Conto Erotico | Historia Erótica

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DOCE TENTAÇÃO - PARTE 3

Tom voltou tarde para casa. Não viu Maria Eduarda. Devia ter saído. Ainda bem que não fora com Miguel. Ainda estava mordido de raiva quando viu o bilhete dela, avisando que saíra com André e Elzinha. Logo, o celular de Tom tocou. Era Priscila, que o esperava. Tom correu pra lá, após um banho.
Priscila o esperava em frente de casa, linda. Tom a levou a um barzinho, onde ficaram por horas. Depois deram uma esticada numa boate. Logo ele a tirou pra dançar uma musica lenta. Tom ficou inebriado pelo perfume da moça, e pelo contato daquele corpo delicioso.
- vc dança bem.. - disse ela.
- musica lenta.. só... rssss
- e ai... o que tem feito?
Tom lembrou-se dos momentos com Maria Eduarda, os dois se beijando na cama.
- tenho lido bastante... e pensado bastante...
- pensado em que? - quis saber ela.
- em vc... - diz ele.
Pri sorri.
- tb tenho pensado em vc...
- coisa boa?
- só coisa boa...rsrsrs...
- eu Tb tenho pensado em vc... quer saber o que..?
- quero..
- tenho pensando em como deve ser...
Ela ficou na expectativa.
- em como deve ser... beijar vc....
Ela sentiu o coração acelerar, e Tom não perdeu tempo. Beijaram-se. E foi assim durante toda a execução daquela musica.
Depois, ele a convidou para darem uma volta. Ela topou. Saíram de carro, e tomaram a estrada, parando num local ermo. Tom tomou a garota nos braços, no banco de trás do veículo. Suas bocas não se desgrudavam. Logo Pri estava sem a blusa, e seus seios já espetavam o peito de Tom.
Ambos tinham uma louca urgência de sentirem um ao outro, como se suas peles clamassem por um contato mútuo, profundo.
A garota, de bom grado, deixou-se levar por Tom. Este era extremamente envolvente, deixando-a atordoada de excitação com seus beijos e suas ousadas carícias. Não demorou para ela tirar a saia e ficar só de calcinha. Tom se deliciou ante a visão daquele corpo cheio de curvas.
Momentos depois, o inevitável. Pri já sentira aquele desejo nos olhos de Tom. Sentia o que ele queria, o que ele precisava. E seu corpo respondia, movendo-se meio que voluptuosamente a cada caricia do rapaz. Tom já tinha em mente pensamentos insanos em relação a ela desde a que vira de biquíni, aquele bumbum carnudo, arrebitado, perfeito. Pede que ela fique de quatro para ele. Ela faz o que ele quer.
Ela ainda estava de calcinha. O vestido já jazia no assoalho do carro. Lentamente, Tom abaixa a calcinha da bela loira, e vê as nádegas e o delicioso rego aparecerem. Tom não crê naquela maravilha ali, a sua frente. Ele então desce a calça, e Pri se assusta.
- Tom..!! exclama ela...
- fique calma.. - pede ele.
- Vai devagar, por favor... - Pri sabia o que ele queria. Todos eles queriam, mas ela resistira bravamente. Até agora. Mas com Tom era diferente. Ela queria. Ela sabia que ele a queria penetrar fundo ali, e ela queria isso ardentemente.
Tom direciona a cabeçorra grande e rubra em meio àquelas nádegas polpudas. Pri geme, alto. Temor, desejo, pleno delírio.
E logo Tom está penetrando profundamente Pri, que geme alto.
- ooh.. Tom... ooooh, Tom.....aaai...
Tom mete devagar, apreciando cada centímetro daquele orifício apertado que o seu membro devassa.
- ah, Pri... vc é gostosa demais...
- ooh, Tom.... vem... ooh... te amoooo....Tom...!
- tesuda... bunda tesuda... aaaahh...
Tom enfia tudo. São 28 cm de carne e músculos rijos que arregaçam a moça. Pri sente o seu reto arder em brasas. Tom é implacável.
- Pri... eu precisava te comer ai...aaah... vc é boa demais...aaah...
- ooh, Tom... come... come....me come...aaah...
Tom não se contém, e extrapola ao gozar. Goza freneticamente, e o ímpeto é tão grande que jorra sêmen para fora daquele buraco devassado pelo seu potente membro.
