Conto Erotico | Historia Erótica

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A SEDUÇÃO DE BRANCA - FINAL

Branca teve que suportar esse e outros encontros com a Priscila.
A morena as vezes relatava seus encontros com André com riqueza de detalhes. Branca teve que pedir que ela parasse, pois aquilo a estava constrangendo. Na verdade, a incomodavam muito.
— Pri, por favor, eu não preciso saber disso... Essa coisa toda pertence a vocês dois, eu não quero saber de nada!!
Priscila estava relatando sobre a ocasião em que estavam na casa dela, e esta estava premiando seu irmão com um "fellatio", e que o membro de André nem lhe cabia na boca. Ela dava riquezas de detalhes sobre o ato, e, especialmente, sobre o enorme “dote” de André.
— você está ficando nojenta...! — completou.
Pri limitava-se a rir da amiga. Mas Branca permanecia amuada.
— Boba, a gente confidenciou essas coisas — dizia a morena.
Certo dia, Branca estava na cozinha de casa e preparava um lanche. Era uma tarde. André chegou em casa no momento em que Branca, num descuido, deixou a xícara escorregar das mãos. Esta se estilhaçou no piso.
André foi até a cozinha e viu a irmã agachada, recolhendo os cacos.
Ele se propôs a ajudar. Branca aceitou a ajuda, ficando a observar o irmão recolher os cacos cuidadosamente.
Branca vestia um shortinho de cor clara e uma blusinha top.
André se limitou a fazer recolher os cacos, não olhando para a irmã. Feito o trabalho, ele fez menção de se retirar, mas Branca o deteve.
— obrigada, você foi legal...
— não foi nada... Toma cuidado, pode se cortar...
— não sei como aconteceu...
— isso acontece... Bem, preciso ir pro meu quarto.
— espere... Eu precisava falar com você...
— o que é?
— bem... Preciso te pedir desculpas... Aquela tapa que te dei... Me desculpe, acho que me excedi. Doeu mais em mim que em você, acredite...
— tudo bem... Eu mereci...
— não... Eu agi mal com você... Você não está ressentido?
— não, fica tranqüila... Eu merecia até duas tapas, eu já estava bem espaçoso...
Branca sorriu. Sentia-se bem fazendo as pazes com o irmão. Ficava um clima meio estranho em casa, e ela precisava consertar aquilo.
Naquele mesmo dia, Giovana lhe visitaram em casa. A garota entrou na sala e cruzou com André.
— Oi, André, a Branca está?
— Acho que está no quarto dela.
Ela agradeceu e foi em direção ao quarto da amiga, não antes de olhar de forma insistente para o rapaz.
Em instantes, estava junto da amiga no quarto desta. Conversaram animadamente, até que Gio falou:
— Moça, eu precisava te mostrar uma coisa. Coisa séria.
Branca se mostrou intrigada. Gio retirou o celular da bolsa e, em seguida, lhe mostrou o visor do aparelho. Branca olhou e gelou. Era a imagem da foto que André havia tirado naquele dia.
— Mas, Gio, o que é isso?
— Lembra do dia que você me enviou as fotos? Esta veio junta. É você, não?
Branca esfregou as mãos uma na outra, nervosa. Por fim, disse:
— Eu vou te contar...
E ela relatou o que houve naquele dia.
— Branca, não acredito! Que coragem a sua!
— E eu tinha escolha? Eu precisava daquela grana! Você nem imagina o que é ver que todos os seus sonhos estão sendo destruídos! Por falta de grana!
— Eu sei... Mas o André, caramba, que coisa! Custo a acreditar...
— Ele não teve culpa de nada, coitado! Fui eu quem provoquei... Eu criei aquela situação, fui que fiquei provocando o cara até que ele não agüentou mais e ficou daquele jeito, para que eu pudesse tirar as fotos...
— Que loucura, amiga! Você não se deu conta?
— Do que?
— De que deixou seu irmão louco de tesão por você?
Branca fez cara de indiferença.
— Eu nem pensei no depois, entende? Sei que o cara ficou lá, daquele jeito todo... todo... sei lá... paguei ele e pronto.
— kkkkk... pelo “tamanho” da ferramenta, imagino o quanto você o provocou... o que você falava pra ele?
— Nada... apenas fui seguindo minha intuição, e tirando a roupa, claro... quando fiquei só de calcinha, fiquei com medo de que ele pulasse em cima de mim... kkkk!
— Você é doida! Muito doida mesmo!
— Bem, essa doidera toda te fez ganhar seis paus, não foi?
— É verdade, amiga. Vim te agradecer por isso.
— Poderia ganhar mais e me poupar de tudo aquilo...
— Feliz do teu irmão, né? Te viu peladinha da silva e ainda ganhou três paus...
— Peladinha uma ova! Fiquei de calcinha, besta!
— kkkkkkkk!

