Conto Erotico | Historia Erótica

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DOCE TENTAÇÃO - FINAL

Tom chega diante da porta do quarto da irmã, e bate três vezes. Ela responde em voz baixa.
- Está aberta...
Ele então abre a porta, devagar, e entra no quarto.
Ela está lá, na cama, deitada, coberta até um pouco abaixo do pescoço com um lençol branco. Tom ainda está coberto somente pela toalha enrolada na cintura. Duda olha para ele, um tanto nervosa. Mas sorri, assim mesmo. Ele se aproxima da cama, sentando-se próxima a ela. Ele vê as formas sedutoras da moça desenhadas sob o fino tecido do lençol. Parecia uma daquelas musas renascentistas, tamanha era a sua beleza e formosura. Os olhos do rapaz ansiavam por vê-la sem aquela cobertura, queria olhar de perto aquele corpo loucamente tentador.
Maria Eduarda percebe que Tom não cabe em si de excitação e ansiedade. Ela fica deitada, esperando talvez alguma atitude dele. Ele então puxa o lençol, devagar, e os dois mamões saltam para fora, trêmulos e com os bicos pontudos. Tom a olha, plenamente extasiado, admirando, as mãos acariciando suavemente as pernas da moça, na altura dos joelhos, onde estava descoberto. Ele olha para a calcinha, jogada no piso, e a pega nas mãos. Leva a pecinha às narinas, e aspira aquele aroma inebriante e enlouquecedor da flor intima da sua belíssima irmã. Ela dá aquele sorriso discreto, e move a cabeça negativamente, como que reprovando-o por aquele gesto profundamente lascivo.
Então ele começa a subir o lençol, a descobri-la pouco a pouco, lentamente...
Ela tapa os olhos, como se dissesse. "nem quero ver...".
O lençol sobe ainda mais, e as formosas coxas alvas dela já estão a mostra. Tom se delicia acariciando aquelas carnes brancas, macias e fartas... Pensa que, mesmo Priscila sendo um espetáculo de garota, Maria Eduarda dá de 10 nela, sem, favor nenhum.
Tom sobe um pouco mais o lençol, e um tufo de pêlos negros e reluzentes salta para fora.... A vulva negra está ali, ao alcance de sua ansiosa mão, e Tom pode sentir-lhe o doce aroma. Cheiro de fêmea.
Ele retira o lençol de vez.
Maria Eduarda continua tapando seus próprios olhos. Tom olha a beleza nua da irmã ali, pertinho dele. É inacreditavelmente fabuloso aquele corpo ali, bem ao alcance de suas mãos... O triângulo negro, perfumado, onde Tom imagina-se se perdendo, é algo tentador demais...
A junção das duas coxas, deliciosamente brancas e grossas, e logo acima, o triângulo da perdição...
- Maria Eduarda.... vc é ... linda demais... - balbucia ele.
Ela sorri, e destapa um dos olhos.
Tom olha do joelho para cima, e depois passeia pelo corpo todo, pleno de admiração e excitação.
Ele então se deita ao lado da irmã. Esta o olha profundamente.
- fiz o que vc queria... rssss — diz ela.
- e vc... não queria?
- eu disse que faria...
Tom desce sua boca até o dela. Ela o abraça. Os bicos dos seus seios roçam no tórax nu do rapaz, e seu corpo se arrepia todo. Tom desce sua mão, e alisa suas coxas. A mão sobe até a parte de cima, e agora não há calcinha para detê-lo. A mão sobe livre até os seios, e desce até a virilha... Tom sente os pêlos fartos por ali, e desce mais um pouco. Maria Eduarda olha os olhos do irmão, parecendo saber o que ele vai fazer. A mão se enfia entre os pêlos; Tom se delicia, os dedos abrindo caminho... Tom então desce o rosto pelo corpo da irmã, e se aproxima daquele local proibido. Ele desce mais um pouco, e Maria Eduarda levanta a cabeça para ver Tom ali embaixo, bem próximo a sua vulva peluda.
- Tom... o que...
- psst... - pede ele.
Ela fecha os olhos. Toma está olhando na sua parte mais intima. Mas era isso que ele queria, pensa ela. Seu coração acelera os batimentos.
- Mana... abra as coxas para mim... - pede ele, docemente.
Maria Eduarda cerra as coxas, voltando a tapar o rosto.
- mano... vc já olhou..rssss
Ele sorriu. Ela destapa os olhos e vê aquele olhar suplicante dele.
"Sem vergonha..." - pensa. Ela flexiona as pernas, ainda cerradas. Tom olha para baixo, e vê os pêlos se projetarem para fora, fartos e rebeldes, por entre as coxas alvas. Vislumbra a flor rubra, palpitante, discreta entre aquela selva negra. Ele enfia mão por ali, acariciando a parte inferior das coxas, roçando os pêlos. Maria Eduarda fecha os olhos. Aquela mão boba a perturba demais. Seu corpo se arrepia a cada toque do irmão.
- Duda, que coxas tesudas vc tem...
- gosta? - pergunta ela.
- demais... São macias... Gostoso passar a mão...
Ela estende a mão e acaricia os cabelos do irmão.
- já pensou se nos verem fazendo isso? rssss
Ele sorriu.
- nem quero pensar... rssss - voltou ela a dizer, voltando a estender as maravilhosas pernas e coxas. Tom desce até os seus pés da irmã, e começa a beijar os dedos. Ela começa a rir.
- hmmm... Que gostoso... rssss
Ele sobe pelas pernas, sem pressa. Maria Eduarda se arrepia toda, novamente. Logo, ela sente a boca do irmão acima do joelho, subindo, lentamente, suavemente, arrancando-lhe suspiros.
Tom vê a pele das coxas toda pipocada, arrepiada... Sabe que aquela caricia provoca um prazer imenso na irmã. Na metade das coxas ele se detém um pouco. Carne farta, macia, cheirosa... Tom praticamente a lambe por ali, deliciando-se o mais que pode. Maria Eduarda fecha os olhos, inebriada de prazer.
