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DOCE TENTAÇÃO - PARTE CINCO - FÊMEAS E GARANHÕES

DOCE TENTAÇÃO - PARTE CINCO - FÊMEAS E GARANHÕES
Duda volta a realidade.
No sábado, ela percebeu que Tom saíra cedo. E ele só voltou após o meio dia. Ela havia preparado o almoço, mas ele entrou em casa sem que ela percebesse, e foi para o seu quarto. Maria Eduarda bateu a porta, mas ele não atendeu. Ela abriu a porta e entrou. Tom estava deitado na sua cama, e pelo jeito, se deitara ao sair do chuveiro. Estava enrolado na toalha. A roupa estava espalhada pelo assoalho.
“Descuidado”, pensou ela, ao olhar o enorme volume sob a toalha. Ela teve a noção do quanto ele era absurdamente viril. Tentou não olhar, mas não pode deixar de notar o desenho alongado, muito grosso, enorme, que atravessava toda a virilha do irmão. Sempre achara o irmão bonito, e tinha algo nele que atraia as mulheres. Suas colegas tinham um fraco por ele. Carol, principalmente, fora até as ultimas consequências, transando por um bom tempo com ele. Um pensamento moleque lhe passa pela cabeça: a de levantar a toalha e ver qual o tamanho do “dote” do irmão. Alguma irmã faria isso? Perguntou-se. Senta-se na cama e a mão pega a ponta da toalha. Ela fica um tanto nervosa em fazer aquilo, mas a expectativa é maior. Será que a Carol tinha razão? Será que ele era “anormal” como ela havia descrito?
Ela, de súbito, detém sua mão. Ela se remói de culpa. Não tinha o direito de fazer aquilo, só para matar uma curiosidade boba. Ela, então, retira sua mão.
Pega a camisa do irmão e a cheira. Álcool. Maria Eduarda estremeceu quando um pensamento lhe irrompeu a mente. Será que Tom, além de beber, usava drogas? Ela não quis acreditar naquilo. Ela saiu silenciosamente do quarto, levando as roupas sujas.
Bem mais tarde, Tom apareceu na sala.
- Oi...
- Oi - respondeu ela. - dormiu bem?
- como uma pedra... Desculpe não vir para o almoço. O pessoal do banco convidou para uma partida de pocker e eu não pude recusar... Adoro pocker...
- tudo bem, mas eu fiquei preocupada...
- Desculpe maninha... Vem cá... - chamou ele.
Ele sentou-se ao lado dele, deixando-se abraçar pelo irmão.
- eu não faço mais isso, prometo...
- Que bom
- tem certeza de que era com eles que estava? Não havia nenhuma gata?
- não. Desde que aquela desgraçada, quero dizer....
Maria Eduarda sorri. Ele se traiu.
- Mano, fale sobre ela.
Ele olhou para a irmã, e esta o acariciou na face, no queixo, nos cabelos... Não satisfeita, encheu seu rosto de beijinhos.
- hmmm... assim fico mal acostumado...
- adoro você, não quero que nada de mal te aconteça. Confia na tua irmã, vai - diz ela, se aninhando nos braços do rapaz.
- bem, vou te falar dela...
E Tom contou sobre o seu malsucedido romance. Conhecera a garota e se apaixonara. Ele tinha até planos de se casar com ela, de levá-la para conhecer seus pais. Mas um colega lhe dissera para abrir os olhos, e ele não deu crédito. Logo ele teria uma surpresa desagradável. A sua namorada o traia com seu próprio chefe. Tom pensarem sair do banco, mas resolveu ficar, pois seu chefe pedira transferência. Mas afundou na bebida. Bebia compulsivamente, quase todos os dias. E essa era sua história. Ele apenas omitiu o fato de sua namorada o traíra porque descobrira que Tom transava com pelo menos três mulheres simultaneamente. E ela se vingara indo pra cama com o seu chefe, de quem Tom não gostava.
- oh, mano, você tem que reagir... – diz Duda, se compadecendo do irmão.
- Eu estou reagindo, principalmente com você aqui...
- você é tão bonito, charmoso... Aposto que tem assim de menina atrás de você...
- você acha? Mas eu ando meio desinteressado...
- você está é com medo das mulheres... Não precisa ser assim...
- ah se todas fossem iguais a você...
- bobo... Eu não sou melhor que ninguém...
- pois eu te acho linda, sincera, fantástica... Iguais a você não existem mais, mana...
