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Do fundo do baú

Mais que uma simples amiga.

Fui convidada a ir para uma cidadezinha do interior com minha melhor amiga. Nascemos e nos criamos no mesmo bairro e desfrutamos de muitas aventuras, nas baladinhas dos finais de semanas ou em salas de cinema de shopping, onde recebíamos os amasso dos paqueras com quem saíamos. Ela era uma bela garota, que despertava um certo desejo nos rapazes do local. Eu por minha vez, me ancorava nela, para ter a minha disposição, sempre alguém que fosse amigo do paquera dela. Não que eu fosse feia, apenas não gostava de me preocupar em "pescar" um boyzinho, para uma transa rápida, sem compromisso. Como sempre estávamos unidas, eu não quis deixa-la ir sozinha para aquela pacata cidade interiorana. Contentes, desembarcamos, já perto do anoitecer, na rodoviária modesta, mas muito charmosa. Até a casa dos avós de Miriam, levamos apenas 30 minutos. Um casal de idade, nos recebeu com uma alegria fora do comum , o que indicava o quanto a neta era querida. Após uma conversa calorosa na mesa de jantar,fomos para avaranda onde apreciamos a bela noite, com cheiro de dama da noite, pairava no ar. Eu me sentia muito bem e em clima altamente amoroso, que já me imaginava transando com um caipira, amigo de Miriam. Algumas hora depois, quando nos dispusemos a ir dormir, um banho refrescante nos esperava. Para pouparmos o consumo da água, fomos nos banhar juntas.
Eu nunca havia visto o corpo nu de minha amiga, apesar de sermos muito liberais. Vê-la nua, me deixou perturbada. Sua pele alva, com algumas machinhas que eram muito charmosas, os seios, sem marca de sol e com os bicos rosados, se mostravam bem em destaque sobre o monte firme das mamas. Era pomposos e delicados, lindos como seios de uma virgem que estava para receber os primeiros contatos com o mundo do erotismo. Ela notou o meu olhar perdido sobre seu peito e ficou corada, o que a tornou mais linda ainda. Sorri também, sem saber porque em meu íntimo eu estava desassossegada. Parecia uma criança, que estava com vontade de se lambuzar em doces. Vamos dizer que estava com a lombriga assustada, como era costume dos antigo dizerem. Ela entrou no box e eu fui atrás. Fiquei olhando-a de costas para mim e um arrepio me percorreu a medula indo depois se perder entre meus lábios íntimos. A água jorrava sobre aquela pele que adquiria um brilho especial. Observei a beleza da bunda que estava toda molhada e que eram redondas, deixando uma depressão entre as nádegas, que a tornava mais charmosa, atrativa, provocante e que me causava um mal estar. Não era por estar vendo o corpo nu de uma mulher, não, não era isso, era o fato de eu estar cobiçando, admirando o rabo de minha melhor amiga. Imaginei como deviam se deliciar os cara que chegavam junto daquele corpo e usufruíam dele em sua totalidade. Comecei a ficar irritada pensando naquela possibilidade de alguém estar bolinando naquela formosura. Minha pulsação estava acelerada e eu quase tive um enfarte quando ela se virou e nos encaramos. Me estendeu uma bucha vegetal:
__Esfrega as minhas costas. Em casa eu tenho uma mãozinha, que fica dependurada na parede e me ajuda. Mas aqui como não a tenho, você pode ser ela.- ela e se virando de costas, não percebendo que eu estava tremendo. Passei sabão, naquela peça que a muito eu nunca tivera acesso ao uso, e me aproximei daquele corpo magnifico começando a esfrega-lo com carinho e muito, daquilo que me consumia, que era o desejo. Estava desejando a minha melhor amiga sexualmente falando. Como lidar com aquele sentimento dali para frente? Por duas vezes eu deixara a bucha cair e minha mão tivera contato com a pele acetinada de Miriam. Eu não estava entendendo por que só caíram quando eu esfregava sua bunda. Seus seios estavam na minha mira, mas ela infelizmente, não me dera essa chance, esfregando ela os deliciosos montes mamários. Lógico que em sua região pubiana, nem pensar. Quando saímos daquele banho, já havia uma certa cumplicidade entre nós, apenas uma de nós não sabia que o desejo estava firme no ar. No quarto, desfizemos a mala que havia trazido com as nossas roupas intimas e as demais para um final de semana fora de casa. Vestimos nossos baby dolls e nos preparamos para dormir na única cama que havia naquele quarto. Estávamos bem instaladas e como a noite estava super quente, não precisamos de nada mais sobre os corpos. Como nunca tivera a oportunidade de dormir com Miriam, não sabia de seus hábitos noturnos e foi com uma agradável surpresa que no meio da noite, senti ela se virar para meu lado e lançar braças e pernas sobre mim. Sua boca estava a poucos centímetros da minha e aquilo me assanhou a intenção de beija-la. Depois de muito pensar e achar se não estaria por perder uma amiga de longa data, aproximei a boca da dela e a toquei de leve. Apenas seu hálito entrou dentro da minha e eu me remexi incomodada. Olhei para seu rosto e o vi ficar repentinamente avermelhado. Ela se jogou mais para o meu lado e não fora possível me esquivar de um beijo bem espremido. Para minha surpresa, senti a ponta da sua língua se insinuando entre meus lábios e dentes e alcançar a minha. Seu braço apertou o meu corpo contra o dela o virando para si em um contato que eu queria, mas não contava com tudo aquilo. Minha surpresa maior ficou com o descobrimento, de quê Miriam, estava acordada. No encaramos e ela sucintamente me perguntou:
__Por que você demorou tanto a se pronunciar?