- ooh, Tom... Que delicia... - exclama.
Tom sobe mais... os pêlos de Maria Eduarda já roçam seu nariz. Ele beija o alto das coxas, Maria Eduarda movendo o corpo. Geme quando Tom enfia o rosto no meio daquela vasta pelagem negra.
Ela entreabre as coxas, e Tom vê a grutinha rubra da irmã, em meio aos pêlos. Tom mal contém uma exclamação de prazer.
Maria Eduarda está de olhos fechados, mordendo o lábio inferior, propiciando ao irmão aquela deliciosa cena... Tom enfia o rosto por ali, e sua língua alcança o inicio da grutinha... Maria Eduarda geme alto.
- oh, Tom...
E então, ela se abre um tanto mais. Agora Tom já pode vislumbrar toda a extensão daquele paraíso proibido. Sua mão força um pouco mais, e separa as gostosas coxas da irmã, e ela está toda exposta para ele.
Tom não acredita quando vê os lábios daquela grutinha se desprenderem, abrindo-se tal qual uma rosa vermelha em plena primavera. A delícia das delicias está ali, a sua frente. Tom encosta o nariz e aspira ao mais que pode daquele aroma... Seu membro, pressionado no colchão, se move, indomável. Maria Eduarda sente agora nos pés o contato quente daquela tora de carne e músculos em chamas. Seu coração bate ainda mais forte.
Tom, então, beija aquela flor.
Como se fosse um beijo de língua, do mais alto teor erótico. Tom deposita ali toda sua paixão, todo seu tesão. Sente o gosto meio salgado nos lábios, e se delicia com ele. O gosto de Maria Eduarda, a bela Maria Eduarda, a suave Maria Eduarda, a doce Maria Eduarda... Doce tentação feito mulher, feito irmã...
Maria Eduarda não pode descrever a sensação que sente a seguir. Era como se uma descarga elétrica de proporções incalculáveis recaísse sobre ela. Seu corpo se retesa todo, os bicos dos seus seios.
-oh... Toooom...! oooooh...!
Tom repete o que fez, agora com mais intensidade. O corpo de Maria Eduarda parece entrar em convulsão. Cerra deliciosamente suas coxas sobre o rosto do irmão, que permanece ali, beijando a sua parte mais deliciosamente proibida ...
Priscila estava no seu quarto, e como sempre pensando em Tom. Estava com a calcinha arriada até a metade das coxas. Havia se masturbado compulsivamente ante as lembranças do sexo delicioso que fizera com o namorado.
- oh, Tom, se vc estivesse aqui... agora... - e sua mão ainda sobre sua vulva. - deixaria vc me comer... me comer sem parar...aah... delicioso....ooh..
Ela enfia dois dedos, e inicia um entra e sai, e logo depois, sente o orgasmo vir, violento.
- oooh, Tom meu amor....meu amoooor....oooh..... tesudo...!
Ela se recompõe, e o que ele falara sobre a irmã lhe vem a mente de novo. Ela não conseguia tirar aquilo da cabeça.
- Estranho... - pensa ela. - se ele falou da bunda da irmã, e porque achou a achou gostosa...
Será que Tom sentia tesão pela irmã sem ela saber? Esse pensamento martelava a cabeça dela fazia horas.
Lembranças de um passado recente lhe vêm à cabeça.
Com Bruno. Aquele fora o dia fatídico.
- para, Bruno, senão conto pra mamãe... - ameaçava ela. Bruno estava encoxando-a novamente. Como sempre, na cozinha.
- Pri, vc de mini saia, é demais...
Ela a pegara por trás, como outras vezes, e tentara beijá-la. Ela sentia na bunda arrebitada o membro duro do irmão. Ela saia dele, xingava-o, e ele então dava um tempo.
Ela continuara a usar seus shortinhos curtos, suas minissaias curtinhas dentro de casa, e as vezes passava por ele e tirava a língua, sentindo o olhar do irmão sobre suas coxas e bunda.
Ela queria gritar, mas não quis fazer escândalo. Bruno levantara sua saia, e abaixara sua calcinha.
- fica quieta...
- pára, Bruno... vc está louco...
Ele tirara seu membro para fora, e enfiara no meio das coxas dela... e ficou esfregando, indo e vindo..
- Bruno, seu viado...! pára... pára...
- Pri... deixa eu comer tua bucetinha... vai... deixa...!
Ele não lhe dera ouvidos. Num descuido dela, ele ajeitara o membro naquela entradinha. Ela quase gritara quando ele a penetrara fundo.
- aah, que buceta quente vc tem, maninha... aah...
- Bru... Brunoo! Não... assim, não.... pára...
Ele iniciara um vaivém forte, entrando em saindo dela....
- Pri... vc é... tesuda demais... oooh..to te comendo... aaah...
- Pára, Bruno, por favor... Pára...
O comprido membro do rapaz entrava e saia com vontade. Pri sentia as forças lhe abandonarem. Ela errara feio ao provocar o rapaz, alimentando aquele jogo de sedução entre ambos.
Ela reunira as ultimas forças que lhe sobraram, e tentara se desvencilhar dele.
Conseguira, então, lhe dar uma cotovelada, quando ele explodia em gozo. O sêmen se espalhou pela cozinha, e ele caíra no chão.
- bem feito, seu desgraçado... Não mexa mais comigo...seu p...! - xingara ela, levantando a calcinha.
- Mas, Pri, vc...
- Eu... eu devia contar pra papai o que vc fez, seu desgraçado....!
- Mas vc... vc vive me provocando...
- vc confundiu as coisas... Nunca mais fale comigo!
Bruno nunca mais tentara nada com ela. Raramente se viam. Logo ele se alistou no exército, na capital.
No dia em que ele embarcara no ônibus, Priscila, de longe, observava o irmão, sentindo-se um tanto culpada, achando que fora dura demais com ele.
Agora, na sua cama, Pri sorria daquilo. Pobre Bruno. “Aquela cotovelada deve ter doido pra caramba!” pensou.

