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AS FÉRIAS DE LOLA - PARTE TRÊS

AS FÉRIAS DE LOLA - PARTE TRÊS
Fernanda aguardava no ponto, nos limites da cidade, o jipe que a levaria para a fazenda, como de costume. Aquela demora não era comum, ou melhor, nunca ocorrera. O tempo parecia se fechar aos poucos, nuvens negras se formando.
– Só falta chover agora – diz, olhando o relógio de pulso.
Ela ouve um ronco de motor, mas desolada, percebe não ser do jipe. É um caminhão, e parece vir da cidade. O veículo estaciona perto de onde ela está, e dele saltam 3 homens.
– Moça, pode nos falar onde fica a fazenda Rio Bonito? – pergunta um deles, um sujeito de uns cinquenta anos, ruivo e alto, barba por fazer, como os demais.
– É por ali – e Fernanda aponta a única estrada que levava a todas as fazendas.
– Quer ir com a gente? Vai chover, hein?
– Meu pai já está chegando – diz ela, não gostando nada da aparência e da expressão dos 3 homens.
Um deles se junta ao primeiro, assim como o terceiro.
– Acho bom aceitar. Não é seguro uma menina bonita como vc sozinha num lugar deserto como este. Pode ser perigoso.
– Não se preocupe. Meu pai já vem.
Fernanda começou a temer por si, pois os homens pareciam não ter intenção de irem embora.
O ruivo se aproxima dela.
– Assim de perto, ela ainda é mais bonita, pessoal – diz ele, num sorriso sarcástico.
Fernanda agora tem certeza de que está em apuros. Ela olha em volta, como que procurando uma ajuda que não vem.
– Meu pai já está chegando...
– Seu pai não vai chegar, bonequinha... He He He – diz o segundo, um moreno alto e tão mal encarado como os outros dois.
Fernanda então começa a se afastar, o medo já a dominando completamente. Aqueles homens pareciam chacais famintos. Famintos por ela.
– Carne nova e de qualidade, turma. Hoje é nosso dia de sorte – diz o ruivo. – Zé, segura ela.
Fernanda tenta correr, mas os homens a cercam. Ela quer gritar, mas o pavor a domina completamente.
– Vem cá, pombinha arisca – rosna o moreno.
O terceiro a agarra por trás, sem ela perceber.
– Socorro! – grita a moça.
– Quem vai te ouvir aqui? – diz o moreno. – segura bem ela, Tonho.
Eles deitam a moça sobre o solo, e um deles lhe rasga a blusa. Fernanda já chora. Choro de pavor, de horror.
O outro lhe arranca o sutian, com violência.
– Caramba, o que é isso? Que tetas!
O tal do Tonho, o terceiro, tenta beijá-la. Fernanda, cheia de asco, morde-o.
O homem grita de dor.
– Sua cadela – e tenta esbofeteá-la.
– Calma, cumpadre. Não estraga o nosso almoço. Kkkkkk – diz o ruivo, segurando seu braço.
Fernanda está totalmente imobilizada.
Seus seios são apalpados por mãos calejadas e fortes.
Ela sente que está prestes a desfalecer.
O moreno faz menção de arrancar sua calça jeans.
– Deixa eu ver o que vc tem aqui, gostosa... deixa eu ver essa bocetinha, vai...
Fernanda tenta espernear, mas suas pernas estão bem seguras.
O homem lhe abre o zíper...
– É hoje que me acabo fodendo... kkkk
Nisso, um barulho à retaguarda, e o ruivo olha para trás.
Lá está o homem na moto, olhando para eles.
– Quem é esse? – pergunta. – Ei, você! Cai fora daqui!
O homem da moto não obedece. Desmonta e se aproxima deles, lentamente.
– Larguem a moça – diz, calmamente. – Esse almoço não é para o bico de vocês.
Tonho levanta-se. Em sua mão surge uma faca.
Fernanda tenta abrir os olhos, mas não consegue. A emoção fora forte demais, e ela desmaia.
O ruivo e o moreno já estão de pé. Este último brande um punhal prateado.

