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AS FERIAS DE LOLA - SEIS

AS FERIAS DE LOLA - SEIS
E assim Jerônimo passou a pegar Fernanda no portão da escola todo dia. Fernanda não queria mais ter aqueles contatos pra lá de íntimos com Marcelo. Por duas vezes, ao entrar no jeep com Jerônimo, ela percebera o irmão, montado em sua moto, rondando a escola.
Ela se arrepiava toda vez que se recordava dos momentos com ele, da última vez em que estiveram juntos, debaixo daquela árvore ao lado da cachoeira, da forma como ele tirara sua roupa, deixando-a nua, e depois a possuíra com uma vontade fora do comum.
— Não. Não vou mais deixar ele fazer isso comigo — pensou alto.
— O que foi que disse, Senhora? — perguntou Jerônimo, pensando que ela estava falando com ele.
— Ah, nada, Jerônimo — respondeu. — Você poderia passar na chácara dos Miranda? Eu precisava falar com a Verinha.
Verinha era uma amiga de infância sua. Fernanda achou melhor dar um tempo por lá. Ficar na fazenda poderia ser um tanto perigoso para ela.

Violeta entrou na casa pelo portão lateral, não vendo ninguém por ali.
— Ó de casa! Tem alguém por aqui?
Ninguém respondeu. Ela achou a porta dos fundos aberta e entrou.
— Uai, cadê todo mundo? — perguntou a si mesma.
Constatou que todo mundo saíra. Com certeza foram à chácara vizinha, como de costume. Alguns peões estavam lá fora, nos seus aposentos. Violeta ficou por ali, quando resolveu ir embora. Voltaria mais tarde.
Nisso, ouve vozes, risos. Alguém acabara de chegar.
De onde está, ela vê Marcelo e Lola surgirem pela porta da frente, adentrando na sala de estar.
— Ah, Marcelo, pára com isso. Alguém pode te ouvir! Rsss
Marcelo tenta pegar Lola pelo braço, mas ela escapa dele.
— Tenta me pegar... se conseguir, vai me ter... senão, vai ficar na vontade... — diz Lola, driblando o irmão.
Violeta vai dizer alguma coisa, mas acha o comportamento dos sobrinhos meio estranho. Por isso, ela se mantém escondida onde está.
Marcelo finalmente consegue segurar Lola pelo braço.
— Vem cá, fujona — diz ele.
— Me larga, tarado — diz ela.
Violeta arregala os olhos ao ouvir aquilo.
Marcelo agarra Lola por trás, e Violeta vê o rapaz pegar os dois peitos da moça pela frente, apertando-os.
— Não faz assim, seu doido. Alguém pode entrar.
— Eles saíram. Foram na chácara do Teotônio. E vão demorar... — avisa ele.
— Por quê você não vai procurar a Angélica, hein? Ela vai te dar o que você ta querendo comer... kkkk
Violeta achou que estava sonhando. Era um pesadelo. Aqueles não eram seus sobrinhos. Se bem que Marcelo era um pervertido sexual. Mas Lola? A sua querida sobrinha Lola?
Seu coração dispara quando vê os dois se beijando languidamente. Ela, ali de costas, empina sua bunda de encontro a virilha do rapaz.
— Nossa, maninho, você está de pau durinho... por quê será? Rsss — debocha Lola.
— Você sabe porque... gostosa...
Lola está de short jeans. Ela mesma desce o zíper e deixa ele abaixar, revelando a calcinha.
— Caramba... você é demais... — diz o rapaz, olhando aquela bunda arrebitada.
Violeta vê Rodrigo apalpar as nádegas da irmã. Seu coração está para sair pela boca. Ela recua alguns passos, e percebe que está próxima a uma porta entreaberta. Entra por ela, sem fazer barulho. Dali, ela pode ver toda a movimentação dos sobrinhos.
— Minha santa Efigênia... Isso é... isso é... nojento... — balbucia.
Rodrigo agora mete a mão debaixo da calcinha da irmã, pela frente, acariciando o vasto pentelho da moça.