- ah, pare!! Você me faz rir... rsrs
- Bem, to sendo sincero.
- tudo bem, acredito... Agora me ouve: eu vou ficar com você até você ficar bem... vou te encher de atenção até você enjoar, viu? Lembra de como você me ajudou naquele lance do professor? Você foi um irmão e tanto. Quero ser tão legal com você como você foi comigo.
- mana, não precisa se sacrificar por mim... Quando te ajudei, foi por que não poderia deixar aquele canalha ficar te enganando.

Mais tarde, Maria Eduarda resolveu dar uma volta pela cidade. Ao sair, ouve a voz de Miguel.
- E ai, quer uma carona?
Ela se voltou, sorrindo. O que aquele cara queria com ela? No fundo, ela sabia.
- bem, se você vai na mesma direção que eu...
- é pra lá mesmo que vou... Que coincidência....
- É verdade... que coincidência... rsrsrs
A Maria Eduarda não restou senão aceitar o convite. Miguel deveria saber mais sobre o que Tom fazia. Encheu o rapaz de perguntas, mas este não pode nada revelar, além do que ela já sabia. Andaram por vários lugares, e Miguel cada vez mais fica intimo da bela garota. Ele era divertido e não era feio. Maria Eduarda, porém, o achou apenas uma companhia agradável. Mas teve que aceitar a ideia de que ele era bem atraente.
Escurecia quando ela voltou para casa com o rapaz. Ao se despedir, ele a beijou na face, ela retribuindo o gesto. Marcaram para se verem no dia seguinte.
Tom não estava, e Maria Eduarda foi-se para o seu quarto, cansada. Tomou uma ducha, e se vestiu. Colocou uma camisolinha curta, de tecido fino e sedoso. Olhou-se no espelho. Duda tornara-se uma fêmea e tanto.
Tio Lauro, Dante e Iuri... Cenas passadas com cada um deles desfilaram por sua mente. Ela se entregara a cada um desses três, que a possuíram com um desejo fora do comum. Tio Lauro, todo afoito, incrédulo de ter para si aquela ninfeta cheia de tesão; Dante, o professor, comedido, que sabia explorar cada detalhe do seu corpo; Iuri, o sexo quente, aquele sabor de proibido (ainda mais que com Tio Lauro). Iuri fora quem mais despertara sua paixão. A ele entregara-se de corpo e alma. E ele ainda povoava seus pensamentos quando estava sozinha no seu quarto.
Miguel. Ela começava a gostar de pensar nele. Mas havia Beto. E Duda sentia-se culpada com aqueles pensamentos.
Então resolveu descer até a cozinha para beber água. Atravessou a sala, e então viu Tom deitado no sofá, olhando TV.
- Mano, você já chegou? - perguntou ela.
- Oi, não queria te acordar... Achei que estava dormindo...
- ainda não... Que bom, achei que não ia te ver agora a noite...
- como foi o dia? - perguntou ele, olhando para ela, dos pés a cabeça.
Tom sabia que tinha uma irmã adorável, linda, cobiçada. Não gostara de saber que ela saíra com Miguel. Duda, por sua vez, encarou aquele olhar do irmão como normal.
- foi legal. O Miguel é divertido...
- bem, só toma cuidado, você sabe... Lembra do professor Dante?
- hmmm... Eu já esqueci, mas que bom, tenho um mano ciumento.
Ela senta-se ao lado dele, sorrindo.
- tenho que cuidar da sua integridade física... Linda do jeito que é...
- bobo, eu me cuido muito bem, mas achei fofo você sentir ciúmes...
- não é só ciúme, boba, é cuidado de irmão.
- tudo bem, mas adorei! Me sinto segura com você por perto.
Ela se levanta. É a pura imagem da beleza.
- Mano, vou me deitar... Adoro ficar com você, mas você tem que ir dormir também...
- pena que você está com sono... Pensei que ia pedir colinho pro maninho...
Ela sorriu. Ela também queria o colo do irmão, mas estava com aquela camisolinha muito curta. Achou que não seria muito conveniente.
- eu ficaria com você a noite toda aqui, te fazendo carinho, e no teu colinho, te enchendo de beijinhos, mas...
- eu sei, que pena... Vou ficar só na vontade... – disse Tom, pesaroso, olhando-a mais uma vez.