Os dias se passaram. Branca e André se viam às vezes na cozinha.
O rapaz as vezes a puxava conversa sobre qualquer assunto, ela sentindo toda a atenção que o irmão dispensava a ela. Sentia aquele olhar sobre ela, sobre o seu corpo, principalmente quando usava saias curtas ou shortinhos.
Mas admirou que ele não avançasse o sinal.
Sinal que estava tomando juízo.
Já ela sentia um enorme tesão toda vez que se viam, toda vez que conversavam ou ficavam próximos.
Sentia sua buceta arder em fogo, e as vezes ela tinha que correr pro chuveiro e tomar uma ducha bem fria pra se "acalmar". As vezes ela se masturbava compulsivamente debaixo do chuveiro ou sob os lençóis.
Já Priscila não dava trégua a a André. Este começou a despistar a bela e deliciosa morena. Restringiu seus encontros a apenas três vezes por semana.
Branca, totalmente envolvida nos seus estudos, raramente falava com o irmão. Os exames do segundo semestre estavam próximos, e ela não queria se comprometer.
Também evitava maior contato com o rapaz, pois achava que aquela proximidade não fazia bem para ela e nem para ele.
Até ali ela achava que fora divertido, e de certa forma, gostoso, pois adorava ser olhada pelo rapaz, gostava de sentir-se desejada, pois André, quando olhava para ela, parecia tirar, com os olhos, peça por peça da sua roupa, parecia deixá-la nua aos poucos.
Numa tarde, ela saia do seu quarto, e ao passar pela cozinha, sentiu-se puxada por um dos braços.
Era André.
— uui... que susto...! O que foi?
— oi, sumidona...
— você também anda sumido...
— to sabendo que você anda estudando demais. Cuidado, isso pode fazer mal...
Ela riu e ele se aproximou dela.
— to sentindo tua falta, da gente conversar...
— eu também, mas é melhor dar um tempo... Papai e mamãe podem desconfiar da gente...
— não estamos fazendo nada demais, só conversando...
— eu sei... mas é melhor tomar cuidado... Ah, sábado é meu aniversário... quero um presente bem legal...
— Eu sei. Até já sei o que vou comprar pra você.
— não brinca...! sério???
— sério... só que tem uma condição...
— hmm... lá vem ele... diga qual é essa tal condição...
— bem... é uma coisa pra se usar e eu tenho que ser o primeiro a ver você usando ... entendeu?
— tudo bem... to curiosa... o que você vai me dar?
— bem, não é apenas um, são vários... e um deles, eu mesmo quero colocar em você... Topa?
— claro que topo... ah, me fala o que é, vai!
— não... só no dia do teu aniversário...
Branca se despediu do rapaz com um olhar cheio de afeto.
Ele, como sempre, ficou ali, admirando aquele corpo delicioso se movendo, seus olhos descendo pela bunda arrebitada, coxas, pernas...
Branca entrou no seu quarto e tomou uma ducha fria.
Vestiu um camisão e se atirou na cama, onde estavam seus livros. Ficou pensando no encontro com o irmão há instantes.
Aquele olhar dele era perturbador deixava seu corpo em brasas...
Ela fica, ali, sorriso malicioso no canto dos doces lábios.
Mas logo fechou o semblante. Aquilo não era certo.
Aquela brincadeira poderia se tornar uma coisa séria.
Logo ficou imaginando qual seria o presente que Andre lhe daria pelo seu aniversário. Um colar? Provavelmente seria um colar...
Bem, e se ele quisesse ser o primeiro a vê-la usando, ela o faria com todo o prazer. Inclusive, deixaria ele colocar nela...

Sábado chegou e, de noite, os convidados para o aniversário de Branca, que se resumiam a meia dúzia de colegas de faculdade, logo chegaram.
Ela estava de jeans e camiseta e seu pai preparava um churrasco. André ainda não estava, pois atendera um chamado de Priscila.
A morena, naquele momento, se despia para o rapaz.
— você gosta... ssim... você gosta?
André olhava a garota tirando a blusinha pela cabeça, os peitinhos duros e pontudos aparecendo.
— caramba... Você é gostosa demais, Pri...
A garota desceu o zíper da calça jeans, e a calcinha branca logo surgiu.
Em instantes, André, sentado na cama com a morena de pé diante dele, lhe abaixava a ultima peça. Logo a fogosa garota gemia, o rosto do rapaz enfiado entre suas coxas.