Quarenta e cinco minutos haviam se passado, e Tom ainda estava com o rosto enfiado entre as coxas da irmã. Maria Eduarda acabara de ter o enésimo orgasmo.
- ooh, Tom.... beija mais.... oh, meu amor.... meu amor... - gemia a bela moça.
Ela apertava suavemente o rosto de Tom com as coxas. Tom mordiscava-lhe os grandes lábios, as vezes roçando os lábios no grelo saliente...
- ooh, beija minha.... beija minha boceta.....ooooh! – ela mesma surpreende-se com aquele linguajar.
A voz de Maria Eduarda excitava ainda mais Tom. Ele sai do meio das coxas da irmã, que olha para ele, com o rosto crispado de prazer.
Livra-se da toalha, está todo nú. Maria Eduarda olha o membro em riste, e emite uma débil exclamação, ante a visão daquele colosso de dimensões anormais.
Paira no ar uma insuportável sensação de pecado, de erotismo, de luxúria...
Tom fica ao lado dela, e ela busca seus lábios, onde sente seu próprio gosto. Tom ainda tem uns fiapos de pêlos na boca, tamanha a intensidade com que a chupara... Maria Eduarda sorri levemente, tirando os fios da boca do amado.
- gostosa... - sussurra Tom, olhando a irmã limpando seus lábios.
- mais que a Pri? - pergunta ela, um toque de malicia.
- muito mais... Infinitamente mais....
- vc fica com ela assim...?
- não como fico com vc...
- vc está quase me convencendo... rsrsrs...
- caramba, essa tua boca... teu corpo...
A mão dele desce pelo ventre macio, e lhe toca os pêlos. Ela sorri para ele, de forma encantadora, como se gostasse do fato dele estar explorando seu corpo daquele jeito lascivo...
Ela morde os lábios quando o dedo lhe toca sua carne trêmula, palpitante...
- gostoso pegar em vc... sentir vc... - diz ele, olhando o belíssimo rosto da moça.
- to sentindo falta dos teus beijos... - diz ela.
Ele não espera outro pedido. Cola sua boca na dela. Maria Eduarda sente Tom enfiar o dedo fundo na sua grutinha apertadíssima. Ela morde o lábio inferior do irmão, em pleno beijo, como num impulso. Ela fecha suas coxas na mão intrusa, como se quisesse prendê-lo para sempre ali. O dedo "obsceno" entra e sai, entra e sai, num vaivém que faz Maria Eduarda arquear o corpo o tempo todo, tamanho o tesão provocado por aquela bolinação.
- ooooh, Tom.... meu amor... - geme ela, olhos suplicantes de paixão. Tom olha seu corpo, e eleva o seu um pouco mais, erguendo o torso. Maria Eduarda vê diante de si o enorme membro pulsante. Ela não tem como não olhar agora. Ela não tem como fugir daquela cena. Tom exibe toda sua virilidade à irmã. Pega a delicada mão da garota e a guia até o seu membro. Ela resiste debilmente, mas está como que enfeitiçada por aquela tora de carne que lateja diante de si. Ela tenta envolve-lo com a mão, mas em vão. Não consegue abarcá-lo, de tão grande que é. Magnetizada por aquela cena, Maria Eduarda inicia uma caricia, percebendo seu irmão retesar o corpo ante o delicado toque. Aos poucos, ela vai se envolvendo naquilo, já olhando diretamente para o que faz. Tem a impressão de que ele cresce em sua mão, a medida que ela vai esfregando... com suavidade, ela prossegue, Tom quase não conseguindo mais se conter de tanto tesão.
- gata... vc me mata assim.... oooh..
- tá.. tá gostosinho..? - pergunta ela, sentindo-se um tanto dona da situação.
- de... mais..... aaah...
- vc fez o mesmo comigo..rsrsr....lembra?
- sim... e achou... gostoso...?
- sim... delicioso.... sentir tua boca me beijando.... me lambendo...
- quer beijar ... ele?
Ela não responde. Olha a enorme cabeça rubra. Ela esfrega, suave, subindo e descendo a pele que envolve aquela enormidade... Então desce o rosto... e o toca, com a ponta da língua...
- aaah.... Maria Eduarda...! delicia... oooh!
- hmmm.. gostou? rsrsrr
- demais.... faz de novo...
Ela desce o rosto, e agora deposita um "selinho" na cabeça, e roçando seu rosto sobre toda a extensão daquele mastro.
- nossa!... ele é grande demais...! - diz, extasiada.
Tom desce a mão, e a toca novamente. Ela abre as coxas e permite. Ela aperta o pau do irmão, gostosamente. Ele enfia o dedo fundo na sua gruta, e ela solta um quase gritinho.
- uui! ... hmmm....
Ela então morde a cabeça, de leve. Tom não consegue resistir. É muita provocação. Sente o calor subir pelo seu corpo, e mal consegue reter o gozo. Mesmo assim, o membro jorra sêmen, lambuzando a mão da irmã.
- Tom...! - exclama ela.
- Não deu pra segurar... vc é ... tesuda demais...
Ele a puxa para si e se beijam, ajoelhados um diante do outro. Seus corpos se colam, mas Maria Eduarda não larga o pau duro do irmão.
- Oh, Tom... Tom, meu amor....ooh... - sussurra ela, esfregando o pau duríssimo.
- fica de quatro pra mim... vai...mostra pra mim....gostosa... - pede ele, enlouquecido de tesão,
Ela obedece. Gira o corpo, e se coloca de quatro.
- empina tua bundinha, tesuda... - pede ela.
Ela obedece. Empina o mais que pode.
Tom a toca por trás, em toda aquela área... Maria Eduarda geme quando ele bolina seu grelinho... a mão passeia pelo vão das nádegas...
- Ooooh...! - geme Maria Eduarda.
Ele encosta mais nela, por trás. Manuseia seu pau, e o esfrega nas coxas, nas nádegas, e naquele vão.. Tom sente os pêlos pubianos da moça roçarem deliciosamente na cabeça do pau.
Ele se encosta toda nela, Maria Eduarda sente o membro quente pulsar no seu traseiro.
- Mana... vou meter... vou meter gostoso na tua boceta...!
Ao ouvir aquilo, ela se arrepia toda. Um calor insuportável a invade, percorrendo cada reentrância do seu delicioso corpo. Tom a quer tomar para si. Tom vai enfiar tudo nela... Tom vai comer sua ... boceta! Essas palavras ecoam na sua mente... e ela parece viver um sonho. Sente a cabeça quente roçar sua gruta... pincelar e resvalar seu clitóris erétil, latejante... Tom força, e ela geme... Tom a abraça e entra nela, enfim, devagar... Maria Eduarda sente ser aberta, suas entranhas pegando fogo, mas um fogo delicioso, que a enlouquece.... Tom a traz para si, e seu membro abre caminho naquela gruta jamais penetrada antes por outro membro... Tom para, e olha seu membro, enterrado até a metade naquela deliciosa gruta.
- Oh, Dudinha... - diz ele, abraçando-a pelas ancas novamente
Suavemente, a traz mais para si, e um pouco mais.
- oooh... - geme Maria Eduarda, mordendo o lençol. - Tooom....!
Tom empurra tudo, indo até o fim. Sente as paredes uterinas de Maria Eduarda em cheio. Pára, e então, devagar, retira seu membro, para voltar a enfiar novamente, até o fim... Tom a alarga cada vez mais, e começa a se movimentar... Maria Eduarda não retém mais os gemidos.
- aaah...aaaah... Tooom....oooh..
Tom aumenta o ritmo, cadenciando-o, porém. E aproximando seu rosto da nuca da irmã, começa a falar:
- Maria Eduarda.. gostoso de comer... gostoso demais...
- Oh, Tom... oooh...
- Tava louco pra te foder, maninha... tesuda....aaah...
- Oh, Tom... faz... faz... mais....maaaaissss....! aaaah
- gostosa... buceta gostosa vc tem....aaah.... tesão....aaah..
- vem... vem... põe tudo...aah.... maninho lindo..aaahh.
- aah, Maria Eduarda... linda.... gostosa demais...aah...
- ah, meu amor... te amo.... aah....te amo....
- repete, tesuda...
- te amo.... te amo demais...aaah.... sou louca por vc... louca por vc, meu amor....
- repete, gostosa... tesuda, boazuda...aaah...
- sou .. louca por vc, Tom... pedidamente apaixonada... por vc....aaah...
- eu tb.. te amo... como louco...aaah...
- quero vc pra mim, meu amor... meu homem, meu tesão...aaaahh...
- ah, Maria Eduarda... vou gozar.... vou esporrar...aaaah...
- vem... vem, meu amor...aaah....
Tom não sabe dimensionar a intensidade daquele momento. Apenas sente como se esvaziasse naquele gozo, tamanho é o ímpeto. O pau de Tom começa a expelir jatos violentos de porra dentro daquela buceta apertada e deliciosa. Maria Eduarda geme alto, sentindo o liquido quente do irmão inundar suas entranhas. É tamanha a intensidade, que o sêmen esguicha para fora, melecando lençóis e corpos.
- oooh... ooooh....Maninha....aaah.... - urra Tom, dizendo frases desconexas e entrecortadas por gemidos.
Maria Eduarda desaba sobre o colchão, trazendo consigo, engatado, o irmão.
Ele fica assim, sobre ela, relaxando, por vários minutos, até que sai de lado, seu pau saindo de dentro daquela gruta, Tom observando o enorme rombo provocado nela. Acaricia o bumbum da irmã, que se aninha nele, quase que desfalecida.

