Conto Erotico | Historia Erótica

Publique seu texto gratuitamente!

Autores mais lidos
Loja História-Erótica
Conto erótico no isntagram
conto erotico no youtube
conto erotico no tumblr
Imagens Eróticas
Do fundo do baú

FABIANA, IRMÃ DELICIOSA

FABIANA, IRMÃ DELICIOSA
Após sofrer uma decepção amorosa, mergulhei fundo no trabalho.
Além de escrever contos para alguns sites, era auxiliar de agrimensor, mas passei a trabalhar por conta própria, e por inúmeras vezes tinha que fazer longas viagens.
Namorava uma bela garota de 20 anos, com quem até pensava em me casar, mas nosso romance não resistiu as minhas constantes viagens.
Nem é preciso contar o que ela fazia enquanto eu estava na lida.
Por sorte, fui contratado para um serviço fora do estado, e mais uma viagem naquele momento era o que eu mais precisava.
Para curar dor de corno, nada mais recomendável que ganhar dinheiro, muito dinheiro.
Arrumei as malas e parti para a tal cidade, que, segundo me disseram, era bem pequena. Lá aguardaria o meu contato.
Meu local de trabalho seria uma fazenda, e receberia uma bela soma pelos serviços.
Normalmente, levava um auxiliar comigo, mas este estava com problemas e não pode vir comigo. E, para falar a verdade, eu estava a fim de ficar sozinho.
Parei numa pousada, e lá fiquei aguardando.
Numa tarde, recebo um telefonema da casa dos meus pais.
— Oi, mãe... — atendo.
— Junior... — minha mãe me chamava assim. — como você está, meu filho? — e ela começou com a lista de recomendações, depois passando para o meu pai, e eu lá ouvindo, pacientemente.
No final, minha mãe voltou a falar comigo.
— Filho, tenho uma coisa pra te contar... a Fabiana...
— O que foi com a Fabiana, mãe...
Fabiana era minha irmã de 19 anos.
— Ela pediu para não te contar, mas ela resolveu ir até ai, junto de você... Sabe como ela é...
— Mãe!! Não deixe ela vir!! O lugar aqui é horrível...!
— Desculpe, filho, mas ela já pegou o ônibus cedo... Já está a caminho... E ela está de férias, e quando ela coloca uma coisa na cabeça...
— mãe... Ela é uma desmiolada...! O que ela quer cheirar por aqui? Eu preciso trabalhar...!
— Filho... Tem paciência com tua irmã... Ela gosta dessas coisas, natureza, essas bobagens... rssss
— Só me faltava essa...! — reclamei.
Logo me despedi da minha mãe.
Deitei—me na cama.
O que deu na cabeça da minha irmã?
Ela sempre fora assim, irresponsável, criançola, imatura...
Desta vez passara dos limites.
Eu precisava trabalhar, esquecer a "outra", e o que menos precisava era uma irmã desmiolada para atrapalhar...
Ah, meu nome é Rodrigo, e tenho 25 anos. Meu tipo físico é comum, 1, 75, branco, magro, cabelos castanhos claros.
E naquele momento, muito p... da vida!
Informei—me sobre o horário em que o ônibus chegaria, e fui dormir.

