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Do fundo do baú

Sou o que sou e não mudo por nada!

Adoro fantasia. Preciso de imaginação para subir em um pau e dele tirar o melhor proveito. Não gosto de ser uma simples mulher, que tem uma xoxota que persegue um pau duro para agasalhar entre suas paredes aquecidas, a cada contração, envolvendo mais e mais o membro que ali se encontrava. Sempre fora uma mulher ousada e gostava de causar uma certa reação que surpreendesse a outra companhia. Para mim era primordial que o meu homem estivesse disposto a me dedicar os efeitos mais sedutores em termos de excitação. As vezes era preciso ser vulgar e surpreender na hora de fazer sexo, com um cara que fosse dedicado e não um canastrão.Fora assim que eu me preparava para enfrentar a minha mais recente conquista. Era um cara, que havia conhecido na academia que frequentava. Ali, Pedro, exibia sua forma física, arrancando suspiros de todas as frequentadoras que o desejavam. Não me dei ao trabalho de me manifestar por achar que os olhares que ele lançava em minha direção, eram mais que promissores. Se eu dissesse que ele não me atraia, estava mentindo. Desde o primeiro dia que o vi, fiquei fissurada nele, me imaginando em seus braços fortes, sendo acariciada por suas mãos. Mas mesmo o desejando, ficava na minha. Os foras que eu via, as desesperadas levarem, eram até que engraçados, pois ele tinha uma destreza para se ver livre das mesma que era notável.
Tomava um suco natural, na lanchonete da academia, quando ele se aproximou. Pediu o mesmo que eu tomava e acabou puxando conversa comigo. Seu papo era muito agradável e eu fui me vendo mais envolvida naquele clima de sedução. As, que o desejavam, cochichavam. Eu até chegara a ouvir alguns comentários, que diziam, que eu nunca iria conseguir nada com ele. Com uma certa surpresa, ele chegou até mim um dia e me convidou para irmos a um cinema. O filme era bom, mas eu estava era encantada com a presença daquele homem, no escurinho do cinema, curtindo o cheiro que se misturava ao característico odor que todo cinema exalava. Minha xoxota estava se contraindo e eu desejava externar a ele o quanto o desejava.Cruzei as pernas e meu vestido escorregou pela minha pele, mostrando uma boa parte de minhas coxas, que o brilho das cenas na tela deixava se ver. Eu o via as olhando e se retorcendo na poltrona como a ajeitar alguma coisa que endurecia sob sua calça.Me divertia por saber que ele estava de pau duro por minha causa. Querendo aprontar com ele, e o chamar para a realidade do que eu estava querendo, pedi licença a ele me levantei e fui para o banheiro. Quando voltei, trazia algo em minha mão fechada. Quando me sentei e cruzei as pernas novamente, coloquei a mão fechada sobre a sua e deixei que a mesma se abrisse e ali depositasse a calcinha que eu tirara no banheiro. Olhei para ele, assim que vi que o mesmo olhava quase que não acreditando no que via. Ele levou a peça as narinas e a cheirou com avidez:
__Sua maluquinha!
__Gostou do cheiro dela?
__Estou adorando é saber que você está aqui. Mas como posso saber se você esta sem ela mesmo?
Como resposta, descruzei as pernas as separando e me voltando para ele exibi o que ele desejava ver. Ficou estático e a seguir tentou levar a mão até minhas partes intimas. O impedi.
__Aqui, não!
__Vamos assistir um filminho só nosso?
Não respondi nada, apenas me levantei e saímos da sala de projeção. A caminho do apartamento dele, fomos trocando ideia e ele começou a notar que eu não era uma mulher tão comum e que exigia muita criatividade de meu acompanhante. Ele prometera me surpreender e eu contava com isso. Seu apartamento, na zona sul, era muito aconchegante. Assim que me instalei em um confortável poltrona, ele ligou o som e começou a preparar uma bebida. O som de Kim Carnes inundou o ambiente e me reportou a muitas coisa. Muitas sacanagens. Eu imaginava o que sua mente trabalhava, por me saber ali, a sua mercê, sem calcinha, pronta para lhe dar o melhor de mim. Eu vibrava com a ideia de que ele estava ansioso para me comer, como se eu fosse a mais deliciosa da lagosta. Recolhi as pernas sobre o assento e fiquei a mexer no cabelo,observando aquele tipão de homem que me estava deixando doida de vontade de experimentar o que quer que ele pudesse me oferecer em termos de sexo ousado, pecaminoso. Meus seios começaram a coçar e quando isso acontecia eu podia esperar que minha boceta iria ficar bem molhadinha. Pedro se aproximou de mim e estendeu o copo com o drinque. Sorriu quando eu acariciei sua mão ao agradecer.