Noutro lugar, Priscila se arruma. Quer fazer uma visita surpresa para o namorado. Na verdade, ela ardia de desejo, louca pra fazer amor com ele. No entanto, aquela suspeita em relação a Tom e Duda se avolumava em sua cabeça. O episódio envolvendo Bruno e ela, na cozinha de sua casa, onde fizera sexo não consensual com o irmão, a fizeram crer que era possível, sim, Tom e Duda estarem transando. Os dois sozinhos naquela casa, Tom, louco por sexo do jeito que era e ela, uma magnífica espécime de fêmea... Priscila termina de se arrumar, rapidamente.

Maria Eduarda estava deitada de lado, e Tom estava atrás dela. Maria Eduarda estava com a perna esquerda meio flexionada, deixando Tom a vontade para penetrá-la profundamente naquela posição..
- ooh, Tom.. - gemia a bela. - vc acaba comigo....aah..
- vc que acaba comigo, gostosa do jeito que é...aah
Tom metia fundo, e naquela posição, ele podia ver o seu membro sentar com tudo em meio aquela selva de pêlos negros e fartos... Maria Eduarda se abre toda pra ele.
- eu te quero..aah... te quero demais, meu amor....aah...
Tom a vira de bruços, e ela instintivamente, empina a bunda... Tom mete fundo, quase urrando de tesão... Maria Eduarda é deliciosa demais, tesuda demais... Tom não tem como descrever aquele momento de pura luxúria e desejo... sua irmã, ali, toda nua, submetendo-se aos seus instintos sexuais....
- ooh, Tom... o que fazemos... é incesto...oooh...
- gostoso demais.... com vc.....oooh... - geme o rapaz.
Tom se excita ainda mais quando ela revela ter consciência do ato proibido que fazem.
Ela empina ainda mais e sente penetrar ainda mais fundo...
- ooh, mete mais fundo,meu amor... mais fundo....ooohh...
Ele atende seu pedido e mete com mais força. Acelera seus movimentos de tal forma que os gemidos de Maria Eduarda também se intensificam.
- Oooh, Maria Eduarda... não consigo segurar... vou esporrar....aah, vou esporrar....aaah...
Maria Eduarda sente os jatos de porra inundando-a... já era a segunda vez que ele gozava dentro dela...
Tom cai sobre ela novamente... Maria Eduarda se move, com o membro ainda dentro de si. É tamanha a ânsia que ela fica ali, movendo sensualmente os quadris, deixando-se penetrar gostosamente.

Priscila encontra alguns colegas do banco durante o caminho, e ela tem que parar para bater um papo com eles. Mas ela tem urgência de ir junto de Tom. Alguma coisa lhe diz que Maria Eduarda representa perigo...
No quarto, Maria Eduarda acaricia o membro semi duro de Tom, deitado ao seu lado.
- Sabia que vc foi o primeiro? - confidencia ela.
- Senti .... sente-se culpada?
- Não sei... talvez por feito incesto com vc... sabe que é errado, não?
- sei... mas não deu pra resistir a vc..
- nem eu a vc...
- vc é deliciosa, Maria Eduarda... Demais...
- vc também... vc me enlouquece de amor...
- e agora? fica comigo, vai...
- mas como? somos irmãos... e eu tenho um noivo...
- termina com ele... vc me ama, eu sei...
- eu disse isso no calor do sexo....
- então vc não me ama...
- não é isso... nós, mulheres, somos complicadas...
- td bem... pense no que te falei... fica comigo aqui, como minha mulher... ninguém precisa saber..
- Tom!! vc é louco mesmo!! Credo!! rssss
- louco por vc ... louco pra comer vc todinha...
- hmmm... adoro vc falando assim..... taradinho...rssss
Maria Eduarda vê o membro de Tom todinho de pé, ereto, latejante.... ela se arrepia toda, pois sabe que logo Tom a estará penetrando profundamente.
Priscila toca a campainha da casa de Tom, mas não ouve o som (Tom desligara). Então rodeia a casa, vendo o carro de Tom na garagem. Entra pelo portão lateral, e encontra a porta da cozinha aberta, entrando. Torce para que Tom esteja sozinho em casa. Entra na sala, e fica por ali, pensando no que fazer.
Maria Eduarda ajeita o membro teso do irmão na entrada da buceta, que está deitado. Então ela solta o corpo, e deixa-se penetrar bem devagar. A medida que é penetrada, Maria Eduarda experimenta orgasmo atrás de orgasmo... seu corpo parece em convulsão continua...
- aaaaaah.. Toooom..... to .... to gozando... gozando....aaaah....!!
Ela então desce toda, deixando que o pau do irmão entre todinho... ela geme alto, e pára de mover o corpo por um momento... então, começa a subir e a descer lentamente...
Nisso, Maria Eduarda ouve alguém chamando Tom. Uma voz feminina.
Ela pára.
- Tom.... estão ... te chamando lá fora... - sussurra ela.
- ah, não... !!!
Ela sai dele, devagar, vendo o membro parecendo ainda muito mais grosso, comprido e melecado retesar-se, ereto. Maria Eduarda desmonta dele, muito a contragosto... Ela vai até a porta e a entreabre. Gela ao ver Priscila na sala, e vindo em direção ao quarto do irmão, onde estavam.
Maria Eduarda pega o shortinho e tenta vesti-lo, quase caindo ao chão.
- Ela.. está vindo pra cá...
- Ela quem ?
- veste tua roupa... eu vou sair pela janela... - diz ela, assustadíssima.
Maria Eduarda nem veste a calcinha. Coloca a blusa e abre a janela. Com dificuldade, ela salta para o quintal, sem medir o risco de ser vista fazendo aquilo.
Tom se enrola na toalha, rapidamente, e chuta a calcinha de Maria Eduarda para baixo da cama. Naquele momento, ouve dois toques na porta.
Maria Eduarda rodeia a casa, entra e vai em direção ao quarto do irmão. Escondida, vê Priscila entrar no quarto onde estava ela estivera com Tom. Priscila, com certeza, supôs que aquele fosse o quarto do seu namorado.
Ela joga-se na cama, tentando organizar os pensamentos.
- o que eu fiz? - diz ela. - que loucura....!!!
Mas as cenas ardentes de há pouco vêm a sua mente. Ela rola na cama, um sorriso cheio de malicia nos lábios.
- Ele me ama...! - sorri. - e eu fui toda dele... que delicioso foi, nossa...! não sabia que fazer com irmão era tão gostoso...rsssss
Ela fica de pé, e entra no banheiro. Retira o shortinho e a blusa, ficando nua. Lembra que deixara a calcinha no outro quarto. Ela sorri, sabe que Tom a esconderia. Olha o monte de pêlos negros da sua deliciosa buceta, toda melecada, e sente o grelinho intumescer. Ela começa a se tocar, suavemente. Arde em desejo.
- oh, não vejo a hora de ficar sozinha com ele novamente.... ah, to louca pra sentir aquele jeito forte dele me possuir... entrando dentro de mim, fundo...
O ar de Vale Verde era estranho, muito estranho. Mexia com as emoções... femininas.

