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Do fundo do baú

O medo de ser mulher 1

Marcelina, tinha casado com o seu primeiro namorado. Sempre fora uma moça equilibrada, que não ia na onda das demais amigas, que se atiravam nos braços dos namoricos, na primeira vez que saiam. Aprendera com a mãe que a mulher tinha que se valorizar, mesmo que na atual conjuntura, tudo levasse a acreditar que o normal, era se entregar, no primeiro encontro.
Mulher bonita, de corpo sensual, ela chamava a atenção e causava
um certo furor no meio masculino. Sempre que saia com as amigas, para os passeios pelo vilarejo ou quando se dispunham a irem ás baladas em outra cidade, ela era muito assediada. Para uma amigas era bom porque atraia a atenção dos rapazes e com isso ninguém ficava tomando chá de cadeira. Porém, o grupo não era unanime quanto a isso e uma ou outra garota, não gostava, de ter ou saber que precisava de Marcelina, para arrumar companhia. As vezes ela era boicotada por essas garotas, que saiam sem avisa-la, procurando provar do que eram capaz. Facilitavam o máximo, com uma ousada liberdade, entre danças extremamente provocantes, trazendo os rapazes que viam ali uma brecha para usarem elas como um alivio sexual. Satisfeitas.achavam que não dependiam de Marcelina para conquistar alguém, mas sabiam na verdade que o que conseguiram, foram apenas pessoas que se aproveitaram delas e em seus corpos deixaram, parte de sua seiva masculina. Marcelina ficava triste, quando descobria que as pseudo amigas a tinham deixado de fora da diversão, mesmo sabendo que era puramente sexuais as ditas diversões. Apesar de saber disso, ela ficava chateada, pois procurava ser solicita com todas e no fundo, também sabia, que era um chamariz, para os arranjos das amigas. Por uma dessas coincidências da vida, foi em uma balada, que ela conheceu, o cara que viria a ser seu marido no futuro. Marco Antonio, estava, junto com um grupo de amigos, em uma famosa danceteria de Sampa, quando elas chegaram. Ironicamente, os olhares dele cruzaram com os dela em um relance que parecia ter um propósito. Fora uma atração fulminante de ambas as partes. As amigas não notaram que a atitude de Marcelina, mudara completamente e que seu olhar sempre procurava algo na multidão que lotava a casa de show. Apenas Carla, que não desgrudava dela, notou que algo acontecia, pois estranhava que a amiga sempre olhava para trás, como que procurando algo. Questionou ela sobre isso e recebeu uma resposta que não a convenceu. As demais amigas se dispersaram em busca de companhia masculina, ficando apenas Carla com ela. Encostadas em uma pilastra, observavam as pessoas se divertindo, quando um cara se aproximou delas e tirou Carla para dançar. Ela ia recusar, pois achava chato deixar a amiga sozinha, mas a mesma pediu que fosse eque ali seria o ponto de reencontro. Carla se perdeu no meio da alvoroçada multidão e Marcelina ficou ali "isolada". Não passaram mais que dois minutos e uma voz soou ao seu ouvido:
__ Gostaria de dançar?
Mesmo antes de se voltar e ver quem dissera tal frase, ela se encantara com o timbre da voz. Não sabia por que mas algo dentro de si lhe segredou que se tratava do rapaz que ele vira logo que chegaram. Se virou lentamente, e seu olhos brilharam, ao mesmo tempo que seu corpo estremeceu, ao comprovar que tinha acertado em sua intuição. Era um belo rapaz, visto mais de perto, que chamava a atenção por formar duas covinhas ao lado do rosto estando a sorrir. Os seus mamilos se enrijeceram e começaram a ter uma sensibilidade que estava inquietante dentro dos bojos do sutiã. Estava sem fala, diante do belo exemplar de macho que estava diante de si, sorrindo deliciosamente. Se deixou levar automaticamente e seu belo condutor a tomou nos braço para a ter junto do corpo, mesmo com a música acelerada que não condizia com o gesto dele. Não se importou e se deliciou com o contato daquele corpo, de um homem que estava a deixando sem ação.Olhava para ele embevecida.
