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Do fundo do baú

Na casa de Amália!

Dagmar, vivia em um mundo que era só dela. Nele pululavam os seres mais estranhos que o imaginário feminino poderia formalizar. Não eram seres mitológicos, com poderes mágicos, onde voavam em tapetes ou cavalos alado. Não nada disso, mas eram diferentes. Em sua insana incursão noturna, ela chegava até a acreditar que era uma princesa enfeitiçada por um pênis encantado, que a deixava a mercê desta ilusão. Estava hospedada na casa de seus melhores amigos, um casal de certa idade que conhecia seus pais e que todo ano a convidava para passar uns dias com eles em seu pequeno sitio no interior de São Paulo. Era gostoso passar uns tempos com eles, saboreando as delicias naturais que o campo podia oferecer. Seu Júlio, era um senhor de pouco mais de 60 anos, que tinha um brilho no olhar, cativante. Esbanjava alegria e jovialidade em suas atitudes, que sempre culminavam com alguma piada. Gostava de conversar com ele e saber da vida no sitio como era. Dona Amália, era uma mulher mais reservada, mas muito simpática e adorava quando Dagmar resolvia passar uma temporada com eles. Preparava todo tipo de comida com sabor tipico da terra, que tanto agradava a moça da cidade. Gostava de conversar com ela e saber das aventuras na cidade grande, o que a remontava para sua época de jovem, que fora bem agitada, mas não tanto quanto eram agora, a vida sexual daquelas jovens. Era dois anos mais nova que Sr. Júlio, que soubera conquista-la e aplacar a sua excitante vida de sexo. Amália, era uma mulher que se sentia presa ao passado, pois ali, tão distante, não tinha chance de tentar ver se ainda era uma mulher fortemente desejada. Apesar de ter a cara fechada, era inegável dizer que fora muito bonita e que trazia ainda traços dessa beleza. Se prendia no quarto, com Dagmar e lá fazia perguntas que implicavam sempre em saber o que ela fazia com os rapazes. Dagmar, notara que suas narrativas a deixavam excitada e febril a ponto de tomar muitos copos de água gelada que pareciam acalma-la. Muitas vezes, Dagmar aumentava, na narrativa os folguedos sexuais.
Teve uma vez, que Júlio, escondido ouviu o que sua mulher gostava de ouvir da visitante e ele mesmo ficara excitado, tanto que quando ele e sua mulher foram para a cama, a procurou, mostrando a sua ereção e o desejo de manter relações com ela.Porém Amália o mandara sossegar, pois desconfiava, que ele estava era com tesão na visita.Ele ficara visivelmente chateado, virara para o lado e fingiu pegar no sono.
Pela manhã, antes de tomar café, Dagmar tinha um cavalo selado, por Júlio, para que cavalgasse pelas cercanias, entre relvas molhadas de sereno da madrugada e sentisse uma vontade de ser uma ousada Lady Godiva moderna. As vezes ousava, depois de verificar se seu Júlio já tinha entrado na casa, e colocava os seios para fora e saia em desabalada carreira, sentindo nos pomos o frescor da manhã e um orgasmos delicioso lhe molhava a calcinha. O que ela não sabia era que Júlio, presenciara uma vez sua travessura e por isso mesmo, sempre que ela saia para seu passeio matinal, ele esperava um pouco e depois se imiscuindo entre os arbustos, chegava a um ponto, onde ela quase passava sobre ele com o animal, proporcionando-lhe a visão deliciosa dos seios pululando devido o galope do animal, na gostosa brisa matutina. Estava se acostumando e gostando de sentir o pau endurecer e ele o tirava para fora, admirando aquele pau que nunca em sua juventude e mocidade, havia negado fogo, e o alisava até que em desespero total, ejaculava sobre a relva.
Os dias foram passando e ele cada vez mais sentindo-se revigorado, com masturbações, que a semi nudez de Dagmar provocava nele, começara a se chegar mais, tendo um contato mais direto com a jovem, que não notava as reais intenções daquele homem que servia para ser seu pai ou até seu avô. Apenas notava que suas atenções para com ela ficavam mais e mais acentuadas. Quando Júlio, disse que ela estava o deixando ser jovem novamente, ela ficara alerta e pensando em todas as atitudes dele, somou tudo e se viu diante de uma verdade, quê se não havia provocado diretamente, não estava muito indiferente em ser notada por um homem muito mais velho. Era uma experiencia que nunca tinha experimentado.Longe dos olhos de Amália, ela deixava que Júlio, visse parte de suas coxas, quando estava diante dela e a mesmo as descruzavas lentamente chamando a atenção do homem. Tremia por dentro, com medo de estar julgando uma coisa que não havia, mas, quando percebia o olhar guloso dele, dissipava a ideia de parar com a provocação.
Uma manhã, ela juntou suas roupas já usadas e se dirigiu para a lavanderia onde pretendia lava-las. Estava absorta, separando suas roupas, para não mancharem, quando Júlio entrou. Trazia em uma das mãos, um copo de suco que ofereceu a ela. Ao pega-lo, ela teve a mão presa na de Júlio. Se olharam , ele com o desejo estampado no olhar, ela com a pulsação acelerada, sorriu de uma forma que indicava, estar gostando do jeito dele a analisar. Sabia que Amália estaria fora por muito tempo e por isso mesmo não ficou preocupada, aguardando o que viria. O homem pareceu adivinhar o pensamento da moça e se aproximando mais, tocou-lhe no ombro.