__Não vai me acompanhar? - perguntei de forma bem melada.
__Claro! -respondeu indo pegar o seu copo e assim brindamos.__Que nosso relacionamento seja bem duradouro.
__Se depender de mim, será. - comentei, separando as pernas, mostrando a ele a minha fogosa caixa de prazer.__Gosta do que vê?
__Linda a visão deste pedaço de paraíso.
__Acha mesmo ela bonita? - perguntei alisando a minha boceta em tom provocativo.
__Você tem a xoxota mais bonita que eu já vi.
__Boceta é igual a todas que se vê...
__Não sei por que, mas a sua é encantadora, nos convida a nela tocar...
__Toque!
__Posso mesmo?
__Sim, pode.
Pedro adiantou a mão e seus dedos me tocaram os lábios vaginal. Me arrepiei toda e me abri mais ainda. Derramei a bebida sobre a minha boceta e seus dedos e empurrando o tórax para a frente a ofertei.
__Chupa ela bem gostosinho, vem!
Pedro, se ajoelhou perante minhas pernas abertas e depois de cheirar a minha xoxota, ele passou a lambe-la promovendo uma gostosa comichão, onde o gozo fora iminente. Ele lambia e chupava muito gostoso. Me abri maios ainda e levantando as pernas a colocando sobre seus ombros levantei mais o traseiro do assento e passei a esfregar a cona em seu rosto, deixando-o totalmente lambuzado com meu mel. Levei as mãos até minha bunda e a abrindo pedi que ele metesse a língua no rego e chegasse ao meu cu. Pedro, passou a língua vagarosamente em toda a extensão do meu rego e pincelou com verdadeiro esmero, as minha pregas. Para incrementar mais aquele tipo de caricia, eu derramava a bebida que ele me preparara, sobre os meus pentelhos, para que escorresse em direção ao rego, passando pelos lábios vaginal, indo parar em sua boca. Era delicioso, sentir o frescor do líquido adocicado que entrava em conflito com a quentura absurda, que estava embrasando minhas partes intima.
__Demora mais com a língua ai no meu cuzinho. Mexe com a pontinha dela ui...mais um pouco...isso...enfia, enfia...mais um pouco...ahh...que delicia.
Pedro me fazia gozar com extrema facilidade, mas eu estava querendo mais e por isso mesmo, quis ir para a cama. O que eu não sabia era que ele me faria implorar por seu pau de uma forma torturante. Ele se despiu e mostrou a razão dos desejos das colegas de academia, em ter um relacionamento com ele. O que supostamente se pensava, dos homens que praticavam fazer do corpo uma atração á parte, alegando que ficavam atrofiados e que a maioria era adepta do homossexualismo passivo, ele indicava que era exatamente uma ilusão se pensar assim. Com a exibição de um pau com mais de 20cm de comprimento com uma grossura que podia chegar em seus 7cm, Pedro era o sonho de todas as mulheres que gostavam de um bom membro. Não que um pau pequeno e de menor diâmetro, não pudesse arrasar uma boa boceta ou um cu sedento por porra. Enfim, eu estava diante de uma máquina devastadora de pregas vaginal e anais. Eu queria dar uma boa chupada naquela rola que olhava para mim, me querendo.
__Vem cá, meu tesão. Me dá tua pica para chupar...
Pedro, pareceu ficar a contra gosto por ter que deixar de chupar o meu cu e boceta, mas m,esmo assim se levantou e veio me ofertar aquela coisa maravilhosa que me dava nó na garganta. Peguei na pica e a alisei. Passei ela no rosto e dei beijos na cabeça dela, que pela abertura, já deixava aparecer a primeira gota de pré gozo, que colhi com a ponta da língua a solvendo com prazer. Comecei a chupar a glande com delicadeza e depois a meti toda dentro da boca, começando um movimento de cabeça que fazia a pica ir e vir , as vezes chegando a garganta. Pedro, segurou minha cabeça com jeito e passou a dar pequenas, mas firmes estocadas, como se minha boca fosse uma vagina.Por vezes eu procurava prender com uma sucção mais forte, todo o corpo da pica que, deslizava com dificuldade por entre meus lábios e deixava Pedro todo tremulo.
__Sua peste, como chupa delicioso. Assim eu acabo gozando...solte minha pica... ainda é cedo para acabar assim. Vamos... sua cadela , me deixe fode-la.
Com um sorriso estampado no rosto eu acompanhava aquela deliciosa agonia que ele estava tendo. A minha volúpia em poder fazer aquele homem sofre em minha boca era recompensadora. Mas eu queria mais e estava a procura de uma forma de ver se ele era ponta firme em se entregar ao prazer. Abria boca e deixei que a pica dela saísse.
