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Do fundo do baú

Em busca da amiga perdida.

Depois de minha aventura sexual com Miriam, comecei a sondar outra amigas e ver se tinha alguma que havia passado despercebida aos meus olhares de cobiça. Rebuscando no meu passado, não tão distante, foram passando pela minha retina, diversas amigas, que tinham lá suas condições de me ter excitado, caso eu tivesse me fixado na modalidade...sexo com mulheres.
Então vi o rosto delicado e lindo de Gabriele. Era uma mulher charmosa, de olhos amendoados, qual uma oriental, de pele cor escura, reluzente com os raios de sal incidindo sobre ela, a deixando magicamente florescente. Seus cabelos, eram crespos o que a deixava mais bela ainda. Tinha uma boca, que mostrava a origem da raça, um pescoço longo, que realçava seu porte de modelo, apenas contrastado pelos enormes seios que possuía. Mas ali estava seu maior ponto de visualização, além da beleza facial. O mais estranho, era que eu me implicava com ela, por uma negra muito reservada, que não gostava de se misturar com o nosso grupo. Quando a interpelei um dia , ela alegou que pessoas do nosso grupo e discriminava. Eu nunca tinha notado nada deste tipo, mas ela deu-me nomes de com o tempo eu comecei a notar, em outros casos, que ela tinha total razão. Fora triste descobrir isso, mas pedi a ela que não levasse em conta que tudo ia passar. Gabriele, no entanto começou a dar desculpa e foi se afastando de nós, até desaparecer. Não sei se foi a mão de Deus ou mero acaso, uma dessas racistas veio se apaixonar por um negro e sofreu muito por ser preterida, coincidência ou não, pela outra racista, que topou sair com o cara e acabaram ficando juntos e a mesma engravidando do cara. Vivem na verdade, nos dia de hoje, em plena harmonia com uma bela criança de" cor" morena, que é o xodó do casal, que mais irônico ainda, convidou a amiga racista para ser madrinha da filha. Seria uma Obra Divina, ou castigo?
Bem seja o que for, o fato é que Gabriele me veio a cabeça e eu me senti excitada em pensar que poderia até ter tido algo com ela, quem sabe, se tivesse me lançado a conquista-la. Sempre gostei de mulheres bonitas, não que existisse alguém feio, apenas umas eram mais atraentes que outras por algum pequeno detalhe, que para outras pessoas poderia ser até um quesito a mais para as excitar. Nós, mulheres, somos os seres mais belos da face da terra. Seduzimos e nos deixamos seduzir, quando queremos. Nada nos forçar a ser o que somos, a não ser nós mesmas. Sempre acreditei nisso e graças a isso me vi e me vejo em um mundo muito melhor que muitas pessoas o veem. Estava, na época, com intenção de obter da mulher, algo que os homens ainda não tivessem me delegado, que era o reconhecimento do corpo da mulher pela mulher, sem precisar dar a intenção de que estava satisfeita sem o estar. Mulher conhece mulher!
Peguei a minha agenda e procurei algo que me levasse a até Gabriele, pois estava com saudades dela. Mas nada encontrei e isso me frustrara. Lembrei-me de me comunicar com Miriam e ver se ela sabia algo. Não sei porque, mas ela ficou meio desconfiada e me perguntou se eu estava procurando uma nova amizade" velha". Mas com ela eu consegui o número de um telefone fixo que pertencia a Gabriele.
Quando atenderam uma voz de criança me enchei o ouvido de sonoridade cândida. Quando perguntei quem falava e se era da casa de Gabriele, a criança, uma menina, disse que se chamava Camile e que sim era da casa de suas mãe. Mãe? Então ela se casara e tinha uma filha? Ia desligar, quando ouvia sua voz interpelando a filha, querendo saber com quem ela falava ao telefone. Pouco depois sua voz mais clara, dizia um "alo", que me gelou a espinha. O mal estava feito.