No dia seguinte, Tom acordou, sentindo o corpo nu da irmã ao seu lado, ainda dormindo. Colocou-se de pé, e admirou aquelas curvas maravilhosas.
Ficou olhando o púbis peludo e seu membro ficou ainda mais rígido. Virou o corpo da irmã, de modo que ela ficou de lado.
Levantou uma das coxas, e, todo afobado de tesão, ficou ali, esfregando o membro na entrada daquela grutinha deliciosa, e, movido por um imenso desejo, penetrou-a fundo. Maria Eduarda dormia pesado.
Tom ficou ali, resfolegando, metendo por vários minutos, até não suportar mais e ejacular forte.
Incrivelmente, Maria Eduarda mesmo assim não despertou. Então ele foi tomar uma ducha, e na saída para o trabalho, deixou um bilhete na cômoda.
Quando os raios de sol adentraram no quarto por entre as cortinas, Maria Eduarda despertou. Abrindo os olhos, descobriu-se nua, naquela cama. Sua mente voltou-se a noite anterior, e dos seus lábios brotou um sorriso.
Fora tudo um sonho?
Espreguiçou-se, flexionando os joelhos, colocando o feliz travesseiro entre as formosas coxas, coxas grossas e sedosas que Tom beijara quase a noite toda, antes de fazê-la sua nas muitas vezes que fizeram amor naquela deliciosa noite.
Sorriu ao lembrar-se do dia anterior, quando tivera que pular a janela, tal qual uma ladra. Ficara naquele quarto por horas, até Priscila ir embora. Depois Tom a procurara, e se amaram até a madrugada.
Olhou para a cômoda e viu o bilhetinho.
Pegou e leu: "Vc é a irmã mais linda do mundo.... te amo... quer ser minha namorada? A única?”
Então, não fora um sonho.
Seu coração encheu-se de felicidade. Na parte de baixo do papel, dizia assim: "ps.: me espere com aquele teu shortinho azul tesudinha".
Ela roçou o bilhete nos belos seios, e ficou ali, sonhando com o momento de estarem novamente juntos.
Nisso, o celular chama.
Era Beto.

Tom trabalhou naquela manhã, mas com a cabeça voltada para os momentos passados com Maria Eduarda. Tivera aquele percalço com a Pri. Ele tivera que transar com ela, até ela ir embora. Depois correra até a irmã, onde esta o esperava, e esta se entregou a ele com toda a paixão. Fizeram amor a noite toda, até a exaustão, até que dormiram profundamente.
Como foi gostoso acordar ao lado daquele corpo macio e delicioso, roçando no seu...
Pri apareceu, sorridente.
- oi, amor, pensou em alguma coisa para nós hoje? - disse ela, animada.
- oi, princesa... Olha, hoje tenho aquele encontro com os caras... Clube do bolinha... — disse ele. Na verdade, Duda o esperava.
- ah, eu sei... que pena... tava pensando em nós...
Ele se levanta e abraça a garota.
- caramba, ontem foi demais... não esperava tua visita...rsrs
- hmmm... adorei... - e sussurrando no ouvido dele - te dei o que vc mais gosta...
- to louco pra te comer de novo, gostosa... ¬– diz ele, apalpando aquela parte mais cobiçada da bela loirinha. O dedo se insinua no vão das nádegas, buscando aquela reentrância que enlouquece o rapaz de desejo.
Aquele jeito brusco dele era tudo que ela gostava.
- sabe que ele é teu.... só teu....
Pri acariciou o membro duro do rapaz sob a calça. Beijaram-se, mas tiveram que separar-se, pois passos se ouviam do lado de fora da sala.

Tom chegou em casa para o almoço. Não viu Maria Eduarda. Foi até o seu quarto, entrou, e ouviu um ruído. Vinha do banheiro. Ele, sorriso maroto nos lábios, aproxima-se da porta. O ruído característico de... Sim, era Maria Eduarda fazendo xixi. Um tesão enorme se apodera dele, e ele abre a porta.
Maria Eduarda é pega de surpresa.
- Tommm!!!! - que é isso? - assusta-se a moça, a calcinha arriada na metade das coxas.
- hmmm... legal ver minha maninha mijando...rssss
- seu louco!!! rsrsrrs.... sai daqui!... Vamos..... oh, não....!
Tom entra e Maria Eduarda tenta recolocar a calcinha. Esquecera até de secar-se.
- caramba, Maria Eduarda... como vc é gostosa... - diz ele, esfregando o membro saliente sob a calça.
- Tom... !!! isso não tem graça, seu doido....!
Ela estava com o shortinho nos pés e a calcinha no meio das coxas. Tom a olha com extremo desejo. Agacha-se sobre ela, o rosto ficando rente a vulva peluda e úmida da sua bela irmã.
- mana... senta... - pede ele.
Ela, ainda surpresa, abaixa o tampo do vaso, e senta-se sobre ele. Ele a puxa um pouco para si, pelas pernas, de modo que ela fique um tanto inclinada para trás. Tom retira sua calcinha de vez. Ela entende o que ele quer. E o acha louco varrido. Tom aspira o odor de urina que vem da sua vulva, e vê que o interior de suas coxas tb está úmido... ele não se contém e a lambe, literalmente.
- oooh.. Tom....!!!! - exlama ela.
- vc é deliciosa... - diz ele, começando a chupá-la afogueadamente, sentindo nos lábios o gosto salgado daquela gruta de sonhos.
Ela aperta sua cabeça no meio de suas coxas, querendo afundá-lo ali.
- Oh, Tom... meu amor....!! ...oooh.... louco....louco....ooooh...
Tom sai dela e fita, extasiado, a boceta rubra, os pequenos e grandes lábios úmidos e salientes, o clitóris erétil, exposto.
- Fica de bruços...
Ela obedece, e ajoelha-se, apoiando-se no vaso. Empina a bunda, pois sabe que ele quer assim.. e ela se excita barbaramente fazendo isso pra ele.
Tom volta a beijá-la, Maria Eduarda gemendo convulsivamente. Sua língua percorre a buceta da bela garota, e abrindo suas nádegas, introduz a língua por ali, cutucando levemente aquele orifício que pisca...Maria Eduarda vai a loucura.
- oooh... faz.... oooh, tesão...tesão....aaah... - solta-se ela.
Pouco depois, Tom a faz sentar-se novamente sobre o tampo do vaso. Ela abre as coxas para ele. E Tom libera o enorme membro, duríssimo, comprido e latejante. Maria Eduarda estende a mão e o esfrega, totalmente tomada pelo tesão de ter nas mãos aquela mastro de carne pulsante. Ela dirige a cabeça até a sua bucetinha, e sussurra para o irmão:
- me come.... me come muito.... fode tua maninha, meu amor... fode muito tua maninha....
E Tom enfia fundo, enquanto se beijam ardentemente.

