo queria impor sua vontade, mas que ainda mantinha um viço perturbador.O que a impressionava na companheira, eram os seios, que o tempo n ão derrubara, opulentos como doce mamão papaya, que como os frutos, estavam no cimo do corpo bem talhado, provocando a vontade de os ter entre as mãos e leva-los á boca para os desfrutar com ternura e gulodice. Eram seios adocicados por natureza, e seu mamilos salientes eram convites apara os sugar sem parar. Era um ponto erógeno naquele corpo maduro; para Janaína, uma atração á parte, entre os gemidos de prazer que ela emitia. Sabia que a amada gostava de ser acariciada nos pentelhos e depois, que os dedos se insinuassem entre suas coxas e tocasse a vulva que parecia ter uma vida paralela, tal a pulsação que tinha. Beijava todo o corpo da mulher e a deixava entre a um mar de gozos que molhava o lençol sobre o qual, os corpos estavam naquele embate amoroso. Camila, por sua vez, era tranquila, adorava a companhia de Jana, onde sempre esperava receber tudo que precisava para se sentir uma mulher realizada. Gostava daquela boca que a sugava em sua parte mais sensível, saboreando todo o "caldo" que expelia pela abertura vaginal, como néctar dos deuses.
Um dia Janaína, recebera um telefonema de uma amiga, que viria visita-la, pois de a muito não se viam e a saudade era grande. Prepararam uma recepção a altura, onde havia de tudo um pouco. Como sabiam que ela viria passar uns dias com ela, prepararam o quarto de hóspedes com roupagem de cama novas, deixando tudo de extremo bom gosto. Com enorme alegria, Rosana foi recebida. Não veio sózinha, e a jovem que a acompanhava, chamou a atenção das duas mulheres, principalmente de Camila, que achou a mesma, uma bela e jovem mulher, que encantou seu olhos e feriu o seu âmago que estava estacionado em seu amor por Janaína. Era Sofia, a jovem que encantara todos, filha de Rosana, que fora criada pelos avós no interior e que agora estava por fim ao seu lado. Se mostrara uma jovem atenta a tudo, principalmente aos olhares fortuitos de Camila, sobre si. Estava meio embaraçada com o ambiente que tomava corpo. Também sentia que estava havendo alguma coisa diferente ocorrendo dentro de si, pois a pertubação estava cada vez mais forte a ponto de querer fugir dali. Sabia bem que estava desejando aquela mulher que poderia ser até sua mãe pela idade que tinha, mas não podai lidar com aquilo, pois só tivera experiencia com garota do seu grupo, onde o lesbianismo andava solto.
A conversa andava solta entre Janaína e Rosana, que continuavam a por o papo em dia, entre risada e cochichos. Após o almoço, as duas amigas foram para a varanda continuar com as fofocas e Camila foi para a cozinha lavar as louças. Estava pensativa, com a garota na mente, quando ela entrou na cozinha. Se encararam por um tempo e sentiram que estavam sem ação. Sofia se adiantou com a conversa:
__Posso ajudar a senhora?
__Se me chamar de...você, pode.
__Obrigada pela liberdade que está me dando, Camila.
__Vou lhe arrumar um avental. -disse Camila sorrindo
Ao ficar atrás da jovem para lhe amarrar o avental, não pode deixar de sentir o perfume e aquela quentura que o corpo exalava, com isso se arrepiou toda. O desejo que cresceu dentro de si fora até constrangedor, onde os bicos de seu seios se empertigaram, incomodando dentro dos bojos da lingerie. Sofia, sentiu o calor do hálito de Camila, em sua nuca e voltando a cabeça para trás, encarou o rosto daquela mulher que mexia consigo, analisando seus olhos e sua boca, que era carnudamente atrativa. Seu coração disparou ao notar que era correspondida e quando tentou se voltar viu que a boca se aproximava da sua e que aquela posição era propícia para que as duas se concatenassem. O contato fora suave a principio, mas a medida que as peles sentiram o calor de cada uma, foram ficando mais expansivas e assim o beijo de suave se tornou selvagem. Por segundos, as bocas permaneceram unidas, até que as línguas começaram a criar vida própria; quando se separaram ainda se olharam, só que de uma forma bem mais apaixonada, o que refletia favoravelmente o momento vivido pelas duas. Não falaram nada, apenas se afastaram e foram para ia de louça, passando a lava-las. O clima já estava bem formado e apenas no começo de tudo.
