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FABIANA, IRMÃ DELICIOSA - PARTE 3

FABIANA, IRMÃ DELICIOSA - PARTE 3
Bati na pedra em primeiro, e esperei Fabiana chegar.
- não acredito...! - diz ela, surpresa. - não sabia que vc nadava tão bem...!
- tem muita coisa que vc não sabe sobre mim... - disse eu, sorridente.
- incrível...! vc me deixou para trás... caramba...!
- bem... vc não vai poder me encher de cascudos... He He he
- que pena... tava louca pra te dar uns cascudinhos...- disse ela, divertida.
- vai ter que me encher de beijinhos...
- bobão...
Olhei para ela. Ela, resignada com a derrota.
- Tudo bem... vai quere o prêmio agora ou depois? - disse ela.
- bem... não tem ninguém sondando a gente... por sorte...
- é mesmo - disse ela, olhando em volta. - assim é melhor...
Gostei de ouvir aquilo. Ela se aproximou de mim.
- um beijinho no meu maninho... - disse ela, me dando um selinho.
- peraí... - protestei. - só isso? Eu me esforcei só por isso?
- ué!! Pensei que estivesse enjoado de me beijar... vc até reclamou... kkkk
- eu tava brincando aquela hora...
- tudo bem... eu tb estou brincando... Sabia que vc iria protestar... ok...
Ela se aproximou novamente. Eu estava encostado na rocha, com a água pela cintura.
Ela se encostou eu mim, e aquela sensação eroticamente deliciosa tomou conta de mim.
- bem... - disse ela. - dois minutos de beijo... tá bom? - perguntou ela.
- pouco tempo demais... - sussurrei.
- 5 ... -disse ela, sorrindo.
- pouco... muito pouco...
- tá bom, espertinho... 10... e não mais...
- 30 minutos... - disse, olhando-a fixo nos olhos.
Eu já abraçava pela cintura, e já sentia suas tesudas coxas roçando nas minhas.
- 30??? Epa!!!... credo... vc está gostando de me beijar, pelo jeito!!!
- e ai...?
- tudo bem... 30... e nem um segundo a mais...
Ela nem terminou de falar, e colei minha boca na dela.
Enlacei-a pela cintura, e a trouxe de vez a mim, colando nossos corpos, meu pau de encontro a sua calcinha fofa.
Ela, por sua vez, me enlaçou o pescoço, e correspondeu ao meu beijo com igual intensidade. Minha língua procurou a dela, e ela fez o mesmo. Senti a pela dela se arrepiar toda. Os primeiros 5 minutos de beijo foram intensos. Minha mão passeava pelas suas costas, pela curva deliciosa e macia da sua cintura. Lá embaixo, dificil descrever o prazer proporcionado pelo contato daquelas coxas nas minhas. Nossos corpos se moviam, os pés no fundo da piscina, mas meio que flutuando. Era indescritível a sensação provocada pelo contato dos nossos corpos, o beijo, o abraço... Ela sai de mim, o peito arfante...
- mano... ninguém está nos vendo? - sussurra ela, os olhos fechados.
A beijo no pescoço, no queixo...
- não vejo ninguém...
- é que aqui, a gente está descoberto... - diz ela.
- bem... temos 25 minutos ainda... - chutei.
- está certo essa sua cronometragem, hein?
- certíssimo...
- a gente poderia sair lá fora... vc quer? - propôs ela.
Eu topei. Ela parecia estar muito a vontade comigo.
Ela sorriu e foi em direção a margem. Eu fui atrás. Ela pôs-se de pé, e eu segurei uma exclamação quando o corpo dela apareceu inteiro, respingando água, a calcinha encharcada, e as nádegas expostas...
Eu fiz o mesmo, ela sorrindo para mim. Nem liguei para o meu "estado".
Ela parecia não ligar também, pois era impossível ela não perceber (e sentir) a minha ereção! Era uma coisa surreal, aquilo.
Minha bela irmã ali, seminua, o corpo delicioso escorrendo água, de frente para mim, e eu, a cueca mal suportando meu enorme pau totalmente duro e saliente. Surreal demais. Coisa de louco.
Ela foi até debaixo de uma árvore frondosa, e lá se voltou para mim.
Eu olhei-a de cima par abaixo, descaradamente. Olhei-a das pernas, passando pelas coxas e detendo meus olhos na sua calcinha molhada, a mancha preta espalhada...
Fabiana era a sedução em pessoa. Afrodite, Vênus, sei lá... gostosa demais!! Eu me aproximei, e ela me abraçou.
- acho que vc tem apenas alguns minutos... – disse ela, suavemente.
- tem que ter acréscimo... - protestei.
- sabidinho... vc não tem jeito mesmo!...
Eu não esperei mais, e tomei aquela boca deliciosa na minha. Ela colou seu corpo no meu.
Meu pau pressionou de vez a calcinha fofa, e nossas coxas se juntaram.
Ela abriu sua boca o mais que pode, e o beijo foi avassalador. Ela introduziu sua língua na minha boca, e aquilo foi o sinal para que minha mão descesse até suas nádegas, quase puxando a calcinha para baixo.