- ooohh... - Priscila quase grita.
- ooh, tesuda...oh, gostosa... Parece a bunda da minha ir... - quase que ele se entrega.
- ooh.. o que vc disse... ? ooh – pergunta a loirinha, ainda na ânsia daquela descomunal transa.
- nada... disse que vc é tesuda demais... boazuda demais....aah..
Pri quase desfalece, pois apesar da dor, goza demais. Ela desaba no banco do carro, e Tom sobre suas costas, e ficam assim, durante minutos, até se recomporem.
Mais tarde, Tom a deixa em frente a casa.
- Quer entrar? - quase suplica ela.
- quero...
- vamos entrar em silêncio, pois tem outros hóspedes... – avisa ela, louca para entregar-se ao rapaz mais vezes, o quanto ele quiser.
- Vamos... – diz ele, indo atrás dela, a mão direita apalpando sua bela bunda, o dedo obsceno metendo-se entre as nádegas, provocando-a.
— Ui! – ela dá um gritinho. — Alguém pode ver, louco...!
E logo os dois estão alojados no quarto. Ambos já nus, Tom enlouque Pri beijando seu corpo todo, detendo-se uma eternidade entre as coxas da bela loira, para depois penetrá-la profundamente. Pri sente-se totalmente preenchida... Tom, incansável, transa com ela até amanhecer.
Como era sábado, os dois dormem até perto do meio dia do dia seguinte. Tom toma um banho, e Pri o acompanha no chuveiro, onde transam mais de uma vez. Tom não se sacia. Priscila é deliciosa demais.
Em casa, Maria Eduarda estava preocupada, pois Tom não aparecera naquela manha. Havia dormido fora. Com quem? Perguntava-se. A tal dentista? A Priscila? Ela pensou no encontro com ele no dia anterior, e seu corpo se arrepiou ao se lembrar dos beijos. E da expressão dele ao vê-la somente de calcinha. Ela dissera que o chamaria quando estivesse disposta a a se mostrar para ele, agora sem aquela ínfima pecinha. Bem, pensa ela, "se ele estivesse aqui, agora, eu o chamaria..rsrsr".
Pelo jeito ele lera seu bilhete. Isso a tranqüilizara. Pusera Miguel a correr logo que ele saíra todo emburrado. Fizera questão de dizer que estava com André e Elzinha numa lanchonete.
Ela almoça sozinha. Tom chega em casa as duas da tarde. Maria Eduarda estava no seu quarto. Tom liga para o celular dela.
- Oi, Mana... como foi a noite ontem?
- oi, sumido... A noite foi ótima... O André e sua esposa são do outro mundo..rsssss...
- que bom..
- e a sua?
- ah, fui com uma turma num show fora da cidade e acabamos a noite num bar, mas eu só bebi refrigerante...
- tudo bem... Acredito em vc...
- bem.. vou tomar um banho agora... e depois, vou descansar um pouco... a gente se fala amanhã..
- ok, descanse... rsss
- vc também. beijos...boa noite!
- beijos, meu amor...Boa noite pra vc! - diz Maria Eduarda, sussurrando.
Tom desliga. Ela o chamara de meu amor. Ele fica pensativo.
Parecia que algo de muito bom iria acontecer.

No dia seguinte, era um sábado, Tom foi até a casa de Pri. Pri solta uma exclamação de felicidade ao abrir a porta de dar de cara com Tom.
- oii...eu estava pensando em vc... não acredito!!
-oi, gata... tava louco pra te ver...
Ela mandou entrar, e se atracaram num ardente beijo ali mesmo.
Pouco depois, Tom estava sentado numa cadeira, e olhava Pri. Ela estava de quatro, no centro da cama, o rosto afundado nos lençóis... Tom pedia algo pra ela.
- abaixa... devagar... - dizia ele.
Pri abaixava sua calcinha, Tom se deliciando com as nádegas brancas da bela moça irem surgindo, os pêlos ruivos e fartos.
- caramba... vc é tudo de bom...
- assim? - diz a garota, toda submissa.
- desce a calcinha... assim... - ele vê a calcinha deslizar até dobra dos joelhos. Tom se aproxima, e encosta seu rosto naquela formosa e apetitosa bunda. Pri começa a rir diante do que ele faz. Está totalmente nas mãos daquele garanhão.