__Gostaria de brinca mais um pouco? - perguntei, com uma ideia na cabeça, que me levaria ao deleite e que poucos homens se dispunham a consentir. Pedro disse que tinha dorado e que desejava mais, só não queria gozar logo. Então pedi que ele ficasse de costas para mim e se curvasse para a frente.__Vamos brincar um pouco, com o seu buraquinho mimoso?
__Se você desejar, estou aqui para o que der ou vier. - me disse já ficando em posição de submissão.
Separei suas nádegas peludas e comecei a lamber seu cu. A primeira passada de língua sobre o mesmo, fez Pedro soltar um gemido tão alto, que mais parecia um grito de agonia. Cambaleou para a frente e depois de se recuperar, retrocedeu a bunda para novas investidas. Olhei para seu cu, que parecia piscar e passei a soprar sobre ele. Era um tipo de excitação que eu gostava. O frio sopro sobre o nosso cu é super excitante e a mim me fazia desejar que um pica estivesse ali me penetrando. Acreditava que em Pedro, algo semelhante estava passando pela sua mente e quando fui introduzindo um dedo no seu canal, ele entre gemidos me pediu mais dois. A principio eu até que me assustei, mas depois comecei a pensar, que ele, desejava me impressionar, por isso, salivei os três dedos e os juntando, posicionei sobre suas pregas e fui forçando, vendo que os mesmo iam penetrando, lentamente naquele canal quente e apertado. Meus dedos sumiram dentro daquele cu que o apertava, apertava e mais que apertava, os agasalhava, fazendo-os sentir que eram bem-vindos naquele local tão íntimo e proibido do corpo de um homem. Pedro estava se saindo muito b em em meu conceito de um ótimo amante. Não pensem vocês que o homem para ser homem e bom fodedor, tem que ser só o empurrador de pica, no cu ou na boceta de uma mulher e achar que isso a esta satisfazendo. Ledo engano. A mulher, que é mulher, boa amante, aquela que gosta de uma sacanagem, adora quando encontra um homem que é solidário a ela e não um impositor. Ela ama, quando pode desfrutar do corpo de um homem, sem que este se sinta infligido em sua tão propalada masculinidade a ponto de quando uma mulher, mais ousada, assim como eu, lhe pedia que a deixasse sentir o quando ela era parceira dele, homem, na hora de sentir prazer. Levei a mão até o pau de Pedro e o peguei o alisando em uma frenética punheta. Beijei sua bunda e sussurrei:
__Deixa que eu bato a punheta para você, mas nada de gozar fora. Quero essa sua porra dentro de mim, promete?
__Não sei se vou aguentar do jeito que você esta fazendo.
__Esta gostando dos meus dedos em seu cu?
__É uma novidade para mim, que esta me deixando muito excitado. Esse prazer é inigualável e é você que esta me proporcionando isso, sem reservas, sem tabus. Continue a me masturbar.
Fiquei por um bom tempo, tirando e pondo os meus dedos no cu de Pedro, até que senti que se continuasse a porra jorraria e eu queria trepar com Pedro, na sua cama, que parecia ser super deliciosa.
Quando me abri para Pedro e sua pica, eu estava com uma fome de trepar, de senti-lo dentro de mim que nem eu imaginava. Ajudei, ele a colocar a pica em posição, e ele me invadiu, alargando a minha boceta, me fazendo explodir em um gozo, como jamais tinha sentido, tão rápido como aquele, por uma inserção de um membro dentro de mim. Pedro, durante suas incursões dentro de mim, estava me deixando doida. Ele sabia meter como poucos. Me virou de lado e passou a bombar a rola, enquanto seus dedos trabalhavam em meu grelo. O gozo se multiplicava e eu ficava cada vez desejosa de querer mais. Queria lhe dar um prazer maior e por isso, levei uma das mãos entre nossos corpos por trás e retirando o pau de minha boceta, levei a cabeça do mesmo até minhas pregas e a firmei ali. Pedro, entendeu e fez força. Aos poucos a cabeça da pica foi entrando em meu cu. Doía muito, mas eu queria o receber todinho dentro do meu cu. Passei a suar, achando que não iria suportar a invasão total da vara dentro de mim.Foi ai que ele teve a feliz ideia de tocar em meus seios. Caramba, como o pau deslizou todinho, com uma dor deliciosa, que era domada pelos dedos que apertavam os meus mamilos. Empurrei a bunda de encontro ao pau e fiquei só no embalo das estocadas que , começaram mansamente e aos poucos foram aumentando em suas idas e vindas. Mordi minha mãos e me deixei levar pelo embalo dos orgasmos que tinha. Ficamos presos um ao outro, por mais de dez minutos, até que ele já não aguentando mais anunciou que ia gozar. A cada jato de porra que ele expelia dentro do meu cu, eu sentia um desconforto delicioso e...gozava.
Depois de um banho refrescante, eu me arrumei e depois de um longo beijo, para ficar na memória do apartamento, Pedro me levou para casa.
Na academia, fingíamos não ter nada um com o outro. Assim quis, para que se ele tivesse intenção de cravar a vara numa das frequentadoras do local, estivesse bema vontade. Eu já tinha experimentado o que elas desejavam!

Sobre este texto

Phedra

Autor:

Publicação:3 de janeiro de 2016 00:51

Gênero literário:Depoimento erótico

Tema ou assunto:Dia do Sexo

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