Fiz ela sentir o meu pau duro, roçando-o na sua virilha e na sua calcinha. Suas coxas foram alisadas por minhas mãos o quanto podia.
Nem sei como definir aquele momento. Ter aquela gata ali, quase nua, aquelas coxas sedosas roçando nas minhas, e eu podendo sentir todo o sabor daqueles lábios deliciosos... parecia um sonho.
Me esqueci que ela era minha irmã, eu queria sentir ela cada vez mais... nem me importei com o meu estado, a cueca mal conseguindo segurar o meu membro duro como pedra.
Pior que ela se abraçava toda a mim, e roçava aquele corpo no meu. Era demais. Não me contive, e enfiei a mão sob sua calcinha, pela lateral.
Senti as suas nádegas firmes, ela parou de me beijar e ficou me olhando... porém, nada disse, e voltamos a nos beijar...
Deslizei a mão pelos lados, sob a peça, explorando suas coxas, nádegas, com vontade...
Apalpei aquela região, pressionando-a para mim, sentindo seu púbis em cheio no meu membro. Ela sai de mim, arfante...
- hmm... quanto tempo falta...? - pergunta.
- muito... - respondo.
Ela me olha.
- sem vergonha... ! - diz. E sorri.
- aposta é aposta... - digo.
- e essa mão boba... - pergunta ela.
- foi sem querer...
- trate de tirar... não apostamos isso...
Mas eu não tirei. Voltei a buscar sua boca.
Nisso, ela me empurra, e sai correndo.
- assim não vale...! - digo.
- Bobão... - grita ela, rindo-se de mim e fazendo caretas.
- ai se te pego... - grito, indo em direção dela.
- duvido... kkk - e ela se embrenha na mata.
Eu saio correndo atrás dela, ela me drlblando pelos troncos das árvores.
Vejo ela tropeçar e cair. Eu paro junto dela.
- Vc está perdida agora... - digo.
Ela olha para mim, e começa a gemer.
- Uii... torci o tornozelo.
- Deixa eu ver – digo, preocupado.
Quando me agacho, ela me empurra com as pernas e me derruba.
Ela se levanta, e debocha de mim.
- Bobalhão! Kkkkk! Caiu que nem um patinho... kkkkk
- Vc me paga... – grito, e saio atrás dela.
- Não me pega... – ela sai correndo, me driblando entre os troncos de arvores.
Finalmente, a cerco num local sem saída. Ela tenta me driblar, mas a seguro pelo braço.
- Te peguei...
- Me pegou por que eu deixei... kkkk
- Vc é danada... agora vai ter um acréscimo de tempo... rssss
- ah, assim não vale, Rodrigo...
- Vai, sim... quem mandou vc tentar me enganar?
- vc me paga... rssss
Trago ela para mim. Ela desiste de tentar fugir.
- Vou acrescentar mais 40 minutos. Tenho uma hora de beijo com vc.
- Olha que conto pra Renata... rsssss
- Pode contar...
Então a beijo com uma vontade imensa, e ela corresponde.
- Onde eu tinha parado mesmo? – pergunto.
- Ué, vc já está me beijando, cara...
Enfio então as duas mãos sob a calcinha, pelas laterais, tudo muito suavemente, com jeito. Cara, coisa de louco aquilo.
Sentir aquela pele gostosa nas mãos.
Ela fica me olhando.
- o que você está fazendo? – pergunta ela.
- eu estava fazendo isso, quando vc escapou...
- e eu disse que não tava na aposta, se lembra?
- o que é que tem?
- bem, se tivéssemos combinado antes da aposta, estaria tudo bem...
Continuei com a mão ali. Aliás, fico um pouco mais ousado.
Começo a apalpar, bem suavemente, as suas nádegas.
- Rodrigo, por favor, tira a mão, vai...
- Fabi, ninguém está vendo...
- Rodrigo, não apostamos isso...
- Nem a sua fuga apostamos...
- Foi uma brincadeira...
Minhas mãos começam a ficar mais atrevidas.
- Problema seu... o tempo está correndo – disse ela.
Minhas mãos descem um pouco mais, e a calcinha ameaça ir junto.
- Caramba, Fabi, você...
Nisso o ruído de folhas secas sendo pisadas.
Fabiana olha para o lado e arregala os olhos. Olho na mesma direção.
Renata estava lá, nos olhando.
Retiro as mãos lentamente. Fabiana tenta se recompor.
- hummm... os pombinhos... rsss... brincando de esconde esconde no mato, heim?
Fabiana emitiu um sorriso amarelo.
- Oi Re... a gente ja estava indo...
- olha, tá quase na hora do almoço... Acho melhor se apressarem...
Fabiana olhou para mim.
- Credo... Essa parece estar atrás da gente também... – sussurrou.
Renata fez um sinal para eles e fez o caminho de volta.
- bem... eu tava com fome mesmo... - disse Fabi, sorrindo.
- eu tb... Esse banho me deu fome...
- hmmm... Então, vamos... - propôs ela.
No caminho, ela ralhou comigo.
- Rodrigo, quando eu falar para você parar alguma coisa, por favor, pare...
- Mas...
- A gente nem apostou aquilo...
- Bem, você ainda me deve...
Partimos em direção a fazenda, eu ainda sentindo o sabor da boca e da pele de Fabiana...
ah, Fabiana, pecado em forma de mulher!

