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AS FÉRIAS DE LOLA -PARTE 4

AS FÉRIAS DE LOLA -PARTE 4
Fernanda, apesar do estado de torpor em que se encontrava, sentiu aquelas palavras ecoarem em sua mente.
Não teve como esboçar qualquer reação. Seu corpo não obedecia as determinações da sua mente.
Sentiu as mãos de Marcelo passearem pelas suas pernas, coxa, detendo-se na sua vulva, dedos desbravando aquele emaranhado de pêlos sedosos e fartos.
Ela nem sabe como ele a faz ficar de bruços. Num instante, ela está com o rosto voltado para baixo, sentindo que ele a ergue pelas ancas, projetando suas polpudas nádegas para cima.
Seu corpo todo se arrepia quando sente o roçar do membro do rapaz em toda aquela região, até se instalar naquele vão.
Marcelo manuseia seu membro, admirando as formas perfeitas da irmã, as nádegas arredondadas, os pêlos que se projetam daquele vão... começa a “pincelar” aquela gruta, de cima para baixo...
Fernanda morde os lábios... sente a cabeça do membro resvalar forte no seu clitóris... ela segura um gemido.
Marcelo prossegue naquilo, forçando a cabeça enorme.
Sem ela esperar, Marcelo projeta seus quadris de encontro àquelas deliciosas nádegas, e penetra Fernanda.
Penetra até a metade.
A garota retesa o corpo. Já não consegue segurar um forte gemido.
— Ooooh!
Marcelo se detém, momentaneamente.
Em seguida, segurando-a pelas ancas, começa a trazê-la para si, entrando nela bem devagar.
Entra até onde pode. Fernanda talvez não tenha uma gruta muito profunda, pensa. Não quer machucá-la.
Ela é preciosa demais para sofrer qualquer dano provocado pelo seu colossal membro.
Fora assim com Verônica, que era virgem.
Fernanda não era, mas parecia.
Para Marcelo, ela era muito apertadinha.
Ele então já a sente um tanto alargada, e então começa a se mover, num vai e vem lento.
Fernanda emite gemido após gemido.
Seu corpo já começa a corresponder ao forte apelo sexual do momento, embora discretamente.
Marcelo começa a sussurrar coisas ininteligíveis para ela. Palavras chulas, indecorosas, impublicáveis, todas relacionadas ao fabuloso corpo da sua irmã e ao que estão fazendo.
— caramba, como vc é boa!... — rosna ele.
Está entorpecido de desejo.
Fernanda sente aquele membro descomunal crescer ainda mais dentro dela.
Parece ficar cada vez mais grosso, cada vez mais longo.
Marcelo começa a intensificar seus movimentos. Empurra o corpo de Fernanda para frente a cada estocada.
Os minutos passam.
Marcelo agacha-se sobre suas costas. Sua mão direita sobe pelas coxas da moça, pela frente, até tocar sua vulva.
Seus dedos, febrilmente, tateiam aquela selva de pêlos, já totalmente úmidos de secreção vaginal...
Ela se retesa toda quando ele a toca no grelo intumescido.
Ele insiste naquela carícia.
Ela já não retém os gemidos. Geme alto.
Perde toda a noção do que faz e o que Marcelo faz com ela. Submete-se totalmente às suas vontades.
Marcelo entra com mais vontade, ainda.
Seus gemidos se misturam. Parecem duas feras copulando.
Até que ele intensifica ainda mais seus movimentos.
— aah! Eu vou... eu vou...
Fernanda sente um calor insuportável emanar do rapaz. Suas mãos a agarram ainda com mais força.
O vai e vem dele se descompassa...
Num esforço sobre humano, ele sai de dentro dela...
O membro já sai lançando jatos de porra, atingindo as costas da moça, e partes do interior do jipe.
Marcelo solta uns grunhidos, algumas palavras sem sentido para Fernanda.
Esfrega seu membro como louco.
Ele olha o rombo provocado na vagina da garota, e parece se extasiar com aquela visão.
Manuseia seu membro e a penetra novamente, muito profundamente.
Ela quase grita. Dos seus lábios sai uma espécie de lamento. Dor e prazer.
— ah, Fernanda... vc é gostosa demais... aahh...
Ela desaba sobre o assento. Já não tem mais forças.
Marcelo sai dela novamente, e, a exemplo da vez anterior, esfrega seu membro enlouquecidamente.
Após minutos de extrema agonia, ele relaxa.
Retira um lenço do porta luvas e limpa as costas da irmã.
Sem dizer nada, e sem olhar para ele, ela procura sua calcinha, que jaz aos seus pés. Ela recoloca a peça. Marcelo também se recompõe, ajeitando o assento em seguida.
Um silêncio um tanto constrangedor cai sobre eles.
Em pouco tempo, ele manobra o jipe e retoma o caminho de volta para a fazenda.
Fernanda olha pela janela.
Sua mente e uma confusão só.
Não sabe discernir o que acabara de ocorrer entre ela e Marcelo. Era surreal demais.
Marcelo, por sua vez, vez ou outra, olha para ela, mas nada tem a dizer.
Assim que chegam a fazenda, Fernanda desce rapidamente e vai para dentro de casa.
Marcelo parte para o campo.
Naquela noite, ele arma sua barraca, mas fica boa tarde olhando para a lua.
Não consegue tirar aqueles momentos com Fernanda da cabeça.
O sentimento de remorso, de culpa, vem, mas os intensos momentos de prazer e luxúria se sobrepõem a eles.
Lola também está presente ali, com ele.
Lola, provocante, linda, absurdamente gostosa.
Marcelo sente que está à beira de um precipício.
E pior, ele esta louco para se lançar nesse precipício.