Naquele momento, um trovão fortíssimo explode, e uma chuva intensa desaba sobre eles.
O homem parece não se intimidar.
Continua andando em direção deles, pisando o lamaçal que se forma no solo.
– Ruivo, pega ele por trás. Tonho, pela direita – ordena o moreno.
O homem da moto enfim, para. Os outros o cercam, ameaçadores.
Tonho avança para ele.
– Vc não gosta de conselhos, hein, camarada? Vai aprender a...
Mal tem tempo para completar a frase. O homem ergue a perna direita, e girando, acerta uma patada em cheio na cabeça do caminhoneiro. Este desaba no chão, desacordado.
Ruivo e Moreno se olham. E, como se combinassem, avançam para o homem.
Ruivo nem sabe de onde vem o murro que o nocauteia. Moreno, por sua vez, recebe um chute em pleno saco, e se dobra de dor. A seguir, recebe um gancho no queixo, que quase o ergue do chão. Cai espalhafatosamente numa poça de água, e ali fica, também desacordado.
Fernanda meio que desperta. Tem a impressão de ser erguida do solo. Então, desmaia novamente.
A primeira coisa que ouve é o barulho da cachoeira. Ela abre os olhos e percebe que está debaixo de uma barraca, armada sob uma árvore copada. Como travesseiro, uma mochila.
Notou então que estava usando apenas um camisão xadrez de algodão e calcinha, apenas.
– onde estão minhas roupas? – pergunta, desnorteada.
Lembrou-se então do que acontecera, dos homens que tentaram violentá-la e depois de mais nada.
Ela ouve passos no solo fofo coberto de folhas caídas das árvores.
Ela se surpreende ao ver Marcelo aparecer a sua frente.
– Marcelo, você?
– E ai, dormiu bem? – ele sorriu. – Suas roupas estão secando. Caiu um aguaceiro, e você se molhou e se embarrou toda.
Ela perguntou-se intimamente onde estava o sutiã.
Lembrou-se então que um dos homens havia arrancado com força.
– E aqueles homens?
– Fica tranquila. Não vão querer estuprar mais ninguém por um bom tempo.
– Será que ainda não estão secas? – perguntou, apontando a calça estendida sob o sol.
– Se quiser, empresto uma calça para vc. Está na mochila.
– Tudo bem só até chegar em casa – aceitou ela.
Ela se levantou sob os olhares do rapaz. Ela estava envergonhada. A camisa não escondia a calcinha.
O simples fato de saber que ela havia ficado seminua a incomodava.
– Como se chamava aquele teu namorado? – perguntou Marcelo, sem ela esperar.
– Quem?
– Aquele cara que vc namorava, e que foi embora...
– O que é que tem ele?
– Nada. Apenas que acho ele o maior idiota – disse o rapaz, olhando para ela de cima para baixo.
Ela se veste rapidamente.
Aquele olhar dele era o mesmo daquele dia do banho na cachoeira.
Naquele dia, ela seria capaz de jurar que Marcelo as olhava com olhos de admiração... até ai, tudo bem, seria até normal um irmão admirar o corpo de uma irmã... mas naqueles olhos havia algo mais...
Logo estão na estrada que levava a fazenda.
Fernanda, na garupa, ficou pensando nas palavras de Marcelo.
Aquelas palavras vinham a reforçar ainda mais suas suspeitas.

Fernanda relatou o acontecido para os pais, Lola e a tia, que estava por lá. Todos ficaram indignados.
O velho Fischer soltou um impropério, reclamando que aquele já fora um lugar seguro.
Lola foi com Fernanda para o quarto de ambas.
– Mana, se não fosse o Marcelo, eu estaria perdida.
– Ainda bem. O motorista sofreu um acidente, e o papai mandou o Marcelo te buscar. Foi tudo de última hora, por isso a demora dele aparecer.
– Não importa. O que importa é que ele apareceu na hora “h”.
– É mesmo. E o papai disse que a partir de amanhã, ele é que vai te buscar todos os dias.
Fernanda pareceu se sentir muito mais segura com isso.