__Sabia que você é uma garota muito bonita? - disse ele se divertindo com a expressão dela.- Qual seu nome? Cinderela? Julieta? Branca de neve? Qual? -brincou ele para ver se a tirava de sua letargia.
__Mar-ce-li-na. -balbuciou meio aparvalhada.
__Que coincidência de inicio de nomes. O Meu é Marco Antonio. Nosso dois nomes começam com a letra M.- concluiu
__Bonito nome. O grande amor de Cleópatra.
__É mesmo, bem lembrado. Seria por acaso você e minha Cleópatra e eu seu Marco Antonio? - brincou, sem saber que uma estrela dos desejos, imaginariamente, riscava o céu naquele instante. Marcelina, sentiu um calafrio intenso, que fez seu corpo estremecer a ponto do rapaz perceber e perguntar-lhe se estava tudo bem.
__Não foi nada, apenas estremeci, com o que você falou.
Na verdade, não era apenas isso. Ela sentia que o pau do rapaz estava duro e se prensava contra sua coxa quase na altura do seu púbis. O folego, ficou trôpego e suas costa começaram a coçar de forma irracional e ela sem o perceber se pressionara mais ainda de encontro a protuberância fálica. Não era a primeira vez que sentia um pênis duro de encontro ao seu corpo. Em outros bailes, já ocorrera o mesmo, só que ela logo descartava a companhia, por achar que estava sendo usada. Mas com Marco Antonio, pela primeira vez, ela estava adorando a ideia de o sentir tão másculo, quase que furando a calça. Não sabia se estava apaixonada ou não, mas adorava o que acontecia naquele momento. O rapaz percebeu, que não era só ele que estava envolvido com ela, mas que ambos tinham algo que o atraia e quando seus rostos foram se aproximando, o beijo foi inevitável e Marcelina teve um leve desmaio, que se não fosse por estar tão apertada ao corpo dele e por seus braços a sustentar, teria ido ao chão. Era delicioso beijo que estava recebendo. Não se importava de parecer vulgar, ao se deixar beijar,logo nos primeiro instante de conhecimento. Tinha algo, bem maior, que estava rolando no interior do seu cérebro que dizia a ela que sua vida estava para mudar completamente, pois o amor estava pairando no ar. As amigas, notaram, que algo de novo tinha acontecido com sua amiga que não se deixava iludir por rapaz algum. Parecia que na verdade um conto de fadas se iniciava naquele recinto tendo realmente a princesa encontrado o seu príncipe encantado. Carla, vibrou por perceber , que Marcelina estava se entregando de boa vontade, ao envolvimento que nascia. Queria ver a amiga bem, e ali via a chance disso acontecer.
Marcelina com Marco Antonio, Carla com André, conversavam cada casal dentro de um carro. Carla, já se entregava as caricias de André,que ia direto ao assunto, já estando com os seios da moça, fora da blusa, recebendo a boca do mesmo que lhe sugava os biquinhos endurecidos de tesão. Ela arquejava como se estivesse sendo sacrificada em um ritual macabro. A calça estava arreada até a altura dos joelhos, deixando que uma bela calcinha aparecesse. André. enquanto a sugava, Observava o que vinha por baixo e se sentia feliz por ver que sua garota era bem liberal. A mão do rapaz, acariciava as coxas da garota, que se deixava bolinar. Vendo que tinha uma certa dificuldade para a deixar mais excitada, André acabou por retirar a calça dela e com o caminho livre, deu um jeito de a colocar em uma posição, onde afastou a perna da calcinha para o lado, e viu a beleza da boceta que já estava melada de gozo. Fez um contorcionismo e chegou com a boca até quele pedaço de prazer. Sugou o caldo que estava empapando do a superfície vulvar e depois meteu a língua dentro da cavidade que se mantinha aberta. Carla, respirou forte e não foi capaz de impedir por mais tempo que uma violenta descarga emocional a levasse, a um gozo fantástico. André tinha se livrado da maior parte da sua roupa e com isso ficara com o pau bem perto dos seios de Carla. Passou o membro sobre os mamilos e o prendeu com a ajuda dela, entre os seios, que se não eram grandes, serviam para uma boa e deliciosa espanhola. Ela que não era uma garota sem experiência no metiê de excitação, a cada avanço da pica entre os seios, chegava perto de sua boca e a língua toca a glande proporcionando enorme prazer ao rapaz. Ele tirou o pau daquele vale de pele sedosa e o encaminhou para a boca faminta que o esperava. A glande foi aquecida pela temperatura agradável da boca da jovem. Carla sabia muito bem como levar um homem a loucura quando tinha o pau dele na boca. Enquanto o sugava, manipulava as bolas dele, as apertando com delicadeza e depois passava a alisar a bela haste de carne, cuja cabeça era mantida, dentro de sua boca, acariciada pela língua, que fazia André ficar com o membro,mais hirto.
