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Os desejos de Carmem

Quando Rodrigo chegou junto de Carmem, estava com o pau super duro, cuja cabeça brilhava com a luz do quarto onde estavam confinados para aquela transa tão esperada. Ela de joelhos, com a bunda bela, de plastica invejável, estava separada, mostrando aquele orifício, que se contraia, a espera do momento que seria invadido pelo membro daquele homem, que sempre mostrara desejo em possui-la. Rodrigo era um homem, que beirava os 58 anos, mas que tinha uma vitalidade e um charme que encantava todas as mulheres, das mais jovens ás mais maduras. Sabia conversar e levar elas na lábia, para conseguir uma trepada memorável. Com Carmem, não fora diferente e ali estava ela pronta para levar o pau do homem em seu rabo maravilhoso.
Rodrigo, fora apresentado á Carmem, pela irmã do mesmo que sentira o interesse, do irmão, na sua amiga. Ela mesma, era uma pessoa que admirava o irmão, pela sua vitalidade em lidar com o universo feminino. Não era segredo para ela que Carmem, nutria uma tesão pelo seu irmão, desde o primeiro dia que a ele fora apresentada. Confidenciou, á Irene, irmã de Rodrigo, que o homem havia a impressionado e que gostaria se tivesse chance, de ter um relacionamento com ele. Irene riu da franqueza da amiga e lhe garantiu que se não fosse irmã dele, o pegaria na primeira oportunidade que tivesse de ficar bem a vontade. Perguntando e ela se teria coragem de mesmo sabendo que ele era o irmão dela, transar com ele, ela dissera que ficaria tentada mais que não estava preparada para ter um relacionamento com um parente tão próximo. Carmem , não sentiu muita firmeza no que ela falara e achou que podia satisfazer uma tara sua em ver dois irmãos trepado, poderia ser realizado. Primeiramente queria ela, usufruir do prazer daquele homem maravilhoso, que desde que o vira, tivera desejos enormes de um dia ser dele.
O encontro se deu no apartamento dos irmãos, quando Irene preparou um jantar intimista, onde preparou comidas exóticas que servia para excitar mais o casal, já que esse era o principal motivo daquele comensal.
Todos a mesa, comiam, sempre soltando alguma piada que girava em torno de sexo e a cada comentário, Irena sorria e olhava para Carmem, que entendia o seu olhar. Rodrigo que não era nada passivo em interpretação de gestos, percebera que um clima, estava se formando e ele estava adorando, vendo a possibilidade de ter algo com aquela bela mulher que tinha diante de si, com seu decote generoso, onde mostrava que seus atributos peitorais, eram deslumbrantes. Irene com a desculpa que tinha marcado um encontro com uma amiga, deixou os dois as sós. Assim que foram para a sala, ouvir música, sentaram no sofá e bebendo um drinque que ele preparara, conversavam e sorriam, sem fingirem que não estavam interessados em algo mais intimo. Rodrigo, começou a esmiuçar a vida amorosa de Carmem, achando estranho que ela não tivesse ninguém, no que ela já sob os efeitos etílicos, rebateu:
__Não encontrei nenhum homem interessante, a quem pudesse me relacionar.
__Mas...pelo menos...nem um?
__Para meu gosto, nenhum. Não eram tipos interessantes. Se pelo menos tivesse um...que parecesse com você, nós não estaríamos falando a sós agora.
__O que eu tenho demais, que possa lhe chamar a atenção?
__Posso ser sincera sem querer te ofender?
__A sinceridade é algo que prezo muito.
__Você é um homem que chama a atenção do mulheril por ser um cara bonito, que causa muito frisson entre elas.
__Em você também?
__Sou filha de Deus também!
Aquela frase, fora o estopim, que acabava de ser aceso, para que explodisse aquela emoção de se acercarem mais, um do outro. E assim foi. Os dois automaticamente se aproximaram e ela se deixou abraçar