Acordei bem mais tarde, e olhei o relógio.
Saltei da cama. Estava atrasado.
Corri para o local de desembarque, e vi apenas a figura de Fabiana, sozinha, a bolsa de viagem no solo, ao seu lado.
Ela, ao me ver, sorriu largamente.
Abraçamo-nos, e evitei ralhar com ela naquele momento.
Perto dali, um grupo de três rapazes olhava para ela, comentando algo.
Com certeza em relação a extrema beleza física da minha irmã.
Olhei com cara de bravo para eles, que desviaram o olhar.
Fabiana realmente era muito bonita, pele branca, cabelos ondulados negros, caindo pelos ombros, e um corpo...
Bem, fica mal para um irmão dar esses detalhes, mas eu tinha que reconhecer que ela era muito atraente. E aquele ar de moleca era um aditivo poderoso para as mentes maliciosas...
— Mano... Desculpe vir assim, de surpresa... Mamãe te avisou, né? Eu pedi só pra te avisar quando eu aqui chegasse...
— tudo bem... — peguei a bolsa dela e joguei na carroceria do meu pick—up.
Na pousada, ela teve que se alojar no mesmo quarto que eu.
Então toda vez que ela fosse se banhar, eu saia do quarto e aguardava lá fora, ou dava uma volta.
Assim, passou aquele dia. À noite, o dono da pousada falou sobre um baile ali perto.
Fabiana ficou louca pra ir. Disse que queria conhecer os lugares, as pessoas dali. Claro que sobrara para mim.
Movi a cabeça negativamente, mas me resignei.
Logo os pernilongos a infernizariam, e ela voltaria correndo para casa dos velhos.
Fomos a tal festa, e ela ficou deslumbrada.
Eu não entendi, pois o lugar era bem rústico.
Era um amontoado de gente que bebia e falava alto, a musica era ruim, enfim, uma droga.
Mas logo Fabiana começou a chamar a atenção da rapaziada, pois começou a dançar perto da minha mesa. Tocava forró, que eu odiava.
Ela era bem desinibida, inocente até.
Logo um rapaz se encostou e a convidou para dançar. Ela aceitou.
Fiquei ali, bebendo uma cerveja, e cuidando minha irmã, de longe.
Depois que a musica parou, ela foi até a mesa.
— e ai... Ta gostando? — perguntei.
— nossa! Isso aqui é demais...! — ai ela sussurrou. — mas aquele cara... Me deu uma cantada! Rssss
Fiquei imaginando o que um jagunço daqueles diria para uma garota como Fabiana.
— Caramba... Que novidade! — exclamei. — como você conseguiu chamar a atenção dele? — zombei.
Ela nem deu bola para o meu comentário.
Mas eu não tive saída. Falei pra ele que você é o meu namorado! rssss
Ai eu encarei ela, irritado.
— Fabi... Essa não!
— Ah, mano... Ele queria ficar comigo, você entende? Eu tive que falar isso... Viu que ele até se afastou?
Realmente o tal cara ficou a uma distância, mas ainda cuidando minha irmã.
No fim, tive que rir daquilo tudo.
— você não tem jeito... — disse a ela. — só faltava acontecer isto...
— ah, mano... Não fique bravo comigo... To adorando isto aqui...
Uma hora depois, voltamos à pousada. Esperei, fora do quarto, Fabiana se trocar para dormir. Logo entrei, e ela já estava na cama maior.
Eu me acomodei na de solteiro. Conversamos até chegar o sono.
Ela falou sobre seus estudos, sobre nossos pais, sobre seu namorado, que não pode vir com ela.
Ainda bem.
Imaginei—me tendo que pajear dois chatos.

Na manha seguinte, levantei da cama e entreabri a janela. Era cedo ainda, mas a claridade do dia já se fazia presente.
Olhei para a cama de Fabiana, e esta ainda dormia.
Não pude deixar de perceber que ela estava descoberta da colcha, e a camisola subira, revelando generosamente suas belas coxas, grossas e alvas.
Fiquei ali, parado, por alguns minutos, olhando.
Não era a toa que Fabiana era muito assediada em na nossa cidade, e em todos os lugares que passava. Sempre fora preocupação dos velhos, embora ela, apesar de ser um tanto criançola, saber se cuidar muito bem.
Sai do quarto, quando vi a camionete encostar no estacionamento da pausada. Eram os meus contratantes.
Até que enfim. Fui lá conversar com eles.
Mais tarde, entrei no quarto, e Fabiana já estava de pé, se trocara, e via TV.
— Mana, precisamos conversar... — disse.
— Claro...
— Eu tenho que sair por alguns dias, viajar até uma fazenda, onde farei um serviço... Você vai ter que escolher entre voltar para casa, ou esperar aqui na pousada até eu voltar...
Ela ficou séria.
— Nem uma coisa nem outra... Eu vou com você.
— Mas, Fabiana...
— Poxa, Rodrigo! Tá querendo se livrar de mim é? — o tom de voz dela era de mágoa.
Abaixei a cabeça. Sabia que não adiantaria discutir com ela. Eu tive que me resignar.
Olhei para ela, tentando achar uma forma de convencê—la, mas seu semblante me fez desistir.