No outro carro, Marcelina e Marco Antonio, trocavam ideias. descobrindo os defeitos e preferencias que cada um tinha. Apesar de se sentir muito atraída, ela procurava se conter em permissões, que o fizesse avançar o sinal e ela não poder resistir e ceder. Percebia os olhares fortuito, que ele lançava dentro do seu decote, onde os bojos dos seios estavam bem proeminentes. O instinto feminino a instigava a ser mais flexível, mas em sua mente o medo estava instalado e a devorava a cada pensamento que a fazia balançar entre ser mulher ou permanecer, com aquela virgindade inalterada. A umidade, que chegava em sua parte intima, a estava deixando confusa. Não estava sendo como das outras vezes, naquele momento ela vinha acompanhada de sensações bem diferenciadas, das outras, pois mexia em seu coração. Estava finalmente amando. Sabia que aquele homem que, ali , espreitava os seios dela,tinha conquistado o seu aberto coração. Marco Antonio, estava realmente interessado em Marcelina. Achava que tinha encontrado o tipo de mulher que desejava para si. Além do mais , sentia um tesão absurdo por todo aquele corpo que pulsava de excitação. Vinha percebendo que aquela jovem baladeira, era virginal em suas atitudes e o encantava com manifestações pudica.
Marcelina, estava nervosa, temia que Marco Antonio fosse mais além e a forçasse ceder de alguma forma. Não queria se decepcionar consigo mesma, pois estava vulnerável e poderia fraquejar.
O namoro, daqueles dois, engatou, de uma forma racional, comportada, onde o rapaz procurava se controlar ao máximo, para não avançar o sinal. Ficava excitado, o que não conseguia disfarçar, mas quando estava sós, se descarregava numa punheta, onde Marcelina, era possuída de todas as formas. O encontro dos dois sempre era cercado de expectativa, pois cada um tinha um pensamento só...,o momento da entrega como seria. Na cabeça de Marcelina, começava a se formar uma barreira, que ela entendia como sendo um possível bloqueio. Apesar do anseio em ficar a sós com Marco Antonio, seu coração ficava inquieto, por perceber o desejo estampado nos olhos dele quanto ao seu corpo.Ela já não curtia mais, aquela sensação gostosa, que era saber ser desejada, pois implicava em uma posse que viria. Começou a senti que a cada toque, por mais simples que fosse, lhe causava um leve tremor, não de prazer mas...de medo. Isso mesmo. Marcelina estava com medo de encarar uma relação sexual. Não adiantava, ser esclarecida, algo dentro dela estava travando o seu comportamento de fêmea. O mais curioso é que quando estava sozinha em seu quarto ou no banho, ela se excitava e sem poder se conter acabava se masturbando, lembrando sempre do volume que sentia sempre revelador na calça de Marco Antonio. Estava agoniada, quando teve uma conversa com sua mãe a respeito. O conselho que tivera, a deixou mais em compasso de espera de um possível desastre na noite da posse, do quê de um alivio, uma orientação segura. Com Carla, apenas ouviu, coisas puramente sexuais, onde a libertinagem dela aflorava despudoradamente, desencorajando Marcelina a pensar que poderia se esquivar daquilo numa boa e ser aceito por Marco Antonio, como normal entre um casal que se amava e estava indo para a cama, pela primeira vez. Ficar com o fundo da calcinha molhada, quando estava com o namorado, não a animava mais, ainda mais depois que ficaram noivos e acabaram marcando a data do casamento, que não estava muito longe. Quando os bicos dos seus seios doíam ao serem tocados sobre a roupa de forma disfarçada, como sendo acidental, já não a excitava mais.
A festa de casamento fora muito concorrida. No meio da madrugada, o casal se despediu de todos e partiram em viagem de núpcias, a tal lua de mel. Mel?