- está me fazendo cócegas... rssssss
Tom a beija por ali, e então, pede pra ela:
- abra pra mim...abra gostoso... - seu membro salta dentro da cueca inchada.
- Oh, Tom.. - suspira ela. Ela sabe o que ele quer. E ela mostra, abrindo suas nádegas... Tom aspira o aroma que vem de lá, e sua língua percorre aquela valetinha, detendo-se no orifício que pisca.
- oooh, Tom... - geme Priscila, excitadíssima, sabendo o que logo viria. Tom ficara louco pelo seu bumbum, e a possuíra muito ali, no dia anterior.
Tom enlouquece a menina com aquele beijo íntimo ao extremo.
- Ooh, Tom, meu amor...
Pouco depois, Pri emitia um quase grito. Tom entrou nela com vontade, dilacelarando seu reto, penetrando fundo. A moça gemia alto sentindo potente membro de 8 cm de diâmetro abrindo caminho como brasa.
- Aaaaaah... - ele emite um som parecido com um grunhido, dando vazão a um desejo quase animal.
- Oh , Toooom...!! - gemia Priscila.
- tesuda.... oh, que rabo tesudo vc tem.....oooh...
- teu ... todo teu... - dizia ela, tendo o corpo sacudido pelo vai e vem vigoroso de Tom, que entrava todo dentro dela.
Tom mal conteve, e logo se derramou dentro daquele buraco apertadíssimo e quente.
Minutos depois, Pri recostou seu esplêndido corpo nu no rapaz.
- Amor, vc é o primeiro que faz comigo assim...
- Eu senti... - disse ele, beijando os lábios da loira.
- Vc me mata assim...rsrs... estou toda ardida.
- Nem começamos ainda...
- Eu sei... vc é um tarado...rsrsrssr...
- Por vc... vc é tesuda demais...
- hmmm... me deixa louca de tesão quando fala assim... !
- e essa tua bundinha... me deixa doido de vontade...
— Eu passei a noite toda pensando naquilo que vc disse ontem a noite...
— O que foi que eu disse?
— Que o meu bumbum se parecia com a de sua irmã...
— Eu não disse isso... rssss
— Quase disso isso... é verdade?
— Bem, eu nunca reparei no bumbum dela. Ela é minha irmã, uai!
— O que é que tem? Vc tem uma irmã muito bonita, e que tem um corpo... Não teria nada demais vc admirar ela, ué!
— Nada a ver. A Duda é alguém especial, mas não tem essa de eu admirar ela como mulher. Admiro ela como pessoa, como irmã, como alguém da família...
— Desculpe, eu pensei...
— Esquece... — e apalpando as nádegas da garota — Me dá um tesão enorme só de olhar... — seu membro salta, duríssimo.
Pri quase geme de prazer ao sentir o desejo insano de Tom. O dedo obsceno entra no seu rego. O corpo dela está todo arrepiado de desejo.
- ela é tua.... toda tua...
Pri quase grita quando Tom a agarra e a coloca de bruços. Ela já conhecia seu jeito.
- empina esse rabo tesudo...vai... - diz ele, suavemente.
Ela obedece. Tom enfia numa estocada só, forte, firme... Ela não consegue segurar um grito.
O sexo entre eles estava apenas começando.
Maria Eduarda estava em casa naquele momento. Sabia que Tom estava furioso com Miguel. Ela ri do azar dos dois, que sempre aparecia alguém para atrapalhar a brincadeira deles. Pensou nos beijos de Tom, no olhar do irmão ao vê-la com aquela calcinha, do brilho dos olhos dele ao ver os seus pêlos pubianos, mesmo que parcialmente...
- e ele nem viu tudo..rsrsrs.... - diz ela, reprovando-se.
De onde vinha aquela malicia? pensou. Ela jamais fora assim. Jamais tivera aquele tipo de pensamento.
Pensou do jeito que ficaram antes de serem interrompidos pela campainha. Ela de bruços, e ele em cima dela, apertando-se a ela. Ele pedindo que ela empinasse a bunda cada vez mais, até ficar de quatro. Lembra-se de ter sentido o membro do irmão, escandalosamente grosso, entre suas nádegas. Ela sente o corpo se arrepiar ao pensar naquele momento. As mãos dele nos seus seios....