Em casa, Branca olhava em volta e nada de Andre.
Atendera a pouco uma ligação do seu namorado, que não estava na cidade naqueles dias. Após essa ligação, a garota por diversas vezes perguntara a mãe se sabia do André, mas ela lhe respondera que ele saíra cedo.
Uma hora depois, André chegou. Acompanhada de Priscila. Branca, amuada, entrou pra cozinha. Ele foi atrás.
— oi... desculpe o atraso... e feliz aniversário...
A garota pegou o embrulho que ele lhe estendia.
— obrigada... nem precisava...
— te lembra que te prometi?
— oh, estou super curiosa... É este que você quer que eu mostre primeiro a você?
— é sim...
— legal... então vamos combinar... Depois que todos forem embora, eu levo no teu quarto e cumpro o nosso "acordo"...
— legal... Vou esperar...
Mais tarde, Branca entrou na sala para e viu André e Pri discutindo. Escondeu-se e ficou ali, escutando. Pelo que ouviu, Pri queria ir embora para a casa dela, para ficarem juntos, mas André se negava a fazer aquilo.
— Pô, amor, eu pensei que você gostasse de ficar comigo...
— Eu gosto, mas é aniversário da minha irmã. Pensei que você fosse amiga dela.
Branca gostou imensamente de ouvir aquilo da boca do irmão.
— Ela é minha amiga, sim, mas eu quero ficar com você, o que tem isso?
— Gata, ou você espera terminar a festa, ou vai sozinha... Entendeu?
Pri começou a chorar, e Branca ficou até com pena. André foi duro, mas ela entendeu que ele não deixava dominar tão facilmente. E Priscila usava o sexo para segurá-lo. Pelo jeito, ele já estava meio entediado com aquela pegação de pé.
Branca esperou que saíssem, e então foi atrás. Passou perto de André, que naquele instante parecia ligar para um táxi, provavelmente para levar Pri para casa. Branca, intimamente, gostou daquilo.
As horas passaram, e os convidados foram embora.
André foi para a sala.
Seus pais, exaustos, logo se recolheram e pareciam dormir um sono profundo.
Branca se aproximou de André e sentou-se em frente a ele.
— E ai, cansada? – perguntou ele.
— Pra falar a verdade, não.
Ele olhou para ela.
— Também não, tanto que pensei em te convidar para uma festa...
— Onde?
— Na chácara do Roni... Fica a uns 20 km daqui... lugar maneiro...
Branca pensou.
— Não vai dar pra avisar mamãe...
— Amanhã a gente fala pra ela... o que acha?
— E o teu presente? Ainda não olhei...
— Na volta... pode ser?
— Ok. Topo. Tô a fim mesmo de dançar... Espere que vou me arrumar...
Logo depois, André, ao ver a irmã sair do quarto, não acreditava como ela poderia ser mais bela do que já era.
Mas Branca tinha essa capacidade. E parecia não fazer nenhum esforço para isso.
— caramba... Você vai provocar acidentes se sair assim a rua...
Ele se referia as belas pernas expostas, o vestido preto um pouco acima do joelho...
Ela estava um sonho. Sedutora ao extremo!
— vamos, então? — convidou ela.
A chácara estava apinhada de gente, e tocava só musica tecno.
Beberam uma caipirinha, sentados. Tentaram conversar, mas o som era ensurdecedor.
— tá difícil aqui...
— quer ir pra outro lugar?
— NÃO SEI... o que você sugere?
— bem...
— ahn... Tem aquele lugar onde fomos aquele dia, aquela colina... Adorei... Vamos lá?
— claro... Aqui tá esquisito... — vibrou ele, intimamente.
Branca propondo para os dois irem naquela colina, onde protagonizaram aquele amasso federal, era demais para ele...
Saíram da chácara, e rumaram em alta velocidade até o local sugerido por ela.
Branca desceu do carro e aspirou o ar puro da noite, a exemplo da vez anterior.
Espreguiçou-se languidamente, como se relaxasse após uma noite de sono.
— Este lugar é tudo de bom...
— eu também acho. Me lembra de coisas boas...
Disse isso olhando fixamente os contornos do corpo espetacular da irmã, iluminada pelo luar redondo da noite.
— mano, bota aquela musica que ouvimos aquela noite...
André não acreditava. Tudo estava correndo bem demais. Entrou no carro, fazendo a vontade da irmã.
A música começou tocar, e André ficou olhando a irmã. Esta se aproximou dele.
— me convida pra dançar?
Ele, não se cabendo em emoção, se aproximou da irmã. Esta lhe enlaçou o pescoço, colando seu corpo ao dele.
Ele a abraçou pela cintura, e seu rosto se afundou nos cabelos sedosos e perfumados da moça.
Iniciaram uma dança, de movimentos lentos...
— aqui tá muito melhor que aquele inferninho... — disse ela.
André nada disse. Apenas afastou o rosto, ficando face a face com bela garota. Enfim, falou, suavemente.
— com você, tudo fica melhor em qualquer lugar...
Ela riu.
— humm... Você caprichou, heim?... rsss...
— é... é o melhor que posso fazer...
— bobinho... adorei...
Seus rostos estavam perigosamente próximos.
Ele olhou aqueles lábios tentadores.
— caramba, Branca, desculpe o que vou dizer, mas você tem a boca mais linda que já vi na minha vida.
Ela fez cara de surpreendida com aquele elogio.
— aposto que todo mundo fica louco pra te beijar... — prosseguiu ele.
Ela o fitou.
— e você... fica? — pergunta.
— eu... Você sabe que fico...
— e então, por que não me pede um beijo?
Ele não acreditou no que ouvia... Ela fecha os olhos e aproxima seus lábios dos dele, tentando-o.
Ele não agüentou e colou sua boca na dela.
Seus corpos ficam muito colados um no outro. André se deleita nos lábios saborosos da irmã, e esta lhe acaricia a nuca, os cabelos, o rosto.
Foram uns dez minutos de beijo quase sem interrupção...
Por fim, ela se afastou dele.
— ufa... Haja fôlego... rssss...
André sorriu.
— a Pri deve adorar teus beijos...
— esse rolo foi você que me arranjou...
— E você está adorando, aposto...
— você me empurrou a ela...
— tudo bem, a culpa é minha... Desculpe por isso também... o que a gente estava fazendo mesmo?
— Diz você pra mim...
— Acho que era uma coisa muito, mas muito deliciosa mesmo... — diz ela, colocando o dedo indicador entre os lábios.
— o que era mesmo? — pergunta ele, o membro louco para sair de dentro da calça.
— acho que você estava beijando tua irmã, na boca... rssss
— e que boca gostosa tem minha irmã...
Dito isto, nada mais impediu que voltassem a se beijar ardentemente.
Ficaram naquele amasso por quase duas horas.
Mas não passaram daquilo.
