Conto Erotico | Historia Erótica

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Do fundo do baú

Quero ter um amante!

O meu casamento estava indo de mal a pior. Já não dava nada certo e o tesão não era mais o mesmo. Havia uma coisa que nos separava lentamente sem que pudéssemos evitar. Eu era uma mulher que mantinha ainda um viço que alimentava o imaginário de muitos homens. Estava em minha melhor fase, onde os anos de maturidade pesavam a meu favor. O fogo que eu sentia era grande e aumentava a cada dia que passava. Só que não era pelo meu marido. Eu tinha desejo de estar com outros homens, ou pelo menos com um homem diferente do meu marido. Não posso dizer que não o amava, ao contrario, amava-o e muito, mas a química estava bem fraca entre nós. Fernando estava notando a minha indiferença com relação ao andamento de nossa vida sexual. Já não me fazia gozar com a mesma intensidade do inicio. Minhas fantasias eram quase que palpável, com outros homens entrando em nosso momento intimo, e ai sim me dando muito prazer. Era uma traição platônica o que eu estava implantando em nossa cama.
Costumávamos jantar fora as sexta-feira e foi num desse jantar, que eu fiquei diante do dilema da minha vida ser resolvido, quando vi um cara sentado em uma mesa ao fundo, comendo. Estava só. Era bonito e eu me interessara por ele. Na verdade eu dei muito na cara o que estava pretendendo acabando por chamar a atenção do rapaz, que começou a me encarar, mesmo eu estando com Fernando do lado.
__Tudo bem com você amor? - quis saber Fernando vendo que eu olhava para um determinado lugar. Se virou e notou o cara, que mal disfarçou que estava me paquerando como eu a ele.
__Sim. Esta tudo ótimo.
__Tem certeza?
__Por quê? Estou demonstrando que não?
__ Não tira os olhos da outra mesa. Escuta! Você por acaso esta paquerando o cara da outra mesa?
__ Meu bem, me diga uma coisa com sinceridade. Você toparia algo diferente para apimentar a nossa relação, deixar tudo mais delicioso?
__ O que você esta pretendendo? Nunca falamos nada sobre uma relação aberta. O que está havendo amor? Já notei que você não é mais a mesma mulher de antes, mas agora, querer pular a cerca com o meu consentimento...
__Você é contra uma pimentinha para dar mais sabor na relação?
__É isso mesmo que eu estou pensando? Você quer que eu de aval para a tua escapada fora do casamento?
__Amor! Eu não quero que você pense que eu não o amo mais. Muito pelo contrário, mas o nosso relacionamento esta muito devagar. Eu quero mais fogo, mais tesão, mas... sem culpa alguma de ambas as partes. Podemos variar um pouco, até você pode. Entende o que estou lhe dizendo. Não é traição, mas incrementação do nosso relacionamento, conosco ciente de que será só uma aventura nada mais. E tem uma coisa á mais que não lhe disse.
__O que pode mais haver, para me alarmar? Fale.
__Você vai participar. Quero você junto comigo, caso tope a parada.
Fernando analisou os prós e os contras e viu que tinha uma chance de sair-se bem,mas que a longo prazo poderia colocar o nosso casamento novamente nos trilhos. Olhou para o rapaz e com sinal bem discreto o convidou a participar da nossa mesa.
O rapaz se apresentou a nós e vi que seria um bom negócio o que eu havia proposto ao meu marido. Ele era um gato, com sua barba cerrada, olhos verdes e um sorriso encantador. Na verdade se bobeasse poderia se passar por irmão de meu marido, que também era muito bonito. Entabulamos uma conversa super saudável que culminou em risadas e o convite para que pudéssemos passar uma noite agradável em nossa casa, no que ele topou, pois me comia com os olhos, não desviando o olhar do meu decote onde eu expunha minhas, quase nuas, tetas, que prometiam muitas coisas boas.
Em nossa casa, muito elogiada por ele, reiniciamos a nossa conversa informal, mas sempre com um cunho de sexualidade, para que ele fosse se acostumando com o nosso jeito de ser. Everaldo, começou a se sentir a vontade em meio as bebidas que Fernando oferecia e eu acompanhava, mais moderadamente, mas acompanhava. Lá pelas tantas, quando a animação era geral, Fernando resolveu agir e colocou um cd com músicas românticas e nos incentivou a dançar.O rapaz dançava muito bem, e a fragrância do seu perfume, era bem perturbadora. Estava me deixando levar e ansiosa que ele tomasse a iniciativa, mas foi o olhar de meu marido, que sentado no sofá nos assistia, que me incentivou a dar o primeiro passo. Olhando fixamente para Everaldo comecei a me engraçar para seu lado:
__Sabia que você é um cara muito bonito e gostoso?
__Como pode saber se sou isso realmente se não me experimentou ainda?
__Esse ainda quer dizer que tenho uma chance de o fazer? - especulei, sentindo que ele me apertava mais de encontro ao seu corpo.
__Me parece que seu marido não se importa muito com isso ou melhor, ele parece que deseja vê-la feliz nos braços de outro homem.
__Ele gosta de me dar prazer quando quero sentir prazer! - menti, pois aquele encontro era exatamente para salvar o nosso relacionamento que estava desgastado.
__Posso beija-la então?
__Demorou para o fazer. - e mal terminei de falar, ele me beijou, com uma ânsia que estava evidente o desejo que sentia por mim. Pude sentir que seu pau estava ficando duro e quanto mais ele me apertava de encontro a si, mais o mesmo se evidenciava em sua dureza. Era algo que me incomodava, pois desejava já tê-lo na mão ou entre as pernas. Abri um olho e vi que Fernando estava nos observando.
__Você é muito gostosa, sabia. Seu marido é um sortudo.
__Gostaria de ser meu amante por alguns dias?- perguntei, percebendo que ele recebeu a carga com um impacto muito forte, chegando a par e me olhar fixamente.
__Por alguns dias? Você quer dizer que deseja que eu me relacione com você por alguns dias?
__Sim, mas tendo meu marido participando. Não se preocupe, ele participa comigo, não contigo, nada de homossexualismo, a não ser que haja um acordo para isso, só que não é o caso dele, posso lhe garantir.
__Sabe que mesmo sem te ver nua, creio que qualquer homem, se arriscaria a uma relação homo, contanto que você fosse o premio maior?
__Nossa! Obrigada pelo elogio, me deixou molhadinha.
__Mentirosa!
Peguei a mão dele e a coloquei por baixo da minha saia, afastando a calcinha, deixei que os dedos dele se molhassem em minha umidade. Ele não perdeu tempo e inseriu um dedo em minha cona, tocando bem lá dentro, obrigando-me a levantar uma das pernas. Me agarrei a ele para não cair, quando tive um orgasmo surpreendente. O simples fato de saber que meu marido estava ali, me vendo ser acariciada, com os dedos de outro homem em minha boceta, era excitante.
__Você fica sempre molhadinha assim? -quis saber ainda mexendo dentro de minha cona aumentando ainda mais a vontade que eu tinha de querer ser fodida por aquele pedaço de mal caminho.
__Só quando estou cheia de tesão e neste momento eu estou com muito, mas muito tesão. Meu fogo esta preparado para ser apagado pela sua mangueira. - disse-lhe apertando seu pau sobre a calça.
Meu marido, no canto da sala olhava a cena e se notava que curtia favoravelmente o que via. Se aproximou de nós e disse simplesmente:
__Amor, você não quer ir tomar um banho com nosso convidado enquanto eu preparo o quarto?
__Quer tomar banho comigo Eve? - perguntei toda faceira
__Adoraria.
Everaldo se mostrou cavalheiro e foi me despindo lentamente. A cada parte do meu corpo que surgia, ele cobria de beijos e afagos. Senti sua boca em meus mamilos, depois, quando me desceu a calcinha, cheirou os meus pelos pubianos e até a minha boceta. Virou-me de costas e após tecer fartos elogios a minha bunda, a beijou e lambeu demoradamente e depois se erguendo, começou a se despir. Quando visualizei o que ele tinha entre as pernas, salivei. O pau de Everaldo era magnifico sob qualquer tipo de expectativa, me motivando a cair de joelho a sua frente e o tomar na boca sem pensar duas vezes. Com o pau de outro homem na boca, meu marido me surpreendeu ao entrar no banheiro com dois roupões. Ficou parado á porta me olhando e eu mamava na pica, procurando retirar dela tudo que podia e talvez um pouquinho mais. Lambendo os lábios eu olhei para meu marido e passei a chupar todo o corpo do pau, até chegar as bolas. onde beijei, lambi as duas e depois as tomei na boca. Fernando me olhava, parecendo se admirar com o que via, mas acabou por sorrir e fazer o sinal de positivo, passando por nós indo dependurar as peças. Da mesma forma que entrou saiu, ou seja em silêncio, me deixando com o meu delicioso amante. Tomamos uma banho muito excitante, onde Everaldo me abraçou por detrás, espetando o meu traseiro, com aquela delicia de pica. Para o deixar mais espicaçado, peguei-a e separando as nádegas com uma das mãos, esfreguei a cabeça da rola em todo meu rego, passando por sobre o meu cu que piscava, me dando vontade de empurrar aquele pedaço de prazer para dentro do meu orifício até que as bolas dele entrassem também e eu explodisse em mil orgasmos. Estava delicioso aquele roçado da pica em meu cu que eu acabei gozando escandalosamente. Debaixo d'água, brincamos, nos alisando , manipulando gostosamente o sexo um do outro quase chegando a um gozo duplo, mas reservamos o melhor para depois.