Ele ergue-se do sofá, e ela o abraça, beijando-o na face. Ela estava muito tentada a ficar ali, no colo dele, fazendo e recebendo caricias deles. Pensou até em convidá-lo a ir para o seu quarto, para ali conversarem, deitados, e, claro, cada um extravasar o afeto que um tinha pelo outro. Mas ela se conteve. Ela sentia que ambos estavam carentes, muito carentes.
- Mano... - diz ela, com suavidade. - você tem que superar essa fase... Sei que está carente, e eu estou aqui pra ficar com você. Conta comigo pra tudo...
- eu já estou superando só de ouvir você falando assim...
- eu vou te ajudar no que for possível... Adoro você...! Quero te ver feliz.
- também te adoro...! E toma cuidado com esse Miguel....
Ela sorriu, indo em direção ao seu quarto.
- Mana... Você é muita areia pro caminhãozinho desse cara... – disse ela.
Ela riu, fazendo um gesto para ele, que ficou ali olhando.
- Esse cara acha que vai comer minha irmã, tá enganado! Se acha o bom, achando que vai comer a primeira gostosona que aparece - pensou ele.
E logo seu pensamento se voltou para um passado não muito distante.
Iolanda.
Recordações dolorosas que ele insistia em reviver. Mas Iolanda era boa de cama. Fazia amor como ninguém. Tom se apaixonara por ela, ou foi apenas sentimento de posse?
Na manhã seguinte, Maria Eduarda e Miguel saíram. Haviam combinado ir ao shopping, onde ela faria algumas compras. Feito isso, foram a lanchonete.
Miguel se mostrava todo solícito, mas ele não perdia uma oportunidade em apreciar os "encantos' da bela garota.
- Então você vai se casar... - dizia ele.
- Não vejo a hora... é o meu sonho, e o Beto é tudo de bom.
- que inveja desse cara...
- Larga de ser bobo, você deve andar cheio de meninas...
- mesmo? Sou o cara mais solitário desta cidade.
E sua mão toca a dela por sobre a mesa.
Maria Eduarda sentiu que aquilo era o inicio de uma cantada.
- espero que você logo encontre essa garota, se já não encontrou...
- já encontrei... - diz ele, sério.
- Miguel.. eu...
- Maria Eduarda, eu sei que você já percebeu... To super a fim de você....
- Mas eu só posso te dar minha amizade...
- Mas eu quero muito mais... Eu quero que você me dê muito mais que sorrisos e beijinhos na face...
Maria Eduarda olhou-o nos olhos. Ele parecia sincero. Ela não tinha como negar. Ele era bem agradável, e também bem persuasivo.
- Miguel... - desconversa. - você quer me deixar comer o meu sanduiche?

Já em casa, Maria Eduarda teve tempo de preparar o almoço para o irmão, que logo chegou. Conversaram bastante, e Tom parecia mais animado.
Após o almoço, ela ficou no seu quarto, conversando longamente com o noivo pelo celular.
- Dudinha, amor, to louco de saudade... - dizia o rapaz.
- eu também, amor... mas logo estaremos juntos...
- Princesa, não vejo a hora de ter você como minha mulher... ter você só pra mim...
- eu também... to cheia de saudades dos seus beijos, das suas caricias...
- Maria Eduarda, vivo sonhando com você, com seu corpo... ah, Dudinha, essas tuas coxas...
- hmmm... Logo você me terá por inteira, meu amor... Eu te amo muito....
- te amo demais, também... Queria ter você aqui, perto de mim, pra te beijar, te tocar....
- hmmm.. meu amor...não faz assim comigo... Sabe que te quero também...
- não vejo a hora de despir você... bem devagar, ver esse teu corpo gostoso...
- meu amor... logo serei tua e você fará o que quiser comigo... Tudo!
- Duda, você sabe como sou louco... Louco pra te comer gostoso...
- Oh, meu amor, não fale assim... Me deixa toda... toda molhada... aah
- Dudinha, se eu estivesse ai... deixaria eu beijar tua buceta? Deixaria?
- Sim, deixaria... deixaria você chupar ela todinha, deixaria você meter nela... Esse teu teu pau gostoso.. aah... bem fundo, bem fundo, meu amor... aah
O diálogo seguiu por quase uma hora, sendo que Maria Eduarda, ao desligar, suspirou profundamente. Beto a excitava terrivelmente com aqueles diálogos, e ela não via a hora de se entregar a ele totalmente. Estava realmente toda molhada. Pôs-se de pé e, só de calcinha, se autoanalisou diante do espelho. Pernas e coxas grossas, quadris largos de contornos suaves, a pele branca e sedosa, o ventre liso, e dois seios, nem grandes, nem pequenos, que pareciam dois mamões rijos, sedutores... Os biquinhos, rijos, pareciam duas chupetas rosas, eréteis, trêmulas de excitação. Toda tesuda, Maria Eduarda volta a se deitar.
