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Do fundo do baú

Sexo na casa de campo

Vitória, tinha desmanchado o namoro com Pedro, por tê-lo surpreendido aos beijos e abraços com uma garota que ela sabia ser uma menina acostumada a pegar homens, que eram casado ou compromissados de alguma forma. Todos sabiam daqueles encontros, até que chegou aos ouvidos de Vic. Ela esperou o momento certo para dar o flagrante e terminar tudo com o namorado. Esperou que o casal estivesse em pleno ato sexual para se fazer presente. Não tiveram como escapar diante de provas que ela tirou com a câmara do celular que portava.
Depois de acabar com tudo, ela passou a ficar arisca com os possíveis relacionamentos que viriam a surgir. Tratou de viver uma rotina, que era regrada, por idas ao trabalho e do mesmo apara casa. Nos finais de semana, quando estava a fim de uma diversão, ela frequentava um club onde dançava até o meio da madrugada e depois ia embora, ou então ficava de namoro com algum caso que a interessasse na noitada.
Vivia feliz!
No final do ano, ela tirara férias do trabalho e pegara a estrada para descansar em uma casa de campo na serra. Estava feliz , por poder relaxar junto a natureza, sem a presença de humanos que pudesse lhe roubar a atenção. Quando chegou ao local, antes de entrar, começou a olhar ao redor e indo para os fundos da casa, viu um galpão que lhe serviria de garagem para o carro. Ficou mais contente ainda. Uma das muitas chaves, que tinha em mãos, ela encontrou a que abriu as portas do galpão, onde verificou que era bem amplo e tinha sido usado como depósito de alguns móveis da casa principal. Vitória, entrou na casa e foi vendo o que tinha a sua disposição. Requeria fazer uma faxina severa e o faria para que ficasse um local mais aconchegante. Assim que guardou o carro e trocou de roupas, se pôs a deixar tudo em ordem, de acordo com seu gosto. A noite começa a se fazer presente, quando ela terminou as tarefas e foi preparar um banho revigorante. Tinha a sua disposição uma banheira, antiga, mas bem conservada, que encheu com água quente e a foi deixando na temperatura que desejava. Vitória começou a se despir e pouco depois exibia um corpo onde homem algum deixaria de notar a formosura que era. Seios empinados , na medida certo dos 1,70m, que eram acompanhados pelo ventre que não tinha uma grama de gordura localizada, descendo para um baixo ventre, onde aquele gracioso montículo coberto de pêlos, indicava onde ficava a tôca dos prazeres, que as coxas magníficas protegiam. Vaidosa como era, se olhou em cada parte do corpo e a seguir entrou na banheira onde fez a emersão deliciosa. Ficou por minutos se banhando onde procurou lavar toda amargura que pudesse estar ainda presa a ela. Se acariciava, sentindo que desejava o fazer, pois estava carente e precisava descarregar. Abriu as pernas, levantou bem alto os joelhos, mergulhou a mão dentro da água e foi em busca da genitália que encontrou sensível. Separou mais os lábios vulvares e tocou naquele ponto que ficava quase que escondido nas dobras de pele que compunham seu suculento sexo. Dedos tocaram no clitóris o pressionando para a direção da uretra, a cada movimento circular que era feito com o terceiro dedo da mão direita. A outra mão apertava o bico do seio, assim produzindo uma sensação sincronizada obrigando Vitória a se debater naquela água que a deixava mais excitada. Largando os seios, ela foi em ajuda da mão que acariciava seu grelo, para inserir dedos na abertura vaginal e em meio a arquejos, estremecer todo o corpo, provocando ondas de água dentro da banheira, que caíam fora da mesma a cada descida dos pés sobre ela. As contrações dos músculos vaginal a lançava em direção ao momento mais ansiado, que chegava e a fazia mergulhar em meio ao líquido que se banhara.Esticou as pernas diversas vezes e deixou o gozo se misturar ao líquido morno. Ainda seu corpo dava picos de contrações indo paulatinamente se acalmando, quando ela resolvera sair da banheira. Se enrolou em uma toalha e depois foi soltar a tampa para escoar a água onde seus fluídos estavam e iriam pelo ralo. Sentia-se mais calma, depois daquele ato masturbatório. Preparou uma sopa e a tomou sentada, ainda embrulhada na toalha, do lado de fora da casa, na varanda onde havia colocado uma das cadeiras de vime para ficar apreciando os sons da noite entre as árvores que ladeavam a edificação.