ficando presa entre os fortes braços de Rodrigo, que a trouxe junto ao seu corpo e procurando sua boca, a beijou de forma lenta e aos pouco, começar a ir desenvolvendo, aquele ritual de exploração de todo o palato dos dois, com a vibração das línguas que se encontravam naquele interior.O hálito, com odor etílico, era o propulsor de todo aquele clima que aumentava o tesão dos dois. Rodrigo,estava excitado e isso era demonstrado sob sua calça, que refletia sobre a mesma em uma entumescência que se tornava gritante. Carmem tomou contato com a dureza do pau dele, quando, uma de suas mãos pousou sobre a coxa do rapaz. Aquele formato que seu dedos tocaram e foram analisando, a enchera de fantasias.Sentiu a pulsação do membro e por isso foi em busca, de sentir in natura, toda a pujança da peça erótica. Rodrigo, permitiu que sua braguilha fosse aberta e o seu pau libertado em toda sua potente dureza, para regozijo de Carmem que alisou a pica ereta, cuja glande brilhava. A mulher olhou para Rodrigo, que soltou o cinto e abriu em definitivo a calça, descendo a mesma, com a cueca, até os joelhos e depois com a ajuda de Carmem, a tirou pelos pés. Ela se ajoelhou em meio as pernas dele e encostou o rosto na vara, que vibrava cheia de vida.Beijou a cabeça da pica e depois desceu até os ovos, os tomando na boca, passando a brincar com os mesmo em seu interior. O homem se retesou todo, indicando que havia acusado a deliciosa caricia. Quando voltou a dar atenção á cabeça do pau, ela beijou por diversas vezes e depois abrindo a boca, fechou sobre a bolota
que levou até a garganta. Movimentava a cabeça, numa masturbação de entontecer, dando a Rodrigo, um belo inicio de relacionamento.O pau de Rodrigo, era devorado e Carmem, demonstrava a ele, que sabia muito de sexo oral. A boca dela se abriu e o pau foi saindo todo melado de saliva, que ficava conectando a boca ao pau em "varais", que não se estendiam roupas, mas o desejo de preparar aquele membro para penetra-la profundamente. Rodrigo choramingou quando ela apenas o tomou na mão, passando a aplicar-lhe uma punheta. Carmem, com um certo pesar, deixou o pau de lado e se pondo em pé, começou a se despir. Rodrigo, acabara de ficar nu e depois passara a alisar o pau sentado no sofá olhando Carmem se dispor das suas roupas. Quando o corpo de Carmem ficou exposto aos olhos dele, seu pau passou a vibrar mais ainda. Ela tinha um corpo extremamente belo, onde seus seios volumosos, de bicos bem eretos, se tornavam chamariz, convidativos, á boca de um homem ou mulher. Ela atrevidamente rodopiou sobre si, para que Rodrigo lhe apreciasse o delicioso traseiro que ela tinha, o que o fez ficar mais excitado. Imaginou o pau afundado entre as belas nádegas e ela, Carmem, gemendo com o talo que lhe invadia o ânus ardente de desejo.
Rodrigo levantou do sofá e veio até ela a abraçando com o pau em riste, espetando o ventre de Carmem, que procurou com a mão o colocar entre as pernas, junto da sua xoxota molhada. O Contato com a pica, a fez vibrar e a seiva que já escorria, melou a cabeça da vara que ali, na boceta se alojava. Não tinha havido penetração, mas estava prestes a acontecer. Rodrigo a abraçou com mais força ainda, quando a ergueu e a levou para o sofá. Com as pernas separadas, ele teve a boceta chupada com furor, onde a língua de Rodrigo,devassou toda a periferia do sexo pulsante. Ela balançava a cabeça de um lado para outro, trincando os dentes, em espasmos, que representava o que ela sentia dentro do seu corpo e a fazia vibrar. Estava tendo a chance de conhecer os prazeres que as outras imaginavam um dia ter com ele, mas que ela estava tendo a oportunidade de começar a conhecer in loco. Depois de chupa-la com avidez, ele