Fez um esforço e tentou afastar aqueles pensamentos pecaminosos.
- hmm.. tenho que parar de pensar nisso...É pecado pensar em irmão dessa forma... Eu preciso...
Tom chegou tarde em casa. Passara o dia inteiro na casa de Pri, e boa parte da noite. Maria Eduarda já dormia.
No dia seguinte, Tom foi trabalhar cedo. Horas depois, Pri entrou na sala dele, sorridente.
- oi, meu amor, como está hoje?
- bem... e vc?
Ela se aproxima, e sussurra no ouvido dele.
- ardidinha....rsrsrsrs..
Aquela confidência excita Tom. Seu membro já endurece de imediato. Toma a loira nos braços e a beija ardentemente.
Nisso a porta se abre e André aparece.
- Oi, pombinhos! Desculpe... Tom, tem visita pra vc, uma bela moça... Cara de sorte, heim?
Pri faz cara de amuada. Quem seria? Outra garota de Tom?
Tom se surpreendeu ao ver Maria Eduarda aparecer atrás do amigo. Pri suspirou aliviada, pois pensava tratar-se de outra mulher.
- Oi, Pri - disse Maria Eduarda, beijando Pri na face, e em seguida, a Tom.
- Bem, vou deixar os maninhos a vontade. Tchau, Duda. - e ela saiu junto com Andre.
Tom olhou para a irmã, que vestia um vestido preto, um pouco acima dos joelhos. Linda.
- Mano, passei só pra te dar um ôi... Vou fazer umas compras...
- Vc adivinhou, tava louco pra te ver
Ela gostou imensamente de ouvir aquilo.
- pelo que vi, vc estava em boa companhia...rsrsr
- trabalhando.... - mentiu ele, olhando para ela profundamente.
- Bem.. eu vou indo, então... ah, ontem eu mandei o Miguel embora cedo...rsrsrs
Ele se levanta.
- que bom... Eu tava morrendo de ciúmes... - disse ele, se aproximando dela, bem de perto.
- não precisava...rsrs.. - disse ela.
- mas eu fiquei...
- eu vi... rsrsrs.... bobo...
Ela fica de costas, e ele a abraça por trás.
- Mano... alguém pode entrar...! Doido! rsrsrs
- deixo vc ir se me der um beijo... - diz ele, já em plena ereção. Maria Eduarda sente sobre ela todo o ímpeto do irmão.
- isso é chantagem...rsss... É covardia.... Sabe que adoro teus beijos...rsss
Ela vira o rosto como pode. Naquela posição mesmo, seus lábios se juntam... Ela de costas, ele bem junto a ela, e um beijo ardente e mascado acontecendo...
- Ah, Dudinha, que bom que vc está aqui....!
- Tom... a porta.... Alguém pode entrar.... — diz ela.
Ela se vira e se atraca a ele num beijo pra lá de intenso. A sensação de perigo parecia um ingrediente poderoso naquele momento. A mão dele sobe a barra do vestido, e ela geme quando ele desliza a mão gostosamente pela sua grossa coxa, indo até a calcinha.
— Não vi vc ontem... tava louco de saudade — repete.
— Eu também...
— Aquele dia foi bom demais — diz ele, referindo-se ao ultimo encontro dos dois.
— O Miguel é um chato...
— Onde é que paramos aquele dia? — pergunta ele, cheio de más intenções.
— Não sei... — ela finge um esquecimento, mas que no fundo, as imagens daquele dia estão bem vivas na mente de ambos.
Ele a faz ficar de costas. Ela sente ele encostar-se nela. Sente-lhe toda a virilidade intumescida, saliente.
— A gente tava assim... — sussurra ele.
A mão do rapaz sobe seu vestido, revelando sua intimidade. Uma calcinha preta de cetim, reluzente, é o que guarda suas delicias. Duda sente as mãos a acariciarem nas laterais das coxas, voluptuosamente.
Ele próprio desce suas calças. Encosta-se nela, mais uma vez.
— Tom, alguém pode entrar...
— Ninguém vai nos interromper... juro...
— Tem... certeza?
— Sim...