A manhã, chegou, encontrando Vitória, núa, estirada na cama despertando para o novo dia.Estava sentada, espreguiçando, quando ouviu um barulho que vinha do lado de fora da casa, como se um carro aproximasse dali. Ficou intrigada e sem pensar em outra coisa, pegou um roupão e nele se meteu. Foi até a janela e viu com surpresa, que um carro acabava de estacionar frente a morada que ora estava. Um homem, de meia idade, desembarcou pela porta do motorista. Estava esportivamente vestido. Olhou para todos os lados e ao olhar para o lado da janela, onde Vitória estava, levou um susto ao vê-la. Pareceu não entender o que ela estava fazendo ali. Por instante se olharam de depois ela saiu do seu raio de visão, não demorando muito a abrir a porta de entrada e ir ver o que ele queria. Ele se aproximou e causou uma boa impressão nela, que o achou charmoso, encantador.
__Pois não! Deseja alguma coisa? - inquiriu ela fechando o roupão
mais na altura do peito.
__Desculpe por fazer uma pergunta. A senhorita esta hospedada aqui? - quis saber, mas ao mesmo tempo já sabendo qual seria a resposta diante da indumentária que ela estava usando naquele momento.
__Sim. Aluguei o local por uma temporada. Pretendo ficar pelo menos por uns 15 dias. Mas por que pergunta?
__É que eu também aluguei o imóvel por um temporada.
__Estranho. Pode provar o que está dizendo?
__Sim. Tenho um contrato aqui no carro, espere que vou pegar ele.
De fato o tal contrato existia e abismada Vitória viu que a casa tinha sido alugada para duas pessoas diferentes ao mesmo tempo. Pediu que o homem entrasse que iria pegar o papel assinado por ela. Ele aguardou pacientemente sentado na sala a espera da chegada dela. Após verem que ambos foram ludibriados ela quis saber o que fariam, no que ele propôs que ela ficasse no local pois tinha chegado primeiro. Osvaldo, como era chamado, disse que iria embora pois tinha muitos kilômetros para vencer e queria ter um enfrentamento com quem fizera todo aquele tremendo embaraço.
__Olha, eu da minha parte não me incomodo de partilhar a casa com mais uma pessoa. Você caso deseje pode ficar com o sofá.
__Não seria um incomodo? Afinal estaria invadindo a sua privacidade. Acredito que você está fugindo da agitação da cidade grande. Que deseje ficar sozinha.
__Sim, mas uma pessoa a nos fazer companhia para um papo, não é de toda mal. Bem estou lhe dando a chance de não se estressar com um discussão sem o menor sentido. Quando voltarmos, poderemos até irmos a uma delegacia, caso não entrem em um acordo favoráveis a nós. - disse ela se sentido atraída pelo homem que era muito sensual.
__Se não atrapalharei, estou propenso a aceitar. Vou fechar o carro.
__Ah, pode coloca-lo junto ao meu no galpão lá nos fundo, vou pegar a chave - disse ela se afastando e ele olhando cobiçadamente para suas pernas que o roupão não encobria. Pode adivinhar o que estava oculto sobre aquela roupa e ficou a imaginar se teria chance de ver tal coisa. A moça voltou e lhe entregou a chave, ato continuo, assim que ele saiu foi para seu quarto colocar uma roupa mais formal. Quando o homem chegou, ela estava com água no fogo, onde informou que iria preparar um café para ambos. Preparou umas panquecas e pouco depois estavam alegremente desfilando um rosário de coisas enquanto faziam o desjejum. Começaram a entrar um na vida do outro e ele disse:
__Você além de ser muito bonita é corajosa. Não é qualquer uma, que estando sozinha em um fim de mundo deste, aceitaria a companhia de um estranho dentro de sua acomodação.
__Meu 38, me dá essa segurança. - mentiu
__Mas pelo menos sabes atirar?
__Fiz curso de tiro e tive boa pontuação.
__Então até eu posso me sentir seguro ao seu lado?
__Sim, pode!
Os dois riram e depois começaram a dar um jeito na arrumação da cozinha. O dia transcorreu em um papo animado entre eles, até que a noite chegou e lá pelas tantas, ela trouxe algumas roupas de cama para que ele se estabelecesse no sofá da sala.
__Enquanto você prepara a sua acomodação eu vou tomar um banho.
__Pode ficar tranquilo. Depois de você eu irei também me banhar.
Vitória, nua, se olhava no pequeno espelho do banheiro e passava a toalha pelos seios molhados, para do nos bicos os puxando com os dedos, sem saber exatamente porque o fazia, mas seus pensamentos estavam presos lá na sala onde aquele homem, bonito, maduro, estava preparando o lugar para dormir. Enrolada na toalha, ela ousadamente passou do banheiro para seu quarto e não passou despercebida naquela ação aos olhos de Osvaldo.