André resolvera não avançar o sinal, mesmo que isso lhe custasse um esforço terrível. Teria ele alguma estratégia? Talvez ele não quisesse espantar a presa.
Voltaram para casa.
Ainda se beijaram no quintal, pois estava bem escuro. Ficaram ali ainda por um bom tempo, se abraçando e se beijando muito.
Mas Branca logo se desvencilhou e entrou pro seu quarto. Trancou a porta. Estava arfante.
— Nossa, preciso de uma ducha...
Despiu-se. Em seguida,tocou-se. Estava ensopada. Cerrou os olhos, mordendo os lábios.
— Hummm... esse cara me deixa sem noção...
André não se cabia em ansiedade. Levantava da cama, sentava... a espera era de uma expectativa terrível...! Branca combinara com ele que viria ao seu quarto para ela cumprir o prometido sobre o presente.
Seu coração se acelerou quanto ouviu dois toques na porta.
Abriu a porta para Branca entrar.
Ela estava com uma expressão estranha, segurando nas mãos o embrulho aberto do presente do irmão.
Ela já estava de pijama estampado, os cabelos soltos, e cheirava a sabonete, o que indicava que ela se havia banhado recentemente.
Ele ficou em pé. Ela o olhou fixamente.
— como você é danado...! e eu pensando que era um colar...
Ele, parecendo calmo.
— eu não disse nada que...
— eu sei, mas, apesar disso, achei lindas, acredite, adorei... Foi safadeza tua, mas gostei dos presentes...
Ela depositou o embrulho na cama, e o abriu.
Logo ela separou as peças na cama.
Eram quatro conjuntos de lingerie em quatro cores diferentes.
Preto, rosa, vermelho e creme... Calcinha e sutiã.
— você é terrível... Nem acredito...
Ele sorriu. Ela teve que fazer o mesmo...
— bem... se quiser não fazer...
— eu pensei nisso, mas eu costumo cumprir meus acordos... Assim como você.
— bem...
— como está tarde, vamos fazer rápido... Me empresta teu banheiro...
André, decepcionado, assentiu. Pensou que ela trocaria de roupa ali, na sua frente. Paciência.
Ela entrou no banheiro. Ele esperando, ansioso...
Não acreditou quanto ela abriu a porta e de lá saiu vestindo o conjuntinho preto.
De arrasar. Ele ficou de queixo caído.
Ela andou com graça até o centro do quarto e ali ficou, se exibindo pro rapaz.
— que tal?
Sua expressão abobalhada foi a resposta. Ela sorriu.
Logo ela repetiu a dose, como fizera antes com outras duas peças. André não se cabia em admiração.
Aquela belíssima garota, ali, a sua frente, em trajes sumários...
Aquele corpo extremamente tentador, as coxas e pernas perfeitas...
O rosto, sorridente, a expressão denotando uma leve ironia, como que sabendo da tortura que causava no pobre rapaz.
— bem... Só falta uma...
— bem... Esta ultima...
— ah... Eu pensei que você tivesse esquecido... Eu tava torcendo muito pra você esquecer... que coisa!
Amuada ela sentou-se na cama.
— bem... Se você não quiser...
— você sabe que eu sempre cumpro o que prometo... Você é um chantagista em potencial...
Ela ficou em pé.
— Pior que eu morro de vergonha de ficar assim perto de você, juro...!
— eu também fiquei quando você tirou as fotos, mas fiz por você...
— eu sei... eu sei... Tudo bem...
Ela se aproximou e ele pegou a ultima peça, a vermelha. Ela tapou o rosto com as mãos, mostrando sentir-se envergonhada por aquele ato.
Sentado, André tinha seu rosto na altura dos quadris de Branca, que estava bem junto a ele. Mas ele se levanta, e se coloca por trás dela.
— bem, vamos tirar primeiro este aqui...
Ele desprendeu o sutiã por trás, e este caiu no solo.
Os seios perfeitos da garota ficaram expostos, mas ela logo os protegeu com as mãos. André não resistiu. Postado atrás, subiu suas mãos pelo ventre liso da irmã, até os seios... Forçou e ela deixou que ele a tocasse nos seios...
Ela suspirou quando ele apalpou em cheio seus dois mamões duros e plenos de juventude. Dali, como podia, procurou a boca da moça.
Esta entreabriu seus lábios e deixou-se beijar ardentemente pelo irmão, apesar do grau de dificuldade. Sentiu a mão dele descer pelo seu ventre, até a calcinha. Lá, ele fez algum rodeio, mas ela sabia das intenções dele.
“Oh, não... ele não vai... ele não vai...” pensou, aflita.
Mas ele foi. A mão desceu até a calcinha inchada, e explorou ali, o dedo obsceno enfiando-se no vão das coxas comprimidas uma na outra.
Ela não teve como não segurar aquele gemido. O dedo pressionou sua grutinha por sobre a calcinha. Ela sentiu-se toda molhada.
O dedo intruso parecia querer separar os lábios da sua buceta, pareciam buscar o grelinho já todo intumescido.
Suas bocas se buscaram, e Branca sentiu a língua quente do rapaz na sua. Estremeceu dos pés a cabeça.
Logo, ele se abaixou por trás, seu rosto na altura das nádegas perfeitas da garota. Olhou aquela bunda tentadora, de contornos suaves, porém, terrivelmente excitantes. Suas mãos se postaram nas nos quadris, e começaram a descer a ultima peça que cobria aquele corpo de deusa.
Branca olhava e não acreditava.
Que loucura era aquela? Viu o irmão abaixando sua calcinha... Dali a pouco, ele poderia vislumbrar toda sua bundinha...
"não acredito...o que estou fazendo?" pensou.
André viu a bunda gostosa da irmã aparecer diante dos seus incrédulos olhos.
A calcinha descia pelas coxas deliciosas da moça.
Ele pôde ver alguns fios de pêlos, negros e sedosos, se projetando, por trás, do vão das coxas, em sua direção.
A calcinha desceu até os pés. Ela levantou um pé e depois o outro, para facilitar o trabalho do irmão.
O rapaz foi ficando em pé, ainda admirando as formas nuas da bela garota.
— posso vestir agora?
— ainda não... Posso te olhar um pouco?
Ela pensa por um instante. Ele aperta uma das mãos dela. Ela sente o calor que emana dele.
— pode... Mas ta ficando tarde...
Ele rodeou e ficou de frente para a irmã. Fitou seus olhos.
Ela tapava os seios com uma das mãos.
Com a outra, tapava seu púbis.
Ele foi descendo os olhos gulosos pelo corpo perfeita da irmã, detendo-se na mão que lhe tapava o sexo, inutilmente, pois tufos de pêlos negros escapavam pelos lados.
Pelo jeito, Branca não se depilava com freqüência.
Sua pelagem pubiana era considerável. E excitante.
— o que tanto olha...?
— você é linda... te imaginei nua muitas vezes, mas nunca pensei que você fosse tão... Tão... Gostosa assim...
Ela sorriu.
— Ficava me imaginando assim? Há quanto tempo?
