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Do fundo do baú

Um,a noite de puro prazer!

Para Luciana e Marina, aquela noite seria de uma relevância, que poderia mudar para sempre a vida delas. Acreditavam que fosse para melhor.
Luciana era uma morena, de uma beleza que chamava a atenção de todos. Gostava de se exibir para os pretendentes, que não desconfiavam que a real afinidade dela, era com pessoas do mesmo sexo.
Marina, se assumira, bem cedo em sua curta vida de mulher livre
quando desistiu de continuar sua vida de mulher dedicada e amorosa. O seu casamento andava de mal a pior. Sua vida sexual, com o marido, era uma via crucis, que foi aos poucos, causando uma revolta, a ponto dela passar a detestar o corpo do homem a quem um dia jurara amor eterno.
Quando ela conheceu Luciana, se identificaram, e para tentarem alguma coisa foi rápido. Marcaram um encontro em um barzinho GLS e em uma mesinha, a confidencia rolou e cada uma ficou sabendo da vida da outra. O primeiro beijo, foi trocado quando se despediram na manhã seguinte, quando Luciana levou Marina até perto de sua casa. Decidiram marcar um encontro para a noite seguinte.
Marina, ao chegar em casa fora surpreendida com o marido a espera-la, na sala da casa. Quis saber o que significava aquela chegada dela á aquelas horas, passando a noite fora de casa. Ela não quis saber de dar-lhe a mínima satisfação. Quando chegou no banheiro e estava se despindo para tomar um bom banho, ele, seu marido entrou e a agarrou. Ela teve os seios apertados, e sentiu sua bunda sendo espetada pelo pau do marido. Ela não, se excitava com aquele tipo de caricia e ficara furiosa com a atitude, do homem que muito deixou penetrar seu corpo com aquele membro duro. Ela chegara vibrar muito no passado, desejava muito sentir aquele tipo de aproximação e a invasão que acabava resultando em um orgasmo fervoroso. Gostava de sentir o pau indo e vindo dentro dos seus buracos até que percebia a pulsação aumentar e um caldo quente lhe banhar as entranhas. Ficava eufórica com o ato em si. Ficava. Com o passar do tempo, seu corpo passou a rejeitar os carinhos do marido e o ato sexual, começou a ficar insuportável. Ele a virou de frente e caiu de boca em seu mamilos, os sugando de forma violenta, isso causou uma fúria demoníaca em Marina, que se desvencilhou das garras do marido e o esbofeteou com toda a forma que teve o fazendo cambalear.
__Nunca mais você vai encostar a mão em mim, seu sujo!- disse ela espumando de raiva.
__Mas o que esta acontecendo?
__Quero que você saia da minha vida para sempre.
__O quê? Você esta querendo a separação? Mas...porquê?
__Não gosto mais de você.Não suporto o toque de suas mãos. Quero me ver livre de você. Quero viver a minha vida.
Marina, estava decidida a não voltar atrás em sua decisão. Quando se encontrou com Luciana na noite seguinte, foram diretas para um hotelzinho que ficava nas cercanias do bar em que estiveram, que aceitava casais GLS para pernoite ou curta permanência. No quarto, as duas se dirigiram para a cama e ficaram a conversar, uma passando a mão distraidamente sobre o braço da outra, num carinho que envolvia, um sentimento que estava crescendo de forma avassaladora. Luciana estava encantada com a presença daquela mulher, que a envolvia, não sabia se era pelo fato dela ser uma mulher casada, que estava deixando alguém para trás e estava ali com ela ou se simplesmente a simplicidade da mesma a tinha conquistado.
__Sabe que eu te acho uma mulher muito...como poderei dizer...excitante e que me deixa em um estado de puro deleite? - disse ela segurando ambas as mãos de Marina, que a olhava de forma, que não negava o interesse que estava vendo crescer em seu âmago.
__Você não precisa me dizer essa palavras por pena.
__Não, não é nada disso. Estou tentando te dizer que você é uma mulher gostosa e que estou sentindo um turbilhão, aqui dentro. -disse levando uma das mãos dela a pousar sobre um dos seus seios, sobre o coração. Abriu a blusa e descendo um dos bojos, da peça que escondia o pomo palpitante, fez a mão tocar no seio graúdo, onde um bico mimoso se destacava.
Para Marina, era a primeira vez que sentia o contato do seio de uma outra mulher, em sua mão. A delicadeza, da pele, que acariciava, estava mexendo com seus sentimentos. Começava a entender que ali, naquele quarto de hotel de quinta, estava nascendo um novo sentimento em sua vida. Luciana empurrou a mulher sobre o leito e foi para cima dela. O beijo que trocaram foi o inicio de um romance que se iniciava, ali, entre as duas mulheres. A mão da bela mulher, mergulhava entre as pernas da casada, procurando alcançar as partes mais intimas da mesma. Os seios expostos eram sugados, pela boca de lábios macios, que envolviam os mamilos empertigados. Marina se contraiu toda, quando sentiu os dedos a lhe invadir o sexo, naquela altura, bem úmido, procurando e encontrando o ponto que a levava a gemer na excitação que a consumia. Estava gostando de ser estimulada pelos dedos e boca de uma mulher. Era diferente e...gostoso!
As duas mulheres se despiram e nuas se devoraram entre dedos entrando e saindo dos sexos latentes. Dedos melados de seiva, brilhavam e mergulhavam nas cavidade intimas a procura de dar o prazer que cada uma merecia e procurava. A boca de Luciana, procurou o sexo melado de Marina e a língua teve um trabalho extraordinário, onde rebuscou dentro da intimidade , da agora amante, todo o gozo que ela vertia. Se deliciava, com a solvência daquele líquido viscoso e salgadinho, que vinha em abundância. Os gemidos, dentro daquele quarto, ecoavam como uma sinfonia sexual, alegrando, nas almas, as donas daqueles corpos que mudavam de posição a cada momento.
Depois de saciarem suas vontades, as duas, ainda nuas, se mantiveram abraçadas, alisando as partes intimas de cada uma a procura de pontos erógenos, que pudesse novamente desencadear aquela batalha deliciosa de puro prazer!

Sobre este texto

Phedra

Autor:

Publicação:16 de dezembro de 2015 20:41

Gênero literário:Contos eróticos

Tema ou assunto:Lésbicas

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