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Do fundo do baú

Quem procura acha !

Gabi, a bela negra, estava me dando um status de rainha em sua casa. Procurava me deixa a vontade e com isso me deixava mais cativa da sua amizade de longa data. Além, da cama que compartilhamos, de modo satisfatório, ela demonstrava, que tinha presa dentro dela uma ansiedade que estava pondo para fora de forma bem explicita. Confesso que estava adorando participar do seu entrevero lésbico, mas sabe quando se fica com uma pulga atrás da orelha. Eu estava com uma. Ela, quando eramos amigas quase que inseparáveis, até acontecer o episódio sórdido de racismo e ela se afastar do grupo, nunca dera demonstração de ser uma mulher ativamente sexuada. Ficava com a gente, mas não se deixava seduzir pelas nossas brincadeiras sexuais. Não recriminava, mas não participava. Por muito tempo, formamos um trio de ferro. Eu, Miriam e Gaby. No entanto depois de senti-la na cama e apreciar a sua desenvoltura no quesito lesbianismo, achou que ela já tinha migrado para essa nova modalidade. Mas com quem? Miriam? Podia ser e um dia eu iria descobrir.
Enquanto papeávamos, depois de um bom banho, onde nos acariciamos e chupávamos nossas bocetas, que estavam cheirosas, partimos para uma gostosa trepada em pé, que rendeu muitas risadas e deliciosos orgasmos.
Quando André chegou, encontrou as duas em meio a gostosas risadas, relembrando coisas do passado e passagens de fatos vividos naquele dia.
Ele se juntou a elas, depois de transmitir as saudações do pais e da filha que ficara com eles. Quis saber o que as duas tinham feito na sua ausência e teve que se contentar com os olhares e risos insinuantes. Eu estava encantada com o cara e achava cada vez mais que minha amiga tivera a sorte grande ao conquistar aquela maravilha, apesar de que se for partir por esse prisma, ele também fora sortudo, pois Gabriele era sensacional. Ele que o diga e, eu também. Ficamos a jogar cartas, bebericando, e ouvindo música de boa qualidade. Notava que o casal trocava olhares melosos, indicando que estava se querendo. O meu sangue fervia ao presenciar esse paqueramento erótico e como eu ia dormir por lá aleguei sono, que não colou , pois Gaby, cochichando com André se levantaram e me deixaram ali na sala sem entender nada. Achei que tinham ido buscar roupa de cama para mim colocar no sofá. Por um bom tempo ali fiquei sozinha, até que ela apareceu. Estava radiante e trazia na mão, uma taça com champagne. Sorriu e me estendeu a mão. Me puxou em direção ao seu quarto e lá me fez sentar na cama sentando ao meu lado. Levou a taça até minha boca e depois do gole á dela. Ai me puxou para si e tascou-me um beijo de língua que me deixou sem folego, por estar alheia a tudo. Mas quando ela me jogou na cama e avançou com a mão entre minha pernas buscando meu sexo, entendi que ela queria se arriscar com o marido podendo entrar a qualquer momento no quarto. Seus dedos, estavam buliçoso e já me tocavam o grelinho que estava bem eriçado. Deixando a preocupação, já que ela que era a dona da casa não o estava, eu a abracei e abrindo mais as pernas, puxei a saia para cima e a deixei ficar olhando para o que fazia em minha boceta. Puxei sua cabeça para que me chupasse um seio que expus e gemi deliciada, quando boca quente dela, se apossou do bico dele. Sentir aquela cóceguinha que crescia do bico até o grelo onde seus dedos tamborilavam, era demais. Eu queria sentir a boceta dela e por isso fui incisiva ao pedir que me deixasse chupa-la. Era doloroso ela deixar de chupar meu seio e parar de dedilhar o meu grelo, mas quando ela estirou-se na cama, abrindo as pernas para que eu entrasse entre elas, tudo compensou. Aquela paisagem cheirosa, me deixou a vista turva e a mente em torvelinho. Perdendo a noção do perigo e afastando os lábios daquele sexo tão querido e desejado, colei a minha boca neles. Mexia com a língua dentro da boceta e sentia o mel de Gaby a banha-la. Seus gemidos ecoavam por todo o quarto e ela se contorcia sem pudor algum, na minha boca.Me perdia no meio daquela delicia cheirosa.Alcancei o grelinho passando a chupa-lo com todo carinho possível. Ela enlouqueceu e aos gritos forçou minha cabeça em sua vulva. Então ouvi uma voz que me gelou a espinha:
