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Do fundo do baú

Minha vida aos Cinqüenta com sexo feliz.

Carla, sempre foi uma mulher que prezou muito, aquele dogma de ser parte de uma família bem estruturada, temente as leis Divinas, e que não sabia o que era incorrer em condutas desairosa. Cresceu, neste ambiente salutar. Para se ter uma ideia de como foi criada, ela casou virgem. Se gostava de Augusto ou não, não importava, o que queria era satisfazer os ensinamentos familiares. Sua noite de núpcias fora um verdadeiro desastre que a contaminou com uma frieza sexual que guardava dentro de si. Apesar de tudo isso, ela tivera três filhos, uma menina e dois rapazes. Diante de sua desdita, ela procurara orientar sua filha a ser uma jovem livre e ter o direito de escolher o seu pretendente no momento que achasse melhor. Seu marido, porém, era contrario a essa posição da esposa, pois achava que a mulher tinha quer submissa ao homem e não ter a liberdade que estavam tendo, principalmente sua filha. Natália, a filha, sempre vinha se confidenciar com a mãe, pois a achava muito centrada e dotada de bons conselhos. Foi assim, quando perdera a virgindade e quando arrumou um namorado fixo, que estava com a intenção de a levar para o altar. Pedro caiu na simpatia de Carla, que achou, em conversas que tiveram, um rapaz bem divertido e nada machista. Era um jovem, bonito, com boa carreira profissional e que demonstrava amar muito sua filha. Carla, achou que sua filha tivera bom gosto na escolha e torcia por. Natália e Pedro, namoravam em casa e aos pouco foram ficando caseiros, pois se divertiam muito com o casal, em jogos e até assistindo filmes antigos, que apesar de tudo, ele adorava. Carla gostava de ver o entrosamento que havia entre sua filha e o rapaz, o que alimentava a esperança que ela não sofreria o que ela sofrera. Uma madrugada, com sede e sabendo que estava passando por uma fase de abstinência total de sexo, já que não se interessava de a muito pelo sexo do marido e nem ele fazia muita questão de procura-la, que ela se sentiu afogueada. Levantou, colocou uma camisola e abriu a porta do quarto para ir a cozinha beber algo para se refrescar. Sabia que Pedro tinha ficado com sua filha na sala vendo dvd, por isso em silêncio, foi para a cozinha, onde matou sua sede e voltou. Quando estava para abrir a porta do quarto e entrar, ela ouviu um gemido, que vinha da sala, de onde se via o reflexo do televisor ligado. Achou a principio que era o som do filme que ela ouvira e já ia entrar no quarto, quando o som se repetiu de forma mais audível e muito característico´. Ela se aproximou da porta da sala e com cuidado afastou uma pequena parte da cortina e ficou boquiaberta e os olhos arregalados diante da cena que via. Seu coração disparou e ela engoliu em seco. Via, não sabia se assombrada coma atitude da filha, ou se era com o que ela estava tendo prazer de estar chupando, ou seja a pica do seu namorado, que sentado, expunha um pênis fabuloso, que era engolido pela boca faminta da namorada. Forçando a cabeça dela com as mãos, obrigava a moça a lhe fazer uma garganta profunda que impressionava, pois toda vez que a pica quase saia totalmente da boca dela, podia se ver, que era enorme e grossa. Ficou, ali, naquela contemplação, admirando a capacidade da filha de tomar todo aquele pau em sua boca e parecer que nada estava engolindo. O barulho que ouvira, era do resfolegar da garota ao chupar a baba que banhava todo o membro. Carla, arfou e sem notar, levou a mão sobre a camisola, na região do púbis, pressionando ali pois estava incomodada com as fisgadas que se procediam no local, um pouco mais abaixo dos pelos pubianos, mais precisamente em sua xoxota. Afastou a camisola e tocando a calcinha que vestia. Ela estava tão compenetrada naquela masturbação, que não notara que Pedro a tinha descoberto e a olhava abismado sem ter coragem de falar para a namorada que a mãe estava ali, os espionando.Quando Carla saiu daquele torpor, se viu nos olhos de seu futuro genro. Assustou-se e fugiu para o quarto, quase que se chocando contra parede, entrou e fechou a porta. Encostada a mesma, ela resfolegava e em sua mente ela só tinha a ação da filha chupando a pica do namorado e o olhar do mesmo, que parecia para ela,ter ficado excitado, com aquele ato de espionagem da sogra. Sua mão apertava a xoxota e ela se sentia toda tremula. Para Carla, a visão daquela pica estava perturbando seus sentidos e quando se deitou na cama, ao lado do marido, abaixou a calcinha e tocou em sua boceta, que começava a se umedecer. Elevou as pernas separando-as para que pudesse se tocar com mais precisão. Quando seus dedos, separaram os lábios