Pouco antes do meio dia, Tom vai trabalhar. Deixara a moça nua na cama. Fora um "almoço" e tanto. Maria Eduarda acordou lá pelas 3 horas, a campainha tocando. Foi atender. Para sua surpresa, era Priscila.
- Oi, Maria Eduarda.... Dei uma fugida do banco, e vim falar com vc... tudo bem?
- Claro, Pri... entra.... - Maria Eduarda ainda estava com os cabelos desgrenhados. Pediu que Pri aguardasse na sala, e foi se arrumar. Logo voltou.
- Duda... vou ser rápida, pois não tenho muito tempo... Sabe, eu... nem sei como começar...rsrs
- pode falar, amiga... - diz Maria Eduarda, temendo ser o pior.
- É que eu gosto... não, eu amo teu irmão... amo demais... sou louca por ele. A gente se dá bem... ou eu penso que era assim até há pouco... mas ele anda estranho... ele era louco pra ficar comigo antes, agora sempre há uma coisa a fazer... eu to sentindo que há algo errado... e eu... eu...
Pri começa a chorar.
- Pode falar, Pri... fique calma... - pede Maria Eduarda.
- eu acho que estou ... grávida do seu irmão...
Maria Eduarda fica corada, seu coração bate forte. Mil coisas lhe vêm a cabeça.
- tem certeza?
- sim... - e ela conta que sua menstrução não viera, etc... Enfim, ela tem certeza de que está naquela situação.
- Pri, o Tom é um cara legal. Eu tenho certeza de que ele não vai te deixar na mão...
- Oh, eu sabia que podia contar com vc... - diz a loira, enxugando os olhos.
Logo mais, Pri vai embora, e Maria Eduarda senta-se no sofá.
Ela precisa pensar.

Tom chega a tardinha, e Maria Eduarda o espera na sala. Se beijam bastante, e logo estão no carpete, ela de calcinha, ele de cueca. Maria Eduarda tem nas mãos o membro do irmão, e ela o chupa, lascivamente, por um longo tempo, levando o rapaz ao desespero, que arqueia o corpo seguidamente.
- hmmm.. vc aprendeu rápido... que delicia de boca... - gemia ele.
Ela olha para o irmão, enquanto enfia a cabeça dentro da boca, que mal cabe ali.
Depois de torturá-lo por muito tempo, ela fica de pé, e abaixa sua calcinha, sob o olhar enlouquecido de desejo do rapaz.
Logo, Maria Eduarda cavalga o irmão. Gozam quase juntos, intensamente. Tom a pega nos braços e a carrega para o quarto.
Quer comer Maria Eduarda naquele colchão macio da cama dela... quer desfrutar daquele corpo tesudo o mais que pode... quer amar sua irmã como se fosse o ultimo dia da sua vida... Maria Eduarda se arrepia toda, pois vê todo esse desejo nos olhos do seu amado irmão.
Mais tarde, resolvem sair, de carro, para comer alguma coisa. Param numa lanchonete onde comem pizza. Conversam e sorriem o tempo todo, mas têm que se conter, pois algumas pessoas conhecidas estão por ali. Mesmo assim, a intimidade entre eles era evidente.
Por baixo da mesa, ele toca o joelho dela, e a mão se insinua sob a saia da moça.
- Mano, isso são modos? – brinca ela.
A mão sobe pelas coxas macias.
- Duda, não dá pra segurar, vc é uma delícia...
- hmmm... jamais pensei ouvir isso do meu próprio irmão... eh eh eh
- Abre as coxas, vai...
- Tom, eles podem perceber....
- Vc me deixa louco de tesão...
Ela se aproxima do rosto dele e sussurra.
- Então, me leve para algum lugar... longe daqui. Eu também to super a fim de vc, meu amor... – diz ela, a voz já demonstrando uma enorme excitação.
Tom não espera mais. Paga a conta e sai com a irmã. O destino é o mesmo lugar onde levara Pri pela primeira vez: um lugar isolado, pouco freqüentado e escuro.
Passam para o banco de trás do carro, onde Tom deita os assentos. Naquele ambiente apertado, entre beijos, e ambos tentando se livrar das roupas, ele consegue fazer tocar uma música, romântica, e que passa a embalar aquele idílio amoroso e incestuoso.
- Quero vc peladinha... toda peladinha – exige Tom. E ela obedece. Fica totalmente sem roupa. Ele também.
E Duda, como boa amazona que se tornara, monta sobre o irmão, e de seus doces lábios saem altos gemidos que ecoam na imensidão da noite. Lobos em pleno cio.
Lá pelas altas horas, Maria Eduarda conversa com Tom, a mão desta alisando o membro em repouso.
- E a Pri.? como anda com ela...?
- Mana... eu não posso continuar com ela...
- Mas ela parece gostar muito de vc...
- Eu quero ficar com vc.. só com vc...
- Mas... como vamos ficar juntos?
- Ninguém precisa saber o que eu e vc fazemos... será nosso segredo...
- E o tempo? Quando a gente envelhecer? Vc não pensa nisso?
- Eu quero viver com vc, sem pensar no futuro... Um dia após o outro... te amando...
- Oh, Tom.... eu te amo... te amo muito... Eu quero ser tua mulher.... pra sempre...
- vc já é minha mulher.... vc já dorme comigo... rssss
- Danado...!! vc me enlouquece... com esta tua... pica gostosa... – ela tenta abarcar o enorme membro do rapaz, inutilmente. Consegue, mas usando as duas mãos.
- Mana... vc tem... a buceta mais gostosa que já comi...
- grosso!!! rsssss... isso é jeito de falar comigo? rsssss
Ele fica sério.
- Te amo, Maria Eduarda... - diz, trazendo-a para si.
- Eu.. tb te amo, mano.... te amo demais....!!
A noite seria pouca, a vida seria pouca pra tanto desejo.

Tom acordou. E não sentiu Maria Eduarda ao seu lado. "Deve estar preparando o café... " pensa ele. Fica esperando algum tempo, mas ela não aparece. Vai até a cozinha, a sala, o quintal... seu coração bate forte. Uma sensação terrível toma conta dele. Vai até a sala novamente, e vê um envelope. Já meio que adivinha o que é. Tira o papel de dentro e lê.

Maria Eduarda, de dentro do ônibus, olha pela janela as montanhas passarem por ela. Tira o lenço e enxuga as lágrimas que escorrem abundante dos seus belos olhos. Tenta imaginar se naquele momento Tom já lera sua carta de despedida. Quando pára na próxima cidade, seu desejo é o de comprar uma passagem de volta e correr para os braços de Tom, mas ela segue em frente. Precisava se livrar daquele ar estranho de Vale Verde. Ela mexia com as emoções de forma... Avassaladora!