Quando a gente ama, tudo é contemporizado para uma evidência só, ou seja, temos que ter paciência para não entornar o caldo. Chegaram da viagem e foram para o apartamento que Marco Antonio tinha comprado, quando resolvera viver uma vida independente.Bem mobiliado, seria o ninho de amor do casal.
Marcelina, estava no banho, pensando em que atitude tomar, quando seu agora marido a quisesse possuir e transforma-la em mulher. Sabia, dentro de si, que o pavor interior era maior que qualquer coisa, mas não podia ficar virgem para sempre. Percebera nas noites que dormiram juntos, no hotel, a ereção do marido a lhe cutucar a bunda, nervoso, palpitante. Quando os braços dele a envolvia em um abraço que juntava seus corpos, tocando os seios graúdos que estavam com os bicos entumescidos e dolorosos, ela estremecia, achando que ele lhe arrancaria toda a roupa e a forçaria a abrir as pernas, para possui-la sem dó ou piedade. Uma dor de cabeça, insuportável, tomava conta de si, e bagas de suor, porejava sua testa. Marco Antonio, sabia muito bem o que estava acontecendo e se mantinha calmo, apenas desfrutando de certos carinhos, satisfatórios na medida do possível. Para deixa-la mais calma, apenas a beijava, com ardor, demonstrando o desejo que estava saliente entre suas pernas e espetava o traseiro dela, sua esposa, ele lhe disse que a deixaria resolver o momento exato, que se deixaria possuir. Ela sabia que estava errado seu comportamento,mas como podia superar o medo que a assolava? Tinha ciência que era uma mulher que deixava qualquer homem louco para come-la, ainda mais se esse homem fosse seu marido, que a via semi nua todos dias e podia apreciar, mesmo de forma velada, aqueles dotes fantásticos que ela tinha. Se fosse um homem, com uma mulher , como ela, já a teria pegado a força ou então arrumaria uma escapada, onde pudesse se aliviar. Mas ela sabia que ele não queria magoa-la, por á amar demais,e saber que era reciproco.
Marco Antonio, não sabia que decisão tomar. Desejava aquela mulher, de forma insana, mas temia causar-lhe um trauma, que a tornasse frígida. Mas sempre acontece, um fato, que sugere uma nova guinada nos rumos das coisa. Foi assim:
Após o banho, Marco Antonio, entrou no quarto, apenas com uma toalha presa ao quadril.Marcelina, deitada na cama, não conseguiu desviar os olhos do espetáculo sensual que seu marido
exibia. Sob um lençol de cambraia, seu corpo todo moldado, estava trêmulo. Sem sutiã e com uma diáfana camisola ela estava ali, perdida em seus pensamentos. Seu marido, a olhava, pelo espelho do armário, definindo em seu pensamento a tentação que tinha bem ali as suas costas, sentiu que estava ficando excitado e a toalha começara a ficar esticada, qual lona de um circo.Estava lutando com o desejo de pular sobre o corpo daquela tentação, que era sua esposa. Ao se virar para observa-la melhor, permitiu que ela visse que a sua excitação era enorme. Um gesto mais brusco, fez a toalha cair, e o membro, em todo seu esplendor, ficara visível. O olhar de Marcelina, ficara fixo, naquele pau que não parava quieto, e se imaginou de posse do mesmo, dentro do seu corpo. Seu marido se aproximou da cama, afastou o lençol e se colocou sob ele. Não quis tocar na mulher, mas estava super preocupado com aquela situação. Não queria traumatiza-la, com uma relação forçada,por isso ficava chateado,mas levava tudo com calma.
Marcelina, olhava para o corpo do marido e sentia que o desejo crescia. Lembrava de algumas frases dita por sua amiga Carla, quando a procurara para dizer que ainda continuava virgem, depois de 2 meses de casada. ( continua)

Sobre este texto

Phedra

Autor:

Publicação:10 de dezembro de 2015 19:20

Gênero literário:Contos eróticos

Tema ou assunto:Heterossexual

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Ainda não há estatísticas de leitura deste texto, pois ele foi publicado em 10/12/2015.

Comentários

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  • Kamila
    Postado porKamilaem12 de abril de 2016 21:38

    A continuação por favor. Adorei a história.

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