vaginal, ela procurou e encontrou, depois de muito tempo, o setor que mais estava incomodando, seu clitóris. Estremeceu ao toca-lo, se assustando com aquela sensação que a muito não sentia e que era deliciosa. Sentiu-se afogueada ao se manipular e a respiração estava dificultada pela emoção de se sentir, uma mulher. Procurou controlar os tremores da bacia e das pernas, para não acordar o marido. Quando aquele calor intenso, subiu pelo seu corpo e bagas de suor começara a brotar em sua testa, anunciando o que estava se aproximando, ela cerrou os dentes, apertou as coxas sobre a mão que a masturbava e tremendo muito...viu estrelas começarem a povoar os espaço escuro do seu quarto e uma alegria reparadora a atingiu. Carla ficou por muito tempo, ainda com a mãos entre as coxas, não acreditando que tinha ousado se tocar. E como fora gostosa a sensação de poder gozar, mesmo que fosse através de uma masturbação.
Carla,dias depois, estava cuidando do jardim de casa, quando bateram palma no portão. Ela se ergueu, deixando de lado seus afazeres e olhando meio que admirada, reconheceu a pessoa que estava no portão. Limpando as mãos no avental, se encaminhou até onde a pessoa estava. Sentia-se meio encabulado por estar de frente com Pedro, o namorado de sua filha.
__ Bom dia dona Carla. Como vai a senhora? - perguntou ele sorrindo.
__Tudo bem. A Carla não esta, me telefonou dizendo que hoje vai ficar até mais tarde na empresa.
__Eu sei, ela me passou isso.
__Então?
__Estava passando aqui por perto e resolvi vir para cá, pois poderei espera-la aqui, para fazer uma surpresa. A senhora se importa?
Carla, tremia, mal olhava Pedro nos olhos e se sentia coagida a deixa-lo entrar e ter que fazer sala para ele. Estava tremula e não queria deixar transparecer tal fato. Dentro de casa, ela o deixou na sala e foi até a cozinha onde preparou um suco e trouxe para o genro. Estava impaciente, pois a presença daquele rapaz em sua sala, a estava deixando em pânico, pois se lembrava muito bem do que ele tinha oculto em sua braguilha. Podia recordar da cena em que sua filha fora flagrada com o pau dele na boca. Carla não conseguia ficar sentada diante do rapaz e por isso mesmo, assim que ele bebera o suco, voltara para a cozinha a fim de lavar o copo e com isso ficar o mais distante daquele homem que perturbava.
__Que calor esta fazendo, não?
Ela se virou assustada, vendo Pedro parado á porta. Apenas abanou a cabeça, concordando, voltando a se interessar ao que fazia. Estava suando muito, quando Pedro se aproximou e de posse de um guardanapo, veio enxugar o rosto da mulher. Feito isso, se aproximou dela por trás e encostando no seu traseiro, a abraçou. Pedro sentiu o corpo da mulher estremecer e teve certeza de que podia seguir em frente. Carla, voltou levemente a cabeça para trás vendo os olhos do genro soltando faísca de desejo. Abriu a boca e se sentiu a pior das mulheres, pois não iria recuar quanto ao abraço. Era um homem, que a abraçava, que mostrava, com o volume que estava prensado em sua bunda, que a desejava, que ela era uma mulher que o excitava, apesar da sua idade. Era seu futuro genro, homem de sua filha, mas ela não estava em condições de raciocinar daquela forma.
__Carla, Carla, você me deixou pensando todos esses dias, que eu devia te dar um pouco do que estava dando para sua filha e por isso, diante do meu encontro com ela, hoje, eu resolvi vir mais cedo para conversar com você. -dizia ele já enfiando as mãos dentro do decote dele, indo de encontro aos seios fartos, que um dia deram alimento para a que ele pretendia levar ao altar. Com uma facilidade incrível, ele desceu a calça jeans dela e depois abaixou a calcinha: apressadamente, abriu a braguilha e sacando a rola dura a direcionou entre as coxas dela e alcançando-lhe a xoxota, a foi penetrando lentamente, pois ela ainda não estava totalmente molhada, mas aos pouco foi, com aquela rola dentro de si, lubrificando-a tornando gostosa a penetração e aquele vaivém. Carla se debruçou sobre a pia e agarrando no vitro que ficava a sua frente, empinando o traseiro e assim recebendo mais facilmente a rola do genro. Carla, soluçou muito, quando o primeiro gozo se deu. Fora extraordinário o que sentiu e desejou que não parasse mais de sentir aquela sensação deliciosa. Quis participar, e lentamente foi levando a mão atrás de si, junto aos dois corpos e tomou contato com os pentelhos do genro e logo abaixo com aquele tudo que estava penetrando-a, todo lubrificado. Gemia, abertamente sem se importar com o fato de que, quem a fodia, era seu genro. Carla estava se fazendo voltar a muitos anos atrás, quando era mocinha e muitos rapazes desejaram lhe proporcionar um momento