— Depois que daquelas fotos...
— pronto... Agora posso me vestir?
— ainda não... Tira a mão...
Ela abaixou a cabeça, se olhando, titubeou, mas afastou a mão, devagar, revelando o púbis muito peludo, de pêlos negros e sedosos...
Ele fazia força pra se manter parado, tamanho foi o impacto erótico do momento.
— Branca, você é gata demais...
Ele se aproximou. Seu rosto ficou muito próximo do dela.
— caramba, to louco pra te beijar...
Branca fechou os olhos. Mas voltou a abri-los.
— hmm... ta bem... me beija, mas preciso ir para o meu quarto...
Dito isto, ela levantou os braços e o enlaçou pelo pescoço.
Sem esperar mais, o rapaz a beijou com força e desespero.
Suas mãos desceram pelo corpo nu da irmã, e se colocaram em suas nádegas.
Forçou o corpo dela para si, sentindo os pelos da buceta da irmã roçarem seu membro duro sob o calção inchado.
Branca se deixava beijar e correspondia com na mesma intensidade. Sua cabeça rodava, não conseguindo coordenar as idéias. Parecia um sonho para ela. Normalmente seria inconcebível ela fazer aquilo que fazia naquele momento: ela, ali, abraçada ao irmão, totalmente nua, peladinha da silva, e aos beijos com o rapaz.
E este, safadamente, lhe apalpava a bunda, com as duas mãos atrevidas...!
E essas mãos lhe puxavam para si, fazendo uma pressão sobre aquele membro duro, saliente, parecendo louco para saltar daquele calção...
Branca sentia um misto de emoção, tesão... Desespero. Mesmo assim, abria sua boca e recebia a língua sedenta do rapaz dentro dela...
Ela consegue balbuciar alguma coisa.
— posso... me vestir...?
Ele não lhe dá ouvidos. Apenas se afasta um pouco e olha aquela gostosura ali a sua frente. O pentelho negro, farto...
A junção das deliciosas coxas alvas e grossas, o ventre liso, os seios túrgidos...
Ele senta-se na cama, e a puxa para perto de si.
Ela, de pé diante dele. Ele sentado, seu rosto na altura daquele monte de pêlos luxuriantes e sedosos. Ele olha. Ela tenta dizer alguma coisa, mas nada sai. Ele segura as mãos dela. e a conduz para sentar-se ao seu lado.
— quero te olhar... Você é linda...!
Ela fita os olhos vidrados de desejo do rapaz. Ele pede docemente que ela se deite. Ela titubeia, mas acaba obedecendo. Seus pés ainda apoiados no piso. Ele então admira as formas voluptuosas da irmã...
Cada detalhe não escapa daqueles olhos ávidos, famintos...
Mas ele se detém maior tempo olhando sua montanha de pêlos...
Jamais imaginara passar por momentos deliciosos como aquele em sua vida...
Num movimento, ele se ajoelha, tendo a sua frente aqueles dois joelhos cerrados... Ela observa seus movimentos como pode...
Ele tenta separar aqueles joelhos... Ela resiste.
Ele sussurra:
— deixa eu te olhar... Abra pra mim...
Ela fecha os olhos, morde os lábios. Olha os olhos suplicantes do irmão.
Pensa mais um pouco e, para deleite do rapaz, ela resolve presenteá-lo entreabrindo suas coxas...
E o que ele vê é muito cabelo naquele vão... E lá no centro, vislumbra a grutinha rubra...
Ele força mais, e ela se abre ainda mais...
Agora ele tem uma visão privilegiada daquele jardim proibido, mil vezes proibido...
Andre jamais sonhara com tudo aquilo.
Branca, sem forças para reagir, ou talvez não querendo reagir, via seu irmão abrir suas coxas ainda mais...
Ela estava quase totalmente escancarada para ele... André, em pleno delírio, vê aquela flor rubra se abrir para ele, os pequenos lábios desgrudando-se como pétalas de rosa...
Estremece ao vê-lo aproximar seu rosto, ficando pertinho da sua parte mais íntima, aquela parte poucas vezes explorada...
Veio-lhe a mente seu namorado, das vezes, e poucas, que transaram... Foi como forçar-se a sentir remorso, mas a imagem do seu distante namorado se esvaiu tão depressa quanto veio...
André aspirou ao aroma que exalava de entre as coxas da sua bela irmã... Parece que apreciou imensamente, pois enfiou o nariz em meio aquela selva de cabelo e cheirou, novamente, longa e profundamente...
Ouviu sua gostosa irmã emitir um leve gemido... Sentiu a pele das coxas dela ficarem arrepiadas...
— posso te beijar... aqui?
Ela não respondeu...
Ele repetiu a pergunta...
— só... Só um pouco... Por favor... Preciso me vestir...
André fez que não ouviu o apelo e seus lábios se juntaram aqueles outros "lábios", os grandes e pequenos lábios daquele buceta já totalmente ensopada ...
Sente aquele gosto salgadinho, sua língua passeando por toda a extensão daquela valetinha molhada...
Branca arqueou o corpo todo.
— André... oh, André... aaah!
Cerrou as gostosas coxas, pressionando suavemente o rosto do irmão entre elas. Este, porém, não deu trégua.
Fustiga sua gruta com a língua, como que forçando uma penetração, mas a mesma resvala no grelo erétil.
O corpo da irmã teve outro sobressalto, como se uma descarga elétrica de alta voltagem a tivesse atingido.
— André... mano, não faz assim comigo... aaah...!
O orgasmo veio violento...
— Ahhhh... Estou... oh, eu estou... aaah...!
André literalmente chupava a buceta da irmã, e esta tinha seu corpo tomado por convulsões. Ela sentiu seu irmão descolar a boca daquele lugar...
Entreabriu os olhos e o que viu a deixou arrepiada.
André, o calção abaixado, segurando em sua mão aquela tora de carne, latejante, ereta, cuja cabeça enorme e rubra parecendo um tomate, avançava em direção de sua gruta palpitante de tesão...
A cabeça pincela seus grandes lábios, o clitóris, arrancando dela um gemido alto, profundo...
— Não... isso não... não podemos... sou tua irmã — ela teve forças para balbuciar, ao último resquício de bom senso.
Mas sua voz não sai.
Sente a cabeçorra vermelha lhe forçar a grutinha apertada, e saltar para dentro...
O corpo do rapaz parece vibrar de prazer ao sentir o calor aconchegante daquele delicioso recanto.
Ele quer levar aquele desejo insano às últimas conseqüências.
— Aaah, quente... Como é quente... gostoso...aaah...
— ooh! mano... ooh!
André forçou mais e entrou mais dentro de sua gostosa irmã.
Branca se sentiu rasgada, aberta, violada... Sentiu aquela tora de carne nas entranhas como brasa ardente!
André sentiu um calor insuportável se apoderar de si.