Quatro anos se passaram.
Tom estava na sua sala, quando André entra, esbaforido.
- Cara... Já viu a nova estagiária? Um espetáculo... Vem ver....
Tom sorriu. André não tinha jeito. Fazia quase um ano que Priscila pedira transferência para sua cidade. Além disso, fora promovida. Mas a relação dos dois já esfriara bastante. O sexo arrefecera.
Priscila na verdade não estivera grávida, fora um alarme falso. Além disso, ela sabia que Tom nunca aceitara o fato de Duda ter voltado para sua cidade. Aquela promoção e transferência vieram a calhar para os dois.
O retorno para sua cidade foi bom para a bela paranaense. Seus pais a acolheram, felizes por contar com a presença, agora definitiva, da filha. Pri procurou logo saber de Bruno, que havia dado baixa do exército, e ficou sabendo que ele agora estava trabalhando.
Pri procurou se reaproximar do irmão, que ainda parecia constrangido pelo que acontecera entre os dois. Ela estava disposta a esquecer tudo. Aos poucos, os dois foram se entrosando, novamente. E ela retomou aquela sua vida familiar de antigamente. Quando estava em casa, usava os seus shortinhos, as suas mini saias, sempre contando com o olhar cheio de admiração de Bruno. Admiração que, agora, não a incomodava, pelo contrário, ela gostava muito.
Não demorou muito para ela começar a chamá-lo para ficar com ela no seu quarto. E assim, os dias iam passando, até que...
Pri chegara em casa e vira Bruno na sala. Era um sábado. Ela ficou olhando para ele, demoradamente. Então correu para o seu quarto, e vestiu uma mini saia jeans, aquela mesma daquele inusitado dia... Ela volta a sala e fala com ele.
- Mamãe e papai saíram, mano?
Ele volta o rosto para ela. Ela está linda...
- Sim, eles saíram...
- E vão demorar? –pergunta ela, um meio sorriso nos lábios.
- A.. acho que sim...
- Hmmm... que sede. Acho que vou lá na cozinha tomar um copo de água... – ela se vira em direção a cozinha. Ele fica ali, parado, tentando entender o que Pri queria. Num estalo, a ficha cai, e ele salta do sofá e vai em direção a cozinha.
Dali a pouco, Pri está de costas, apoiada na pia da cozinha, e Bruno se move atrás dela. A mini saia da moça está erguida, sua calcinha aos pés, e suas coxas abertas, onde o membro de Bruno entra e sai, num vai e vem irregular.
- Pri... oh, Pri... tesuda...
- Me fode... me fode muito, Bruno, maninho gostoso...