Para poder convencê-la, ele toma seus lábios, ali, de costas mesmo. Um beijo irregular, e, por isso mesmo, cheio de volúpia. Ele começa a pressionar aquele bumbum em movimentos lentos. É um vaivém lento, suave no início, mas que começa a se tornar intenso, forte. Seu membro resvala forte naquelas carnes fartas e macias.
Lá fora, Pri não esquecia dos momentos com Tom, da forma como o rapaz a possuía. Voracidade. Essa era a palavra. Um pensamento, porém, começa a incomodá-la. Aquela possível comparação que ele fizera do seu bumbum com o da sua irmã... “Será?” Esse pensamento martela sua cabeça. Duda era linda, muito linda, e como ela, tinha um corpo voluptuoso, cheio de curvas, pernas e coxas grossas, o biótipo que parecia atrair Tom. “Será?”
Sua mente volta para o passado, repentinamente. Ela estava no seu quarto, onde trocava de roupa. Acabara de vestir seu shortinho, mas ainda estava com os seios desnudos. A porta se abrira, e ela se cobrira com a blusa em suas mãos.
Era Bruno. Furiosa, ela ralhara com ele.
— O que é isso? O que vc quer?
Bruno examinara-a da cabeça aos pés.
— Nada...
— Então, quer me dar licença?
Bruno não respondera. Virara as costas, puxando a porta atrás de si. Ela terminara de vestir e saíra do quarto, indo até a cozinha. Estava diante da pia quando sentira a presença do irmão atrás de si.
— O que v ainda quer? — perguntara.
— Mamãe e papai saíram... — disse ele.
Ela então sentiu as mãos dele a envolverem pela cintura.
— Bruno, quer fazer o favor?
— Ninguém está nos vendo... — dissera ele.
Pri sentira o membro duro do rapaz no seu arrebitado bumbum.
— Bruno, pode parar... eles podem chegar...
Mas ele não dera ouvidos. A encoxou com vontade, e ela pode sentir toda a extensão da virilidade do rapaz. As mãos dele desceram pelas suas coxas, pela frente, voltando e subindo com a barra do shortinho.
— Bruno, se não parar, eu vou...
— Pri, vc é gostosa demais... eu sei que...
Nisso, o som de vozes no lado de fora. Bruno saíra dela, assustado.
— Eu não te falei? Bobão... Bem feito. Da próxima vez, eu conto pra eles... — ameaçara ela.
De volta ao presente, Pri olha a porta da sala fechada onde Tom e a irmã se encontram.
— Não... É coisa da minha cabeça ... — diz ela, baixinho, movendo a cabeça. Ela se entregara a Tom como nunca se entregara a alguém, logo no primeiro encontro. Ela estava completamente de cabeça virada pelo rapaz, e sentia que ele também a queria muito.
Lá dentro da sala, Maria Eduarda se deliciava com as caricias de Tom. Este, então, pede:
— Tira o vestido...
— Tom!!!!??? Vc está...
— Ninguém vai ver... estamos só eu e vc aqui...
Ela suspira fundo. Está tão envolvida com ele, que cede. Tira o vestido pela cabeça. Logo o soutien acompanha a peça, jogados num canto. Tom olha para a moça seminua diante de si.
— Caramba, como é bom olhar vc, como é bom olhar teu corpo, Duda... vc é a coisa mais linda do mundo...
— Oh, Tom, vc me deixa sem jeito assim...
Se abraçam e se beijam com vontade. Os bicos duros dos seios da garota espetam o peito de Tom, deliciosamente.
Maria Eduarda sente o membro pressionando-a um pouco abaixo da virilha. Seu coração batia forte. Sentiu a mão do irmão no seu queixo, suavemente levantando seu rosto até ficar olhos nos olhos.
- gosto de ficar sozinho com vc ... assim... - diz ele.
- eu tb.. - diz ela. - mas pode aparecer alguém... vc é muito doido... rsrsrs
- adoro beijar essa boca gostosa que vc tem....
