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Relação intensa!

Era um dia de limpeza, que dona Clara sempre organizava uma vez por mês para colocar tudo em dia, e deixar tudo brilhando. Com seu marido no trabalho, ela sempre escalava os filhos para executar as tarefas. Alan, de 19 anos, estudante que sonhava em ser um dia um engenheiro, rapaz bonito, que possuía uma legião de fãs, que tanto na faculdade como na vila, o viviam seguindo quase que implorando por sua atenção. No entanto sua atenção recaía sobre outra pessoa, por quem tinha uma tara acentuada, desde que a vira nua pela primeira vez. Talita, era uma bela morena, que tinha seus 18 anos e um corpo de fazer inveja á qualquer uma. Mas não se convencia disso não, sabia que era uma moça que chamava a atenção e que era desejada não só por homens, mas tinha uma garota em sua classe que vivi a assediando- a e ela estava balançando em ir a luta com essa garota, mais por curiosidade que por sentir amor pela mesma. Com o corpo que tinha, era possível apostar que seria uma bela miss, caso concorresse a um concurso desse que estão fazendo por ai. Em principio, seu coração batia descompassadamente, quando ela estava em sala de aula e aparecia seu professor de matemática. O considerava um gênio e sentia quando dele se aproximava, uma queimação na boca do estomago que resultava em falta de ar. Se imaginava em seus braços, sendo acariciada pelas mãos que achava perfeitas para uma boa massagem em seu corpo.
Dona Clara, escalara os dois para fazer o serviço de revitaliza-ção das coisas que estavam fora de ordem. No entanto, Alan, tivera que se ausentar por causa de uma assunto referente a sua faculdade, mas Talita, não tivera a chance escapar e estava dando duro, no quartinho que servia para guardar vários apetrechos de jardinagem e outras ferramentas que serviam para pintura e alguns reparos, onde fosse preciso. Estava suada, pois dava realmente um duro para acabar logo sem que ficasse algo para o irmão fazer quando chegasse. Eram dois irmãos super unidos, cúmplices em quase tudo. Era comum entre eles haverem confidências sobre seus relacionamen-tos, que não evoluíam além de ligeiras aventuras, sarros como vulgarmente costumavam dizer.
Alan,estava ciente de que deveria chegar cedo em casa para ajudar a irmã e por isso mesmo, chegou esbaforido em casa. Entrou na cozinha, deu um beijo na mãe de perguntou pela irmã.
__Ela deve estar pondo em ordem o quartinho de ferramentas. Não vai comer alguma coisa?
__Não. Vou trocar de roupas e ir ajuda-la para ver se terminamos logo, pois a noitinha temos um lugar para ir.
Colocou uma roupa mais surrada e foi para o quintal, onde estava o quarto de tralhas.
__Oi, mana. Esta quase tudo terminado - disse olhando para as coisa que ela estava arrumando em uma prateleira.Tinha subido em uma escada para poder alcançar a prateleira.- o que tem para fazer?
__Quase que nada. Mas se esta a afim de ajudar, vá me dando essa peças que estão no chão, assim eu não preciso ficar subindo e descendo da escada.
Ele começou a fazer exatamente o que ela pedira. Toda vez que se aproximava dela, ficava com o rosto a poucos centímetros das coxas, que ela teimava em clarear os pelos. Ele era contrario a isso, mas reconhecia que deixava ela com maior charme. Talvez fosse essa a razão dele não gostar.Nutria um ciúmes quase que insano, vigiando os passos da irmã, para que nada de mais lhe acontecesse. Esse nada de mais, eram as paqueras que surgiam, sempre que ela aparecia no pedaço. Só que ela apesar de assediada era comedida para não criar confusão com a interferência do irmão. Ele não gostava até daquele sentimento que ela nutria pelo seu professor, imagine com os amigos do bairro.
__Ei! - gritou ela, vendo-o para do sem se decidir a lhe entregar o que pedira- não vai me passar essas tralhas ai?
__Ah! Desculpe.
__Nossa mano, parecia que você estava hipnotizado em minhas pernas?
Sou sua irmã cara, me respeita seu taradinho - brincou ela, que já vinha percebendo algo a mais nos olhares do irmão, que não era um olhar de irmão, mas de um homem que sentia desejo por uma mulher. Mas eles eram irmãos e ai a coisa ficava bem estranha.
__É que você tem umas pernas lindas e é impossível não olhar para elas.
__Mas, sou sua irmã cara, não pode me olhar dessa forma. Tens que me respeitar.
__Mana você é muito gostosa.
__Para Alan, não estou gostando dessa conversa. Olha, vamos fazer uma coisa. Como já estou quase acabando aqui, você pode ir e ficar numa boa até se preparando para sair, que eu acabo aqui.
__Esta me expulsando daqui, só por que fui sincero com você? Vai me dizer que a rapaziada não lhe diz exatamente isso?
__Eles são eles, mas você é meu irmão. Será que vou ter que andar em casa escondendo o corpo, do meu irmão? Não! Isso não, vamos parar por aqui e pare de me olhar assim.
Alan achou que tinha exagerado em tudo que deixara sua irmã perceber. Sentira que estava fora do ar e que não se conformava de ter que ficar longe de sua irmã. Foi para seu quarto e nem quis tomar banho. Estava realmente perturbado.