__Gabriele?
__Sim. Mas quem está falan...espere! Não me diga que é você Phedra?
__Como reconheceu a minha voz?
__Jamais esquecia dela. Esqueceu que fomos sempre bosa amigas? Que surpresa. Como vai você sua sumida.
__Eu sumida? Você que desapareceu e me parece por uma boa causa, pela criança que me atendeu?
__Foi minha filha Camile, meu tesouro. Me casei e tive a sorte de te-la logo nos primeiros meses de casamento.
__Humm, apressadinha hein? E como é a vida de casada?
__Muito boa. E você já tem filhos?
__Calma lá amiga. Ainda quero me divertir muito, antes de ficar presa a fraldas sujas e choros no meio da noite, ou naquele momento especial, entendeu?
__Para tudo se dá um jeito. Aqui dividimos as tarefas e funciona muito bem. Mas conta o que tem de novo. Como me encontrou e o que a trás até mim?
__Senti saudades. Queria ter ver. Mas diante da tua condição de esposa...
__Onde nos encontramos?
__Ahn? Que foi que disse?
__Perguntei, onde nos encontramos.
__Mas e sua filha seu marido?
__Querida, nada me impede de te ver ou se quiser pode até vir aqui em casa. Escolhe.
Fiquei sem saber por onde optar, mas depois de fazer o famoso" minha mãe mandou bater neste daqui, mas como sou teimosa...", e acabei ficando por ir em sua casa. Ela muito feliz, me passou o endereço e eu combinei de ir até ela no final de semana.
A casa era bem bonita pelo lado de fora. Toquei a campainha e pouco depois, uma porta se abriu e por ela surgiu, para minha surpresa, um cara negro, de mais ou menos 1,90m, que veio correndo me abrir o portão. Quanto mais se aproximava, mais bonito ficava. Sorridente já foi dizendo "ola", e abrindo o portão me estendeu a mão e não sei porque, ao saber que era o marido de Gabriele o abracei e o beijei no rosto.
__Phedra, não é? Tão bela quanto belo é o nome. Gabi, sempre falou dessa amiga. Por que não veio ao nosso casamento?
__Não sabia de nada disso.
__Lhe enviamos um convite.
__Jura? Pois não recebi.
__Pena. Mas vamos entrando, que a Gabi esta aprontando Camile, que vou levar para a casa de meus pais para ficar lá até segunda feira.
__Então não vai ficar conosco?
__Bem mais tarde estarei de volta. Mas entre - disse me indicando a porta da sala - Amor. - gritou ao fechar a porta e me indicar o sofá para sentar. Assim o fiz colocando o pacote que trazia sobre a mesinha de centro da bela e aconchegante sala de visitas.
__Diga a ela que sente-se e sirva-lha um licor. Estou terminando de arrumar nossa filha.
Não demorou muito de surgiu por uma porta uma graciosa e bela menina, que veio correndo até mim e me abraçou me chamando de tia Phedra. Marcos se sentou em outro sofá menor e ficamos a conversar com menina que era muito vivaz e dizia ansiar por estar na casa dos avós.
__Oi, sua sumida - se ouviu a voz de Gabriele. Ao me voltar para a porta que se abriu e vi surgir o que eu não esperava ou seja, uma mulher jovem ainda, bela, muito bela, metida em um vestido, que deixava seu corpo mais definido e as belas coxas de ébano á mostra. Uma " picada" dentro de mim, alertou os meus sentidos. Me levantei e uma caminhou para os braças da outra simultaneamente, culminando com um abraço apertadíssimo no meio da sala. Ao nos beijar na face quase nossas boca se tocaram.
__Como você esta linda, mulher! - disse ela depois de nos afastarmos um pouco, com aquele sorriso encantador.
__Olha quem fala? - disse olhando para o marido dela que sorria satisfeito__Ela parece uma miss. Você sim esta belíssima.
__Você sempre foi minha puxa saco, não vale. Mas deixe-me apresentar o minha filhinha Camile. E Este é a razão de nós a termos, André.
__Já tive o prazer de ser recebida por ele e de ser chamada de membro da família, pela princesinha.
Papeamos um pouco os três até que André se levantou e pegando a chave do carro, se despediu de nós e saiu levando a filha. Quando ficamos a sós, Gabriele me levou para conhecer a casa, que era uma preciosidade. Acabamos no quarto do casal e ali não pude me furtar a dizer piadas maliciosas, diante da bela cama cheia de almofadas coloridas:
__Foi aqui que ela foi feita?
__Não. Foi no banco do carro.
__Como pode ter certeza disso?
__Amiga, nós mulheres sabemos quando e onde foi. Ela foi no banco traseiro do nosso carro em uma transa inesquecível.
__Gostaria de saber nos detalhes.
__Sempre taradinha, hein? Pois vou lhe contar nos detalhes. Tomas mais um pouco de licor?
Aceitei e pouco depois estávamos instaladas sobre as almofadas da cama bebericando, com ela iniciando a narrativo de como ficara grávida.