O sono de Vitória decorreu povoado de passagens eróticas, onde ela era envolvida pelo estranho que chegara e estava dormindo na sala. Se remexia na cama, quando em sonho, via Osvaldo se aproximar dela, inteiramente nu e a abraçar por trás, onde encaixava o pênis entre as nádegas dela, roçando pelo seu rego até que se alojava sobre o seu botão anal. Ela toda faceira, se inclinava para a frente e o instigava a fazer a penetração em seu ânus. Sentia a quentura da saliva que ele deixava cair entre a glande e as pregas anal. Levava a mão até a rola que estava forçando a entrada e a direcionava melhor empurrando o rabo de encontro ao pau para que a penetração ocorresse. Sentiu aquela dor atrevida que sempre acompanhava a primeira investida de um pau em um cu, mesmo que o mesmo estivesse acostumado a recebe-lo. Deixo-se apreciar naquilo que o invasor representava, que era um prazer declarado com gemidos cadenciados. A medida que o ato se dava, ela percebia que seu corpo pegava fogo e quando Osvaldo tocava em seu grelo ao levar a mão por baixo do seu baixo ventre, até o meio das coxas onde o sexo estava palpitante.
Não chegava a gozar pois acordava banhada em suor. Sentindo uma vontade enorme de ver como ele estava se arrumando na sala, ela vestiu uma camisola, esquecendo de que esta nua e fora até a sala. Percebeu que Osvaldo estava dormindo apenas meio descoberto. Se aproximou e ajeitou a colcha sobre ele. O que não sabia era que o homem tinha o sono leve e que abrindo os olhos a surpreendeu no ato. Vitória, não sabia o que fazer, ao perceber que ele a olhava, correndo os olhos por todo seu corpo que era visível através da tênue roupa que vestia sobre o belo corpo nu. Vendo que estava sendo indiscreto, ele que já tinha visto tudo o que precisava e mais um pouco, Osvaldo, puxou a colcha até a cabeça. Vitória entendeu o recado e se retirou com o coração aos pulos.
Pela manhã acordou e ficou a pensar como iria encarar Osvaldo, diante o episódio noturno. Um cheiro delicioso estava chegando até suas narinas. Intrigada ela colocou a calcinha e uma blusa com mais nada por baixo da mesma e depois se decidiu a pôs uma saia, saindo do quarto. Quando chegou na cozinha, viu que a mesa estava posta e Osvaldo no fogão fazia as ultimas porções de panquecas. Se virou ao percebe-la e sorrindo disse:
__Não sei se ficaram perto das suas, mas tentei. Gostaria de livra-la hoje do café da manhã ter que preparar. Bom dia.
__O cheiro esta muito bom. -disse ela se aproximando de uma cadeira, que ele logo correu a puxa para que ela se sentasse. Não deixou de ver que ela estava sem sutiã que possuía, mesmo, um belo par de seios. Os dia foram transcorrendo quase que normalmente, mas não era bem assim. Os dois estavam morrendo de tesão um pelo outro, que aumentava a cada segundo que passavam juntos. Era o décimo quarto dia que estavam juntos e Vitória iria voltar no dia seguinte para a cidade e ele dissera que pretendia partir também. Estavam conversando ao lado da pia onde lavavam as louças do café. Osvaldo tentou dissuadi-la de ir naquela tarde.
__Não esta gostando da minha companhia? Te fiz alguma coisa, que não devia? - quis saber ele.
__Longe disso e ao mesmo tempo, sei lá, acho que a gente fica muito na expectativa e acaba vendo que não é nada disso.
__Não entendi.
__Por isso mesmo vou embora logo mais a tarde.- disse ela se virando indo para a sala saindo até a varanda, onde ficou dependurada num dos varões de madeira que serviam para embelezar mais o lugar. O ranger da madeira, indicou que Osvaldo se aproximava dela por trás. Quando ele se encostou nela, veio-lhe a lembrança o sonho que tivera e ousadamente fingiu que ia pegar uma flor que estava a sua frente em um nível mais abaixo e encostou o traseiro na braguilha de Osvaldo. Ele ficou parado observando-a naquela atitude e disse:
__Não esta armada, não é?
__Hum, hum.
__Nunca esteve não é?
__Nunca!- disse se endireitando, notando que os braços de Osvaldo a envolvia e uma dureza que sentira em sonhos, lhe espetava o traseiro. Levou a mão atrás e a passou sobre a protuberância que tinha se formado na frente de sua calça __O que é isso ?