Pegamos um barco naquela tarde, e foram quase 10 horas de viagem.
Durante o trajeto, Fabiana se deslumbrara com tudo que via: pássaros, flores, árvores... Acabei me envolvendo naquela alegria infantil que ela demonstrava. Não me custava nada ter um pouco de paciência.
Chegamos, enfim, a fazenda.
Fomos recebidos pelo patrão e pela sua família. Era um casal de senhores de meia idade, e seus dois filhos: uma garota de uns 17 ou 18 anos, e o rapaz de uns 20 anos, que já pregou os olhos entusiasmadamente em Fabiana.
A garota me olhou de cima para baixo. Ela era bem linda, magra e tinha um sorriso meio maroto nos olhos.
A sede da fazenda era uma casa enorme, cercada de outras casas menores que deveria ser a dos empregados e visitantes.
Era uma família de posses, eu pude perceber. Aquilo iria me render uma boa grana.
Após ficarmos acomodados numa das casas, nos banhamos e logo fomos chamados para o jantar.
O homem me mostrou o mapa da região, enquanto Fabiana conversava com Renata, a filha do patrão, lá fora.
Mais tarde, quando nos recolhemos, Fabiana comentou comigo.
— Rodrigo, a tal Renata é linda, você viu?
— sim... E o frangote? Ficou de olho em você... rssss
— ah, o filho do homem... Ele se chama Bruno. É um gatinho...
— ah, bom...! — disse eu, me divertindo com aquilo, e arrumando meus equipamentos pessoais, pois logo cedo faria um reconhecimento do terreno.
— e ele mandou dizer pela irmã... Que quer conversar comigo... rsss
— Caramba! Essa caipirada é rápida, hein?
— Mas você jura que não fica bravo comigo? Eu disse a ela que...
— o que você disse a ela?
— eu disse a ela que não podia falar com ele, pois eu já tenho namorado...
— ah, bom... Isso mesmo... Você agiu bem... — falei, aliviado.
— Eu disse que o meu namorado era você!
Eu parei de fazer o que estava fazendo, e encarei Fabiana, que dava um sorriso amarelo.
— Não acredito! Você fez isso de novo?

No dia seguinte, após andar pelas redondezas fazendo um reconhecimento do terreno, retornei a sede da fazenda.
Fazia calor, e eu suava as bicas. Fabiana e Renata vieram até a mim.
— Mano, te arruma que vamos dar um passeio...