" Eu e André, sempre tivemos consciência de que uma gravidez fora de hora não seria muito boa, por isso tomávamos cuidado com o uso constante de preservativos, já que eu não me dava muito bem com a pílula. Sempre levávamos as cartelas na bolsa e bolso e onde quer que estivéssemos, se fosse um lugar seguro, ela vinha com suas gracinhas. Eu sempre usei vestido, você sabe, e assim ficava mais fácil o excitar. As vezes eu tirava ou já saia de casa sem calcinha e o atazanava, cirando situações em que ele pudesse ver que eu estava nua por baixo, e ai o bicho pegava. André ficava logo de pau duro e o tirava para fora, brandindo-o no ar me provocando também, já que sabia que eu era louca pelo seu pau. Adorava segura o belo pênis e o ficar alisando, dando beijos, lambendo toda sua extensão e sempre culminando com o abocanhamento de suas bolas, já, intumescidas, que o levava a se contorcer e gemer muito. O que eu desejava mesmo e ver surgir as primeiras gotas opaca sobre a abertura da cabeça da sua pica, para ai sim abocanhar a mesma com toda a gama de posse. Para ele , enquanto eu estava curvada sobre si com a bunda quase que colada no vidro da porta do carro, era ir puxando o meu vestido para cima, rumo as costas e assim que minha bunda ficava exposta ele corria os dedos entre ela e buscava o meu cuzinho. Descendo mais abaixo, se deixava mergulhar entre meus lábios, já bem molhados e ali os lubrifi-cava trazendo-os para meu rego deixando tudo molhadinho. Eu me ajeitava para que el tivesse a chance de colocar um a um os dedos em meu cu e assim me provocar um bom orgasmo. Gostava de ser penetrada na bunda e fazia de tudo para que isso acontecesse. Não saia de uma transa, sem ter sido enrabada. Gostava da dor primeira da penetração, ainda mais ele que é um cara bem servido de rola. Aquele mangueira preta quando começava a forçar caminho para dentro do meu cu, me arrancava lágrimas, mas para me distrair, eu levava uma mão até ele e ficava o alisando enquanto entrava e saia, as vezes até meio emporcalhado, o que para nós, longe de ser um constrangimento era motivo de excitação. Mas era difícil isso acontecer, pois eu sempre fazia uma lavagem intestinal, antevendo um encontro onde o sexo anal ia efetivamente rolar. Mas as vez eu esquecia e tinha rolar assim mesmo.
Quando notava que a gotinha aparecia na cabeça da pica, eu levava a boca até a glande e começava passar a língua sobre ela e lamber a seiva, depois trazia a língua até o cabresto do pau e ali ficava titilando. André ficava alucinando quando eu assim o fazia e dava urros de urso ferido, cravando mais ainda os dedos em meu cu e com isso apressar mais um gozo que estava na portinha para sair. Abocanhei aquela bela bolota, aos poucos a ir levando até o fundo, encostando na garganta.. A pica que eu chupava, era digna de uma pessoa gulosa que desejasse grandes emoções durante uma trepada e eu me esbaldava nela. Como estávamos em via publica, pois não desejávamos ir para um motel, já que seria uma foda rapidinha, só um tira gosto, talvez para mais tarde incrementar um trepada homérica. Passamos para o banco traseiro e ai eu me sentei sobre a pica duríssima e a senti me preencher todinha, a boceta melada. Escandalosa, propositadamente, eu gemi em alto e bom tom, excitando mais o meu namorado.Passei a cavalga-lo e pouco depois estava subindo e descendo, com a xoxota toda preenchida, fazendo pressão sobre aquela delicia de pica. Depois de uma boa surra na boceta, eu estava bem desejosa de ter o cu arrombado. Com todo o charme, que eu sempre fazia, quando desejava ser arrombada no rabo, me postei de quatro e fui escorregando sobre o estofado quase ficando de bruços. André se postou atrás de mim e sem muita dificuldade me penetrou. Penetrou, mas na minha boceta e em breves estocadas, despejou dentro de mim um mar de porra. Estávamos tão embevecido, no clima daquela trepada, que quando caímos em si, olhamos um para o outro assustados:
__Não colocamos a camisinha e eu gozei dentro de você amor!
Era tarde demais para analisar o que tínhamos feito.
Se eu disse para você que minha maior frustração fora a não levada de pica no cu, você acreditaria? Pois foi. A consequência acabou vindo, atrasando a minha menstruação e diante de um exame preliminar de farmácia, a comprovação - gravidez! Apressamos o casamento e pouco meses depois Camile nasceu. Como pode ver eu sei quando foi que a fizemos e onde foi."
__É, realmente, diante das evidências não pode haver contestação. E como você consegue lidar com toda essa exuberância, uma vitalidade que não a deixa envelhecer?
__Boa vida conjugal, com sexo todos os dias para não perder o costume e amor, muito amor entre nós três. Mas e você? Te vejo também muito bem. Como sempre, praticas o sexo livre?
__Com um novo tempero.
__Como assim?
__Mulher!
__Verdade? Quem especificamente? Conheço ou conheci?
__Na verdade, uma de nossas amigas e só.
__Quem? Não me diga que foi com a Miriam? - perguntou, pondo a mão na boca.
__Como você sabe? - perguntei atônita.
__Em conversas que tivemos por telefone ela tinha me dito que havia experimentado algo inédito, a muito tempo desejado, que fora o relacionamento com uma mulher. Que fora a trepada mais deliciosa de sua vida, e que fora com uma de nossas amizade, mas não quis citar nomes, e agora você vem com essa conversa...fiz a ligação da pessoa ao fato. E ai menina, como é esse relacionamento com mulher? Me conta nos detalhes.
Comecei a lhe dizer da viagem que tivera com Miriam e como tudo aconteceu. Gabriele ficou excitada e no fim do relato me confidenciou, que sempre tivera curiosidade em saber como seria o sexo entre mulheres, mas nunca tivera a sorte de alguém me incentivar a tentar e nem com quem. Gostaria muito de tentar, mesmo que fosse por curiosidade sem envolvimento duradouro. Queria saber
__Você gostaria mesmo? - perguntei, sentindo uma tremenda agonia dentro do peito, ainda mais quando ela tentou se ajeitar melhor sobre as almofadas e seu vestido levantou além da conta. Ela percebeu meu olhar, naquelas delicias de coxas chocolates e tentou puxar o vestido mais para baixo. Segurei sua mão, olhei em seu olhos e a questionei:
__Se você deseja conhecer esse mundo delicioso, não deve ocultar essas belezas que a natureza te deu. Você continua linda e terrivelmente gostosa. Essa pele sedosa, onde a nossa mão pode passear com toda a sensibilidade aflorada, o fato de estar aqui nesta cama com você, sabendo que aqui, neste lugar, talvez sobre essas almofadas, seu corpo nu já ficou exposto aos carinhos de um homem como o seu André, me esta deixando com o miolo fervendo. Acredita que estou molhada? Não só pela tua narrativa, mas por estar sentindo a maciez da tua coxa achocolatada?
__Chocolate só pela cor?
__Não coloquei a boca nelas para sentir se tem o gosto de chocolate também.
__Quer experimentar para sentir? - disse ela se deixando cair para trás e jogando uma das pernas em direção ao meu rosto.
__Humm, tem cheiro de chocolate - disse cheirando sua pele e aproveitando para a beijar carinhosamente, sentindo os pelinhos se eriçarem. Fui subindo das pernas para as coxas e mais além, até que vi a calcinha que estava enfiada entre os lábios da boceta. Era belos. Cheguei com as narinas até que o odor quente do sexo daquela deliciosa mulher, as invadiu. Beijei um deles, e depois o outro. Seu corpo estremeceu e ela entreabriu mais as coxas. Puxei a calcinha para fora daquele vale cheiroso, e depositei um demorado e chupado beijo naquele santuário sexual e depois para deixa-la mais excitada, passei a explorar seu clitóris que despontava bem durinho, como um mini pênis, lambendo-o demoradamente com toda suavidade que podia impor. Vendo-a se debater, virando a cabeça violentamente de um lado para o outro, tirei a boca do seu sexo e procurei unir suas perna a fim de tirar-lhe a calcinha que estava