Tom levantou-se e foi verificar a tal nova estagiária.
Três meses depois, Tom viajou até a cidade dos seus pais, para o aniversário da sua mãe. Chegou e foi recebido pelos velhos e sua irmã mais nova, Kelly Cristina, de 20 anos. Conversaram bastante, pois fazia anos que Tom não visitava os pais, e estes se ressentiam muito disso. Tom não podia contar do porque, claro. Recebera o convite para o casamento de Duda e Beto, meses depois que sua irmã o deixara. Não fora ao casamento, alegando estar realizando um curso importantíssimo para sua carreira. Ficou sabendo através deles que o casal, dias após a cerimônia, mudara-se para um outro estado.
Tom achou melhor assim, cada um para o seu lado.
- Ela me disse que viria com o marido... Devem chegar a qualquer momento. - disse a mãe.
A festa estava prevista para aquela noite. E seria num clube que fora alugado para o evento, com muitos convidados. Tom estremeceu. Como seria ficar frente a frente com Maria Eduarda, depois de anos, e de tudo que fizeram juntos?
A tardinha, Tom estava sentado no quintal da casa, quando um carro estacionou em frente. Era o casal. Tom foi para o seu quarto. Seu coração batia forte.
Os velhos foram receber Maria Eduarda. Esta estava mais linda do que nunca. Parecia um pouco mais cheia, mas aquilo só contribuía para deixá-la ainda mais deliciosa.
- Oi, mãe, pai... que saudades... - disse ela, abraçando-se aos velhos. Beto carregava as malas, sorridente. Logo estavam na sala conversando animadamente, Maria Eduarda contando para eles sobre a viagem.
- Filha, adivinha quem veio para a festa? - perguntou sua mãe.
Maria Eduarda piscou os olhos.
- Quem, mãe?
- O Tom...!!!
A pele branca do rosto de Maria Eduarda enrubesceu. Mas ela sorriu.
- O.. Tom? Fazia tempo que ele não vinha, né? rsss.... que bom, mãe...
- Ele me disse que tá namorando sério, agora, e que pensa em se casar....
- É mesmo? Pois já está na hora dele sossegar, né?- diz Maria Eduarda, o olhar ganhando um tom melancólico.
- Ele parece bem animado com a tal moça... Diz que ela é funcionária do mesmo banco, e que é do Paraná... Tenho até uma foto dela... Vou te mostrar...
A senhora volta com uma foto nas mãos. E Maria Eduarda vê que não era Priscila. Priscila também era do Paraná. O que acontecera com Priscila? Tivera o filho? Ela teve curiosidade de saber, pois sentira pena da garota...
- Mãe, ela é muito linda... O Tom parece que gosta de mulheres com a pele bem branca, né, rssss. - ela volta a enrubescer, lembrando-se que ela mesma era branca.
- Ah, eu gostei dela...rssss. - diz a senhora. - ah, e o Tom não sei onde se enfiou... Deve estar visitando seus velhos amigos.
Na verdade, Tom estava no seu quarto, e deu pra ouvir tudo o que diziam.
Bem mais tarde, Maria Eduarda saiu até o quintal, deleitando-se com aquele lugar onde passara quase toda sua vida. Pegou uma flor e a cheirou. Sentiu alguém se aproximar atrás de si. Voltou-se. Tom estava ali, parado, olhando para ela.
- Oi, Duda...
Maria Eduarda ficou estática. Seu coração bateu forte. A emoção tomou conta do seu ser.
- Oi, Tom... td bem?
- Tudo... e com vc?
- Muito bem... que bom te ver...
- bom te ver tb... e o Beto?
- ta dormindo... ele dirigiu o trajeto todo... está exausto...
- vi vc olhando o quintal... onde a gente brincava, se lembra?
- sim... vc puxava meu cabelo e subia no pé de goiaba para eu não te bater.. rssss
- É, mas um dia vc me acertou com sua sandália...
- e depois, eu me arrependi de ter feito aquilo com vc.... - diz ela, aquelas imagens passando por sua mente.
- é... vc sempre foi legal....
- vc tambem... malandrinho, mas sempre foi super legal comigo... morri de saudades de vc quando vc passou naquele concurso e foi embora daqui...
- e eu de vc... vc sabe...
- agente sempre se arrepende do que faz.... - diz ela, contendo um choro.
- às vezes é preciso fazer...
Ela se aproxima dele. Estão num lugar isolado, sem ninguém vê-los.
- Tom... Me perdoe por ter fugido daquela forma...
- Não precisa pedir perdão... São águas passadas...
- Eu sei... Eu me casei, vc vai se casar.... Pensa que já não fiquei sabendo? rssss
- a mãe contou... É, pretendemos logo...
- que bom...
Nisso, ela ouve a mãe chamando-os.
- Tom... a gente conversa mais a noite, na festa, certo? Foi maravilho te ver de novo....! — dia ela, enxugando as lágrimas da face.
Ela saiu andando em direção a casa.
A noite, a festa estava animada. Maria Eduarda estava simplesmente insuportavelmente bela. Tom e sua irmã Kelly estavam numa mesa, e esta enchia seu irmão de perguntas.
- Mano, a Maria Eduarda me disse que tua cidade é ótima... Tem muito gatinho por lá?
- gatinho? ... e eu lá entendo de gatinho?
- Bobo... vc não vê que estou me convidando para passar alguns dias na tua casa?
- hmmm... nem pensar.... vc precisa estudar, passar nesse vestibular... já tem vinte anos e nada até agora...
- bobão... mas seria legal eu passar uns dias com vc lá... isso seria...
Tom mudou de assunto. Kelly era muito bonita, e assanhada. Resumindo, problema.
Tempo depois, Maria Eduarda procura Tom na sua mesa.
- oi... só falta vc me convidar para dançar... - disse ela.
Tom sorriu e levantou-se, sob os risos de Kelly.
Os dois foram até o meio do salão. Ela se abraça ao irmão. Tom estremece. Fazia anos que não a tinha nos braços. A musica que toca não é estranha. E suave, e era uma faixa de um CD que tom sempre tocava no seu carro. Maria Eduarda parece se lembrar tb.
- hmm, adoro essa musica... - diz ela. - me lembra alguma coisa que não consigo saber o que é... rssss
Ele a olha. O corpo de Maria Eduarda está mais delicioso do que nunca. Seu perfume é algo perturbador.
- eu tinha essa musica... no meu carro...
- oh, é mesmo... eu sabia ... ela é linda...
Maria Eduarda então é obrigada a reviver velhas lembranças, através daquela musica. Aquela vez haviam saído de carro, e tocava essa musica, quando estacionara o veículo num lugar isolado, e logo estavam transando loucamente, no banco de trás. Parecia ontem, ela sobre ele, movendo sensualmente seu corpo, o enorme membro entrando e saindo daquela boceta deliciosamente peluda.
Ela aninha seu rosto do lado do seu irmão, como para que ele não visse o seu semblante.
- Faz anos... Eu me lembro - sussurra ele. – Me lembro de cada detalhe...
- Tom... não...
- Desculpe, eu não consigo...
Ela olha em volta.
- Tom... Vamos sair daqui... - diz ela. - vá à frente.
Ele sai pelos fundos, e ela o segue, olhando para que ninguém os visse.
Ela entra numa sala e fecha a porta. Tom deveria estar ali. E está. Uma mão a agarra e a puxa...
- Tom... - exclama ela. Sua boca é tomada pelo dele, e ela se abraça ao irmão. Toda a emoção contida durante anos é liberada naquele beijo desesperado, sugado, mordido.
- ooh, Tom... - exclama ela. - Ela sente o irmão levantar seu vestido, e, desajeitadamente, tirar sua calcinha de lado. Os mesmos pêlos, e ainda mais fartos.... e Tom se extasia. Libera seu membro teso, e tenta penetrá-la, a cabeça resvalando no clitóris rígido da moça. Esta emite um gemido alto, contendo-se porém. Enfim, Tom enfia seu membro todinho, e Maria Eduarda emite uma imprecação. Tom entra e sai, com força, com desespero.
- ooh, Tom... meu amor.... meu amoor....
- Duda...!
-Oh, Tom...! mete - sussurra ela, gemidos contidos. - mete... com força... meu amor...ooh, meu amor....
- te amo... te amo demais, maninha....aaaah...
- tb te amo.... te amo como louca....oooh.... sou tua...
- repete....
- sou tua... tua mulher... tua mulher.....oooh...
- Gostosa... boceta gostosa... aaah..
- Oh, Tom, fode minha boceta... fode a boceta da tua irmã, meu amor... ooooh... fode gostoso, maninho querido....aaah..
O gozo vem forte, irrefreável... os dois, simultaneamente. Seus corpos parecem dançar um bailado enlouquecido pela volúpia.
Desabam no chão, peitos arfantes.
Ela olha para ele.
Ambos tem que voltar a realidade. Sabem que é a ultima vez. O destino propiciou aquele encontro. Não haveria nova chance. Levantam-se e se recompõem.
Antes de sair, Maria Eduarda se abraça a ele, o beija, e chora.
A festa prosseguiu, e Tom e Maria Eduarda se portaram normalmente até o amanhecer. Apenas olhares furtivos. Maria Eduarda percebe o quanto ele a quer... E o muito que ela ainda o quer.
Tom resolveu ir embora ao meio dia, após o almoço com a família toda.
Se despediu de todos, e foi em direção ao seu carro. Maria Eduarda o esperava no portão.
Eles se abraçaram forte, e se beijaram nas faces. Olharam-se profundamente.
Era um adeus. A partir daquele momento, seriam apenas irmão e irmã. Como deveria ser.
- Boa sorte... - diz ela. – e, lembre-se sempre de mim, mano... Não me esqueça, por favor... — quase suplica.
- vou lembrar... Nunca vou te esquecer... e tudo que houve entre nós..
Maria Eduarda chora muito. E Tom segura para não fazer o mesmo, entrando no seu carro.
Arranca, olhando a figura da sua bela e amada irmã pelo retrovisor, acenando para ele.
Tom liga o CD do carro, e dispara, veloz, pela estrada de volta.
FIM.

Sobre este texto

Rodrigo

Autor:

Publicação:10 de julho de 2013 18:40

Gênero literário:Contos eróticos

Tema ou assunto:Jovens

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Comentários

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  • Geraldo
    Postado porGeraldoem26 de fevereiro de 2016 11:36

    Simplesmente o melhor conto erótico que já li... sem dúvida nenhuma... foi muito prazeroso ler isso.

  • Rodrigo Miranda Baccardi
    Postado porRodrigoem24 de setembro de 2013 22:43
    Rodrigo é um autor no História Erótica

    Mariza, entre em contato comigo. Tenho umas inéditas do gênero. Meu e-mail: [email protected]

  • Mariza
    Postado porMarizaem24 de setembro de 2013 18:12

    Muito excitante esse conto incestuoso e prazeiroso. Minha vagina ficou molhadinha. Incesto de irmã metendo com o seu irmão é tudo de bom. Com um porém, que ambos sejam maiores de idade e tomem os cuidados para evitar uma gravidez indesejada.

  • Rodrigo Miranda Baccardi
    Postado porRodrigoem16 de julho de 2013 19:10
    Rodrigo é um autor no História Erótica

    Leia "A sedução de Branca". Tá na mesma linha.

  • Ricardo
    Postado porRicardoem13 de julho de 2013 03:33

    Melhor conto do site até agora, mandou bem!

  • Jonas
    Postado porJonasem11 de julho de 2013 21:30

    Ah não pode ter terminado, melhor conto do site
    Trás outros desses para a gente...

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