Naquela noite, Lola percebe Fernanda um tanto distante.
— Tudo bem com vc?
— Tudo... — responde a garota, forçando um sorriso.
— Eu não vi o Marcelo durante o jantar...
Fernanda olhou para baixo.
— Acho que ele deve ter ido para o campo...
— Vai gostar de viver no meio de bois e vacas assim lá na...
Lola não completa a frase. Aquele silêncio de Fernanda era meio esquisito. Ela era meio tímida, mas agora ela parecia esconder algo. Pelo menos era o que Lola supunha.
— Falei com Klaus, hoje —diz ela, tentando puxar um assunto.
— É? Que bom... — limitou-se a dizer Fernanda.
— Quer sair hoje? Ouvi falar que tem um bailão lá na colônia dos...
— Mana, eu tenho que estudar hoje a noite... e to com uma dor de cabeça horrível...
— Tudo bem... Eu só queria...
— Desculpe, mana. Eu é que estou um caco... desculpe.
Lola ficou um pouco mais com ela, e depois a deixou sozinha.
Fernanda afundou o rosto no macio travesseiro. Não conseguia tirar de si aquele sentimento de haver cometido algo de muito errado.
Sabia que errara ao permitir que Marcelo fosse tão longe com ela. Aliás, ambos foram longe demais.
Muito mais do que o racionalmente permitido.
Como não tivera forças para reagir, para repelir Marcelo?
Ela ficou remoendo essa culpa por muito tempo naquela noite.
Até que, exausta, adormecera.

Nos próximos dias, Fernanda evitou cruzar com Marcelo. Mas tinha momentos que era inevitável um encontro dos dois: na hora do almoço e do jantar.
Ela alegava estar estudando, e que não podia interromper aquilo. Desculpa mais estapafúrdia, que Lola não engoliu.
Sentiu que algo acontecera com a irmã. Com certeza, era algum problema sentimental, achava ela.