encharcada de saliva e do gozo dela. Retirei a peça a deixando no chão e depois de ficar com a boca próxima da sua dei-lhe um selinho, outro e mais outro, excitando-a, querendo que ela pedisse pelo beijo. Gabriela estava num mundo novo e quando suas coxas se separaram e ela quis tirar o vestido para me presentear com sua estonteante nudez, eu me ergui e me despi também, devolvendo a ela uma visão do corpo de uma mulher que estava com os bicos dos seios endurecidos, que olhava para ela acariciando a própria boceta, mostrando a ela uma masturbação delirante, onde eu tocava no meu grelinho o mostrando a ela. Gabriele se levantou, veio até mim , segurando com força e volúpia estampada no olhar, a minha cabeça dizendo entre dentes:
__Vai me beijar ou não sua danada. Quero saber como é ser beijada por uma mulher como você, estou molhada esperando pelo seu beijo que deve ser tão bom quanto suas caricias. Por favor não me deixe nesta ansiedade.
__Queres mesmo que te beije, minha delicia ? - perguntei levando meu dedos dentro de minha boceta para depois a ofertar a ela. __ Chupe meus dedos e sinta o gosto de minha boceta e do meu mel que escorre por você. Abra sua boca deliciosa e sinta o que eu te reservo.Isso, chupe cada dedo e diga que gosto tem.
__Delicioso. Sabor de quero mais! Não sabia que a boceta de outra mulher era tão boa e...
Interrompi sua frase colocando um dedo mela dentro de sua boca e em seguida a beijando com toda doçura que naquele momento sentia por aquela bela negra que assanhava os meus sentidos. Caímos sobre as almofada com ela por baixo e eu amassando os belos seios que me espetavam. Corri uma mão entre suas coxas e toquei sua boceta, que me esperava toda aberta e pulsante. Meus dedos mergulharam dentro daquele poço morno, cheio de mel, que os lambuzaram em sua totalidade, tal a profundidade que os mesmo foram. Era muito bom sentir os dedos serem presos pelo canal do nascimento, enquanto nossas bocas se devoravam naquele delicioso beijo. Mordi a ponta de sua ´língua e depois a chupei com ansiedade. Quando me perdi entre suas coxas para a devorar, suguei a vulva balançando a cabeça de um lado para o outro, sentindo que ela, Gabriele, se agarrava as almofadas, mordia uma ou outra e se esperneava tentando se controlar, mas vertendo o resultado do seu orgasmo, que eu solvia. Comecei a beijar entre os lábios e as coxas, subindo para o púbis, que ela mantinha bem aparado. Mordisquei e fui subindo até que atingi os seios. Me apossei de cada um deles, prendendo os mamilos grossos entre meus lábios. Chupei com a sensibilidade que eles deveriam ter naquele exato momento. Minhas mãos trabalhavam por todo aquele corpo e não querendo perder muito tempo, virei Gabriele de bruços e pirei naquela visão demoníaca, da bunda mais linda que eu já tinha visto, desde Miriam. Separei sua nádegas e comecei a beijar e lamber seu rego, parando sobre seu cu onde penetrava um dedo e metia a língua, fazendo com quê |Gabi, gritasse. Aos poucos fui colocando a perna entre as dela e comecei a esfregar a mesma em sua cona sentindo a dela a amassar a minha xoxota. Estava gostoso, pois meu grelinho era friccionado pela coxa de ébano e me levava a loucura. Estava estourando de alegria por receber aquele tipo de carinho da minha rainha africana. Começamos a goza simultaneamente, explodindo em um mundo de orgasmos. Trocamos um beijo delicioso.
__Nunca pensei que transar com uma mulher, fosse tão delicioso e diferente de ter relação com um homem. Pelo menos, delicioso com você - disse ela acariciando os meus seios me provocando um estranho calafrio, onde meus poros reagiram.
André nos encontrou na sala tomando licor e rindo muito, apesar dos olhares cúmplice, onde estava detalhado a grande batalha amorosa que tivemos. O que eu não sabia era que a noite ia ser deliciosa e longa!


Sobre este texto

Phedra

Autor:

Publicação:13 de janeiro de 2016 21:28

Gênero literário:Depoimento erótico

Tema ou assunto:Lésbicas

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