Seus rostos estão quase colados. Seus lábios se roçam. Suas mãos lá embaixo estão juntas, dedos entrelaçados. Suas coxas igualmente se roçam, provocando arrepios em ambos. O que era aquilo que estava acontecendo? Poderia ser a pergunta que vagava pela cabeça de ambos. Tom sente o respirar da irmã, sente seu coração bater. Ela abre sua boca tentadora, e é ali que ele se perde em um delírio na forma de um beijo avassalador. Suas bocas se fundem, se afundam, se comprimem.... as mãos se apertam até doer. Liberadas, suas mãos abraçam o rapaz como se quisesse fundir seu corpo no dele. O beijo é pura paixão, puro desejo, puro tesão... beijo de novela do horário nobre, beijo proibido para menores... Maria Eduarda se entrega naquele beijo, como se fosse o ultimo... Sente o irmão puxar seus quadris para encontro dos deles, e ela ajuda, projetando-se o mais que pode... Fica na ponta dos pés, e encaixa sua vulva sob a calcinha inchada na saliência da cueca do irmão, permanecendo "engatada" por minutos, para depois soltar seu corpo, e emitir um gemido gutural quando aquele membro duro resvala forte na sua calcinha... Arrepios tomam conta de todo o seu corpo, e o calor invade seu recanto mais intimo...
- ooh, Tom... ooh, meu irmão... - diz ela.
- Maria Eduarda, vc me deixa louco... de tesão... — Tom não mede mais as palavras. Quer que ela sabia tudo o que ele sente por ela.
- não, não fale desse jeito... louco...! — Ela se arrepia todas nos seus recantos mais escondidos, mais cobiçados.
Voltam a se beijar ardentemente. Suas línguas se digladiam, se enroscam, e seus corpos se movem como se para sentirem o máximo de contato físico.
Ela volta a ficar na ponta dos pés, encaixando-se toda naquela protuberância enorme. Desta vez, não solta o corpo. Ao invés disso, inicia um vaivém curto, um resvalar contínuo, que leva ambos a um estado desesperador de excitação.
— Duda, não vai mais embora... fica comigo... — pede ele.
— Mano, oooh... não posso.... Oh, Tom... não me peça isso..
— Fica comigo, vai... esquece o Beto...
— Não posso... sou tua irmã... tua irmã...
— Por isso mesmo... fica comigo, vai...
Ela continua a mover as ancas, e resolve calar o irmão beijando-o, o corpo ardendo em excitação.
O telefone toca. Toca insistentemente.
— Não vou atender... — diz. O telefone pára de tocar.
— Oh, Tom... — geme Duda, os movimentos de vaivém estão muito fortes agora.
O telefone volta e tocar. Duda meio que desperta, e sai dele.
- Mano... - diz ela, peito arfante. - vc tem que voltar ao trabalho e eu pra casa...
Ele, contrariado, aquiesce.
Alguém bate a porta. Ela se veste rapidamente. Ele também.
- parece nosso destino... - diz ele, ela se recompondo.
Ele abre a porta. Era Pri.
- Tom, desculpe, mas é o superintendente no telefone.
Tom agradece, forçando um sorriso.
- Ok, Pri. Eu vou atender. Pode transferir.
Tom olha para Maria Eduarda. Esta lhe dá um beijo na face e se despede dele. Pri a tudo observa. Era impressão sua ou a calça de Tom estava muito inchado naquela parte? Ela sentiu seu coração acelerar ao ver o batom de Duda levemente irregular. O que era uma desconfiança estava se tornando uma quase certeza...

Naquele dia, Tom aceita almoçar na casa de André. Pri vai junto. Após o almoço, os dois saem juntos e resolvem dar uma volta. Tom leva a moça para um lugar afastado da cidade. Entra com o caro num matagal, onde ficam escondido.
- Credo, Tom... onde viemos parar? rsrsrs - divertia-se ela.
- Longe dos olhares indiscretos...
- Hmmm... Eu tava louca pra ficar sozinha com vc...
Ele fica olhando a garota, que se encosta perto do capô, e começa a arrancar a camisa branca (uniforme do banco), o soutien... os seios saltam para fora. Em seguida, ela fica de costas, e começa a provocação a Tom, cujo membro salta dentro da cueca, louco para sair. Ela ameaça descer a calça, sorri para ele, e a suspende novamente. Ele fica doido. Ela enfim arranca a calça, ficando apenas de calcinha. Uma calcinha azul, média... Ela fica de costas novamente... e puxa um pouco a calcinha para baixo...mostrando parte da espetacular bunda. Ele chega a gemer, mas fica parado ali, esfregando o membro sobre a calça.