__Medo de que você fosse me deixar pelo caminho. Não queria estragar a nossa longa amizade ou simplesmente receber um...não!
__Mas se não tentarmos, como vamos saber se levamos um não ou um sim? Quando lhe pedia para esfregar as minhas costas, o propósito era que você se soltasse. Eu também estava com medo, mas me arrisquei. Nunca tive nada com outra mulher, mas desejava ter e me arrisquei. Sempre fomos colegas de sair para arrumar rapazes e trepar com eles, mas me arrisquei ao me jogar sobre você e forçar ao beijo, que se você não me desse, eu o daria em você.
__Sempre te achei uma mulher, além de bela, muito gostosa. Confesso que sempre a tive como uma mulher preparada apenas para ser de homens, mas quando a a vi naquele banheiro mostrando esse corpão deliciosamente nu, pirei a ponto de tremer. Parei na sua.
__Você pensa que eu não notei e fiquei feliz com isso? Adorei. Se eu já estava desejando você, mas me contendo fiquei só na boca de espera.
__Minha deliciosa maluquinha, não vejo a hora de desfrutar deste teu corpo maravilhoso, a começar pelos seus seios, que estou babando de vontade de tomar na boca.
__E por que não os toma. Olha como eles estão com os bicos duros, sabia que é por sua causa. Vem chupar eles, me faz vibrar.
Me deitei por cima dela e quando a vi com a parte superior da roupa abaixada, com os belos seios me chamando, primeiro os acariciei com as mãos, sentindo como eram duros e deliciosos de se apalpar. Naquele instante eu senti que estava minando o meu líquido, pois como estava montada sobre uma de suas coxas, a mesma estava prensando a minha xoxota. Na verdade o inicio daquele roça-roça, estava caminhando para o que veio a seguir quando ela desceu o short e depois me obrigou a fazer o mesmo e ambas ficamos nuas. Ai me meti entre suas pernas e cai de boca em seus seios. Era uma das frutas mais saborosa que já tinha abocanhado na vida. Prendia os bicos e os puxava até escapavam, arrancando gemidos de Miriam, que me oferecia o outro para receber o mesmo trato e depois me agarrava os meus seios e os beijava loucamente, enquanto trançávamos as pernas esfregando nossas bocetas, deixando as mesma molhadas com aquele aluvião de seiva intima. Sentia seu grelo tocar o meu e me causar arrepios e uma comichão que deixava o corpo quente palpitando de tesão. Com atrevimento, elevei a mão entre nossas conas e toquei na abertura vaginal penetrando naquele poço alagado e quente. Miriam gritou e eu fui em seu socorro com minha boca. Rolamos pela cama e quase caímos dela. Ela me segurou pela bunda e olhando para mim, foi introduzindo um dedo no meu rego e procurou o caminho do meu cu o encontrando molhado e acessível ao dedo, que o encontrando foi o penetrando, me deixando eufórica. Trouxe mais o corpo para cima e ela pode se aprofundar mais ainda dentro do meu reto. Não tinha o calibre de uma rola dura, mas rolava bem. Ela sabia que estava me excitando e caprichou nas investidas. Quis lhe compensar, com a introdução de mais dois dedos em sua xoxota e com o dedo polegar sobre o clitóris, a estimulava a se deixar soltar, tudo que ela represava dentro de si.
Aquela madrugada estava ficando explosiva em termos de manipulação e quando fizemos um 69, saboreei o licor viscoso que saia em abundancia dentre os lábios vaginal. Era muito mel que ela expelia e eu sabia que também vertia uma boa quantidade de orvalho dentro da sua boquinha sedenta. Foi delicioso, quando esgotadas gememos no orgasmo que nos surpreendera. Abraçadas sentíamos nossos peitos palpitarem. Trocamos muitos beijos e falamos coisas gostosas que só nos encantava.
O raiar do dia nos encontrou abraçadas, com os corpos nus, recebendo a luminosidade que entrava pela janela que amanhecera aberta. O cheiro de café fresco, chegava até nós. Trocamos um longo beijo, descompromissado de qualquer envolvimento que não fosse apenas sexual!

Sobre este texto

Phedra

Autor:

Publicação:9 de janeiro de 2016 23:14

Gênero literário:Depoimento erótico

Tema ou assunto:Lésbicas

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