Mais tarde, Marcelo entrou na casa para beber água. Parecia que todos estavam fora naquele momento.
Entrou na cozinha e encontro Lola, sozinha, preparando suco de laranja.
Ela lhe passou um copo e ele aceitou.
– Como se sente sendo um herói? – perguntou ela, com aquele jeito meio debochado.
– Não me sinto um herói... – disse ele.
– Acho que a Fernanda te acha. Você evitou que ela fosse...
– Cheguei na hora certa, apenas isso...
– Quanta modéstia... isso me agrada... – diz ela, olhando-o nos olhos.
Ele sustenta aquele olhar provocante.
– A mim também me agrada... – diz ele, olhando-a de baixo para cima.
– Eu sei o que te agrada... sei, do jeito que você tocou ontem...
– Eu queria tocar por baixo... – ele entra no jogo.
– E por que não tocou?
– Por que vc não deixou...
– kkkk... vc não existe, Marcelo...
– Cadê todo mundo?
Ela olha para ele e sorri, o copo de suco perto da boca.
Dali a pouco, os dois entram no quarto dele. Já aos beijos.
– Ui, calma.. RSS – reclama ela, diante do ataque dele.
– Vc gosta de me provocar...
– kkkk... adoro!
Ele a puxa para si, e se beijam novamente. Ardentemente.
Ela projeta seus quadris nos dele, roçando, provocando.
Ela veste uma minissaia jeans e uma camiseta branca.
– vc está mal acotumado... – diz ela.
– Por que, linda?
– Aparece sempre quando ninguém está... kkkk
– Por que será, hein?
– Acho que sei por que... rssss
– Vem cá... vc é linda demais...
Ela o abraça novamente, e ele a encosta na parede.
Sua mão desce e tenta subir a barra da saia. Ela o segura.
– hum hum...
– Vai, deixa... – suplica ele.
Ela mesma, então, levanta a barra da saia, até expor a calcinha branca, toda fofa na frente.
Lola, para delírio do rapaz, pega a sua mão, e a enfia ali, no vão superior das suas grossas e formosas coxas.
– Sei que vc gosta – sussurra a moça.
– Doida.. – diz ele.
Se beijam com paixão. O dedo indicador de Marcelo pressiona aquele vãozinho quente e gostoso.
Lola não evita um gemido.
Não tem como esconder sua excitação.
E ela começa a mover os quadris, num vai e vem suave, como que para deixá-lo ainda mais louco.
Se beijam com ardor, longamente, suas bocas se digladiando num quase furor.
Ela então desce sua mão, e roça o seu membro duríssimo, muito saliente.
Ele arqueia o corpo diante daquele contato ousado.
– Vc me mata assim... – sussurra o rapaz.
– Quer que eu pare? Duvido... rsss
Ele já a sente toda molhadinha.
Lola, cheia de tesão, aperta a cabeçona daquele pau que parece ganhar vida própria a cada caricia sua.
– hmmm... a sua namorada agüenta tudo isto? Rssss
– e vc... agüenta?
– Nem pense nisso...
– Por quê?
– Porque não é pra o seu bico...
– O tal do Klaus... deve se acabar te comendo...
– O Klaus é um príncipe...
– E eu, sou o que?
– Você? Você é o Marcelo Cavalo... rssss
– Putinha... – sussurra ele, e a beija com fúria.
Ela aperta forte seu pau.
E sente o dedo dele pressionar sua grutinha por sobre a calcinha. Ela move suas ancas, investindo contra aqueles dedos que a fustigam.
– Putinha tesuda... deixa eu pegar por baixo, vai...
– Não... não faz isso... senão, nunca mais...
Ela então sai dele e olha para o seu pau.
– Não tem vergonha de ficar assim na frente da sua irmã? Kkk
– Vc é doida...
– Vc também... muito doido...
Ela então desce rapidamente a saia, recompondo-se.
O barulho de gente chegando a deixara em alerta.
Ela abre a porta, ainda lançando um olhar debochado para ele e para o seu pau, escandalosamente saliente.
– Marcelo cavalo... – ela sussurra, ainda, e sai.
– Doida... – pensa ele.
Corre para o banheiro e se masturba, pensamentos loucos e incestuosos o atormentando.