O quarto estava perfumado e com uma luz indireta, que tornava tudo bem mais excitante e romântico também. O clima estava perfeito para que eu tivesse um momento de pura paixão, ao lado do meu primeiro amante, onde meu marido seria co-participante.
Nos desfizemos das roupas e comigo estendida sobre a cama, Everaldo curtia minha nudez e acariciava com as mãos, meus seios e a moita escura que era meu monte de vênus, onde eu tinha uma dose de tesão quando ali me acariciavam. Debruçou sobre aquela ornamentação peluda e passou a cheira e dar beijinhos que me causavam arrepios. Vagarosamente fui separando as pernas e mostrando a Everaldo o meu vale encantado que estava bem lubrificado de minha seiva que escorria farta. A primeira lambida que Everaldo me deu, arrancou do fundo da garganta um gemido que ecoou no quarto. Levantei as pernas e deixei que ele me chupasse como se devia. Estava nesta fase gostosa, quando Fernando entrou, já sem roupa e dando a volta pela cama se postou do outro lado da mesma. Ostentava seu pau duro que dava pinotes no ar e o aproximou do meu rosto. Peguei no seu pau e comecei a beija-lo. Everaldo, metia língua dentro de minha boceta e tocava em meu grelo com os dedos. Vez ou outra chupava o mesmo e passava os dentes sobre ele, me arrepiando da cabeça aos pés. Quase mordi a cabeça da pica de Fernando num momento de pura tesão, quando tive um dedo inserido no cu. Meu coração batia em descompasso total e temendo que um dos rapazes gozasse e acabasse encerrando aquela transa que se avizinhava, puxei o rapaz sobre minhas pernas e pedi que ele metesse a pica em mim. Quando aquela coisa, morna e dura começou a me penetrar a xoxota, eu fiquei eufórica e o envolvi com minhas pernas que cruzei á suas costas. Ele estocava com uma vontade a ponto de me sacudir toda pedindo mais e mais. Mas eu estava com dó do meu marido que estava isolado e por isso mesmo propus que adotássemos uma posição, que pudesse os dois, me darem um prazer fodendo ao mesmo tempo. Quando Fernando deitado de costas e de pau em riste me recebeu, descendo lentamente sobre o mesmo a minha boceta molhada o foi encapando até que os ovos se chocou com minha bunda. Passei a cavalgar o pau de Fernando o sentindo mais robusto que nunca. Ajoelhada eu subia e descia sobre a rola que entrava gostoso. Então meu marido me puxou sobre ele e eu fiquei com o rabão exposto. As mãos dele se apoderaram de minhas nádegas abrindo-as e expondo o meu aflito cu.Então ela convidou Everaldo a tomar lugar atrás de mim e socar a sua tora em meu cu. Não acreditei que pela primeira vez na vida eu ia participar de uma DP. Com jeito, ele salivou meu cu e encostou a cabeça da rola e começou a empurrar. Uma dor do caralho começou a tomar conta da minha mente, mas mordi os lábios e não gritei. Quando a cabeça passou, ele esperou um pouco e começou a se movimentar. Fernando sincronizou seus avanços dentro de minha boceta e Everaldo acertou o seu em meu cu. Nossa, estava dolorosamente excitante e eu molhava a pica do meu marido de forma absurda, gozando como uma cadela no cio. Quando a coisa foi ficando mais intensa, meu marido quis revesar e assim foi feito. Nunca tinha reparado que paus diferentes provocavam reações que não deveriam ser daquela forma, pois pau era pau. Mas era bem diferente, o prazer que eu sentira ao ter o pau de Everaldo no cu e depois o do meu marido no mesmo lugar. Parecia que a pulsação que eu tinha no reto, ainda continuava sendo a do pau amante.
O gozo que os homens tiveram, transbordaram em meus buraco. Cansados e bem satisfeitos ficamos os três deitados de barriga para cima. Cada um tinha o que pensar. Eu achava que o meu casamento estava começando a ter uma nova classificação, onde o prazer estava revigorado. Acariciei o pau de Fernando e depois o de Everaldo, ficando com os dois em minhas mãos.
A partir daquela noite, Everaldo passou a conviver conosco. Tivemos muitas relações sexuais com ou sem Fernando a nos monitorar. Passei a ter desejo por meu marido e a sós, eu me entregava novamente como nos primeiros tempos, de corpo e sexo.
Enquanto conosco esteve, Everaldo desfrutou de todo o meu poder de sedução. Chegamos a passar uma noite sozinhos, trepando muito e ele me levando ao sétimo céu. Frequenta vez ou outra a nossa casa, sem compromisso de haver sexo, mas se pintar vontade,transamos. Adotamos Everaldo como parceiro em comum. Estou pensando agora em colocar dentro do nosso relacionamento uma gostosa mulher, para servir meu marido e se eu tiver interesse em partir para om outro lado, tudo pode acontecer. O que não quero é perder interesse em fazer sexo com meu marido e nem que ele o perca por mim. Quando isso acontecer eu volto a relatar com detalhes a minha nova aventura!