__Posso participar desta festinha supimpa? - disse André, entrando no quarto. Vinha com o pau tinindo de duro, o que indicava que estivera observando a nossa brincadeira. Quis me cobrir, mas Gaby impediu e estendendo a mão em direção ao marido o chamou para junto de nós dizendo:
__Pode se juntar a nós meu amor. Creio que Phedra, vai adorar conhece-lo mais a fundo, não é meu bem?
Eu estava extasiada olhando para aquela perfeição de homem, que ostentava garbosamente aquele pau que apontava para nós descaradamente, nos desejando. que não sabia o que dizer. Só de pensar que aquela maravilha ia ser compartilhada comigo, me tinha deixada fora do ar.
__Venha até nós amor e nos de a honra de o recepcionar.
__Phedra não diz nada?- quis saber ele de mim.
__A tua esposa já disse tudo e eu vou concordar com ela. Junte-se a nós. - me abri percebendo que iria levar aquela vara até perder a noção do tempo. E olha que eu mais deseja isso.
André, ficou entre nós e se virando para mim correu a mão por meu corpo acariciando tudo que ele desnudava, até me deixar nua com o pau dele na mão. Era tudo que eu queria desde que o vi. Me levantei da cama e fui abocanha-lo. Pau gostoso, cheiroso, que me induzia a leva-lo até a boceta, estava na minha boca e minha amante amiga, chegava para partilhar do meu banquete peniano. Alternadamente eu dividia com ela o pau do seu marido.
__Gostoso, não? - me perguntou ela passando o pau para que eu o chupasse.
__Delicioso. Obriga por me deixar saborear tão preciosa iguaria.
__Podes usufruir de mais coisa, que ele pode lhe oferecer - disse passando a língua em todo o pau.
__Sou de vocês para o que der e vier.
__Então chupe ele e se prepare.
Depois de o degustar com afinco o deixei livre para fazer o que desejasse. André que se sentia um paxá, com duas belas mulheres para foder, não cabia em si e procurava se dedicar, ás duas, com
toda sua pujança em riste. Eu desejava que ele me possuísse logo
num lugar que eu gostava de levar pau. Me coloquei de bruços e Gaby, vendo o que eu desejava, foi em busca de um lubrificante, que usava exatamente para aquele ato. Senti os dedos dela brincando com meu rego e se enfiando em meu cu, o preparando para a pica do seu marido. Eu empinei um pouco a bunda e ele veio sobre mim e pincelando o pau em meu rego, teve a glande conduzida diretamente ao meu ânus. Tudo esquentou quando ela começou a penetrar e pouco depois trazia consigo o corpo do pau. André sabia comer um cu, como poucos que eu experimentara. Deixava pouco peso sobre meu corpo e Gaby me cobria de beijos, acelerando mais o gozo que vinha num crescendo dentro de mim. Para coroar mais aquela trepada Gaby veio até onde o pau estava fincado e o passou a lamber sempre que ele saia. As vezes o pau escapava e ela o encaminhava de volta todo salivado. Depois de alguns orgasmos que explodiram com intensidades, como eu imaginara, cedi o meu lugar para a minha deliciosa amiga e parei na dela, ao ver o desempenho dela sobre uma rola. Coloquei os seios a altura da boca do marido dela, enquanto que ela, levava a mãos para acariciar minha boceta molhada. Gemiamos felizes, pois sabíamos que teríamos muitas horas de prazeres plenos. Viramos a noite trepando com todo vigor e não nos importamos com o raiar do dia, pois estávamos elétricos, com vontade de foder muito. Vendo Gaby, com seu marido, percebi que ela era uma máquina de consumir sexo, pois revesava entre ele e mim. Foram horas de puro deleite o que passei com aquele maravilhoso casal. Estava com uma ideia formada, para um outro encontro, era só uma questão de tempo!

Sobre este texto

Phedra

Autor:

Publicação:17 de janeiro de 2016 23:16

Gênero literário:Depoimento erótico

Tema ou assunto:Encontro a Três

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