como aquele que vivia naquele momento. Por isso se deixou possuir com firmeza,pelo pau que estava indo e vindo dentro daquele canal. Ficou hirta, apenas saboreando toda aquela grossura que era uma delicia de sentir. Outro gozo, veio e mais outro e outro até que exaurida ela foi escorregando para o chão da cozinha e disto se valeu Pedro para a colar de costas no piso e se postando entre as coxas dela a penetrou mais uma vez. Desta vez, procurou sua boca e depois os seios, que apesar dos anos, ainda mantinham um certo viço. Não iria gozar tão cedo, querendo levar a sogra a sentir os mesmos prazeres que ele arrancava de Natália. O pau entrava e saia da boceta, que estava bem molhada, indicando que Carla estava se entregando ao prazer, que era ser fodida por um homem. De repente ela começou a chorar, por estar feliz e por saber trair sua filha, se deixando possuir pelo seu homem. Pedro se apiedou daquele mulher que fodia e estava se preparando para sair de dentro dela, quando a mesma o enlaçou pelas costas o mantendo firme dentro de si. Sentia-se estranha quando começou a rebolar por baixo de seu genro, apesar de sentir vontade de tomar a iniciativa de alguma coisa, para se sentir mulher, saber que estava viva e desejável. Traia sua filha, mas estava feliz por saber que não tinha morrido para o sexo e aquele jovem rapaz estava, ali dentro de sua boceta, estocando com suavidade o canal que o banhava de secreções intimas. Sentiu a mão dele a tocar na bunda, massageando-a. Sua idade tinha sido superada e ela se sentiu uma mocinha, em sua primeira relação sexual. Tinha que saber como enfrentar sua filha, cara a cara, sem se denunciar, principalmente quando os três estivessem juntos. Se assustou quando Pedro lhe disse que pretendia saborear seu ânus, caso ela permitisse.
__Natália lhe agrada dessa forma? - perguntou, quando Pedro se retirou dela e estava com o pau a poucos centímetro do seu rosto. Os olhos dela brilharam, diante do pau que dava pinote no ar como que a chama-la para o tomar entre os lábios. Era o momento de ousar e por isso ela estendeu a mão até a rola e a pegou. Pedro sabia o que ela desejava e por isso se acercou mais dela e...
__Chupe ele. Quero que você me diga como se sente chupando a rola que sua filha chupa e saiba que ela me dá o cu sim, mas creio que o seu é mais desejado, por ser experiente.
Carla, riu, pois ele não sabia o quanto estava enganado. Ela nunca dera o cu, apesar de nunca ser contra tal ato. Estava aberta para aquele ato licencioso, mas tinha que fazer de tudo para que Pedro não suspeitasse da sua inexperiência num sexo tão desejado e pouco regulado pela verdadeiras amantes. Aproximou a boca do pau e o abocanhou, sentindo a maciez da glande e depois toda a rugosidade do pau duro que ia até sua garganta. Começou a movimentar a cabeça, num boquete que Pedro achou mais delicioso que o da filha. Temendo que aquela boca o fizesse gozar, puxou o pau e virando Carla, a colocando de bruços, se postou sobre suas coxas e após separar as nádegas, deixou cair em seu rego, sobre o cu que piscava,
uma boa dose de saliva. Pediu a ela que mantivesse com as mãos as nádegas separadas. Viu a umidade que vertia da boceta e depois de pincelar glande sobre a mesma, a lubrificou e depois a colocou sobre o ânus salivado forçando a penetração; Carla esperneou, quando a cabeça entrou provocando uma dor profunda. Pedro no entanto, fora muito delicado com ela e a deixou se acostumar com o invasor dentro do cu. Carla, vibrou muito com a pica no cu e pode extravasar toda a ânsia reprimida de uma vida sexual, que nunca tivera de verdade, a não ser para procriar. Ficaram quase que por uma hora naquele sexo que para ela era maravilhoso.
Natália, quando chegou em casa, encontrou o namorado a espera-la e sua mãe se ocupando dos últimos preparativos para um grande jantar. Carla estava feliz, finalmente ela fora reconhecida como mulher, apesar da sua idade avançada. Olhava para o pessoal na sala. onde estavam sua filha seu marido e se genro e sentia-se contente, mesmo que não fosse mais ter relacionamento extraconjugal, iria ver uma maneira de ser uma mulher e ter um homem para a satisfazer. Iria tenta, pois sexo era muito bom, ainda mais quando não era reprimido, mas desejado e consentido.As vezes se pegava olhando para sua filha e sentia um remorso por a ter traído, mas a filha teria seu marido todos os dias da vida e ela só o tivera por uma tarde ensolarada. A sua vida estava começando aos cinqüenta anos com sexo feliz!

Sobre este texto

Phedra

Autor:

Publicação:28 de junho de 2016 21:12

Gênero literário:Contos eróticos

Tema ou assunto:Maduras

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