Sobre este texto

Phedra

Autor:

Publicação:28 de janeiro de 2016 23:02

Gênero literário:Depoimento erótico

Tema ou assunto:Encontro a Três

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  • ebron
    Postado porebronem28 de fevereiro de 2016 15:35

    Adoro isso, do prazer ao casal, e aceito essa proposta. Certa vez sai com um casal e quando estava transando com esposa e ala mim chupando o esposo ficou olhando de água na boca então eu coloquei meu cacete para ele ver e ela automaticamente caiu de boca cheia em cima dele, então a esposa pediu para o iniciá-lo no sexo anal que ela ja tinha feito isso com ele mas só colocando o dedo. Então eu falei para ela que concordava se ele transa-se com ela e eu pegaria ele por traz e ele aceitaram como foi gostoso nós três gosando juntos ao mesmo tempo. E logo depois ela foi tomar bando e ficamos nós dois só e ele não resistiu e caiu de boca de novo foi quando eu fode ele ainda mas gostoso sem ela ver. Desse dia em diante sempre nossos encontros são sempre assim sempre dou prazer aos dois sempre de todas as formas que imaginarem se vierem ao Recife adoraria dar muito prazer aos dois do mesmo jeito que faço com este que saio beijos lindos espero temos muitos prazerem juntos nós três. skype ebron.costaa96 81 91690235

  • claudiosorocabasp
    Postado porclaudiosorocabaspem19 de fevereiro de 2016 17:46

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  • claudiosorocabasp
    Postado porclaudiosorocabaspem19 de fevereiro de 2016 13:52

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  • wagner
    Postado porwagnerem4 de fevereiro de 2016 19:52

    Muito interessante!!! Somos de Salvador/Ba e gostaríamos de ter uma experiência semelhante.

  • Fotografo
    Postado porFotografoem30 de janeiro de 2016 20:06

    Parabéns pela historia e mais pela coragem que tiveram em mudar e ter uma vida mais prazerosa. Adoro estes momentos e tenho uma vida parecida com a de vocês.

    Como dizia Guimarães Rosa: "Viver é perigoso, carece coragem!"

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