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Do fundo do baú

A SEDUÇÃO DE BRANCA - PARTE DOIS

Branca reuniu forças e tentou sair dele. Ela até consegue, mas ele a agarra por trás. Ela sente a saliência dura em suas nádegas... As mãos sobem pelo seu ventre nu... Com as mãos espalmadas, ele alcança os seios túrgidos, de bicos rosados e duros, e ela não contem um gemido...
Naquela posição mesmo, ele procura a boca da garota... Ela abre sua boca e o recebe, apesar do grau de dificuldade...
— por favor...temos que parar...a Pri vai aparecer...
— você ouviu o que falei...
— ouvi...ouvi... — e que você acha...!
— não podemos...não sei... aah... não me pega assim...
Ela reclamava por ele tocar seus seios agora a vontade. Seus dedos acariciavam os bicos durinhos e ela sentia arrepios pelo corpo todo.
— caramba ... como você é linda...
— mano, por favor...me deixa ir...
— você ouviu o que eu falei...
— sim...sim...ouvi...
— diga o que falei...diz pra mim...
— não... tá bem... você disse que me quer...quer me co... quer me... quer transar comigo... mas não posso fazer isso com você... sou tua irmã...tua irmã, cara!
— mas você é linda demais...e eu to louco por você... e você gosta de fazer isto comigo...sei que gosta...
— não...não...
— promete que vai pensar...
— tá bem... prometo... depois a gente se fala. Agora...me larga!
Ele a soltou.
Arfando, ela se recompôs, vestiu o sutiã, rapidamente.
— VOCÊ É LOUCO MESMO... se a Pri nos visse desse jeito...
Ela olha em direção a sunga do irmão. O volume é escandalosamente grande... Ela desvia o olhar e abre a porta.
— sai... vai na frente...ela tá te esperando...
Ele saiu. Ela trancou a porta e fechou os olhos, soltando um longo suspiro. Entrou no banheiro do quarto e pegou um pedaço de papel higiênico.
Abaixou a tanguinha... seu monte de pelos surgiu... se tocou e sentiu como estava úmida naquela região... Mordeu os lábios, sentindo como seu grelo ainda estava intumescido, saliente...
Branca gemeu ao se lembrar dos beijos, do amasso há pouco realizado com André. Cerrou as grossas e brancas coxas sobre a mão... gemeu alto...
— ah, André...você é louco...louco...louco...!
Recuperando o controle, secou-se com o papel. Suspendeu a tanguinha e saiu do quarto. ...
André chegou a beira da piscina. Pri estava dentro.
— E AI...POSSO ENTRAR?
A morena acenou afirmativamente e toda sorridente. Ele pulou na piscina e se aproximou dela.
— é verdade que a mana me disse?
— o que ela te disse?
— que você... tá a fim... sério?
— ainda não percebeu?
Ele se aproxima. Pega suas mãos por sob a água. Sente o roçar das coxas dela nas suas.
— eu é que to a fim de você... faz horas... você é gata demais...
Dalí pro beijo foi um segundo. Seus corpos ficaram entrelaçados dentro d’água. Pri sentiu o membro do rapaz roçar suas coxas, púbis...
Branca se aproximou da piscina, mas ao vê-los engalfinhados, parou.
Resolveu voltar a casa e tomar um refrigerante. Dentro da piscina, André não perdeu tempo. Por baixo d’água, tirou a tanguinha de Pri delado e sentiu os pêlos da buceta da garota.
— caramba... como você é tesuda...!
— ah...aah...cuidado que tua mana pode nos ver... – diz a morena, entre muito excitada e preocupada.
— não... ela vai ficar lá dentro...
André liberou seu membro enorme e o encaixou no meio das coxas da morena. Ela gemia alto, sem controle.
— você quer?
— QUERO... muito... muito...
— vou meter gostoso...vou te comer gostoso, tesuda...
Ele encaixou a cabeça do seu pau na entrada da buceta da garota. E foi introduzindo devagar... ela gemia alto, sem poder conter o volume... André enfiou a metade e parou... o corpo da garota amoleceu... e ele enfiou tudo, numa pancada só... ela mal conseguiu abafar o grito. Sentiu-se aberta pela metade... o pau entrou justo, apertado...
Pri sentiu a sua grutinha ser aberta por aquela tora de carne quente e vibrante.