No dia seguinte, Marcelo foi buscar Fernanda de jipe. Era mais confortável que a moto.
Estava um sol de quarenta graus, e muita, muita poeira. Fernanda suava as bicas.
– Que calor insuportável – reclamava.
– Fica tranquila. Ainda pode piorar – brincou Marcelo.
Passavam, naquele instante, próximo à cachoeira.
Fernanda olha na direção do barulho das quedas d”água.
– Ah, se não fosse tão tarde, pediria para parar...
Marcelo, sem olhar para ela, disse:
– Bem, eu posso falar lá na fazenda que furou um pneu, aliás, dois...
Fernanda ri, divertida.
– Parece que vc tem saída pra tudo...
– Pra quase tudo...
A moça parece refletir sobre aquela sugestão. É uma sugestão bastante razoável. O problema era que ela...
Bem, ela estava sem trajes de banho.
– Ah, Marcelo. Vamos pra casa. Eu estou despreparada.
– Como assim?
– Ora, despreparada. Sem biquíni.
– Ah, sim. Beleza. Obrigado pela confiança. Eu te saldo de uns tarados, e ainda desconfiam de mim.
Fernanda quis lhe dar um tabefe por tamanha cafajestagem, mas sorriu.
– Bem, Bruce Lee das Gerais, pode parar o carro.
Marcelo obedeceu, satisfeito.
Logo os dois estavam na beira do pequeno lago.
– Mano, quer ficar de costas? – pede ela.
Ele obedece, mas louco para olhar.
Ela sorri, e se despe. Logo está de calcinha e sutiã apenas. Seu formoso corpo é algo fora do comum.
Ela entra na água. E diz que ele pode se virar.
Ele então se despe ali mesmo, sem se importar se ela está olhando ou não.
Fica de cuecas, e ela então vira o rosto. Ele se atira n’água.
Fernanda e o irmão se banham por meia hora.
Ele se aproxima dela.
– Semana que vem, o Jerônimo voltará a ser seu motorista... – anuncia ele.
Ela não esconde um certo desapontamento.
– Eu sei, ele já sarou. Fazer o que?
– É mesmo, eu tava gostando de ser seu motorista..
Ela enrubesce. O que ele queria dizer com aquilo?
– Mas tudo bem, quem sabe ele adoece de novo... rsss
– As coisas ficaram calmas novamente... vc não corre perigo...
– É verdade... mas vc ainda vai me carregar, até sexta...
– Vou fazer esse sacrifício... rsss
Ela não diz nada. Começa a nadar até a margem. Marcelo fica olhando.
Ela sai de dentro d’água, o corpo delicioso respingando água.
– Mano, ta na hora da gente ir... – diz ela, pegando suas roupas.
Ele logo está fora d’água também. E se aproxima dela.
Olha para ela. Um olhar que passeia pelo corpo da irmã.
Ela sente aquele olhar sobre ela, enquanto veste a calça.
– Caramba, Fernanda, aquele teu namorado era um idiota mesmo...
Ela veste a calça. E olha para ele.
– Por que vc diz isso?
– Por ter ido embora, e deixado uma moça bonita como vc...
– Vc acha? Ele te vê que ir embora com os pais...
– Eu deixaria tudo por uma garota como vc...
– Hmm... fico lisonjeada, mas...
Ela então repara que ele ainda está de cueca, que, molhada, revela os contornos daquele descomunal membro do rapaz.
Ela vira o rosto, visivelmente constrangida.
– Marcelo, pode se vestir?
– Ah, claro.
Logo eles já estão rumando para a fazenda. Em silêncio.