- oh, Beto, meu amor, logo estarei com você e serei toda sua... - sussurra.
Pega um livro para ler, e sem querer, seu pensamento cai em Miguel. Ela sorri. Ele era atraente, persuasivo. Perigoso, muito perigoso. Resolve então ligar para ele.
Logo mais a noite, Maria Eduarda vai até a sala, toda produzida. Tom saia do seu quarto, quando encontra a irmã.
- oi, mano... ia te avisar, vou até uma pizzaria...
- com o Miguel, aposto...
- sim... Deixei teu jantar pronto...
- legal, mas...
- mano, fica tranquilo, eu me cuido bem... O Miguel é apenas um amigo, você me conhece...
- Tudo bem...
Maria Eduarda usava um vestido preto, em contraste com a pele branca. Estava de arrasar. E Tom não pode deixar de sentir ciúmes da sua belíssima irmã.
- tudo bem... eu não vou me demorar.. tchau... – despede-se ela.
E se abraçou ternamente ao irmão, beijando-o no queixo.
Tom ficou olhando a irmã sair. Reconhecia o quanto a irmã era atraente, e isso o preocupava, pois sabia como eram os do seu sexo. Maria Eduarda tinha uma beleza que atraia o desejo dos homens e pior, de todo tipo de homem. Pegou seu celular e fez uma ligação.
- Dra. Giovana? Gostaria de marcar uma consulta para amanhã.
Após a pizza, Miguel e Maria Eduarda foram ver a ponte sobre o rio que cortava Vale Verde ao meio.
- que lugar lindo... - extasiou-se Maria Eduarda.
- você é que torna tudo mais lindo aqui...
A mão de Miguel procura a de Maria Eduarda, sobre a amurada.
- pensou no que te disse hoje
- Miguel... eu te acho legal, um gato, mas eu sou noiva!!!
- e dai?
- e dai? Você não existe!
Miguel sente a maciez da pele da mão da moça. Se aproxima ainda mais, a ponto de sentir o perfume dos cabelos dela. Estão apenas os dois ali, e faz penumbra. O momento é agora, pensa o rapaz.
- Maria Eduarda, to gostando demais de você... - sussurra.
Maria Eduarda não tem como ficar indiferente àquilo. Vira seu rosto para o dele e o fita. Um sensação de deja vu se apodera dela. Dante...
- Miguel, não insista, vai... - pede ela, com suavidade. Mas sente que está em perigo. Pior que ela, intimamente, quer que ele insista cada vez mais.
- Maria Eduarda, acho que amei você desde a primeira vez... - a pressão da sua mão sobre a dela aumenta.
Sem ela esperar, ele toma sua boca e a beija. Maria Eduarda fica sem reação. Seu coração acelera. Ele a traz mais para si, e ela, sem saber por que, corresponde aquele beijo. Miguel pode sentir então o contorno daquele corpo sedutor. Sua mão desliza por sobre a cintura, acompanhando as curvas perigosíssimas.
Maria Eduarda, então, sai dele. Respira forte. Não pode negar a si mesma que está tremendamente excitada. Seu corpo todo clama pelas mãos de Miguel no seu corpo todo. Ela não pode evitar aqueles pensamentos, é mais forte que ela.
- Miguel... você é doido, não podemos....
- desculpe, eu não pude me segurar...
- tudo bem, mas, por favor, não faça mais isso... - diz ela, o rosto sério.
- ok..ok... Me perdoe...
- tá perdoado... Agora, por favor, me leve pra casa...
Passava da meia noite quando Miguel estacionou em frente a casa de Tom. Miguel puxa conversa, mas Maria Eduarda se esquiva.
- Miguel, foi uma noite ótima, obrigada...
- a gente se vê amanhã?
- te ligo... tchau.
Maria Eduarda entrou em casa. Tom estava na cozinha, bebendo água.
- oi... Ainda acordado?
- Estou sem sono – diz ele, meio que secamente.
Maria Eduarda esperava uma bronca, pois Tom estava sério. Mesmo assim, ela o abraça e o beija, para que quebrar o gelo..
- Tudo bem com você?
- Tudo... e com você?
- Estou ótima. Ah! e fica tranquilo, eu me cuidei direitinho..