A noite os patrões ofereceram um churrasco aos peões, e, claro, não faltou um arrasta pé.
Renata fora buscar Fabiana e as duas saíram mais cedo. Eu apareci na festa um pouco mais tarde e fiquei por ali, olhando. Uma novilha inteira estava sendo assada, e os peões bebiam e dançavam, tudo sob o olhar atento do patrão e sua família.
Vi Fabiana e Renata num canto, conversando, e apontando para mim. Ambas riam.
Fiquei curioso para saber o que falavam sobre mim. Dei um tempo por ali, até que vi Renata sozinha.
- e ai... - perguntei. - a gente se vê depois?
- hmmm... ainda se lembra de mim? - disse ela, séria. - como estava a cachoeira hoje?
- a água estava gostosa... - respondi.
-só a água estava gostosa? Quem mais? - ela olhava para frente, não me encarando.
- que mais poderia estar gostosa?
- tua irmã... - respondeu ela.
- mas...
- eu ví vcs dois desde o inicio... e vcs nem sabiam que eu estava por ali, espiando vcs... e depois, vcs lá, no meio do mato...
- a gente só estava brincando... foi isso...
- credo! eu não brinco com meu irmão assim...
- mas a gente sabia que vc estava lá... foi só pra te provocar...
- não acredito...! Vc ainda nega! A tua mão toda enfiada debaixo da calcinha dela, alisando ela toda... eu vi... e ela parecia gostar pra caramba, nem xingou vc...
- bem... vc que sabe... tenho só mais 4 dias aqui... depois, ainda bem, to indo embora... - eu disse, irritado.
- Rodrigo... - ela amoleceu. - é que eu... tenho ciúmes de vc com ela...
- não precisa... eu só transo com vc...
- eu te espero no meu quarto quando tudo isto acabar... vc sabe como entrar... to louca pra ficar com vc...
Olhei ela se afastar, e Fabiana se aproximando.
- hmmm - disse minha irmã. - de namorinho, é?
- e ai, tá gostando da festa?
- to a fim de dançar... essa musica é mais devagar... me convida?
- será um prazer, senhorita... - disse eu.
Fabiana, pra variar, estava linda naquele vestido largo, preto, e de botas. Quando entramos na pista de chão batido, é claro que todos olharam.
Fabiana era centro das atenções em qualquer lugar. Não havia muita claridade, e o clima era, apesar do local, intimista. Ela se achegou a mim, com aquele jeito doce que só ela tinha.
- o que vcs e ela conversavam? - perguntou ela.
- curiosa! bem... ela estava com ciúmes de vc... do nosso banho na cachoeira... - contei.
- acho que ela tá é apaixonada por vc... rssss
- vc acha? acho que vou ficar por aqui... vou herdar tudo isto...
- bobão!! kkkkk
- o que vcs duas cochichavam aquela hora? - perguntei.
- ela pediu desculpas por nos "atrapalhar" a gente... ela é sem noção, pensa cada coisa...
- como assim?
- nada... a culpa é tua... lembra que te falei pra tirar a mão?
- Ora, Fabi... era tudo brincadeira... e vc tava pagando uma aposta...
- Bem, ela não teria pego a gente daquele jeito...
- Quem mandou vc fugir de mim? Mas o que ela te falou?
- Bem... ela falou que quase pega a gente transando... rssss
- e vc... o que falou?
- eu disse que não... que a gente tava apenas namorando...
- ah, sim...
- mas ela disse que vc estava... como posso dizer? que vc estava...
- que eu estava?
- de ... posso falar? Posso? Rssss ... ela falou que vc estava de pinto duro... que estava enorme...
- ela disse isso? e vc?
- eu falei ... que era natural, oras... entre dois namorados...
- ela é muito... observadora... - disse eu.
- ah, Rodrigo, faz favor...
- mas... eu gosto demais daquela cachoeira... - continuei...
- eu tb... amanhã... vc me leva de novo? - estremeci quando ela disse isso.
- eu... cla... claro... - concordei.
Acho que até ela percebeu o meu coração que disparava, pois bem deu um risinho meio ironico.