Quando chegou a hora de saírem para pegar uma balada, Alan não quis ir alegando que estava com uma terrível dor de cabeça e Talita teve que ir sozinha, apesar dos amigos que tinha. Estava uma gracinha, com a saia evasê toda abotoada frontalmente em dourado, que a deixava mais linda do que era, deixando suas belas pernas de fora para apreciação da rapaziada que estava adorando o xerife não estar ali policiando a bela daminha do saloon.
Durante as horas que estivera na balada, Talita procurou se divertir. Procurou, mas não conseguiu. Estava sentindo falta do irmão, que quando estava com ela se divertindo a onde iam, fazia marcação cerrada para que ninguém aprontasse com ela. Durante as danças, ela sentiu mãos bobas, encochadas e esbarrões nos seus opulentos seios, mas se em outras ocasiões curtiria, mesmo com a vigilância do irmão, naquele momento não estava sentindo nada, a não ser a falta do mano. Não esperou pelo termino da balada e sem que a vissem chamou um táxi e voltou para casa.
Em seu quarto, após um bom banho, foi para a cama. Não conseguia conciliar o sono virando de um lado para o outro. Levantou-se e ficou andando de um lado para o outro até que tomando uma decisão que não sabia ser certo, cobriu sua nudez com uma camisola que era muito transparente e que ela nem notara, abriu a porta e saiu para o corredor e foi até o quarto do irmão. Bateu na porta com o nó do dedo e aguardou. Tornou a bater e aguardou. Ia bater novam,ente, quando o som de uma chave se fez ouvir na fechadura e a maçaneta ser movimentada. A porta se abriu e Alan surgiu segurando a folha da porta. Ao ver a irmã, saí para o interior do quarto indo se deixar cair sobre a cama. Talita fechou a porta passando a chave a seguir.
__O que você quer aqui no quarto do seu irmãozinho tarado e nu? - perguntou ele com a voz pastosa de quem estava não estava em seu estado normal. Tinha bebido.
__Não acredito que você bebeu, Alan. Por que fez isso? Não quis sair com a turma para ficar bebendo? Sabia que não teve graça alguma sem você por lá? - disse ela se aproximando dela na cama. Sentou ao seu lado e começou a passar a mão em seus cabelos revoltos.- Eu nem quis ficar até o fim. Senti sua falta.
__Sentiu? Não acredito. Você no quartinho me escorraçou, achou que eu era um tarado. - lamentou Alan sem olhar a irmã pois estava de bruços com a bunda que ela admirava totalmente exposta, mas demonstrava que estava chateado e que não queria papo com ela.- Olha é melhor você sair daqui. Nossos pais pode acabar... - não completou pois havia se virado e parecia que a estava vendo pela primeira vez. Levou um susto que mais pareceu um soco na boca do estomago que o curou da embriagues que até então estivera curtindo.- Por que você esta vestida assim no meu quarto?
__Eu...eu não sei...não, não sei.- disse se retraindo procurando afastar um pouco- Mas logo que estava no meio do quarto, pensou que estava ali por algum motivo e então, deixou a camisola cair e fez surgir diante dos olhos esbugalhados de seu irmão, o corpo que ele tanto queria, e que ele o teria naquele momento caso quisesse.
Alan, olhava para aquela maravilhosa aparição e ficou abobalhado. Seus olhos desceram dos seios empinados, para o triangulo que os pêlos formavam naquele montículo gorduroso que era seu púbis. Levantou da cama e com o pau dando sinal de vida, a cada momento ficando mais duro, foi se aproximando. Talita olhava para o pau do irmão e se sentia cada vez mais interessada em tê-lo na mão. Começava a achar que não era indiferente a todo aquele homem delicioso que tinha a sua frente, mesmo sendo ele seu irmão de sangue. Uma onde de calor passou por todo seu corpo e ela sentiu uma comichão entre as pernas. Sentiu o cheiro que seu irmão exalava, entre perfume e o cheiro indefectível de bebida alcoólica. Aquela mistura, estava excitando-a, que sentiu as mãos do rapaz tocarem seus seio e dedos torcerem os bicos dos mesmos.Ela se contorceu com aquela torçãozinha nos mamilos e se lançou nos braços do irmão. Colaram os lábios em um beijo, saboroso que resumia o fogo que os consumia naquele momento. As mãos do rapaz deslizaram pelas costas delgadas da irmã e foram apertar as nádegas, belas e formosas. O pau estava espetando o ventre dela e a incomodando muito, alimentando o desejo de que o mesmo estivesse entre suas coxas roçando em sua xoxota que estava bem umedecida pela tesão que a incorporava. Quando pararam de se beijar, Alan, já sem as nuances etílica, pois o choque de ver sua irmã nua a sua frente o tinha deixado normal, olhou para seus olhos, que demonstravam um desejo que ele nunca notara, e disse:
__Você não precisa fazer isso. Eu sou um maluco por te desejar, mas você não precisa cair na minha - disse acariciando ainda a bunda da jovem que o fitava embevecida e com os olhos brilhando de desejo - continuo dizendo que te quero, mas não te forço a nada.
__Não estou sendo forçada. Eu te compreendo e posso dizer agora, que eu também te quero, mesmo que seja só por esta vez, mas descobri que também te quero- disse ficando na ponta dos pés para o beijar. Alan a enlaçou pela cintura e com ela no colo, sem deixar de beija-la a conduziu para a sua cama, onde a depositou e continuou beijando a saborosa boca da ninfetinha. Enquanto sua boca esmagava a dela, a mão descia dos seios massageados para o ventre e depois de acariciar aquela penugem tão sedosa, separava as coxas da moça e procurava espalmar a vulva que latejava. Talita gemeu gostosamente, quando ele abocanhou um seio, passando a sugar o mamilo teso e um dedo entrou entre os lábios vaginal, se introduzindo naquela abertura que estava repleta de suco intimo. Queria dar a sua imã uma noite inesquecível e por isso escorregou pelo corpo dela até se situar entre suas coxas com a boca colada de sua boceta molhada. Beijou ardorosamente aquele parte da intimidade dela, que se empertigou, jogando os quadris de encontro a boca do irmão, passando a esfregar a boceta no rosto dele até senti o clitóris ficar roçando na ponta do nariz de Alan, a cada subida e descida dos quadris. Uma torrente de fluidos molhava o rosto do rapaz, que acariciava o pau duríssimo.
Depois de vários orgasmos, Talita, pediu ao irmão que ante de a possuir lhe desse o membro para chupar. Saboreou com deleite o pau do irmão, o colocando em sua boca, fazendo a glande chegar a garganta. Depois o beijou, chupou e bateu uma punheta que fez o irmão urrar de prazer. Se controlou ao ver que podia faze-lo gozar em sua mão. Se deixou deitar de costas e abrindo as coxas o chamou com as mãos para que a possuísse. Alan, foi carinhoso e se ajeitou entre aquelas coxas sedosas e ficando um pouco de lado entre elas, encaminhou a glande para a abertura, vendo-a ir aos poucos, sumindo dentro de sua boceta levando a seguir o restante do pau para dentro da xoxota sequiosa da deliciosa irmã. Olhou para ela que estava de olhos fechados e a boca aberta, com os seios empinados cujos bicos apontavam para o teto. Olhou para o pau que tinha entrado em sua totalidade dentro do corpo da maninha e ficou a admirar a capacidade dela em acolhe-lo dentro
de si. Ficou pulsando dentro da boceta e depois lentamente iniciou os seus avanços e recuos. A cada estocada e via a boca dela se contrair e ela gemer. Começou a foder a irmã com paixão e sacava que a desejava como mulher e não a imaginava sua irmã, apenas uma gostosa mulher que ele possuía. Treparam por muito tempo, num entra e sai que se tornava mais e mais acelerado do pau dentro da boceta. Talita toda entregue, estava amolecida, já sem forças para poder gozar mais e se deixa ficar ali a mercê do pique do irmão. Ficou ativa, apenas quando ele saiu de dentro dela e disse que iria vira-la de bruços pois desejava gozar dentro dela e escolhera seu cu para depositar o seu esperma sem perigo para sua irmã de uma possível gravidez. Ela lhe pediu que o fizesse com cuidado pois nunca tinha levado na bunda. A excitação dele cresceu mais ainda ao sabe-la virgem naquele lugar. Com ela de bruços, passou a beijar suas nádegas e lamber o rego o molhando com a saliva que deixava escorrer. Depois passou ao separar suas nádegas começou a enfiar o dedo em seu estreito cu. Talita, estava adorando sentir o dedo do irmão a lhe penetrar o ânus. Quando o irmão ficou sobre sua bunda, começou a morder a roupa de cama para não grita e seus pais ouvirem. Alan começou a penetra-la com paciência e pouco depois apoiado nos dedos dos pés executava o ato sexual no reto da irmã que foi relaxando e da dor começou a tirar um prazer nunca sentido antes. Os brilhos laivos de luz do dia, ainda os encontrou fodendo.
Quando entrou em seu quarto para dormir, sua mãe abriu a porta do quarto dela e foi para a cozinha preparar o café da manhã.
Acordaram muito tarde e se encontraram na mesa de almoço. Alan e Talita, trocaram um olhar cúmplice e por baixo da mesa seus pés se tocavam. Em seus pensamentos, passavam as cenas do ocorrido naquela madrugada de amor e paixão, onde os dois irmãos se entenderam e viveram uma relação intensa, que podia se repetir ou não!

Sobre este texto

Phedra

Autor:

Publicação:24 de janeiro de 2016 01:07

Gênero literário:Contos eróticos

Tema ou assunto:Jovens

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