— Gostosona... — sussurra ele ao ouvido da irmã, ambos alheios à presença de Violeta.
— Você gosta, né? Gosta da tua Lola?
— Sabe que sim... sabe que te desejo como louco...
— Quer me comer? Quer me comer, quer? Quer comer minha buceta, que? — provoca ela, ousadíssima.
— Quero comer tua buceta... teu cú... quero te foder toda, tesuda... — diz ele.
— Oh, Marcelo Cavalo... rssss... Marcelo Cavalo tarado... não fale assim... rssss
— Por você, maninha... deixa eu te comer... vai...
Ela empina a bunda ainda mais. É um sinal para ele. Ele sente-se, naquele momento, um autêntico puro-sangue, louco para copular com aquela égua maravilhosa.
Ele abaixa a calcinha dela, com gestos rudes.
— Uiii! Marcelo Cavalo... rsss
Ele retira a calcinha pelos pés dela. Ela continua ali, apoiada no sofá, a bundinha empinada para ele.
Ele saca seu membro, que surge enorme, formidavelmente grosso e duríssimo.
— Oooh! — geme e suspira a belíssima moça, ao sentir o pau do irmão resvalando nas coxas e nas nádegas.
— Caramba, vou te comer... vou te comer como nunca ninguém jamais te comeu, tesuda...
Veio à Lola lembranças de Nilo e ela fazendo sexo naquele quarto apertado e sem conforto em São Paulo. Depois, num ambiente totalmente oposto, com Klaus.
Nada a ver com o calor daquele momento presente com Marcelo.
Seu tesão estava a flor da pele. Ela sentia todo o calor de Marcelo. Ela gostava do jeito dela de possuí-la, como fizera naquela noite, no sofá.
Marcelo quase a ergue do solo quando a penetra, emitindo um urro.
— Oooooh! — geme Lola, sentindo o membro entrando, abrindo caminho na sua grutinha sequiosa.
— Sente minha pica? Sente minha pica na tua bucetinha, maninha? — pergunta ele, ao ouvido da irmã.
— Oh, sim! Sinto... oh, põe, põe fundo... põe tudo, maninho... oooh...
Marcelo empurra com vontade.
— Aaah, é bom demais... — sussurra o rapaz, sentindo aquela gruta quente se abrindo para ele a cada estocada.
— Oh, Marcelo... enterra... enterra fundo... oooh — gemia Lola, ensandecida de desejo.
De repente, Marcelo sai dela.
O pau lateja, pingando os sucos vaginais daquela fêmea insaciável.
— Vamos pro meu quarto — sugere ele — quero te comer a vontade...
Ela se vira, e esfrega o membro do irmão com extrema lascívia.
— Safado, eu deixo... deixo você me comer o tempo que quiser...
Com a outra mão, ela se masturba, enfiando dois dedos na bucetinha, com um quase desespero.
Ela está sedenta de sexo. Louca para ser possuída à exaustão pelo seu irmão.
Eles se dirigem ao quarto, aos beijos, bolinando-se.
Violeta gela ao vê-los se aproximarem. Ela procura onde se esconder. Acha o banheiro, onde se enfia.
Ela olha pela porta entreaberta e vê os sobrinhos entrando, na maior pegação.
A mão de Marcelo está enfiado entre as nádegas de Lola.
— Pára, seu tarado — ralha a moça, aos risos.
— Dá esse rabo pra mim, vai...
— na na ni na não... rssss... vai ficar querendo...
Os dois se atracam num beijo ardente, e caem na cama.
De onde está, Violeta não tem como vê-los, agora. Apenas ouve o ranger da cama, gemidos e palavras sendo sussurradas.
Ela está com o coração aos pandarecos. Aquilo não poderia ser real. Ela quer acordar daquele sonho.
Ela permanece ali, escondida, ouvindo tudo, por uns 10 minutos.
Mas ela tem que tomar uma providência. Aquilo não poderia prosseguir.
Ela ouve gritinhos de Lola, e palavras obscenas de Marcelo.