Nos dois dias seguintes, Marcelo teve que passar quase que integralmente dia e noite no campo, a trabalho. Somente se ausentava de lá quando ia buscar Fernanda, à tarde. A moça, por sua vez, depositava sua confiança no rapaz. Sentia-se segura ao lado dele, apesar daqueles olhares cheios de insinuações dele.
Na sexta feira, durante o retorno à fazenda, os dois conversavam.
– Mano, é uma pena que segunda feira já não será vc a me pegar.
Marcelo dirigia com cuidado. Mas o que ela disse, o fez virar o rosto, encarando-a.
– Pensei que vc tava cheia de mim...
– Por que? Eu te devo tanto... vc me salvou daqueles caras...
– Tudo bem. O Jerônimo é um cara de confiança...
– Eu sei, mas queria te dizer que to agradecida.
– Nada a ver...
– Queria que soubesse também que fico muito indignada quando eles te chamam daquele nome...
– Que nome? – pergunta Marcelo, mudando a expressão do rosto.
Fernanda enrubesce. Falara o que não devia.
– Não... não é nada... He He He
Ele manobra o carro, e entra por uma estradinha. Freia o jipe, desliga o motor e então olha para ela.
– Vc vai falar pra mim, sim, senhora...
– Ora, Marcelo, não é nada...
– Eu sei o que falam de mim...
– Não é isso...
– Vc acredita no que eles dizem de mim?
– Eu??? Não, sei, não...
– E seu eu te falar que é... verdade?
– Eu nem sei do que vc está falando...
– Eu posso te mostrar...
Fernanda gela. Não sabe o que falar.
Marcelo desafivela o cinto, e desce o zíper. Fernanda vira o rosto.
– Marcelo, já está tarde...
– Calma, só um pouquinho...
Fernanda vira o rosto. Nem tem idéia do que ele está fazendo. Só sabe que não é nada bom.
– Mana, me dá tua mão – pede ele.
– Pra que? – pergunta ela, sem olhar pra ele.
– Só um pouquinho... – diz ele, suavemente.
Ela cede e estende a mão para ele. Ele pega a mão delicada da moça.
Fernanda não acredita quando sente na mão o falo quente do irmão.
– Pega nele... – diz ele, sussurrando.
Ela tenta tirar a mão, mas ele a segura ali.
– Vai, pega só um pouco...
Ela então obedece, e nem ela entende por quê.
Tenta abarcar o membro do rapaz, mas inutilmente, por que é muito grosso e comprido.
Atônita com aquilo tudo, ela não sabe o que fazer.
Ele guia a mão da garota de cima para baixo, fazendo-a alisar aquela tora de carne e músculos, muito rígido.
– Agora vc sabe por quê me chamam daquilo...
– Marcelo, eu...
– Caramba, Fernanda, que mão gostosa vc tem...
Ele continua guiando a mão dela, suavemente...
Ela, em nenhum momento, olhara para ele e o que fazia...
– Fernanda, sabia que chamam vc de gostosa?
– Eu não!!!
– Já ouvi falarem isso de vc...
– Eu nem sei disso...
– Eu queria saber se é verdade..
Fernanda estremece. O que ele pretende?
– Deixa eu tocar vc agora...
– Marcelo, não...
– Vai, só um pouco...]
– Alguém pode nos ver aqui... papai...
– Ninguém passa por aqui...
Ela não sabe o que fazer.
Ela está de saia.
Marcelo se aproxima dela. Ela solta o enorme membro, que fica teso, ereto.
– Deixa eu ver, olhar vc...
Ela vira o rosto ainda mais. Está sem ação. Quer repeli-lo, mas ele parece exercer sobre ela um poder inexplicável.
Ele abaixa o banco dela, e ela fica meia deitada.
Marcelo, então, levanta a saia da moça, revelando suas grossas coxas.
Fernanda morde os lábios. Não acredita que aquilo possa estar acontecendo. Seu próprio irmão...
Lembra-se dos olhares dele na cachoeira... era desejo... era tesão...
Ela sente seu coração acelerando as batidas.
Marcelo abaixa sua calcinha. Ela nem sabe como não o impede de fazer aquilo.
Ele exibe sua calcinha. A cheira por um longo tempo. É um gesto lascivo. Ela não quer ver.
Marcelo, então, abre suas coxas, e logo seus dedos separam os fartos pêlos pubianos, caçando, tentando descobrir sua gruta tão cobiçada por todos...
– Nanda, não acredito... vc é toda gostosa...
Ela nada diz. Chega a compará-lo, por um instante, àqueles tarados que a queriam estuprar.
Mas só por um instante.
Não sabe por quê, mas sente que Marcelo não é um deles. Não pode ser.
E aquilo tudo não passava de um sonho.
Logo ela iria despertar.
Ela não pode conter um gemido quando um dedo penetra fundo.
E logo, sente a língua do irmão lambendo-a, como um cão esfomeado.
Lambe-a lascivamente.
Sem perceber, seu corpo começa a corresponder. A principio, suavemente. Mas logo, seu corpo se contorce sensualmente.
Fernanda sente a cabeça girar. Perde a noção da realidade. Aquilo, mais do que nunca, é um sonho.
Mas ela então, volta a realidade, ao ouvir a voz do irmão.
– Fernanda, não aguento... vou meter... vou meter gostoso...





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Sobre este texto

Rodrigo

Autor:

Publicação:26 de agosto de 2013 21:27

Gênero literário:Contos eróticos

Tema ou assunto:Fetiches

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