indicou que era chegado o momento de colocar o pau naquela boceta melada e proporcionar a ela uma enxurrada de prazer carnal. Carmem, se deliciou, quando a pica de cabeça inchada, começou a entrar em sua cona. Ela meneou os quadris, para ajudar a introdução. O pau deslizou lentamente e se agasalhou no interior daquela aconchegante morada, passando a deslizar naquele recinto úmido e quente. Carmem que, se esvaia em gozo, mantinha-se agarrada ao corpo másculo daquele homem que se mostrava delicioso no ato do amor. Depois de muito socar e sentir que poderia colocar sua seiva para fora, Rodrigo, parou de se movimentar e olhando firmemente para Carmem disse:
__Gostaria de te levar para meu quarto e na minha cama, complementar esse jogo que estamos tendo. Você quer ir?
__Adoraria. Quero também te dar algo que você vai gostar de possuir e eu estou louca para dar.
Ele logo adivinhou o que ela queria dizer e vibrou intimamente.
Não era segredo, que o sexo anal abria novos tipos de prazeres que estavam ocultos dentro dos dois. De mãos dadas, caminharam, nus, para o quarto dele e foi Carmem que tomou a iniciativa de se portar sobre a cama e a beira da mesma ficar á beira da mesma, ajoelhada com a bela bunda empinada, com as pernas separadas expondo o rego que entre as nádegas, que Rodrigo se apressava em lubrificar, tendo o ponto nevrálgico, as pregas anais. Carmem se contorcia com o toque dos dedos que com gel se introduziam em seu cu, indo lentamente o mais profundo possível, entrando e saindo, fazendo os músculos dos ânus á ficarem mais frouxos, para receber o que estaria por vir. Quando Rodrigo aproximou do corpo, que lhe era oferecido em sodomia, com o pau duro, Carmem, vibrou e se preparou para receber a grossa pica em seu cu lubrificado. A glande encontrou e foi forçando as pregas, que aos pouco ia se distendendo permitindo a invasão. Carmem, sofria com a penetração, mas estava em êxtase, sofria gostosamente a medida que a rola ia se aprofundando, até que ficou inerte dentro daquele canal apertado, apenas pulsando. Rodrigo, se debruçou sobre as costas da mulher e as mãos tomaram posse dos seios da mesma, mexendo nos mamilos, que levou Carmem a se espremer e deixar verter aquele suco de prazer que já escorria pelas pernas. Suava, mas com o prazer estampado no rosto, ela deixava que lágrimas de satisfação, desconforto anal e uma leve fisgada dolorida, a deixava sem controle em termos de orgasmos.
Quando Rodrigo, começou o movimento do pênis, Carmem soltou um longo gemido de dor e tesão, se agarrou ás roupas da cama e empinou o máximo a bunda suada, para depois se deixar penetrar, cada vez com mais alivio, até que tudo foi se tornando um ato inesquecível, Se deixou cair, depois de um longo tempo na posição de quatro, arrastando Rodrigo sobre si, e ali sobre o leito ela foi fodida com toda virilidade e quando o orgasmos masculino se prenunciou, o homem acelerou as estocadas e se espichando sobre o corpo de Carmem, ele esporreou fartamente em complemento aos gozo da mulher que estrecia sob si.
Como não tinham se preparado para aquele ato, principalmente ela, o pau saiu com vestígio que Rodrigo procurou ocultar, para não constranger a companheira. Procurou, ir ao banheiro se limpar em meio a um bom banho. Quando cruzava o corredor rumo ao banheiro, deu de cara com Irene. Ficaram por instantes um olhando para o outro. Ela sorriu para ele e foi para seu quarto. Da porta, antes de entrar, se voltou e olhou para o irmão, mais precisamente para seu pau e entrou. Sua cabeça fervilhava!

Sobre este texto

Phedra

Autor:

Publicação:24 de dezembro de 2015 19:34

Gênero literário:Contos eróticos

Tema ou assunto:Dia do Sexo

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