As quatro entabularam uma fraterna disputa em jogos de tabuleiro, onde sempre a parceria de Camila com Sofia era notória. Isso não passou despercebido por Janaína e Rosana que acharam, a primeira com uma ponta de ciúmes, muito bom, e a segunda, julgando que a amizade da filha não podia ser melhor. A noite avançava, e o cansaço tomava conta das quatro, até Rosana e Janaína foram tomar banho deixando Camila e Sofia a sós na sala. Os olhares que trocavam, destilavam o que estavam sentindo e com vontade de por em prática. Quando As outras duas mulheres se recolheram desejando boa noite a elas, depois de um bom tempo, se propuseram a tomar um banho para se recolherem.
__Posso dar banho em você? - quis saber Camila, acariciando o rosto de Sofia.
__Gostaria muito, mas...e sua companheira?
__Você já sabe do nosso caso? - quis saber Camila
__ Qualquer uma percebe.
__ Bem não podemos dar bandeira. Vou verificar se ela já esta dormindo enquanto isso você se dirige ao banheiro, que lhe levo roupas limpas.
Assim foi feito. Depois de se certificar que Janaína, já dormia a sono solto, ela pegou toalhas e uma camisola curta, que poderia servir para a jovem e ao banheiro se dirigiu. Quando abriu a porta, teve os olhos ofuscados pela nudez embriagadora de Sofia, que a esperava,presenteando-a com o nu de um corpo perfeito. Quase que sem ação, Camila ficou, por instantes, depois entrou e fechou a porta atrás de si, aproximando-se de Sofia. Pelo caminho ficara as roupas que trouxera. Estava ansiosa para acariciar aquele corpo núbil. Os seios despontavam, atrevidos desafiadores e cheios de promessas carnais que colocariam qualquer ser mortal a beira de um ataque de nervos. Com delicadeza ela, Camila, levou as mãos até os belos montes, sentindo a dureza dos mesmos e dos bicos que espetavam a palma das mãos.
__Você é linda!
__Por que não tira a roupa também? - disse a jovem se arrepiando toda.
Camila obedeceu e diante dos olhos cândido daquela ninfeta, foi mostrando a ela que seu corpo ainda era apetitoso. Os olhos de Sofia, fixaram-se naquele sombrado que ficava abaixo do baixo ventre, indicando onde se escondia a "fonte de todos os prazeres". Aproximou-se nas pontas dos pés e cingindo os braços no pescoço de Camila a puxou para si e a beijou calorosamente, enquanto metia uma perna entre as da outra, começando a roçar naquele recanto úmido, sentindo o impacto que aquela carícia provocava em Camila. Quem pudesse ver aqueles dois corpos se acariciando, via um quadro de extrema beleza. O piso frio, tornou-se o leito dos corpos que se enroscavam, com as mãos buscando e encontrando os pequenos detalhes que explodiam em orgasmos assim que bem manipulados. Quando a garota, subiu sobre o corpo de Camila foi aproximando o seu sexo, da boca aberta, de quem desejava sugar todo o mel, que escorria entre as nervuras daquele sexo jovem. Sofia, gemeu despudoradamente, quando sentiu a língua penetrar-lhe a vagina e ficar brincando dentro daquele canal feminino. Não temiam serem descobertas e por isso se entregavam de corpo e alma, com os dedos fincados em ânus, que os prendiam ansiosos, distribuído as ramificações do prazer que estavam sentindo. Um sessenta e nove, as fez se igualarem em dar o que precisava, sem egoismo. Chupavam as bocetas molhadas, ou metiam as línguas em ânus que piscavam ansiosos por caricias. Tentaram e conseguiram, gozar ao mesmo tempo, gemendo muito e deixando que vertesse em profusão do o mel que tinham intimamente. Ofegantes permaneceram por um bom tempo ali deitadas, ainda saboreando os bons momentos que tiveram.
Quando cada uma foi para seu quarto,combinaram que repetiriam aquele sublime momento, enquanto Sofia e sua mãe permanecessem naquela casa. Camila não se sentia traidora, mas mais viva, para dar a Janaína, o que aprenderia no corpo da jovem Sofia. Era uma mulher madura, que descobria em si mesma, que tinha muito que apreciar no corpo de uma outra mulher, mesmo que ela fosse mais jovem. Os dias que Sofia ali ficou, foram gratificantes e quando ela se foi, Camila, ficou com aquele sentimento de querer que a ninfeta voltasse o mais breve possível.

Sobre este texto

Phedra

Autor:

Publicação:28 de abril de 2016 22:57

Gênero literário:Contos eróticos

Tema ou assunto:Lésbicas

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Comentários

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  • Regina Célia
    Postado porRegina Céliaem17 de maio de 2016 08:56

    Meninas do RJ eu sou muito curiosa quero muito matar minha coriosidade me chama no zap bj 21992901253

  • clara
    Postado porclaraem1 de maio de 2016 19:04

    Se eu fosse ela tinha comido ela inteira

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