Branca resolveu ir embora. Um turbilhão de pensamentos confusos dominava sua mente. Precisava ir para casa e pensar na loucura que estava acontecendo.
Naquele dia, ela não viu mais o irmão.
No dia seguinte, na hora do almoço, ele apareceu, beliscou alguma coisa e saiu, apressado. Apenas um "oi" rápido para ela, que ficou olhando o rapaz sair pela porta da copa.
Um dia se passou. Quando ela chegava em casa, viu Priscila saindo com ele de casa. Os dois riam e trocaram beijos no portão.
Ela se aproximou, meia sem jeito.
— ooii, miga... quanto tempo... você sumiu aquele dia... – disse a morena.
— oi... eu tinha coisa pra fazer em casa, ligar pro meu gato...
André ficou por perto, ouvindo. Pri trocou algumas palavras com ela, e logo subiu e sua moto e foi embora. Branca, em silêncio, entrou na casa, seguida pelo irmão.
— e ai... não vai falar comigo? – perguntou ele, indo atrás dela.
— papai e mamãe saíram?
— sim...
— ah... entendí...
— a Pri me fez uma visita rápida...
— sei...
Branca vestia uma saia curta, blusa branca e sapatilhas. Atraente como sempre.
— e ai, o que tem feito? Estudado muito, aposto?
— claro... Você devia fazer o mesmo...
— eu faço... E tem pensado em mim? Ela olhou pra ele e tirou a língua, desaforada. Ele riu.
— você prometeu...
— que absurdo... eu nem pensei naquilo
Ela sentou-se no sofá. Ele fez o mesmo, perto dela.
— promessa é divida...
— você fez chantagem... Não vale...
— mas pensou um pouquinho pelo menos?
— não... esquecí...
Ele se aproximou, ficando junto dela... ela olhava pra frente.
— pensou sim...
— Vem cá, você não tem nada namorada, não? — perguntou com ironia.
— Pensou ou não pensou... — insistiu ele.
— tá... pensei... mas isso não quer dizer que...
— o que você pensou...
— não dá... é errado... e eu tenho namorado...
— o que tem de errado?
— tudo...
— não vejo nada de errado... você é linda... gata demais...
Ele começou a afagar seus cabelos.
— além de linda, é atraente demais... o que de há de errado querer... querer...
Ela olhou pra ele.
— querer o que?...seu bobo...
— querer... transar com uma irmã linda como você...
— como você é besta... não fala assim. Vê se me respeita...
— Você devia ter pensado nisso naquele dia, quando você começou a tirar a roupa na minha frente...
— Eu precisava daquela grana, e você também ganhou com aquilo...
— Desculpe, mas eu não consigo te tirar da cabeça...
Ele encostou o rosto no dela. As mãos pousaram em seus joelhos...
— mana, nunca vi coxas como as suas... são grossas, brancas... coisa de louco...
— e da Pri? Também são uma coisa de louco? rsss
— as tuas são muito mais...
Ela olhou pra ele, e ele se aproveitou e tascou um beijo. Ela não o repeliu.
Ele se aproveitou e tomou sua boca num beijo avassalador.
Seus lábios ficaram colados e Branca se abraçou ao irmão, correspondendo ardentemente ao beijo.
A mão deste lhe subia pelas gostosas coxas, até o alto.
— ah, Andrézinho... você é louco...
— Louco por você, pela sua boca... pelo seu corpo tesudo... louco pra comer... tua buceta, maninha...!
Branca fez que não ouviu aquilo, e não pode conter o ataque forte do irmão. Sentiu o calor que emanava dele, das suas mãos atrevidas que lhe exploravam as coxas a vontade, ela nada podendo fazer para impedir...
Ele parou de beijá-la e ficou olhando sua mão subir, suavemente por aquelas brancas coxas... a saia ja estava lá no alto, e sua calcinha estava toda exposta... Ela cerrou as coxas, como se isso evitasse o olhar guloso do rapaz.
Ela estava com o corpo já meio estirado sobre o sofá, olhando o movimento da mão do rapaz, que descia até o joelho e depois, subia, provocante, pelas coxas, detendo-se perto da ínfima peça que cobria aquela parte tão cobiçada.