Numa noite, Marcelo resolvera dormir em casa. Chegara tarde, se banhara e foi até a sala ver um filme.
Já passavam da meia noite, e todos pareciam dormir.
Qual não foi sua surpresa quando viu Lola aparecer a sua frente.
E o melhor, vestindo apenas uma camisolinha curta.
— Oi, sumidão — disse ela.
— To sempre por aqui — disse ele.
— Vc parece preferir as vacas...
Ela senta-se ao seu lado. Marcelo sente o perfume que emana daquele corpo.
Ele para de olhar a Tv. Volta-se para ela.
— Quando a gente vai pra cachoeira de novo?
— Acho melhor dar um tempo...
— Por que? Não gostou?
— Convencido.
— Linda ...
— Não provoca, Marcelo...
— Linda...
— Marcelo Cavalo... kkkk
— Lola, ou melhor, Vera Santos...
Ela olha para ele, surpreendida.
— Como vc...
— Caramba, aquele teu filme em que vc dá para o professor ... é demais...
— Você... como descobriu?
— Fui numa locadora, e a garota da capa parecia demais com vc... quando botei pra rodar a fita, tive certeza que era você...
— E ai... se masturbou muito vendo a própria irmã pelada?
— Me acabei...
Ela tentou lhe dar um tapa, mas ele intercepta sua mão direita.
Puxa-a para si, e a beija.
Ela tenta sair, mas ele é mais forte.
Logo ela já começa a corresponder, se abraça a ele, que começa a alisar suas coxas sob a camisola.
A mão de Lola pousa sobre o volume do calção do rapaz, que reage ante aquele toque ousado.
— Nossa! Ele já está assim? Rssss
— Por vc, gostosa...
— Vc precisa respeitar mais tua irmã... rsss
— To respeitando...
— Com essa mão boba ai me alisando, é?
Ele sussurra algo no ouvido dela.
Ela solta uma risada.
— Na na ni na não! Só com o Klaus... rsss
Ele a puxa para si, e a beija com tanta vontade, que a deixa toda mole.
Sua mão se enfia no meio de suas coxas, e a tocam na vulva,por sobre a calcinha.
— Deixa eu te tocar por baixo, vai... — pede ele.
Ela não deixa. É osso duro de roer.
Ele então começa a tocar em volta da renda da calcinha naquela área, puxando levemente os pêlos que escapam da calcinha.
O corpo dela reage a essa caricia. Marcelo a sente toda arrepiada.
Aquela situação parece deixá-la ainda mais excitada. O risco de alguém aparecer na sala e os flagrar naquele amasso parece ser extremamente estimulante para os dois.
Lola se entrega naquele beijo.
Suas coxas sedosas pressionam deliciosamente a mão atrevida do irmão.
Os dedos dele começam a se insinuar, fazendo menção de se enfiarem debaixo da calcinha. Ela permite, mas parcialmente.
Marcelo sente-lhe os pêlos, mas não consegue tocá-la na bucetinha.
Mas ele não desiste.
Beija-a cada vez mais intensamente.
— Ah, cara, vc ... me deixa louca com esses seus beijos... — entrega ela.
E Marcelo capricha ainda mais. Suas línguas se tocam cada vez mais intensamente.
Lola se arrepia a cada toque, a cada beijo. Sua mão aperta fortemente a cabeça do pau de Marcelo.
Ela chega a puxá-lo e a soltá-lo, como fizera das vezes anteriores. Sabia que aquilo levava o irmão às nuvens.
Ela se levanta. Quer o colo dele. E ele a recebe ali.
Sente o membro duríssimo nas nádegas. Ela começa a se mexer, provocando, tentando, excitando.
Fica ali por alguns minutos. Mas ela parece querer provocá-lo ainda mais.
Sai do colo dele.
— Tira ele pra fora — ela ordena.
Ele nem precisa ouvir duas vezes. Abaixa o calção, e o seu gigantesco membro salta para fora.
— Não acredito! — exclama ela.
Ela fica olhando, incrédula. O membro dele está em riste, e chega a se mover para ela, parece ganhar vida própria.
— Segura ele assim — pede ela.
— Como?
Ela então se agacha e pressiona o pau dele de encontro a sua coxa. Ele entende.
Ele segura o pau ali, enquanto ela levanta sua camisolinha.
E volta a sentar-se no colo dele.
Se beijam ardentemente, com ela movendo o corpo sobre o membro descoberto do rapaz.
— Hmmm... gostoso... — balbucia a bela moça.
— Pode... pode ficar melhor... — sussurra ele.
— Pode...? Ooh.... como?
— Senta no meu colo... mas tira a calcinha...
Ela não responde. Está tomada pelo tesão. Seu corpo todo está arrepiado, quente.
Ela então levanta-se, novamente.
E, para extremo prazer dele, ela abaixa a calcinha, retirando-a pelos pés.
E, toda lânguida, volta a sentar-se no colo dele.
A sua grutinha já totalmente encharcada, encaixa-se ao longo daquela tora de carne e músculos.
E ela começa a se esfregar nele. Ela o beija com sofreguidão, chegando a morder e arrancar sangue dos lábios do rapaz.
Ela parece possessa de desejo, de tesão.
Marcelo não tem como avaliar o prazer de ter aquela buceta quente esfregando no seu cacete de cavalo.
Sente-a toda molhada, ensopada.
Ele não tem como mensurar o clima erótico daquele momento.
Parece um sonho. Um sonho bom demais.
Mas era real, muito real. A Lola que estava no seu colo, sem calcinha, e movendo seu corpo sensualmente, era real. De carne e osso.
Principalmente, carne. Carne farta, fresca, saborosa.