Tom apenas sorriu levemente, como se aquilo não fosse da conta dele. Mas no seu intimo, ele pensava: ”Ele tá ganhando a confiança dela, para depois... Respeitando ela? Só se ele fosse bicha...”
- Bem, mana, eu sei que você é super cabeça, e não vai cair na conversa do primeiro que aparecer...Ah! Eu passei hoje no shopping, e te comprei alguma coisa...
- não precisava... - disse Maria Eduarda.
- Eu achei que você estava precisando de roupa para vestir dentro de casa... Se não servir, me fale que eu troco... Deixei na sua cama.
- vou experimentar agora mesmo... - e abraçando o irmão, o beija mais uma vez.
- obrigada...
Ela foi para o seu quarto, enquanto Tom atendia o celular, que começara a tocar.
Maria Eduarda, no quarto, tirou as roupas da sacola que Tom deixara sobre a cama. Havia duas blusinhas top, duas camisetas, e três shorts. Experimentou as blusas e as camisetas, que ficaram bem. Tom tinha bom gosto, pelo jeito.
Então olhou os shorts, que eram de tecido fino. Verificou, e achou-os um tanto pequenos. Experimentou um diante do espelho, e sorriu. Tom não calculara bem o seu tamanho, pensou. O short, na verdade, um micro short, coube bem nela, mas era demasiado curto... Experimentou as outras, e eram do mesmo tamanho...
O terceiro short era um escândalo. Onde Tom estava com a cabeça? Pensou ela, sorrindo. Tom, com certeza, na ânsia de querer agradá-la e para se desculpar, talvez, daquela pequena discussão que tiveram por causa de Miguel, foi comprando aquelas peças sem ter noção do tamanho.
Ficou imaginando como o irmão reagiria ao vê-la usando aquilo. Lembrou-se da vez que ele entrara no seu quarto, muitos anos atrás, e a vira peladinha. Ele ficara todo encabulado. “Não era para tanto”, pensa ela, repentinamente saudosa daquele tempo.
Em seguida, ligou para o irmão.
- mano... adorei! Serviram todas...
- é pra usar...
- vou usar sim, mas os shortinhos, só dentro de casa mesmo...
- legal.. Depois você me mostra como ficaram em você...
- claro que vou mostrar...
Maria Eduarda, que ainda não tirara o último shortinho, olhou-se no espelho. Ficou de lado, de costas, e achou que seu bumbum ficava meio exposto demais. "Se é pra usar só dentro de casa, acho que não tem problema..." pensou.
Sorriu ao se lembrar do rosto de Miguel, logo após o beijo. Sabia o que ele sentia por ela não era apenas amor, como ele dissera, mas desejo... E isso ela poderia ler nos olhos dele... Ela estava acostumada com aquele olhar nos homens... Deitou-se, olhando o celular ali ao lado.
Lá perto, dentro de casa, Miguel maquinava. Estudava qual seria o próximo passo pra ganhar aquela deusa chamada Maria Eduarda. Ela tornara-se uma obsessão para ele. Imagina abraçando e beijando aquele corpo extremamente desejável, descendo sua calcinha por aquelas coxonas tesudas... O celular toca. Ele atende. E seu coração salta ao ouvir a voz de Maria Eduarda.
No dia seguinte, Tom entrou num consultório odontológico. Drª Giovana sorriu ao vê-lo entrar.
- Bom dia, minha odontóloga predileta... - disse ele, sorridente.
- Oi, Tom... Entre, está quase atrasado.
Logo ele estava sentado na cadeira, tendo sua boca examinada pela bela mulher. Giovana era uma bela ruiva, tinha 22 anos, e nem fazia um ano que exercia a profissão, logo após ter se casado com um oficial do exército daquela cidade.
- Bem... vamos precisar fazer uma pequena limpeza... Não há carie, mas pode se formar...
Depois, feito o serviço, ela e ele dirigiram-se aos fundos do prédio, onde ficava a copa. Já faziam dois meses de tratamento, e Tom sempre inventava alguma coisa como pretexto para estar junto dela. Giovana era o tipo que atraia Tom. O corpo cheio de curvas, a pele alva, era do tipo discreta. Tom já dera mostras das suas intenções, mas Giovanna levava tudo na esportiva, mesmo porque Tom jamais passara dos limites.
- Tom... você me disse que tua irmã está morando com você? – disse ela, servindo um café para ela.