Excitação em alta voltagem, impossível reter o gozo que se aproximava, tanto que parou por um momento...
A garota, olhos cerrados, dentes alvos mordendo os lábios, os cabelos revoltos espalhados pelo belíssimo rosto, o corpo, nu, suor escorrendo, seios cujos bicos apontavam para o teto, peito arfante, denotando um coração com batimentos ultra acelerados, o ventre liso, alvo, terminando naquela mancha negra de pêlos...
As coxas abertas, e em seu meio, o mastro ereto, introduzido pela metade naquela gruta que André descobriu quente, acolhedora, apertadíssima, que parecia querer sugá-lo para dentro dela...
Dali, como podia, André a pegou pelas coxas e a conduziu até o meio da cama, ainda gostosamente engatado...
Agora ela estava a mercê dele, estirada na cama, indefesa, pronta para ser possuída.
Branca abriu os olhos, percebendo que o que ele fazia, mas não pode reagir. Faltava-lhe força para qualquer reação.
André deitou sobre aquele corpo acolhedor e de carnes fartas e macias. Fez um movimento e meteu mais um pouco.
— aahhh... aaah...
O som da voz saiu débil.
Logo suas bocas estavam coladas, e o beijo saia molhado, intenso, irregular...
Ele iniciou um vai e vem lento, bem lento e ela sentia-se alargada aos poucos...
O calor lhe subia pelo corpo todo.
Tentou entender o que acontecia, em vão.
Sua parte mais intima estava sendo devassada por seu irmão bem dotado e este lhe beijava os seios. E aquilo lhe provocada um desejo intenso, pois seu corpo era tomado por espasmos...
Sentira dor ao ser penetrada, mas agora estava um pouco mais confortável.
André fazia um vai e vem gostoso, e ela começou a assimilar aquilo, tanto que seus quadris começaram a se movimentar timidamente, acompanhando os movimentos dele.
Sentiu que ele metia um pouco mais a cada movimento...
Começou a corresponder ainda mais aos beijos dor irmão, mordendo-lhe o queixo, a língua... Um desejo intenso começou a se apoderar dela. Trava as pernas às suas costas, num delicioso chave de pernas; seus movimentos começaram a ficar cada vez mais fortes, mais cadenciados.
Era o despertar de uma fêmea no cio.
Sentiu que ele a poupava e não metia tudo, com medo de machucá-la...
— aah, maninha... como você é gostosa...
— ooh... meu amor... Me beija... Me beija... — dizia ela, desavergonhadamente.
Ele ficou até surpreso com aquela reação dela. Ela estava participando mais do que nunca.
— Ah, gostosa... gostosa... tesuda... maninha tesuda...
O vai e vem aumentou de intensidade.
Os gemidos de Branca tomaram conta do quarto. Andre já socava com força dentro daquela buceta tesuda, macia, apertadíssima, quente... E
ela acompanha os movimentos dos quadris dele... a cama rangia...
— eu tava louco pra trepar com você... tesuda... boazuda...
— ooh, maninho, meu amor... Me come... me come com força... vem... me rasga... me rasga...
Aquela voz cheia de tesão foi demais pra ele. O gozo veio imperioso.
— aaahhhh!!! vou esporrrar...!! vou esporrarrr...!!
Apesar do intenso e total envolvimento naquele ato de desejo e sexo extremado, um lampejo de lucidez passa pela sua mente.
— não... dentro de mim não... faz fora... faz fora...
Num esforço imenso ele sai dela. Ela arregala os olhos ao ver o membro melecado, latejante, imenso, grosso e duro, na mão do irmão, já expelindo sêmen com violência...
Ela se encolhe toda, ele, de joelhos, esfregando o membro, em desespero...
— aaah...aaah...
Branca olhava, perplexa, daquele cabeça vermelha e inchada sair jatos e jatos de liquido... Uns se arremessaram sobre seu corpo, o resto pros lados, por toda a cama...
— André...!!
André gemia alto, contendo o grito...
— aaah... maninha... Branquinha... aaah... aaah...!
Ele olha entre as coxas da irmã e viu o que seu membro fizera: sua gruta, toda aberta, como uma flor rubra... um rombo, na verdade.
Aquele olhar tem algo de animalesco. Ela se retrai.
Ele, então, a pega pelas pernas e a deixa de bruços.
Branca, totalmente entregue, sente ele ajeitar seu membro na entradinha da sua buceta em chamas... e num movimento vigoroso, a penetra profundamente.
— aaah... aaahhh...
— empina essa bunda, gostosa... empina... aaah... tesuda...
— sim... sim... assim... assim...
— aah... Que buceta tesuda você tem, maninha...
Ele socava, impiedoso, enfiando seu pau quase que totalmente naquela flor devassada pelo seu potente caralho.
Andre puxou a garota para si, trazendo aquela bunda de encontro a si, penetrando-a profundamente.
Ela não segura mais os gemidos, mesmo seu rosto estando afundado sobre os lençóis.
— aah, ta entrando tudo... aah, delícia de mulher... aaah, maninha tesuda... tesuda demais.... aah..
O pau deslizava, macio, para dentro de Branca, entrando e saindo, num ritmo alucinante.
— Oh, gostosa... vou morrer te comendo... aahhh, tesuda...!
André desabou de lado, e a trouxe junto. Naquela posição, ele podia ver seu pau entrando e saindo naquele emaranhado de pêlos melecado de gozo.
— Andrezinho... Oh, Andrezinho... aaah...
— você quer mais... Você quer mais... diz pra mim, vai, gostosa...
— quero...quero muito... tudo... quero tudo dentro... quero... aaahhhh...!
Andre socou forte e penetrou até o fundo. Ela soltou um gemido gutural, mordendo o lençol, contendo um grito.
— Está vindo... aaaah!... está vindo! aaah...
André não conseguiu segurar desta vez.
O gozo veio fortíssimo e não deu pra sair de dentro da irmã.
Os jatos inundaram aquela gruta apertada, quente, saborosa...
— aaah... to esporrando!... to esporrando!... aah...!
As palavras saiam meio desconexas, mascadas...
Branca, estimulada pelo gozo do irmão, chegou ao orgasmo uma, duas, três vezes consecutivas...
Sentia os jatos de porra do irmão chocarem-se no seu útero...
Sentia-se irremediavelmente em seu poder... Sentia-se dele, toda dele, em todos os sentidos possíveis...
— aah... sou tua... tua... toda tua...vem...aaah...
Os jatos diminuiram, e a coxa direita de Branca desabou sobre o enorme pau do irmão, atolado na sua buceta inundada de porra.
Ele procurou a boca da irmã, febrilmente, mas esta parecia que desfalecida.
Fez ainda alguns movimentos, metendo até o fundo, para depois sair...
O membro, muito inchado, semiduro, deslizou para fora, e estirou-se sobre a coxa do rapaz.