O passeio era até uma cachoeira localizada naquela região.
Fabiana não pode conter o deslumbramento ante a bela paisagem que se desenhava a nossa frente: uma pequena queda d'água, e uma piscina natural de águas cristalinas. Árvores circundavam todo aquele local, tornando—o parecido a um paraíso.
— Mano... vamos cair n’água...
— Como? — disse. — eu nem tenho...
— A mãe da Renata me emprestou um biquíni dela, e ela tb já emprestou um calção do Bruno para você... hehehe!
— você são rapidinhas, hein?
Havia um barraco onde as pessoas se trocavam. Eu fui um dos primeiros.
O calção me caiu bem, pois tinha quase o mesmo físico do tal Bruno.
Entrei na água, onde já estavam o patrão e sua mulher, e mais um casal de empregados.
Logo apareceram Renata e Fabiana.
Uns peões que estavam do lado de fora olharam para minha irmã, e ficaram ali, babando, de língua de fora.
Caramba, como a Fabiana não iria chamar a atenção daquele jeito? Precisava usar um biquíni como aquele?
Achei muita imprudência dela. Como o frangote não iria se assanhar?
Bruno apareceu e entrou n’água, olhando cheio de atenção para a exuberância física de Fabiana. Olhou-a com extrema gula.
Esta também entrou, se deliciando com aquele contado gostoso nas pernas.
Renata passou por mim, me olhando fixamente. Ela era magra, mas era bem atraente, gostosa. Era, na verdade, do tipo falsa magra. Uma delícia.
Morena clara, de cabelos lisos, uma ninfeta, e devia ter uns seios pequenos...
Fiquei imaginando coisas...
Já fazia muitos dias que não ficava com mulher nenhuma ( a ultima fora minha namorada), estava a seco, e aquela garota era bem deliciosa...
Logo Fabiana se aproximou de mim.
— Mano... Fica mais perto de mim... O cara tá me encarando...
— Ah, você já está despedaçando corações... — disse, meio irritado.
— não brinca... Ele é lindinho, mas não é o meu tipo...
— tudo bem... Fica perto de mim, que o frangote não se aproxima... rssss
— ele disse que não sou tua namorada... A Renata me disse...
— ah é? o cara já sacou tudo...!
— não! Ele acha que você não me dá muita bola!
— bem... O que faremos então?
— bem... Temos que nos comportar como se a gente fosse namorados mesmo...
Olhei para ela. Ela parecia sincera.
Não poderia deixar minha irmã à solta por ali, sob risco de cair nos braços daquele playboy rural.
— você manda... Pode dizer que somos noivos, que vamos nos casar... Assim que a gente voltar, mandamos o convite — tirei uma casquinha.
— você tem que confirmar se a Renata te perguntar... Ela parece a fim de você tb... rssss
Aquela era a parte boa. Animei-me.
— bem, acho que vou ter que trair você... He He he
— engraçadinho...
— tudo bem... Vou te ajudar... Sabia que iria ter problemas...! Eu tinha certeza!
— ah, mano, não se zangue comigo... Olha, ele está se aproximando.
Estávamos com a água pela cintura, e Fabiana se abraçou a mim, me pegando de surpresa.
Não tive escolha, e a abracei pela cintura.
Senti em cheio o contato daquele corpão no meu.
Caramba, que sensação boa! Eu nem podia entender nem medir aquilo!
O "frangote" parou e ficou a certa distância, nos observando.
Fabiana me beijou no queixo, tentando parecer a mais natural possível.
Eu torcia para que aquilo terminasse de uma vez, pois aquele roçar de coxas estava ficando... bom demais.
Notei que aquela "encenação" divertia Fabiana, ao invés de deixá—la aflita. Eu já estava incomodado com aquele papel de "namorado" dela.
— mana, aceita namorar com o cara, e acaba com esta... palhaçada... — sussurrei.
— nem pensar... ! — disse ela, categórica, suas coxas ainda roçando involuntariamente as minhas.
— Por que não? Aproveita, casa, e herda toda esta terra aqui... Até esta cachoeira...
— gracinha...! Casa você com a fazendeirinha...
— até que não seria má idéia...
— só que você não vai me atirar pra aquele lobo ali, ó...— e olhou em direção a Bruno, que nadava, exibindo—se para ela.
— tudo bem... Agora, deixa eu dar umas braçadas? — perguntei, pois aquele contato já estava me deixando pra lá de...
— ok... Eu vou junto da Renata...
Ela saiu de mim, não antes de me tascar um beijo na face.
Afastou—se de mim, sorrindo. Eu estava bem arranjado mesmo.
À noite, teve um "arrasta—pé" na sede da fazenda. Arrumamos-nos e fomos até lá.
Fazia uma noite fresca, gostosa e Fabiana ficou toda animada, pois gostava de agito.
Eu me encostei num poste e fiquei olhando a peãozada dançar e sorrir. Fabiana conversava com a mulher do patrão, que estava sentada numa mesa.
Nisso, Renata de aproxima de mim.
— oi... — diz.
Ela está toda perfumada. E linda.
— Oi... Tudo bem?
— Tudo bem... Como vai a medição?
— começa amanhã... Se tudo correr bem, leva uma semana...
— que pena... — diz ela.
— é? Por que? — pergunto, ficando de frente pra ela.
— Vocês vão embora... Tua namorada é tão legal...
— É? Só ela?
Ela sorri, seus olhos brilhando. Dei a brecha de propósito.
— acho que é... Faz tempo que vocês namoram?
— faz uns meses... E você, tem namorado?
— tinha um, mas papai não gostou dele... Não gostava de trabalhar... rsss
— teu pai é durão...! Devia deixar você namorar quem quisesse...
— de repente, quem eu quero já tem dona...
Ai eu me animei mesmo.
— de repente, esse quem você quer pode estar te querendo tb... — tive que reconhecer a minha cafajestice.
— será? E a dona dele?
— a dona dele? Nem precisa ficar sabendo... Basta você marcar um encontro com ele... Tem tanto lugar por aqui...
— de repente... Eu vou pensar nisso... rsss
— de repente... Você tem dois segundos pra pensar...
Ela olha para os lados, vê Fabiana entretida com sua mãe e sussurra.
— amanhã... Na cachoeira... As 11...
— ok... Vou te esperar... — meu membro já estava duríssimo, naquela altura.
Ela saiu sorrindo, e foi em direção de Fabiana e a mãe.
Fabiana logo veio ao meu encontro.
— hmmm... Tava me traindo, é? rsss
— quase... Lembrei que minha gata é ciumenta...
— mano, desculpe atrapalhar você...
— nada... To achando até divertido... Bem, vou dormir, amanha acordo cedo pra pegar no batente...
— eu vou tb...
Entramos na casa. Fabiana tinha o seu quarto e eu o meu. Tomei uma ducha e cai na cama.
Uma hora depois, Fabiana abre a porta do meu quarto e acende a luz.
— mano... Ouvi uns ruídos no lado de fora... Se importa se eu me deitar aqui?
— Deve ter sido um gato, um rato...
— pode ser... Mas fiquei com medo...
Fui até o quarto dela, peguei o colchão e o estendi no chão.
— Dorme na minha cama, eu durmo aqui — disse eu.
Ela concordou. Deitei-me no colchão, enquanto ela fazia o mesmo.
— mano... — disse ela, depois de algum tempo. — o que mais você admira numa garota?
— eu? Por que a pergunta?
— Curiosidade apenas... To sem sono...
— Entendi. Bem, não vou ser hipócrita. Tem que ser gata...
— e depois?
— Tem que ser gata... rssss.
Na verdade, eu queria dizer que a garota tinha que ser gostosa.
Eu era metido a pegador. Um pegador corno. Pode?
Mas eu tava num atraso que só poderia pensar dessa forma.
— e depois...?
— Bem depois vem a inteligência... O humor... E vai por ai...
— qual parte do corpo de uma mulher que você mais gosta?
Onde ela queria chegar? Bem, Fabiana era tudo, menos previsível.
— curiosinha, hein? Por que a pergunta?
— ah, vou te contar... É que quando ando nas ruas, você deve imaginar o que ouço...
— claro... Acho que até sei o que te falam... rsss
— sabe? Duvido... rsss
— sei, sim... "gostosa", "boazuda"... rsss... Acertei?
— Como você sabe? – perguntou ela, parecendo surpreendida.
Eu não poderia dizer para ela por que eu achava aquilo. Não cairia bem.
— É o que todos dizem — me limitei a dizer.
— isso e mais outras coisas... vocês homens só pensam naquilo... rsss
— bem... Faz bem pra saúde... rsss
— ah, boa noite... Cansei de você... rsss
— boa noite... Durma bem...

