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Do fundo do baú

Imaginar, não é pecado...mas excita!

Adoro me masturbar. Sempre tive essa preferencia por um contato, onde meus dedos eram os meus amantes e me levavam a um ato final de pruro prazer.
Esse ato solitário, era praticado inúmeras vezes, onde meus orgasmos, chegavam a serem múltiplos, o que era quase que sempre uma raridade, no mundo, de nós mulheres. As vezes eu me perdia, esfregando as coxas, prensando assim os lábios vaginais, que espremiam o meu grelo, dando aquela sensação de que eu voava sobre águas tranquilas. Sentir a bexiga cheia e aquele ato de querer me descarregar de forma imediata, aguçava a minha vontade de gozar.
Estava, sentada num banco da praça, chupando um delicioso sorvete, quando notei do outro lado da mesma, um homem que brincava com uma criança. Era um cara de cabelos grisalhos, um porte bem atlético e parecia ser muito bonito. Pelo menos do meu ponto de observação, era considerado, um belo exemplar de macho. O menino se parecia com ele e parecia ser muito feliz na companhia do pai. Comecei a imaginar, quão feliz, era a mulher dele, que podia desfrutar de todo aquele "material", numa cama bem cheirosa, onde seu corpo ondularia, completamente nua, sob as mãos daquele belo espécime. Suas mãos se apropriariam do mastro, que devia de estar duro, apontando para ela, e o alisaria, com a gulodice estampada nos rosto dela. O homem, vibrando com a visão do corpo da mulher, que demonstrava com sua nudez, de quê o desejava, que desejava ser dele. Olharia para ela, com os olhos esgazeado de tesão e se debruçando sobre o corpo dela, se apossou dos seios da mulher, onde sua boca, para provocar mais, mordiscava os mamilos que se mostravam empertigados, esperando as carícias que o homem, lhes dedicava. Imaginar que a mulher, se contorcia, sob o peso do macho, que com suas mãos, agora buscavam o sexo dela, esfregando os lábios que estavam inchados e molhados os tornando lubrificado, para dedos ou a pica que podia estar se encaminhando para penetrar entre eles a procura da deliciosa abertura vaginal. Imaginar os gemidos, que se ouviam, entre as trocas de beijos, pensar que ela estava com o corpo em chamas, se preparando para ser, daquele homem belo e vigoroso, não mais uma lady, mãe do filho dele, a parceira que ao seu lado, o impulsionava, para seguir em frente, mas que naquele momento se preparava para se transformar em uma puta.Pegaria seu marido de surpresa e o empurraria de costas sobre a cama e se postando sobre ele numa posição, onde poderia se curvar para a frente e se ver com o pau, dele a poucos milímetros dos lábios carnudo, ficando a namorar, aquele pau delicioso que pulsava desafiadoramente. A cabeça do pau, que recebia os beijos, daquela boca, já expelia pela abertura, uma gotinha de um líquido transparente, que a língua á tomou para si e agraciou o paladar, da mulher, com o salgadinho que ela tinha. Excitação dele, desejo dela e a junção do pau com a boceta, que aberta ia engolindo o pênis garboso que ia penetrando no intimo daquela mulher saborosa. Sentia a contração da vagina, que apertava a pica, que deslizava, em seu canal roçando as paredes de sua boceta, provocando uma onda de calor e frio ao mesmo tempo. Gemia, de boca aberta, com as estocadas que recebia. Quando o primeiro orgasmo chega, ela se agarra as costas do marido e a arranha, sem se importar com a selvageria que o ato representava. Enlaçava-o, com a belas pernas e o prendia dentro de si, para o sentir latejar entre suas entranhas. Arquearia o corpo para receber beijos no pescoço, que aguçariam mais o seu desejo da sequiosa guerreira que lutava para que o seu orgasmo, fosse o grande troféu daquela deliciosa batalha sexual.
Gemeria de prazer quando a pica do marido, daquele homem gostoso, se introduzisse entre suas nádegas polpudas a procura do cu piscante, desejando que o mesmo a invadisse, naquele ponto que era proibido para muitas, mas que para ela, era o ponto máximo, onde uma mulher parecia dizer ao seu homem..._Eu te amo! Toma-me, neste momento tão íntimo e sacia a tua tara dentro do meu cu!
As contrações do pau ao ejacular, a seiva masculina dentro daquele seu rabo faminto, deixava a mulher feliz, com o corpo tremulo em mil orgasmos que eclodiam dentro de si, na parte mais intima do seu ser. Prendendo com o tônus anal, a vara que se retraia para o plano exterior, ela soluçava de prazer.
__Com licença senhorita! Me desculpe por ter atingido-a com a bola, não tinha essa intenção.
Quando me vi desperta do meu devaneio, reparei que a pessoa que me despertara, era o meu belo motivo por estar naquela deliciosa imaginação, sentindo que minha boceta estava úmida, indicando que eu tinha gozado naquele ínterim, de maneira efusiva. O Homem era muito bonito e tinha um perfume delicioso, másculo, que dele emanava, dando me entontecia de tesão. O olhei sem conseguir falar nada, apenas me imaginava, naquele momento a agarrar-lhe o pau e o chupar em plena praça, para delírio de outras, que deviam estar desejando o mesmo. Creio que ele deve ter notado que juntei mais as coxas e que de boca aberta, estava gozando, sem conseguir me comunicar com ele. Ele sorriu e meio perturbado pela minha atitude, se afastou, não deixando de várias vezes olhar para trás, em minha direção. Olhei para os lados e comprovando que ninguém me olhava, levei a mão por baixo da saia e tocando a calcinha, senti o meu clitóris durinho, projetado sob o tecido fino. Soltei um gemidinho e mais uma vez gozei, naquele que foi um ato solitário, com a imaginação e a ação dos meus amantes...dedos!

Sobre este texto

Phedra

Autor:

Publicação:7 de dezembro de 2015 22:22

Gênero literário:Depoimento erótico

Tema ou assunto:Dia do Orgasmo

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