__Não quer uma ajuda na lavagem das roupas- perguntou ele.
__Você me ajudar a lavar roupas? - riu ela gostosamente.__Minhas roupas intimas?
__Qual o problema? Tens vergonha de mim?
__ Já pensou se dona Amália te flagra, lavando minhas calcinhas? -perguntou ela se virando para depositar o copo sobre uma prateleira que estava a frente, logo acima lavadoura. Júlio, cresceu o olhar no traseiro da moça, que se posicionara curvada , colocando as peças de roupa na abertura da máquina. Ele se aproximou dela, encostando em sua bunda. Dagmar, fremiu por dentro, mas continuou o que estava fazendo. Parecia que era um sinal,para que o homem ousasse mais, e assim ele o fez.Os braços que a enlaçaram a puxaram para junto do corpo dele obrigando-a a se endireitar. Teve a saia levantada e ele afoitamente foi metendo uma mão dentro da calcinha dela, procurando sentir a maciez dos pêlos pubianos que ornamentavam sua região intima.Dagmar, ficou surpresa com a sensação deliciosa que estava tendo com aquele atrevimento, de um homem, que jamais poderia,algum tempo atrás, imaginar que fosse ousar toca-la de forma tão atrevida. Se remexeu toda, facilitando que um dedo dele, alcançasse seu clitóris. Teve um sobressalto e se encolheu toda, travando as pernas, prendendo o dedo sobre seu carocinho.
__Ai,Julio, assim você me mata. Ui,como você mexe gostoso...
__Minha menininha gostosa. Como é quentinho o ninho que você tem entre essa pernas sedosas - disse ele mexendo com mais suavidade na vulva aquecida que ela o deixava acariciar.
__Júlio!
__Minha pombinha. Me diga uma coisa, sem ter dó de mim.- começou a dizer, sem parar de remexeu na boceta de Dagmar, que se sentia ardente.__Você transaria comigo, sem sentir pena?
Dagmar, não lhe respondeu nada, apenas ficou com uma certa pema daquele homem que lhe pedia uma migalha de sexo, mesmo sendo casado a muito tempo com uma boa mulher. Pensou na amizade que ela lhe dedicava e quase desistiu. Mas pensou nele também que se humilhara e não teria nada de mais, dar um pouco de carinho ao homem que sempre a tratara com muito carinho. Levou a mão atrás e alisou aquela protuberância que se formava em sua bunda. O homem estava com a mão, espalmada na boceta da jovem e um dedo entrava dentro dela rebuscando a umidade que estava bem farta.Com habilidade de quem sempre fizera aquele tipo de coisa, a mão delicada de Dagmar foi descendo o zíper da calça do homem e entrava por ela a procura do pau que ficava cada vez mais duro. Remexeu dentro da cueca e encontrou o que procurava, que começou a pulsar em seus dedos. Ela gostava do que segurava e o desejou. Foi se virando e quando ficou de frente a Júlio, o abraçou e colou sua boca na dele. Estava no auge do tesão e queria por para fora, a tara que vinha crescendo já a algum tempo, quando percebeu os olhares maliciosos que ele lhe lançava.Queria transformar ele num dos seus sonhos e por isso se ajoelhou a sua frente, desceu-lhe a roupa e depois de acariciar a pica com as duas mãos, a beijou e depois a meteu boca adentro.O pau de Júlio ainda esta viçoso, tinha um gosto e cheiro que a excitava.Era a primeira vez que ela tinha intimidade com um homem daquela idade. O odor másculo do seu membro, que ela passava pela face, estava fazendo seu sexo latejar, desejoso de receber aquele pau super maduro. Se deixou escorregar para o chão da lavanderia, retirou a calcinha e abrindo as pernas o chamou para vir até ela. Júlio, olhou para a figura encantadora daquele que podia ser sua neta, viu o que ela lhe oferecia e olhando para o próprio membro que tinia de tão duro, se lançou sobre ela. Dagmar pegou na mão aquele pau, que ela chupara e gostara dele, o encaminhou para dentro da sua encharcada boceta. Era um pau grosso e curto, mas delicioso e ela estava o sentindo, caminhando dentro de sua vagina. Sua boceta o aprisionou e sentiu como ele pulsava. Se agarrou ao homem e o excitou a fode-la com a vitalidade que estava ainda latente. Olhava para ele, não com compaixão, mas com um tesão, como a muito tempo não sentia. Julio estocava sua boceta com energia redobrada querendo que ela gozasse. Dagmar levou as mãos até a bunda dele e procurou seu rego. Júlio contraiu o corpo ao receber aquele diferente tipo de caricia e olhou ressabiado para ela que sorriu.
__Deixa eu meter o dedo,deixa? - pediu com carinho e ele depois de perceber que ela apenas o queria como ela a estava tendo, relaxou e ela foi em busca do seu ânus. Gostava de provocar os homens daquela forma, mas sempre descobria que eles gostavam. A moça recebia as estocadas e gemia e era beijada com adoração. Trançou as pernas sobre Júlio e o incentivou a ir mais rápido e atingir o gozo, temendo que fossem surpreendidos pela chagada de alguém ou com a volta repentina de Amália. Ficaram naquele entrevero por quase meia hora, até que Júlio se deixou derramar em forte jatos dentro dela. Os dois chegaram ao orgasmo simultâneos e ficaram por um breve momento abraçados, deixando as contrações de seus sexos se aplacarem.
Quando Amália chegou, encontrou os dois jogando carta na sala. Não suspeitou, quando dias depois, ouviu de Dagmar a história de sua transa em uma lavanderia, onde trepara com um homem. Apenas ela não sabia que tudo realmente tinha acontecido dentro de sua casa, na sua lavanderia e o homem fora seu marido!


Sobre este texto

Phedra

Autor:

Publicação:19 de janeiro de 2016 23:58

Gênero literário:Contos eróticos

Tema ou assunto:Dia do Sexo

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