Acordei cedo, e novamente, a exemplo daquele dia na pousada, Fabiana estava deitada de bruços, e boa parte do seu corpo a descoberto.
Tentei resistir, mas acabei dando uma boa olhada naquelas coxas esplendidas, grossas e alvas, a curvatura do bumbum arrebitado...
O que alguns dias sem sexo faz com a nossa cabeça...
"Cara, o namorado dela deve passar bem demais..." pensei, logo me arrependendo de pensar daquela forma.
Sai e fui para o trabalho.
Perto das onze, parei para descansar e beber uma água. Estava perto do local onde ficava a cachoeira.
Nisso, ouço o barulho de um motor, um velho jipe se aproximava.
Dele saltou Fabiana. O jipe deu meia volta e retornou de onde viera.
— o que você está fazendo aqui?
— vim te ajudar, ora... ah, mano, o Bruno começou a me rodear, e eu nem pensei duas vezes, pedi para que me trouxessem até você...
Pensei em Renata. Ela já deveria estar a caminho. Ou não?
— Tudo bem... — me resignei. — quer água?
Ela bebeu. Então apurou os ouvidos.
— Mano, é a cachoeira?
— É sim, fica logo ali...
— Ah, me leve até lá...
Levei—a até a cachoeira, onde descemos até a margem.
— que maravilha... — exclama ela. — daria tudo para mergulhar nela...
Eu fiquei ali, olhando, preocupado pelo fato de Renata aparecer a qualquer momento.
— mano...! Ta um calor enorme...! Vamos tomar um banho? — pergunta ela, entusiasmada.
— Fabi... Mas nem temos roupa de banho...
— ah, não...! To louca pra entrar nessa água... Que pena... — diz ela, inconformada.
Eu fiquei até com pena dela.
Olhei para o alto do barranco. Nem sinal de Renata. Será que ela viria?
— quer saber? — disse Fabiana — eu vou tomar banho assim mesmo...
— Mas como? De calça e tudo? — perguntei.
— claro que não, bobo... To de calcinha e sutiã e você tá de cueca, não? Só estamos nós mesmos aqui...
Ela pôs—se de pé, e sem esperar mais, tirou a camisa. Eu fiquei, claro, olhando, pasmo.
Ela tirou as botas, e depois começou a descer a calça jeans.
Eu fiquei parado, sem ação, olhando o ventre alvo dela, e logo a seguir, a calcinha creme aparecer, ela descendo o jeans pelas coxas.
Logo ela estava apenas de calcinha e sutiã, e eu ali, ainda olhando.
— como é? Vai ficar aí apenas olhando? rssss — disse ela, entrando n’água e se atirando dentro.
Não tive alternativa. Tirei a camisa, a calça, e fiz o mesmo.

