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Do fundo do baú

Um desejo que foi muito além 2

Assim que entramos no elevador a mulher que estava roubando os meus anseios, apertou o botão que nos levaria para a o sub solo, onde ficava o estacionamento subterrâneo. Por um momento, quando a porta do mesmo se fechou, eu não entendi por que o cara bonitão, não nos acompanhou. Olhei para ela intrigada, querendo uma confirmação do que estava me intrigando. Ela sorriu e se encostou na parede da cabine.
__ Sabia que você é uma garota bem atrevida? Ousada e atrevida!-disse com aquele sorriso perturbador nos lábios._ Sacana, você é. Adoro mulheres sacanas, sabia?
__ Ouvindo você falar assim, esta me quebrando uma magia muito profunda, que emanava de você?_ retruquei me aproximando mais dela a ponto de sentir sua respiração, onde um hálito mentolado se fazia sentir.
__Magia? De mim? Que tipo de magia?
__Você me fazia passar a ideia de ser uma mulher recatada, quase uma noviça.- expliquei no exato momento que o elevador chegou ao destino e..._ Não vamos sair?
__ Eu não estou com pressa. Você está? - perguntou desafiadora.
__ Por estar aqui com uma mulher tão bela e sensual, que está me deixando com um tesão danado...não!- retruquei me encostando ao seu corpo.
__Atrevida!
__Gostosa!
__Sacana!
__Tesuda!
__Safada!
__Quero te beijar!
__E por quê não beija?
Peguei com as mãos seu rosto e colei meus lábios nos dela, num beijo super molhado, onde as línguas travaram um duelo enlouquecedor. Alguém acionou o elevador e o mesmo começou a subir, mas não nos impediu de ficar ali, naquele beijo tresloucado. Só paramos, quando o elevador parou, exatamente no andar em que o tomamos. Pessoas entraram e nós permanecemos ali, com uma vontade de rir. A mão dela tocou na minha e descemos de mãos dadas. Em dado momento olhei para ela e disse:
__Phedra!
Olhou-me sem entender o que eu estava dizendo.
__ Meu nome...é Phedra.
__ Oh,desculpe. Jéssica. Eu me chamo Jéssica.
O elevador parou no térreo, as pessoas desceram, mas nós não, assim que a primeira porta se fechou, acionamos o subsolo. Saímos em busca do seu veiculo e pouco depois estávamos rumando para o seu apartamento. E nada do "belo Antonio". Queria perguntar por ele, mas não queria que ela percebesse o desejo, que poderia estar sendo revelado com a pergunta.
O apartamento era, muito aconchegante, onde se espalhava o bom gosto em tudo que se podia ver. Me levou para a cozinha, onde preparou um suco natural acompanhado de um lanche delicioso. Mostrou-me o quarto, onde uma cama de casal predominava no ambiente. Olhou para mim e sorriu maliciosamente.
__Bela cama!- comentei maliciosamente.- Deve ser usada muito por vocês, não ?
__Mais ou menos.
__Como assim, mais ou menos? Vai me dizer que essa cama não recebe o casal na maior transa, todos os dias?
__Na verdade...não. Surpresa?
__Olha, para ser sincera, estou. Como pode um gato daquele, com uma tremenda gata desta, não fazer essa cama ranger todos os dias?
__Gato? De quem você esta falando?
__Daquele cara que estava com você lá no consultório.
__Aaah! Então você pensou que ele era meu caso?
__Não é seu marido?
__Não. Nada disso. Ele é meu irmão Bernardo. Você pensou que eu era casada com ele? Seria muita sorte. Ele é lindo, não é mesmo? Tem uma picona, que é a coisa mais deliciosa de uma mulher se entregar a ela.
__Você já viu ela?
__Sim, muitas vezes, quando tomamos banho juntos.
_ Você e seu irmão? - perguntei, achando o maior barato esse tipo de relação que eu aprovava.- Mas você nunca chegaram aos finalmentes?
__Não. Mas já tivemos desejo de ir mais longe. Chocada?
__Claro que não! Curto muito esse tipo de relação entre parentes e seu irmão vira a cabeça de qualquer uma.
__Você esta querendo trepar com ele, né?
__Algum problema?
__Se eu estiver na pauta do dia de ser a primeira a estar com você, nada contra, até te dou uma forcinha.
__ Sério?
__ Lógico. Apenas quero te pedir um favor.
__ Qual?
__ Quero assistir.
__ Olha, para mim será até mais gostoso saber que você estará curtindo minha foda com seu irmão. Mas será que ele vai topar?
__ Tens alguma dúvida? Eu não. Você me conquistou e olha que sou difícil de me contentar com uma mulher.
__Mas que primazia te conquistar. Me diga uma coisa. Porque a cama de casal, então?
__Para dormir com meu marido, oras.
__Então você é casada? Tem um marido?
__Sim tenho.
__Mas...como funciona?
__Ele vem ocasionalmente aqui. Na verdade eu vivo mais sózinha que acompanhada. Porém Armando me deixa livre para ter meus casinhos.
__Bem liberal, hein?
__Sim, muito.
__E você o ama?
__Vai parecer hipocrisia, mas eu amo. Ele é meu porto seguro e nós vivemos bem.
__Filhos?
__Eu quero, mas não estamos conseguindo. Um dia quem sabe.