Marcelo então, sem ela esperar, a ergue pela cintura. Ele está exasperado de desejo.
O membro, parecendo ter vida própria, fica em riste.
Marcelo tem que erguê-la muito, mas ele é forte, e Lola sente-se elevada por aqueles braços.
— Mar... Marcelo... — exclama ela.
Ele então a faz descer, devagar...
Lola sente a cabeçona roçar sua grutinha...
— Marcelo, você não...
Ele não a ouve. Faz com que ela desça um pouco mais.
A cabeça entra fácil. Ela está muito lubrificada.
Então, se ela esperar, Marcelo a solta, e seu membro entra rasgando, fundo, quente...
— ooooooh! — ela solta uma espécie de imprecação abafada.
— Caramba... ! — exclama o rapaz.
Marcelo a segura nos braços, e a traz para si, pois ela está como desfalecida.
— Marcelo... ooh, Marcelo... — balbucia
— Lola, vc é toda... toda gostosa... aah!
— Seu desgraçado... não era... não era pra...
Marcelo a cala com um beijo de tirar o fôlego. Ela então se entrega naquele beijo.
Logo seu corpo começa a reagir, movendo-se, devagar.
— Gostosa... gostosa demais...
— Oooh! Oh, Marcelo... !
Beijam-se. A mão de Marcelo tateia suas nádegas, acha o reguinho, e os dedos se enfiam lá.
Logo Lola sente um dos dedos do irmão tocando seu cuzinho. Seu corpo se contorce ante aquela caricia atrevida.
Ela inicia um sobe e desce lento, suave, mas que vai se intensificando.
— Tá gostando agora, tesuda? — provoca ele.
— Seu louco... louco incestuoso...
— Por você, maninha tesuda...
— Gosta... gosta de foder a maninha, é? Seu porco...
— Gosto... quero te comer muito... muito mais que aquele alemão viado do seu marido...
— Prova que vc é mais homem que ele... prova....
Marcelo enfia todo o seu dedo obsceno dentro do seu rabinho.
— Ui! Devagar! — reclama ela.
— Gosta? Ele faz isso? Já comeu teu cuzinho?
— Não... não faço isso...
Marcelo então praticamente se levanta com ela empalada nele. A deita no sofá e começa a socar com força.
— Ah, fode... fode muito, maninho... aaah...
Marcelo não agüenta muito. Começa a esporrar dentro dela.
— Oh, não... dentro não! — reclama a moça.
Marcelo sai dela. Ainda está louco de desejo.
Ele volta a sentar-se no sofá. Agora é ela que vem pra cima dele.
Deixa-se penetrar profundamente, e inicia um sobe e desce intenso.
— Oh! Booom! Booom demais! Ooh! — geme ela.
Seu corpo entra em convulsão. Ela goza intensamente.
— Oh, estou... ooh, estou gozando.... ooh, Marcelo..
— Estou gozandooo... oooh!
— Ah, Lolita... gostosa... gostosona... boazuda.. aahh!
Marcelo não tem como segurar, e, pela segunda vez, dá mostras de que vai ejacular.
Ela sai dele, e começa a esfregar seu pau.
— Goza, maninho... goza... goza gostoso...
— Ooh, porra! Aaah... demais... demais!!
Nisso, uma luz se acende num dos corredores da casa.
Lola fica de pé, e procura sua calcinha.
Acha-a e a veste rapidinho.
— Caramba, e agora? — pergunta Marcelo, aflito.
— Calma, seu cagão. Vai pra cozinha. Fica por lá.
Marcelo faz o que ela pede. Lola pega uma toalhinha de mesa e começa a limpar os respingos de sêmen espalhados no sofá.
Logo sua mãe aparece por lá.
— Oi, filha! Você ainda está acordada?
— Tava sem sono, mãe. Vim beber um pouco de água.
— Ah, eu também to com sede...
— Mãe, fica aqui que busco pra senhora — disse ela.
Lola foi a cozinha e lá encontrou Marcelo.
— Mamãe está na cozinha — disse ela, abrindo a geladeira e pegando a jarra de água. — Fica aqui até ela voltar para o quarto.
E assim foi. Assim que a mãe retornou para o seu quarto, Marcelo saiu da cozinha. Procurou por Lola, mas ela não estava mais por ali.
Ele queria terminar a noite possuindo a irmã.
Seu membro latejava de tão duro que estava.
— Ah, Lola! Minha irmã, vc é muito, muito doida — pensou, antevendo como seriam os próximos dias naquela fazenda.























Sobre este texto

Rodrigo

Autor:

Publicação:31 de agosto de 2013 18:26

Gênero literário:Contos eróticos

Tema ou assunto:Fetiches

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Ainda não há estatísticas de leitura deste texto, pois ele foi publicado em 31/08/2013.

Comentários

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  • andre
    Postado porandreem18 de setembro de 2013 22:48

    rodrigo vc vai continuar este conto? abro todos os dias este site na esperança de ler a continuação

  • Rodrigo Miranda Baccardi
    Postado porRodrigoem13 de setembro de 2013 22:01
    Rodrigo é um autor no História Erótica

    André,to completando mais uma parte. Realmente, este foi um dos meus melhores. Mas enquanto não publico, curta as outras que também são boas.

  • andre
    Postado porandreem12 de setembro de 2013 21:51

    rodrigo sou seu fã de outros sites. quando vc vai terminar este conto? para mim este, apesar de nao ter lido o final, ele e o melhor de todos

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