Naquela noite, entrei no quarto de Renata, que me esperava nua na sua cama.
Possui ela com vontade, com um tesão enorme. Ainda mais pela expectativa do dia seguinte...
Fabiana, banho de cachoeira... Aquilo estava se tornando um vício.
Sai do quarto um pouco antes do sol nascer.
Tomei cuidado para que alguns poucos peões que já haviam acordado não me vissem sair do quarto de Renata. Deixei ela saciada, toda ardida, de tanto meter naquela bucetinha apertada e gostosa.
Entrei em casa e, antes de ir para o meu quarto, passei no de Fabiana. Entreabri a porta. Havia uma certa claridade no quarto.
Ela dormia, o corpo totalmente descoberto.
A camisolinha havia subido lá em cima, e ela estava de bruços.
Que corpo, caramba!
Por que fui permitir que ela viesse comigo praquele lugar?
Agora estava eu ali, cheio de tesão, olhando aquelas pernas e coxas grossas, aquela bunda gostosa e arrebitada.
Me aproximei, e tirei o membro para fora... me masturbei olhando minha deliciosa irmã ali, deitada, dormindo profundamente...

Sobre este texto

Rodrigo

Autor:

Publicação:1 de agosto de 2013 22:10

Gênero literário:Contos eróticos

Tema ou assunto:Fetiches

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