- disse de forma meiga, quase ingênua.
__Algo que te deseja, desde o primeiro dia que te viu naquela janela, só de roupão.
__E por que não tentou nada?
__Sou respeitador de senhoritas solitárias.
__Mesmo que essas ou essa senhorita não desejasse tal respeito?
Osvaldo, a virou para ficar de frente para ele e buscou-lhe a boca. Se beijaram furiosamente e num ato de selvageria, ele puxou-lhe a blusa com tanta ansiedade que os botões voaram longe e ela se viu com os belos seios expostos. A boca desceu sobre eles e ela teve os bicos sugados. Adorava que lhe sugassem os mamilos, gozando a cada puxada nos mesmos. Afoita ela abriu a braguilha de Osvaldo e tocou no pau duro e grosso que ele trazia sob a calça. Estava sem cueca e facilitou que ela o tivesse todinho na mão. Vitória, não perdeu tempo e se ajoelhando viu a sua frente um belo exemplar de membro, cuja cabeça avermelhada, trazia inúmera veias azuis, que o deixava atraente. Ela lambeu a chapeleta do homem e depois e enfiou na boca. Chupou qual um picolé. Babou sobre o mesmo de pois, se deixou cair sobre as roupas que estavam no chão e de pernas aberta o chamou para vir chupa-la. Osvaldo, sabia muito bem levar uma mulher ao delírio quando a chupava na boceta. Vitória, sentiu a terra parar, quando ele se aninhou entre suas pernas e a penetrou bem suavemente, até suas bolas encostarem nas nádegas de Vitória. Ela vibrava com a invasão em sua cona e cruzava as pernas sobre a bunda do homem. Se beijavam em total êxtase, com ela o desejando cada vez com mais intensidade. A pica que a invadia, deixava ela fora do plano terrestre e a colocava no nirvana. Mexeu nos cabelos dele e o desejou de corpo e alma. Sentia-se diferente. O pau estrava e saia de uma forma especial, que ela estava amando. Olhou para ele e seriamente disse:
__Eu te amo, cara. Você mexeu comigo desde o primeiro dia. E agora com essa pica adorável dentro de minha boceta esta me levando a loucura.
__Pois saiba minha deliciosa mulher que eu também a amo
__Sinto que teu pau adorava a minha boceta e que a minha boceta não quer mais largar dele, nunca mais. Você concorda com ela?
__Eu o meu pau? Não pode ser nós dois?
__Sim pode. Agora chupa meus seios que eu vou gozar.
__Estou feliz por você. Goza, amor, goza. Quer que eu goze com você?
__Quero. Quero sentir o teu leitinho, quentinho dentro de mim, Vem amor, me dá esse prazer pois estou gozando...ai... esta chegando...acelera amor, me enche de porra que eu...ahh... amor! Que pau gostoso esporreando dentro de mim. Nunca o dê para outra pessoa, só para mim, pois pretendo fazer muitas coisas gostosas com ele.
__O que você fara com ele? Posso saber - perguntava ele com o pau dando as ultimas golfadas dentro da boceta alagada.
__Que tal essa noite, veja bem o que eu disse, esta noite, ele se perder num lugar muito especial, apertado e que lateja neste instante o desejando.
__Que lugar é esse? Eu conheço?
__Ainda não. Nenhum de vocês dois o conhecem ainda. Pelo menos não o meu.
__Diz. Quero te ouvir dizer, que lugar é esse...fala!
__Meu cu. Meu carente e delicado...cu.
Se abraçaram e as bocas se uniram em um beijo, diferente.
__Esta noite? - perguntou Osvaldo sussurrando essas palavras em seu ouvido.
__Sim. Lá na minha cama, onde você vai dormir.
__Não pode ser agora? Olha como esta meu pau.
__Humm, que delicia, esta durinho novamente. Não quer deixar para o nosso quarto. Lá eu prometo ficar de quatro de bruços, de ladinho, sobre seu pau, até em pé, para que possa afundar essa delicia em meu rabo. Vamos deixar em suspense, até a noite. O tesão será maior.
Riram, riam muito e voltaram a copular, ela entregando mais uma vez a boceta gulosa e ele penetrando-a com seu pau que esta tinindo de novo. Se engalfinharam no ato mais delicioso do mundo, sabendo ambos, o que os esperava logo mais a noite!

Sobre este texto

Phedra

Autor:

Publicação:16 de janeiro de 2016 01:08

Gênero literário:Contos eróticos

Tema ou assunto:Casal

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Ainda não há estatísticas de leitura deste texto, pois ele foi publicado em 16/01/2016.

Comentários

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  • Excitadora
    Postado porExcitadoraem17 de janeiro de 2016 19:45

    Excelente historia !

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