- Morando, não... Mas ela vai ficar uns dias por aqui. O mesmo que eu.
- Como assim, o mesmo que eu?
- Eu... eu estou voltando para minha cidade natal, Giovanna.
Tom percebeu uma leve reação nas feições da bela doutora.
- Mas... por que? O que houve? E o seu emprego?
- Consegui minha transferência. É que... é que eu não tenho mais perspectivas por aqui...
Ela bebe um gole do seu café. Olha para os lados. Tom vibra. Ela está um tanto perturbada com aquela noticia.
- Que pena, Tom. Achei que você gostasse daqui.
- E eu gosto. E como gosto. Saio com o coração... você sabe. É que... Eu vou ter que te dizer, Giovanna.
- Di... dizer o que, Tom?
- To indo embora por sua causa.
Ela quase engasga com o café.
- Mas... o que foi que eu fiz?
- Nada. Sou eu. Eu... me apaixonei por você.
Ela olha para ele. Seu rosto se enrubesce. Tom sabe que ela está emocionada.
- Tom, fala sério, vai, você não precisa ir embora só por causa disso, eu...
- Se pelo menos você me desse uma chance, uma oportunidade de te fazer sentir o que sinto por você, é tão forte, eu...
- Tom, aqui não...
- Aonde podemos conversar então?
- Não sei, não sei, minha cabeça está... está... Sugira algum lugar discreto... – diz ela, colocando a mão sobre a cabeça.
- Eu... conheço um lugar bem discreto – apressa-se ele.
- Tom, você não pode cometer essa loucura só por minha causa. Eu não vou deixar você largar tudo só por que...
Giovanna suspendeu todos os atendimentos, trocou-se e saiu. Discretamente, entrou no carro de Tom.
- Tom, desde quando? – perguntou ela, quando o carro já saia do perímetro urbano.
- Desde que a vi pela primeira vez – disse ele, descaradamente. Mas era fato que ela o atraia demais. Assim como todas as belas mulheres daquela cidade.
- Tom... você é apenas um cliente e eu sou casada...
- E isso que torna você ainda mais.... atraente... Eu não pude evitar.
- Você é terrível... Vou contar pro meu marido... – ela riu.
O carro parou num local ermo da cidade. Não havia ninguém por perto.
Tom não dá trégua à bela dentista. Na primeira oportunidade, a toma nos braços e a beija. Sente que ela também sentia atração por ele, mas reprimia. O beijo se torna cada vez mais quente. A mão de Tom sobe o vestido da moça, revelando um belo par de coxas. Giovanna até queria protestar, mas sucumbiu, aos poucos, ao charme de Tom.
A mão ansiosa da moça abriu o zíper da calça de Tom, e liberou seu membro, já duríssimo...
Ela está entre admirada e excitada. Sua boca sedenta desce em direção aquela tora de carne rija, e Tom geme alto, ao sentir o contato daqueles lábios na sua parte mais sensível. Apesar de inexperiente, Giovana enlouquece o rapaz com aquele beijo.
Ele não quer mais esperar. Quer possuir aquele corpo tesudo. Ele retira a calcinha da moça, deslizando por aquelas coxas alvas e grossas. Tom suspira de prazer ao ver aquela maravilha de carne macia. A vulva de fartos pêlos ruivos é um convite à mais louca das perversões.
Pouco depois, Giovana cavalga Tom. Ela sente-se aberta ao meio ao sentir-se penetrada. Sente o membro latejante dentro de si, justo, apertado, em fogo... Ela geme alto, e entrega-se aquele momento de intenso desejo.
- Tom...oooh... vou gozar... vou gozar...oooh...- geme a bela moça.
Ela experimenta orgasmos avassaladores. Logo ele também explode dentro dela. Tão intensamente, que Giovana se sente toda preenchida por aquele liquido quente.
- oooh.. - geme a garota, os movimentos já diminuindo. - aah...
Ela sai de Tom, e olha o membro ainda duro. Absurdamente grande e grosso, lubrificado, todo melecado... Sua mão esfrega aquele tronco, arrancando quase um urro do rapaz, que se contorce ante aquele ousado toque. A bela ruiva cola sua boca na dele, e se beijam longa e sensualmente.
- Que loucura, Tom, jamais pensei em fazer isso com alguém que não fosse meu marido.
- Jamais senti com mulher alguma o que acabo de sentir com você. Vou te querer todos os dias, doutora.
- Tom, você sabe que não sou assim. Embora tenha gostado, isso não quer dizer que...