Algum tempo depois, André abriu os olhos e deparou com Branca olhando para ele. Estava aninhada em seus braços, nua e pensativa.
— oi... Parece que cochilei... Será que foi sonho?
— quem dera fosse... Acho que cometemos uma loucura...
— uma loucura gostosa...
— e agora? O QUE FAREMOS?
— eu quero você pra mim...
— mas como?... Sou tua irmã!!... Não é possível...
— ninguém precisa saber... Termina com teu namorado, vai...
— eu faria isso mesmo... Nem sei como encararia ele depois dessa...
— eu quero você só pra mim...
— e a PRI?
— esquece a PRI... Nada a ver... Eu não quero mais nada com ela...
Ele olhou e viu que ela se cobrira com um lençol.
— caramba... Você é demais...
— você quase acaba comigo... Seu doido... Agora entendo porque aquelas meninas não param de vir atrás de você. Você não me deixou em paz quase a noite toda...
— e você gostou...?
— hmm... não sei...
— Bem... são 4 horas... temos mais duas horas ...
— aah, não... por favor... to toda ardida... não...
O rapaz não deu ouvidos.
Dali a pouco, Branca cavalgava o irmão, descendo e subindo sobre o pau vigoroso do rapaz.
— aah... meu amor... te amo... me come... me come muito...aaah...