Sobre este texto

Rodrigo

Autor:

Publicação:29 de julho de 2013 16:34

Gênero literário:Contos eróticos

Tema ou assunto:Fetiches

Compartilhe este conto erótico com seus amigos
Ainda não há estatísticas de leitura deste texto, pois ele foi publicado em 29/07/2013.

Comentários

Novo comentário

Os comentários serão moderados. Não serão aceitos comentários agressivos ao autor e/ou que divulguem sites comerciais. No campo nome só aceitaremos nome de pessoas. Se tiver interesse comercial Fale conosco para saber nossa política de publicidade.

  • Jean
    Postado porJeanem24 de março de 2016 02:02

    Se o conto é real, então o abobado merece mesmo ser corno. Nem ao menos tentou comer a irmã? Tá vivendo em que século? Não existe mais incesto, a pílula e a camisinha liberaram tudo, agora é se divertir com prazer. Se você ama a sua irmã vai lá e dê este prazer a ela, deixa de ser burro.

  • Guto SP
    Postado porGuto SPem29 de julho de 2013 18:04

    Eu gostei, gosto de lance entre parentes, mas ficou faltando alguma coisa.

Deixe seu comentário abaixo

*Campos com esta marca são de preenchimento obrigatório.
*

Seu endereço de e-mail não será publicado

Mova o seu mouse para fechar essa ajuda.
*