Conto Erotico | Historia Erótica

Publique seu texto gratuitamente!

Autores mais lidos
Loja História-Erótica
Conto erótico no isntagram
conto erotico no youtube
conto erotico no tumblr
Imagens Eróticas
Do fundo do baú

Medo de ser mulher 2 - Enfim...sexo!

"Hoje em dia, a mulher não espera o avanço do homem sobre ela, ela é mais ousada e vai em busca do que quer, principalmente se for o seu próprio prazer; busca mostrar para ele que ela pode comandar seus desejos."
Essas palavras ditas por Carla, afloraram em sua mente, naquele momento que tinha ao seu lado, o marido, que ostentava sua masculinidade que a desafiava a domar todo aquele fogo que o consumia. Sabia que era uma boa oportunidade de por abaixo a sua timidez. Tinha que agir, para dar o sinal de avançar e por isso foi descendo mão até que chegasse ao púbis, onde ostentava um bom tufo de pelos pubianos, que passou a acariciar com os dedos. Sua respiração ficara mais trôpega a medida que com o canto dos olhos, notava que seu marido a olhava, admirado e interessado no que ela fazia. Sabia que estava sendo ousada, demonstrando que estava disposta a encarar o prazer de frente, pois queria ser feliz e dar ao seu marido a alegria de poder curtir o seu corpo. Sabia que tinha todos os predicados que alimentava a fantasia de um homem, ainda mais do seu querido marido. Carla a alertara, que ela corria perigo de ver seu casamento naufragar por causa daquele medo que a perseguia. Amava, seu marido e não queria perde-lo, por isso, estava tentando se soltar e ir de encontro com o sexo. Se, como Carla dissera, a mulher de hoje, ia de encontro ao prazer, ela tinha que fazer algo. A outra mão, foi de encontro ao do marido; pegou na mesma e a trouxe sobre a que estava em seus pentelhos. O toque, dos dedos masculinos e amados, deu-lhe uma tremenda disposição de querer sentir mais. Os dedos que estavam por baixo da mão do marido, começaram a se dirigir rumo ao meio das pernas onde encontrou, lábios vulvar entumescido, sensíveis onde se apoiou num pontinho discreto e valioso que era o seu clitóris. Estava tão compenetrada no que estava fazendo, para dizer ao seu marido, que era uma mulher que precisava se libertar daquele trauma, que não notara que o dedo que mexia em seu grelo, era o do marido. Só foi notar que estava sendo acariciada em sua boceta, quando o orgasmo chegou de forma estrondosa, Abriu os olhos, que ficaram fixos nos do marido, que buscou sua boca em um beijo, suave molhado, onde a língua dele rebuscava dentro da sua boca, seu palato, vertendo para dentro da mesma sua saliva, que ela solvia enquanto goza. Sentindo os dedos do homem a penetrar, ela não conseguia evitar que sua boceta, pulsasse e prendesse dentro dela os mesmos, deixando-os, molhados com sua seiva lubrificadora. Deixando, que o marido a explorasse em sua intimidade, ela apenas gemia e se abria mais e mais para que o homem
que a amava e desejava muito, desfrutasse com prazer redobrado do seu corpo. Quando ele foi para cima dela, esperando que ela não fosse se negar a ir até o fim, a mesma elevou as pernas as colocando apoiadas nas cotas do marido e com uma ansiedade enorme, colocou a cabeça do pau na entrada da sua boceta alagada. Estava tremula, quando o pau foi entrando, e incendiando o canal que invadia lentamente, resvalando por suas paredes lubrificadas. Arquejou, e se agarrou ao marido, o arranhando, no momento em que mais uma onda arrasadora a banhou com um suor abundante. Era gostoso sentir o seu marido dentro de si, com aquela pau grosso, que a deixava completa. Olhou para aquela deliciosa mulher que estava sendo possuída com requinte de gulodice sexual. Marco Antonio, levou uma mão por baixo dos corpos e chegou até a bunda da esposa. Alisou-a, enquanto a estocava, e procurou o seu cu, onde penetrou com um dedo molhado com a seiva da própria mulher. Marcelina soltou um grito desesperado e sem poder se conter, mordeu a boca do seu amada, demonstrando que tinha sentido muito tesão na dedada, que ele lhe impunha no cu. Entre seu tremores e laivos de consciência, ela se condenava por ter adiado por tanto tempo, uma trepada, como que estava tendo. Tentava se concentrar no entra e sai da pica dentro de sua boceta e apenas conseguia desejar que aquilo nunca parasse. Seu marido, cada vez mais excitado procurava curtir aquele corpão e retardar o momento do gozo; não acreditava que aquela mulher que estava debaixo do seu corpo, nua, era aquela que o deixava com água na boca, por se negar a uma relação sexual completa. Curtia, o cheiro daquele ato sexual, que lhe invadia as narinas, o fazendo sonhar com o dia em que a estaria colocando de quatro e colocando seu membro em um outro lugar,ainda mais desejado. Sabia que tinha que ir devagar, pois era um desafio que teria que vencer, agora que ela estava se entregando as delicias do sexo.
__Esta é a noite mais deliciosa que eu já tive ao teu lado meu amor. Como você é gostosa, que boceta maravilhosa... aperta mais o meu pau dentro dela...assim, sente que gostoso...meu pau dentro de sua boceta molhada.
__Aaahhh!, sim amor, me desculpe por tudo e me foda, me come...muito...vai fundo...com esse pintão...gostoso...eu acho que vou goza de novo...vou...amor, eu vou gozar...estou gozando na sua pica. Me chupa a teta...chupa...ahhh, que boca gostosa,chupa com força...meu amor, que delicia é teu pau e esse dedo na minha bunda.
__No seu cu, amor...no seu cu...sente...isso aperta meu dedo dentro do seu cu...sua louca...que vontade de comer esse seu cu também.
__Meu cu? Não vai doer?
__Prometo que não vou deixar doer.
__Sei que não vai mesmo. Quero apenas que me dê um tempo, que vou deixar você por no meu cu.
__Te dou o tempo que você precisar, meu amor.
Era uma promessa que os dois cumpririam, pois a ansiedade do sexo anal ser praticado, era evidente.
Marcelina, sentiu os jatos de espermas dentro de si, quente e abundante, que saia envolta do pênis que aos pouco fora deixando o aconchego da sua boceta palpitante. De mãos entrelaçadas o casal se olhavam perdidos ainda, dentro do delicioso momento que viveram, num ato tão esperado como realizado. Uma nova vida estava nascendo no horizonte da vida sexual do casal; uma nova vida sexual!

Sobre este texto

Phedra

Autor:

Publicação:15 de abril de 2016 00:24

Gênero literário:Contos eróticos

Tema ou assunto:Dia do Sexo

Compartilhe este conto erótico com seus amigos
Ainda não há estatísticas de leitura deste texto, pois ele foi publicado em 15/04/2016.

Comentários

Novo comentário

Os comentários serão moderados. Não serão aceitos comentários agressivos ao autor e/ou que divulguem sites comerciais. No campo nome só aceitaremos nome de pessoas. Se tiver interesse comercial Fale conosco para saber nossa política de publicidade.

Não há comentários até o momento. Seja o primeiro!

Deixe seu comentário abaixo

*Campos com esta marca são de preenchimento obrigatório.
*

Seu endereço de e-mail não será publicado

Mova o seu mouse para fechar essa ajuda.
*