- Mesmo assim, eu vou embora feliz. Eu tive você nos meus braços – diz ele, o tom pesaroso.
- Não, Tom! Repense tua decisão, por favor. Faça por mim! Eu juro, eu juro que a gente vai se ver, quando for possível...
Tom vibra. Aquela ruiva é muito gostosa. Gostosa demais.
- Eu prometo. Prometo que vou repensar.
Giovanna se abraça a ele, e se beijam ardentemente.
Tom chega em casa e não vê sinal de Maria Eduarda. Ela saíra. Deita-se no sofá incomodado. Não gosta nada da ideia de Maria Eduarda e Miguel, juntos. Mas ele sabe que tem que se controlar para que isso não afetasse sua relação com a irmão.
Revive os momentos há poucos vividos. Giovana era demais, pensou. Sentiu certo remorso da forma como conseguira possuí-la, usando daquela estratégia. Ela já havia percebido uma certa atenção da doutora com ele. Era questão de tempo. Era apenas armar a arapuca.
Tom ainda não se apaixonara por ela, mas isso era bem possível de acontecer. Ela era linda, inteligente... e casada. E isso era um aditivo a mais para ele. Ela era proibida. E isso tornava o jogo todo mais excitante. E ele precisava dela... para esquecer da outra. A outra que o havia trocado.
Maria Eduarda e Miguel estavam na sala da casa deste. E não demorou para que se beijassem. Ela agora não o repeliu, e o beijo já durava uns dois minutos.
- Você é linda... - sussurra o rapaz. - já te disseram isso?
- poucas vezes... - disse ela.
- não acredito... - a mão acariciava os cabelos da moça. - teu noivo é um cara com uma sorte absurda...
- você acha?
- acho... to ligadaço em você, linda...
- vamos devagar... eu nem sei o que estou fazendo aqui...
- acho que eu sei.... Você gosta de mim...
- pode ser, mas nada vai me fazer mudar de ideia...
- bem, eu posso tentar...
Miguel buscou novamente aqueles lábios deliciosos, e se beijaram. Agora sua mão pousou por sobre os joelhos dela, que estava de saia. A mão subiu um tanto. Ele não acreditou no quanto aquelas coxas eram macias, deliciosas. Mas ele conseguiu ir somente até a metade, por que ela a deteve.
- hmm hmm... pode parar... rss.. - pediu ela, com muito esforço. Aquela carícia a excitava demais, e ela fazia um incrível exercício de autocontrole.
- deixa, vai...
- não! E eu preciso ir... Meu irmão já deve ter chegado... – disse ela, mas intimamente querendo demais que ele insistisse naquela corte.
Ela se levanta, e se recompõe. Miguel olha, seus olhos passeando por aquele corpo de beleza sem igual.
Maria Eduarda se despediu dele com um beijo. Seu corpo pedia que ela ficasse mais, gritava por aquelas mãos lhe acariciando intimamente, mas sua consciência mandava que ela fosse embora dali o mais rápido possível. O corpo em brasas, ela se afastou do rapaz, sentindo sua intimidade se umedecer abundantemente. Os bicos dos seios saltavam sob o tecido do vestido que usava, revelando o grau de sua excitação.
Ainda naquele estado, e já em casa, encontra Tom na sala, vendo um filme.
- Oi... - disse ela, feliz em ver o irmão bem..
- E ai, como foi?
- Dei uma volta... e você, parece bem a vontade, heim?
Tom estava apenas de calção, e sem camisa.
- É verdade... tá um calor..
- Muito calor... - diz ela. - e ai, me conta o que tem feito...
- nada demais...
- Bem... eu vou lá em cima me trocar, e já volto pra gente conversar.... To cheia de saudade...
Tom não disse nada. Mas no fundo, estava louco para enchê-la de perguntas, para depois exigir que ela se afastasse de Miguel, que não prestava.
Alheia a isso, Maria Eduarda correu pro quarto, pensando em Miguel e nos beijos que trocaram. Miguel era um problema, admitiu. Um delicioso problema. E como beijava bem, pensou.
Tomou uma ducha, e depois pensou no que vestiria. Viu os shortinhos e sorriu. Tom dissera que gostaria de vê-la com as roupas que ele lhe dera. Escolheu a blusinha top preta, e o shortinho de igual cor, com bolinhas amarelas. Olhou-se no espelho. Pensou em como ficaria Miguel se a visse assim. Sorriu com certa malicia. Então foi até a sala.