- hmmm... Aposto que nunca viu uma bunda assim.. rsssss... - provoca ela.
- hmnn... Gostosa assim, bem...
- já viu? De quem?... - ela desce mais um pouco, até a metade...
- bem... Meio parecida com a sua... a da Maria Eduarda.... ¬–¬ disse ele, inebriado de desejo.
- o que??? sua irmã? ouvi direito?? - ela parou, ficando de frente pra ele. Suas suspeitas estavam se confirmando.
- É... vi ela uma vez de biquini...rsrsr.. Só isso... – tentou consertar ele.
- mas ficou olhando a bunda da tua irmã? rsrsr.... Esquisito isso...
- vai... continua ... — manda ele.
Ela voltou a ficar de costas, um tanto perturbada. Ele então se livrou das calças, e abraçou por trás.
- Gostosa como a tua... não existe... - ela geme quando ele a pega, pelas costas, nos dois seios. Ela se esquece de Duda por completo. Ele tem esse poder de fazê-la esquecer até de si mesma.
- Oh, Tom... quero vc.... demais...
- e eu vc... to louco pra... te comer.... muito..
- me come... - suplica ela.
Tom abre suas coxas, e ajeita o membro assombrosamente grande, pincelando os grandes lábios daquela grutinha em fogo. Pri está ensopada de tesão.
- Enfia... enfia tudo...oooh...
Tom atende aquele pedido. E entra, deslizando deliciosamente seu membro para dentro daquela gruta quente e apertada. Pri geme alto, pois sabe que ninguém está por perto.
Na volta, dentro do carro, Pri fica olhando Tom.
- O que foi? - pergunta ele.
- To apaixonada... por vc.. - diz ela.
- E eu... por vc... - diz ele. Ela sorri.
- mas essa história de vc elogiar o bumbum da tua irmã.... não sei, não...
= Ei..rssss.. vc tá pensando o que?
- nada... A Maria Eduarda é muito linda, tem um corpo de parar o trânsito..
- Perai... vc está achando que eu e ela... praticamos incesto?
- Não!! Claro que não... Eu não pensei nisso...
Tom dá uma gargalhada.
— Ciumenta... rsss... vem cá, vem... tenho um remédio pra ciúme de mulher linda como vc...
Tom trabalhou aquela tarde, e depois foi com amigos a um bar, jogar sinuca. Foi para casa a tardinha. O sol ainda brilhava, e ele foi direto pro seu quarto. Não viu Maria Eduarda. Será que saiu com o Miguel de novo?
Em seu quarto, Maria Eduarda ouviu quando Tom chegou, mas ficou no seu quarto. As lembranças daquela manhã ainda vinham a sua mente. Ela ainda ria da ousadia deles no banco, seu corpo arrepiando-se do amasso dos dois, do calor dos seus corpos, e das palavras de Tom sussurrando para ela coisas que ela jamais imaginara ouvir do seu irmão. Ela rola na cama. Fica de pé. Volta a deitar-se. Está inquieta. Lembra-se dos encontros anteriores, dos beijos, das caricias ousadas, da mão boba do irmão... os bicos dos seus seios estão rijos, tesos... e ela lembra-se que eles já estiveram na boca de Tom... ela deita-se, fica de bruços... está usando um shortinho azul, que Tom gostara tanto. Fica de pé, e vai até o espelho. Lá ela se olha, e retira a blusinha. Está sem soutien. Admira os próprios seios. Depois, desce o shortinho, e em seguida a calcinha. Maria Eduarda está nua e olha-se sob todos os ângulos. Ela jamais fizera isso em sua cidade. Agora, via uma necessidade estranha de se olhar, de se admirar, algo como reconhecer o seu próprio potencial... Ela olha o celular, pega-o nas mãos, e em seguida, envia um torpedo. Ela termina de fazer aquilo e se deita, nua, na cama. Seus olhos olham o teto.. vira-se, de bruços, e seus olhos continuam inquietos. Seu coração bate forte, e um calor vai tomando conta do seu delicioso e formoso corpo.
Tom está no chuveiro. Pensa na deliciosa tarde com Priscila. Seu membro teso, se move para cima ante a mais insignificante lembrança da moça.
