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Do fundo do baú

Entre pernas o amor é úmido!

Entrei na casa de Sueli sorrateiramente. Queria surpreende-la como sempre fazia a assustando e me divertindo muito. Sueli era minha nova conquista. Quer dizer, nova mesmo era a idade dela, pois o nosso relacionamento já vinha desenrolando a mais de dois meses. Eu tinha a chave da casa e por isso me atrevia a entrar sem me fazer anunciar. O silêncio dos cômodos indicava que ela só podia estar em um lugar e para lá me dirigi. Do lado de fora do banheiro, ouvi ela cantarolando enquanto tomava banho. Era assim que gostava de se banhar, cantando. Tinha uma voz maravilhosa, assim como ela o era. Eu a estava amando, desejando tê-la intensamente, a fim de desfrutar dela o que de melhor pudesse ter e olha que tinha muito. Abri a porta de forma mais silenciosa possível e entrei no local. Ela não me vira e continuava deliciosamente nua, toda molhada, de costas para mim, deixando-me ver aquele corpo maravilhoso e aquela bunda que me deixava louca de tesão, pois sou uma bundólatra assumida, piro na figura deliciosa de uma bunda, ainda mais a dela. Fui me desfazendo a minha roupa e pouco depois entrava sob o chuveiro, a agarrando por trás, ouvindo-a dar um grito altíssimo, se virando e deparando comigo que não conseguia parar de rir. A beijei, para acalma-la e corri a mão por toda suas costas até chegar naquela deliciosa bunda, onde eu me perdia, com meus dedos,a levando a loucura, ficando na fissura.
__ Ohhhhh...que dedo maravilhoso, sua doida. Quase morri de susto. Meu amor, enfia mais o dedo dentro deste meu cu que é todinho teu. Enfia devagarinho que eu quero sentir ele todinho entrando. Aiii..que delicia. Deixa eu ficar curvada para você explorar melhor o meu rabinho. Agora vem, olha como abro minha bunda para você me foder...
__Gostosa..vou chupar teu cu até você gozar.
__Uiii, que loucura essa sua língua. Enfia ela bem devagar...assim que delícia...ohhhh...que maravilha sua vaca. Chupa com vontade e me faz gozar.
Redobrei a minha atenção naquele cu saboroso, cheirando a sabonete , e pouco depois eu a ouvia gemer dizendo que o goza se aproximava.
__Vai amor, coça o meu grelo e me chupa com força. Como é gostoso ser fodida por você...ahhhhh...esta che...ahhh...ahhh... estou gozando...puta que pariu, que gozo delicioso estou tendo, sua vaca..assim você acaba comigo.
Via ela estremecer e se deixar cair no piso do banheiro, eu fui para cima dela, pois desejava chupar a sua boceta. Virei ela de costas sobre o espelho d'água, e separando suas pernas para os lados, me ajoelhei entre eles e depois fui escorregando até ficar deitada de barriga e separando seus lábios vaginais, comecei a lamber aquela parte encarnada da sua vulva e sugar o mel que descia pela abertura da boceta. As mãos se abateram sobre as tetas volumosas que tremiam diante dos arrepios que minhas chupadas provocavam. Estava deliciosa aquela transa em meio da umidade que no piso ficara. Não queria saber de que ela me acariciasse, eu seria a dona dela naquela dia, de forma plena, para a deixar esgotada de tanto gozar. Sueli, era uma mulher que precisava de muito carinho e eu desde que a conhecera, me encantara com aquele jeito de menina sofrida, carente em todos os aspectos. Vitima da brutalidade de um marido que não soubera aproveitar a mulher que tinha, ela estava a dispor de quem se aventurasse a faze-la feliz. Fora um amor a primeira vista que eu precisava expandir. Ela me adaptou ao seu modo de viver e eu fui me entregando ao dever de faze-la ser feliz outra vez. Por isso sempre que a encontrava me dedicava a faze-la esquecer um mundo inglório, que fora seu casamento.Me enfiei entre suas pernas com as minhas entrelaçadas a elas e encostando a minha boceta na dela,passei e esfrega-la, misturando os sucos numa meleca deliciosa. Gemiamos, como cadelas no cio, mesmo eu não querendo gozar, pois aquela esfregação estava pra lá de gostosa. Quando ele chegou para ambas, nos abraçamos e trocamos um caloroso beijo de língua, super molhado, chupado e ansioso, enquanto nossos corpos molhados estremeciam, com trancos que mais pareciam estocadas dos machos em nossas bocetas.
Abraçadas saímos do banheiro e caminhamos para o quarto, onde iriamos nos completar em mais caricias e penetrações. Estávamos até aquele momento saciadas, mas com vontade de nos enroscarmos mais ainda. O sexo latejava e nossa vontade aumentava a cada sorriso, olhar ou toque, nos impulsionando a dizer palavras que derretiam boa parte de nossos corações. O amor estava no ar e entre nossas pernas especulando se o que sentíamos uma pela outra seria duradouro ou apenas uma questão dela encontrar outra pessoa que se compatibilizasse com o seu jeito de ser. Mas até isso acontecer, se fosse acontecer, só tempo poderia dizer!

Sobre este texto

Phedra

Autor:

Publicação:25 de janeiro de 2016 21:07

Gênero literário:Depoimento erótico

Tema ou assunto:Lésbicas

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Comentários

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  • Daiane Santos
    Postado porDaiane Santosem9 de abril de 2016 16:03

    Texto muito bem escrito,leitura agradável.
    Parabéns!

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