Tom estava de costas, e ela se aproximou.
- Hum, será que você pode largar um pouco essa TV? – perguntou, dengosa.
Tom se voltou, e não pode conter a admiração. Mas não disse nada.
- Não está notando nada de diferente? – perguntou ela.
- Ah, o short!
- Nossa! Demorou, heim?
- Caramba, ficou muito bem em você!
- Eu acho que ficou curto demais...
- Bem, nem tanto...
- Nem tanto? Ah, vocês homens!
Tom nunca a vira de shortinho, adulta. Notou aquelas maravilhosas coxas brancas e grossas, totalmente expostas aos seus olhos... Ela era absurdamente linda.
- bem... se quiser, posso trocar. – diz.
- Ora, não precisa, e já que você gostou...! – ela sorri, encantadora.
Ela senta-se perto dele, e o abraça carinhosamente.
- Mano... fico feliz em te ver mais animado... que bom!
- Você mudou minha rotina, e foi para melhor. É isso.
- gostaria de fazer muito mais, tudo o que você precisar... você sabe que te adoro...
Bem, ela não poderia fazer o que ele precisava naquele momento.
- mana, parabéns, esse shortinho ficou bem demais em você...
Ela, feliz, ficou de pé, exibindo-se a ele.
- eu também achei uma graça... Um pouco curto só, mas o que importa é que você gostou...
- bem, é só não sair a rua, senão pode acontecer acidentes... – ele riu.
Ela então, extrovertida, senta-se no colo do irmão.
- mano... logo eu vou embora, mas vou sentir tua falta demais, sabia?
- também vou sentir tua falta, nem imagina o quanto.
E ela então enche seu rosto de beijinhos, tentando demonstrar todo o carinho que nutria por ele.
- Pena que você vai embora logo... – diz ele, pesaroso.
- É. Mas você já está bem, não?
- Mas você terá que ir, pois o vizinho ai não te dá folga... Pelo menos isso de bom tem.
- hmm... lá vem você... ciumentooo! kkk
- Esse cara se acha.
- eu me cuido... E adoro cuidar de você, meu lindo... rsss
- ainda mais com essas pernas e essas coxas que você tem... – ele deixa escapar.
- hmmm.. gostei do elogio...- diz ela, olhando para as suas próprias coxas, agora bem descobertas - você também é um gato... Que bom que você gosta delas.
A mão de Tom pousou um pouco acima dos joelhos da irmã. Ela lembrou-se de Miguel, que fizera o mesmo. Mas com Tom a sensação é diferente. Aquilo lhe traz um calor deliciosamente reconfortante.
Ela se aninha no irmão, enquanto sente a mão dele subir suavemente pelas suas grossas e macias coxas, até a parte de cima e descer. Ela, claro, adorou aquela caricia, e sentiu que Tom também gostou muito de fazer aquilo. Tanto que não saiu do seu colo. Beijou o queixo do irmão mais uma vez, ele fazendo o mesmo. A mão agora sobe mais uma vez, suavemente, e Tom pode sentir toda a maciez deliciosa daquela pele.
Ela se aninha ainda mais nele, sentindo aquela caricia deliciosa. Não sente malicia, apesar dele dar mostras de querer explorar toda a extensão da sua coxa.
- mano... você tá namorando alguém? – pergunta ela, a voz baixa.
- bem.. eu...
- é que um dia uma tal de Giovana ligou várias vezes pra cá...
- é minha dentista, e é casada...
- hmmm.. você bem que poderia arranjar uma nova namorada... solteira, de preferência...
- Sou apenas cliente dela, juro.
- Hmmm.. to adorando ficar no teu colo... deixa eu ficar só mais um pouco?
- ele é todo teu, fique o tempo que quiser...
Ela se aninhou nele, ainda mais. Sentiu a mão do irmão subir novamente por suas coxas, indo até a parte de cima, e subindo o shortinho ainda mais. Ela gostava do jeito que ele fazia. Sentia aquele calor gostoso, diferente, tomar conta do seu corpo todo.
- adoro você.. - disse ela, olhando-o nos olhos.
Tom a beija perto da boca, e, inusitadamente, seus lábios se tocam, suave e rapidamente... Ela mesma, repete aquele gesto. Beija o irmão nos lábios suave e calidamente.

Sobre este texto

Rodrigo

Autor:

Publicação:17 de outubro de 2014 09:48

Gênero literário:Contos eróticos

Tema ou assunto:Heterossexual

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