- Calma, amigo... - diz ele.
Mas momentos daquela tarde lhe vêm à mente.
Pri cavalgava Tom, deitado sobre um colchonete fino que sempre carregava para as emergências.
- Oh, Tom... delicia...
- Pri... tesuda...
- te amo... te amo, cara....aaah...
- PriI... quero te comer... de quatro... vai...
- sim... sim... eu fico....
Pri ergue-se lentamente, saindo aos poucos daquele tronco na qual sentara. Ela geme quando sente o membro latejante deslizar fora do seu apertado ânus.
- ooooh....!
Ela fica de quatro, e Tom fica por trás, olhando o rombo no traseiro da bela moça.
- vou comer... teu rabo... até cansar....aah...
- come... come, meu amor....ooh..
Ela empina o mais que pode.
E Tom enfia tudo, num movimento só.
- ooooh... - grita Pri.
- ooh... que cú delicioso...ooh....
Tom pega-se se masturbando, sem perceber. As lembranças daquelas cenas fortes eram impressionantes.
Maria Eduarda levantou-se da cama de um sobressalto.
"O que foi que eu fiz?" - disse ela. Vestiu-se rapidamente, recolocando o short e a blusinha. Abriu a porta e correu em direção ao quarto de Tom.
"Tomara que ele ainda não tenha visto..." torceu. Abriu a porta, no instante em que Tom saia do banheiro.
- ooh.. - exclamou ela.
Tom estava nú, e Maria Eduarda viu o enorme membro do irmão entre as pernas. Ela vira o rosto.
- Oi, mana.... desculpe... pronto, já me cobri.
- eu.. volto outra hora... - diz ela.
- não... já coloquei a toalha... pronto, pode ficar... - riu ele.
Ela voltou-se e procurou em algum celular do irmão.
- vc queria alguma coisa? - perguntou ele. O celular estava na mesa, ao lado dele.
- não... nada... só queria... dizer oi...rsss. - ela estava vermelhinha.
- então... oi... rssss
- Oi... - ela sorriu sem jeito. "Credo" pensou ela, ao se lembrar da cena do irmão nú.
Tom, então, olhou para o celular e viu a luz acesa.
- parece que tem recado pra mim... - diz ele, pegando o aparelho na mão.
Maria Eduarda não sabia o que fazer... Suas pernas falsearam. Ela queria sumir dali. Seu coração parecia querer sair do peito.
- Deixa eu ver... - dizia ele, verificando a caixa postal. - é um recado teu... - ele olhou pra ela, sorridente. - vou ler..
- não...! - quase grita a moça.
- Ei... vc está bem? - disse ele, e continuou o que estava fazendo.
Ele leu o recado, devagar. Maria Eduarda estava olhando para o outro lado. Não viu a toalha mover-se de forma brusca, como se uma alavanca tivesse sido desarmada lá dentro.
- Maria Eduarda... - disse Tom, suavemente.
Ela virou-se para ele.
- é verdade isto..?
- bem... Eu queria apagar antes que vc lesse...rsrsrs
Ele sorriu para ela.
— Caramba, gostei do recado.
— Bem, eu nçao quis dizer... oh, não sei... rsss — disse ela, toda atrapalhada.
— Aqui diz : “Tom, vem pro meu quarto. Como vc queria, to nua”
— Eu... vou pro me quarto... rssss...
— Já estou indo lá.... – diz ele.
Ela estava muito indecisa. Quis dizer algo, mas olhou para ele e sorriu, apenas.
— Ok... – Ela diz. Ela pisca os olhos, initerruptamente. Não tem alternativa. Sai pela porta. Entra no seu quarto apressadamente. Seu coração está aos pandarecos.
— Aonde eu estava com a cabeça? Como sou louca...
Senta-se na cama. Levanta-se.Volta a sentar-se novamente. Então, diante do espelho, começa a se despir, lentamente.

Sobre este texto

Rodrigo

Autor:

Publicação:9 de julho de 2013 18:03

Gênero literário:Contos eróticos

Tema ou assunto:Jovens

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Comentários

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  • Venon
    Postado porVenonem9 de julho de 2013 22:25

    Cara você é bom nisso, desperta um tesão enorme e ainda traz lembranças, boas recordações.

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