Ela queria dizer alguma coisa que o fizesse parar, mas não conseguia nem balbuciar. Os lábios entreabertos, como se demonstrasse perplexidade diante daquele ato insano, pareciam, para ele, pedir beijos, muitos beijos.
A mão de André se aproximou daquele triângulo tentador, onde se formava um monte um tanto fora do normal. A mão, espalmada, roçou aquela região. Branca fecha os olhos, morde os lábios.
“Não, ele não pode fazer isso... aí não... Minha Santa Rita, não...” pensou.
Sentiu a palma da mão do irmão resvalar em seu grelo saliente; ela quase emitindo um gemido...
— não... André... o que...huummm... pare...
Ele fitou o rosto da irmã. Os olhos dela pareciam suplicantes. Ele voltou da passar a mão no monte. Branca, novamente, sentiu a mão ousada e atrevida resvalar em seu grelo, inchado e latejante. Sentiu sua buceta encharcada, o liquido inundar entre suas gostosas coxas... Sentia aquele escorrer, morno, passando pelo seu ânus, provocando nela arrepios indescritíveis.
Ela reuniu suas ultimas forças.
— pare, André... sou tua irmã, poxa!...
Ele fechou sua boca com um beijo que a deixou toda amolecida. Ela correspondeu com a mesma avidez, sentindo a mão do rapaz se enfiar entre suas coxas, ela temendo que ele percebesse o quanto ela estava molhadinha... Sente um dedo atrevido lhe pressionar por sobre sua grutinha em chamas. Já não pode evitar os gemidos, quando seu irmão descolou sua boca da dela.
— Oh... pare...
Ele parecia não querer obedecer. Num repente, ela o afasta de si. Como se despertasse de um estado de dormência, ela o olha, furiosa.
Sua mão, espalmada, se abate contra o rosto do irmão.
— como pode fazer isto comigo, seu nojento!
— mas, mana... você estava gostando.
— E você se aproveitou disso, seu babaca...! Se insistir, conto pro papai...! — mana, desculpe... Você parecia gostar.
Ela, rosto crispado, se recompôs, e correu em direção ao seu quarto.
André ficou ali sentado, balançando a cabeça, inconformado.
Branca entrou no seu quarto e se jogou na cama. Não conseguia, claro, coordenar os pensamentos.
Os dois não voltaram a se falar naquele dia.
Nos dias seguintes, Branca se limitava a dizer um "oi", pois era inevitável que se cruzassem em casa.
Já André se encontrava com Priscila quase todos os dias, e quando podia, transavam na casa dela. A garota se esbaldava mamando no imenso pau do rapaz, que se deliciava em possuir aquela deusa morena de corpo espetacular.
Gostava de comer Pri de ladinho, pois tinha uma visão do seu pau entrando e saindo daquela buceta apertada e gostosa. O rapaz a fazia chegar a múltiplos orgasmos e este, quando gozava, lhe inundava o ventre com jatos fortíssimos de sêmen.
Era assim quase todo dia.
Mas André não tirava Branca da cabeça. Pensava na bela irmã, naqueles beijos ardentes, naquela pele suave, naquelas coxas grossas, brancas e gostosas de se pegar... Lembrava dos seios de bicos pontudos, róseos, da voz trêmula dela pedindo que ele parasse, mas logo oferecendo seus lábios sequiosos para serem beijados sem parar.
Sempre que pensava em Branca, seu membro ficava rapidamente ereto. Pri, sem saber a razão, era que se beneficiava.
Numa tarde, Pri e Branca se encontraram num barzinho.
— Tudo bem com você? — perguntava a morena, vendo o semblante cansado da amiga.
— Varando a noite estudando... e você?
— ah... rsss... Varando a noite com teu mano... nem te conto... to vivendo um sonho. Teu irmão é uma coisa do outro mundo.
Branca abaixou a cabeça, pois uma sombra de ciúme lhe passou pelos belos olhos.

Sobre este texto

Rodrigo

Autor:

Publicação:20 de julho de 2013 19:22

Gênero literário:Contos eróticos

Tema ou assunto:Jovens

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