Aproximei-me dela e a abracei carinhosamente. Beijei sua boca carnuda e suguei a língua, que me desafiava, e fui com as mãos, sentindo como eram as reentrâncias daquele corpo. Jéssica, estava ansiosa, pois foi se desfazendo das roupas e eu a imitava. Quando estávamos só, de calcinhas, nos olhamos e sentimos orgulho dos corpos ali expostos, que nos excitavam. O aboca dela foi direto para o bico do meu seio e mordeu o mamilo que estava rijo, Sugou com força me fazendo gemer, enquanto eu acariciava os dela, achando-os firmes com os bicos pontudos, onde meus dedos os prendiam. Uma mão, dela, se enfiou dentro da minha calcinha tocando em meu púbis.Os dedos atrevidos, não ficaram só se enroscando nos meus parcos pelos, mas se atreveram a descer um pouco mais e mergulharem entre os lábios da minha boceta, se molhando no suco, que umedeciam os mesmo, Era fruto da excitação que estava sendo agraciada, desde a sala de espera da acupuntura, onde eu vira o irmão de Jéssica. Senti o dedo me penetrar, naquele mar de líquido viscoso, entrando, percorrendo as paredes vaginais, buscando algum ponto que poderia me levar a uma loucura só. Ela sabia mexer bem, e uma cócegas deliciosa, começou a se apossar da minha intimidade, me fazendo, além de gemer, gozar sobre o dedo maravilhoso que Jéssica me introduzira. Separei as pernas o mais que pude, pois queria sentir mais dedos dentro de mim e por que estávamos ainda em pé, eu achava que merecia experimentar mais momentos de prazeres, que aquela gostosa mulher podia me oferecer. A cama nos esperava, mas as preliminares em pé, estava me levando a loucura. Tinha me esquecido, de que eu era a predadora e que por isso eu devia estar á dominando. Nada disso estava acontecendo, pois Jéssica, estava me dando, uma surra de como dar prazer para uma mulher. Parecia ser muito mais experiente que eu.
Quando a cama nos acolheu, sobre ela, estávamos nuas e em um 69 gostoso, onde podíamos degustar de nossas boceta ao mesmo tempo. Enquanto eu ainda tinha poucos pelos, que me deixava mais sedutora, assim eu pensava , a genitália de Jéssica, era deliciosamente depilada. Separei os lábios, delicados de sua boceta e fui a procura do pontinho de excitação que mexe com todas as mulheres, manipulada ou a que manipula.O clitóris dela estava bem proeminente o que indicava que ela estava em sua sensibilidade, nas alturas. Toquei, com a ponta da língua, sobre aquele montículo sensorial e ela, levantou mais uma das pernas e ao desce-la, prendeu minha cabeça, naquele lugar que ela estava recebendo a caricia. Suguei com o maior prazer, aquele "grão" do prazer, enquanto sentia na minha boceta, dedos e língua que me endoideciam. Enquanto chupava a boceta dela, minhas narinas, sentiram o cheirinho que indicava, que havia por perto um ponto que precisava de uma atenção maior. A ponta do dedo, escorregou pelo rego e encontrou as preguinhas do cu que se contraiu, acusando o toque. Separei, da forma que podia, devido a posição, começando a lamber todo aquele corredor de prazeres. Beijei, o cu de Jéssica, por diversas vezes e ela se contorcia, tendo seu tremores, que indicavam, o quanto eu estava certa no caminho tomado.
Voltamos a ficar frente a frente, e entre beijos molhados em cima, esfregávamos os seios, no meio e lá embaixo, nossas bocetas se esmagavam uma na outra, repassando o melado que nos lubrificavam. Sua boceta era bem quentinha e pulsava de encontro a minha. Agarrada a sua bunda, eu tinha um dedo bem fundo dento do seu cu, que ia e vinha no canalzinho apertado. Quando separávamos nossas bocas, era para dizer palavras excitante:
__Nunca tive um mulher como você na minha cama. Sua boca é deliciosa e eu estou sedenta dela. Me beija, me devora, sou sua piranha rabuda, que esta muito feliz por ter esse dedo dentro do cu. Phedra, enfia mais um dedo e me faz gozar.
Uni, mais um dedo ao que já tinha enfiado no cu de Jéssica e com isso, os estava enfiando no mesmo,entrando e saindo daquele orifício mágico. Estava ansiosa por ter os dela em minha bunda e por isso fui em busca disso:
__Enfia seus dedos em meu cu. Quero senti-los, como se fosse o pau do seu irmão me enrabando.- eu disse já toda arrepiada, por saber qual delicioso seria dar o cu para o irmão dela, com ela assistindo. Jéssica, foi delicada, lubrificando dedos em minha boceta e os levando para a o rego da bunda. Lubrificou meu cu e o penetrou. O gemido que soltei, fora tão alto que ela pensara que tinha me machucado. Pedi que me comesse com três dedos juntos, no que fui atendida e me senti nas nuvens. Gozei e fiz Jéssica, gozar muito. Beijei e chupei muito o corpo, daquela deliciosa mulher.
Nossas bocetas estavam bem inchadas, quando fomos tomar um revigorante banho. Não tínhamos como para de nos acariciar, e quando lavávamos o corpo uma da outra, aproveitávamos para dar uma excitada na parte lavada e assim, achávamos mais motivos para nos agarrarmos e começar a sacanagem novamente.
Quando me separei de Jéssica, ela me prometera que muito em breve, eu teria o tão desejado encontro com seu irmão. Sonhava estar com aquele tipão e dar a ele em todas as forma possíveis, até o receber na bunda e gozar muito. Mas o que mais me excitava, era saber que ela, a irmã, iria estar presente e quem sabe eu não a forçaria a dar um experimentadinha, na rola do irmão!

Sobre este texto

Phedra

Autor:

Publicação:5 de dezembro de 2015 23:38

Gênero literário:Depoimento erótico

Tema ou assunto:Lésbicas

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