Tempos depois, o pai de Branca conseguiu um emprego para ela, mas era em outra cidade. Conseguiu também transferência do curso que a filha fazia na universidade local.
— Pai, só vou se o André for comigo. Não quero ficar sozinha numa cidade que nem conheço.
— Filha, será que o desocupado do teu irmão vai topar?
— Pai, eu sei como convencer ele.

Dali a pouco, Branca e André se beijavam ardentemente. A mão do rapaz entrava sob o vestido da garota, alisando suas tesudas coxas.
— Peraí — disse ela, afastando ele. — eu preciso te falar de uma novidade...
— Qual? Vai aceitar namorar comigo? Rssss
— Larga de ser bobo... Eu aceitei o emprego em São Carlos...
— Você aceitou? Quer dizer que...
— Quer dizer que... vou ter que ir embora...
André ficou desolado. Ela sorriu e lhe acariciou a face.
— Mas eu disse pro papai que só vou com uma condição...
— E qual é?
— Que você fosse comigo...
— Você disse isso a ele? E o que ele falou?
— Ele acha que você não vai querer ir...
— E você acha o que?
— Você que sabe. Quer ir?
— Só eu e você, longe daqui, morando juntos na mesma casa...
— E ai? Topa? — pergunta ela, cheia de expectativa.
— Tudo bem. Topo.
Ela se abraçou a ele.
— Bem, fique aqui, vou comunicar aos velhos que você vai... rsss
Ela se levanta. André a segura perto da porta.
— Não vai ainda... espere um pouco...
— Mas, mano, preciso avisar eles...
— Faz três dias que você não fica comigo...
Ele a abraça por trás, e ela sente o membro duríssimo nas suas nádegas.
—André, eles estão em casa... não podemos...
A mão dele levanta o vestido, e febrilmente abaixa a calcinha... Logo Branda sente o membro quente do rapaz resvalar suas coxas.
— Quero você... você é toda gostosa...
— Oh, André... assim você me pira, mano... a gente faz quase todo dia...
— E eu fico com mais vontade a cada dia que passa... você parece ficar cada dia mais tesuda...
— Mano, a gente vai ter tempo de sobra pra transar... em São Carlos... ooh...
— Quero você, agora...
Ela se abre para ele, e ele entra nela gostosamente.
— oooh, André... oooh, gostoso...
— Vai ser minha mulher, vai? Diz que vai...
— Vou ser... tua mulher, tua mulher... oooh..
André apertava-a contra a parede. Ela arrebitava a bunda o mais que podia, facilitando a penetração.
— Vamos... vamos pra cama — suplica ela.
Ele gira a chave da porta. Em seguida, levanta-a nos braços e a carrega até a cama, onde a deposita. Ela então se livra das roupas e aguarda André, que esfrega o seu grosso falo, louco para foder sua deliciosa irmã.
Durante toda a tarde, aquele quarto encheu-se de gemidos, ranger da cama e um forte aroma de sedução no ar.
Branca era uma garota linda, linda demais. Tinha um corpo voluptuoso, cheio de curvas. Sua pele era alva, os cabelos pretos ondulados, pernas e coxas grossas... Era a formosura em carne e osso.
Seria possível um irmão resistir à uma irmã assim?

F I M

Sobre este texto

Rodrigo

Autor:

Publicação:22 de julho de 2013 16:04

Gênero literário:Contos eróticos

Tema ou assunto:Jovens

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  • Rodrigo Miranda Baccardi
    Postado porRodrigoem23 de julho de 2013 20:42
    Rodrigo é um autor no História Erótica

    Valeu a dica.

  • Sr.Abade
    Postado porSr.Abadeem23 de julho de 2013 19:00

    Olá Rodrigo, adorei seu conto e principalmente o tema que ainda é pouco abordado no Brasil mas muito comum na Europa. Gostei dos diálogos e da forma como conduz a história. Se me permitir gostaria de lembrar que a web é um suporte diferente do papel, por isso sugiro que experimente textos mais curtos. Fica mais fácil de ler na tela e tenho certeza que aumentará muito seu número de leitores.

    Abraços e parabéns.

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