Violeta sai do banheiro. Os dois estão lá na cama, e Lola está de costas para ela, montada em Marcelo.
Violeta vê ela descer e subir sobre o membro imenso de Marcelo.
Violeta coloca a mão na boca para não gritar.
A cena era impressionante.
Como que possuída, Lola cavalgava Marcelo.
Violeta via o membro grosso e comprido do rapaz aparecer e logo ser engolido pela vagina de Lola.
O membro parecia ser absurdamente grosso e comprido, entrava e saia em meio aos pêlos da sedenta vagina de Lola.
Violeta ficou ali por minutos, olhando, sentindo arrepios pelo corpo todo, até ser percebida por Marcelo.
— Tia! — exclamou ele.
Lola não entendeu o que ele dissera, pois estava num estado de torpor sem tamanho. Mas logo constatou o olhar de Marcelo, e virou o rosto, deparando-se com Violeta ali, olhando para eles, petrificada.
— Tia! O que está...
— Vocês... vocês são... vocês são uns pervertidos... uns monstros...
Lola desmonta do irmão, com dificuldade, liberando o monstruoso membro, ainda duríssimo, apesar do baque.
Marcelo salta da cama.
— Calma, tia... calma...
— Eu não acredito! Vocês são irmãos! Irmãos de sangue!
— Tia, eu posso explicar... — tenta se aproximar Lola, ainda nua.
Marcelo se aproxima da tia.
— Tia, o que a senhora fez? Bisbilhotando a gente... coisa feia!
Lola entendeu o que Marcelo queria. Queria intimidar a tia.
— É mesmo, tia. É feio ficar olhando escondido o que as pessoas fazem... — disse ela.
— O que você está dizendo? Você não é minha sobrinha! Você é um demônio.
Marcelo abraçou a tia.
— Tia, eu sei que a senhora gosta de mim..
— Não me toque, seu maníaco incestuoso.
Marcelo pisca para Lola. E prossegue.
— Tia, a senhora é linda pra caramba... é um desperdício... sabe que tenho um tesão enorme pela senhora...
— Não fale assim comigo. Vou contar para os seus pais. O que vocês fazem é terrível, é...
Marcelo a toca nos seios.
— Tia, a senhora está excitada...
Lola começa a rir. Adivinha as intenções de Marcelo.
— É mentira, eu não...
Marcelo a toca nos mamilos, por sobre a roupa. Violeta sente-se amolecer toda.
— Tia, vem com a gente... — convida Lola, dirigindo-se para a cama. — Vem com a gente...
Violeta sente ele erguendo a barra do seu vestido. Sente as mãos dele já acariciando suas coxas.
Violeta nem sabe por que, mas entreabre suas coxas, por onde a mão atrevida do seu sobrinho se introduz.
E quando Marcelo lhe toca a calcinha, no vão das coxas, sente o corpo todo amolecer...
Marcelo sorri. Sua bela tia está molhada... muito molhada...














Sobre este texto

Rodrigo

Autor:

Publicação:21 de outubro de 2013 11:28

Gênero literário:Contos eróticos

Tema ou assunto:Fetiches

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Ainda não há estatísticas de leitura deste texto, pois ele foi publicado em 21/10/2013.

Comentários

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  • Bu
    Postado porBuem24 de maio de 2015 14:47

    continuação por favor. desde o ano passado ansiosa esperando ;)

  • luiz carlos
    Postado porluiz carlosem26 de agosto de 2014 10:43

    quando vai publicar a sequencia de "as ferias de lola"??

  • Marcinha
    Postado porMarcinhaem23 de novembro de 2013 18:03

    esse autor deve ter a maior tara pela irmã do jeito que escreve.

  • andre
    Postado porandreem13 de novembro de 2013 21:53

    parabens! este com certeza é o seu melhor conto, continue para a nossa alegria

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