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Do fundo do baú

Na praça do prazer

Eu gostava de sempre estar com intimidade com pessoas que fossem bem próxima de mim. Não era uma garota que ficava se preocupando em estar com garotos de outros lugares, mas quem estivesse bem disponível para quando se tivesse uma vontade de transar, bem a mão estaria.
Mas quando tive contato com Estevão, primo de um dos nossos amigos, que viera passar uma temporada com o parente, minha xoxota piscou de forma que me deixou em dúvida, se iria resistir ao olhar dele, que parecia me incendiar por dentro. Era um cara forte e belo, que me atraiu de forma fulminante e veio logo me cantar para uma saída a fim de conhecer tudo por onde estaria vivenciando naquele dias que ficaria conosco. Comecei a ficar com vontade de transar com o cara e para isso eu teria que o instigar a me cantar para uma trepada que seria homérica. Queria sentir a pica daquele cara dentro de mim, entrando e saindo com uma velocidade cada vez maior, me esquentando a vagina e me consumindo em tesão. Queria o obrigar a me levar para um canto de uma praça, atrás de um arbusto, tirar meu peitos para fora e os atacar com a boca até me deixar mole, com aquela comichão nos biquinhos queimando de desejo. Me levaria as nuvens se me carregasse para trás de um arbusto, me levantasse a saia, descesse minha calcinha e me mandasse ficar de quatro, viesse com a sua pica dura e me penetrasse com força, passando a martela-la dentro de minha boceta super molhada. Se ele não se abrisse e fosse da forma que eu estava imaginando, ainda poderia leva-lo para minha casa, onde meus pais estavam viajando, e lá no banheiro, queria dar para ele da forma mais deliciosa, debaixo de jatos de água a nos refrescar, aumentando mais ainda a nossa energia. Me imaginava com uma das pernas levantada e ele me segurando procurando enfiar a picona dentro da minha xoxota, resvalando em toda sua extensão até encontrar o meu buraco. Uma das coisas que eu desejava fazer logo de cara, era chupar a rola dele até que a mesma jorrasse a porra quentinha, que desceria pela minha garganta e se alojaria em meu estomago. Sempre curti o odor caraterístico que a porra tinha, se assemelhando a cheiro de cândida. Babaria em seu pau e o engoliria cada vez mais fundo, aproveitando cada pedacinho do mesmo até que a bolota encontrasse o inicio da minha garganta. Outra coisa que eu imaginava era ele me abrindo as pernas e chegando com a boca em minha boceta molhada, enfiando a língua bem fundo dentro dela. O seu dedo inserido em meu cu, me deixava em pleno estado de excitação, mordiscando o dedo que me invadia, o prendendo dentro do meu reto. Depois de beber do meu suco, eu desejaria que o cara me deixasse mole de tanto trepar.Como ato final eu lhe ofereceria o meu cuzinho, para que se fartasse dentro dele e me levasse a uma loucura total. Adorava sentir aquela sensação de entupimento, que me forçava a ter aquela vontade de evacuar, mas que ao mesmo tempo, fazia de tudo para reter aquele torpedo b em lá no fundo do meu reto, latejando, indicando o quanto estava "feliz" de ali estar. Iria passar trepando, com ele, por horas a fio, sem me cansar, apenas ficando, como de outras vezes que ficara com um cara que desejava. Estava com os bicos dos seios, sensíveis, que causavam um certo desconforto, mas que ao mesmo tempo era gostoso de sentir.
Em meio a esses pensamentos, eu me dirigi ao encontro daquele pedaço de mal caminho. Estevão, havia se aproximado de mim e dissera que me achava uma gata e que desejava, que eu lhe mostrasse o nosso vilarejo. Se eu já estava com tesão pelo homem, imagina estar do lado dele sem a companhias dos outros para atrapalharem. Depois de irmos para uma lanchonete, acabamos nos sentando em uma das muitas praças que tínhamos a nossa disposição, onde se poderia dar inicio a tudo que eu imaginara antes. Ocorreria realmente a bolinação ali? Eu desejava que sim e para isso estava com uma minissaia, que ao me sentir, deixava as minhas coxas muito a descoberto assanhando a visão de qualquer macho que comigo estivesse. Com Estevão não fora diferente e eu percebia que seu olhares em minhas coxas o estava deixando excitado. Me dei uma de descuidada e depositei a mão sobre sua intumescência que estava bem visível, numa das laterais de sua calça. Nos olhamos e ele veio me beijar, sentindo que eu agarrava com mais força em seu pau sobre a calça. Não estava me importando se era considerada fácil, o que desejava era gozar e me aliviar de toda aquela tensão sexual. Sua mão se fechou sobre um dos meus seios e o apertou. Passei uma das pernas sobre a dele e senti a depressão que seu pau fazia e me deixava mais excitada. Eu já estava me localizando, percebendo que havia outros casais que já e engalfinhavam, com as meninas mamando nas pica expostas e os rapazes devorando os seios das mesma, me deixando com vontade de estar no lugar de alguma delas. Mas estava me preparando para entrar para o rol daquelas que ali estavam gozando seu momentos mais íntimos. Confesso que minha boceta latejava, com a ideia de logo, logo, ela estar sendo invadida por aquela pica que parecia ser deliciosa. Para lhe facilitar a vida e dizer que eu desejava ser dele, desci as alças da parte superior do vestido e já que estava sem sutiã, os seios surgiram em todo seus esplendor. Estevão pegou em um deles o apertando e descendo a boca até meu bico que chupou. Uma corrente elétrica percorreu meu corpo e eu me deixei cair para trás possibilitando que ele ficasse com os meus pomos a sua disposição. Ele me chupou pra valer e eu fui com jeitinho, abrindo a sua braguilha e pouco depois estava com seu pau na mão o alisando com vigor. Era um pau que merecia respeito, pelo comprimento e grossura o que me aguçou os sentidos, desejando que Estevão, fosse logo para o ataque e deixasse as preliminares para a outra foda em si. Mas ele estava gostando e sua pica já expelia o pré gozo, que meu dedo espalhava sobre a cabeça da pica, a lubrificando.
Um lugar mais escuro da praça, foi o lugar que escolhemos para nos deitarmos na grama e com a saia levantada e a calcinha tirada, ele se preparou para enfiar a pica em minha boceta ensopada. Quando a cabeça começou a forçar a minha xoxota, eu comecei a gozar e o enlacei para mais fundo dentro de minha boceta. Estevão, era bom de foda e muito cuidado em suas penetrações, me levando a muitos gozos, mas quando ele me colocou de quatro, cuspindo na cabeça da pica, e a colocando de encontro ao meu cu, respirei fundo e esperei pelo pior, pois a pica era para se respeitar. Mais uma vez, Estevão demostrou que sabia meter muito bem e me penetrou de forma lenta e gradativamente gostosa, indo fundo em meu cu. Não vou esquecer tão cedo, por aquela foda naquela praça. Meu desejo estava sendo realizado, e eu estava levando uma rola sentida de um macho gostoso.
Ao ir embora, depois de muito treparmos ele se foi me deixando, com meus antigos amigos, que quando eu desejava, vinham em meu socorro com suas picas em riste prontas para me penetrar. Espero sua volta para o receber de pernas abertas novamente!

Sobre este texto

Phedra

Autor:

Publicação:31 de dezembro de 2015 23:08

Gênero literário:Depoimento erótico

Tema ou assunto:Jovens

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