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FABIANA, IRMÃ DELICIOSA - PARTE DOIS

FABIANA, IRMÃ DELICIOSA - PARTE DOIS
Ela dava gritos de felicidade, brincando que nem criança.
Realmente, a água estava deliciosa. Até me esqueci de Renata.
— Mano, que delicia de água — repetia Fabiana, mergulhando.
Levantei os olhos para o barranco, e vi uma figura lá no alto. Era alguém que usava um boné e segurava um cavalo pelas rédeas.
Renata.
Fabiana me viu olhando para lá, e fez o mesmo.
— mano, acho que é o Bruno... Ele está nos espiando... — disse ela.
— é ele, sim — menti. — parece que tá a fim mesmo de você...
— ele é um bobão. Se acha o riquinho que pode pegar quem quiser... idiota!
— e ai... Que faremos?
Ela olhou para mim, olhou para o alto, disfarçadamente, e se aproximou ainda mais de mim.
— nós vamos fazer de conta que estamos namorando, ué... — diz ela, divertida.
— você é doida... rsss
Ela se aproximou de mim e me abraçou.
Deu aquela encostada deliciosa... Eu confesso que estremeci.
Aquelas coxas grossas, roçando nas minhas... Senti um medo enorme de ficar em ereção. Ou será que eu já não estava?
— mano, fica olhando, anda! Se ele for embora, me avisa... — disse ela, me dando um beijo no queixo.
— ah, ele está chegando mais perto... — avisei.
— que cara abusado... — disse ela. — acho que temos quer ser mais realistas...
Devo admitir que gostei — mas muito mesmo — de ouvir aquilo.
Mas eu, por outro lado, não sabia o que fazer.
Aquele corpão ali todo encostado no meu...
— como realistas? — disse eu, me fazendo de bobo.
— bem, acho que a gente vai ter que se... beijar... rsss
— o que?
— mano, só de brincadeira... Bobo... rsss
— ah, tudo bem...
— bem, começa então... — disse ela.
Eu estava sem ação.
A abracei então pela cintura e a trouxe um pouco mais para mim.
E aconteceu o que eu temia.
Meu pau estava duro. Mas eu lutava contra aqueles impulsos, naturalmente descabidos.
Ela me deu um selinho e sorriu.
— você está indo bem... he he he. — divertia—se ela.
Novo selinho. Aquela boca...
— mano, e ai? Ele está indo embora?
Olhei e a figura havia sumido entre as árvores.
— não, parece que está vindo até aqui...
— que babaca...! — disse ela, movendo o corpo, sem saber que cada movimento seu era um suplicio para mim. — acho que vamos ter que caprichar mais na encenação...
Ela olha para mim.
— mano, me ajuda, pombas! Você tem que me beijar... rsss
Eu então tasquei um selinho nela. Ela riu de mim.
— assim não! A-ssim! — disse ela.
E colou sua boca na minha. E o seu corpo também.
Eu nem sabia como definir aquele momento. Loucura.
Envolvi sua cintura com meus braços, e ela o meu pescoço. Ela abriu um pouco mais sua boca, e eu me esmerei no beijo.
Parecíamos realmente namorados no maior amasso ali, dentro daquela piscina natural.
Abri os olhos. Renata estava a poucos metros dali, atrás de uma arvore afastada da margem. E nos observava.
Fabiana deu uma pausa no beijo.
— ufa...! — disse ela. — aprendeu hein? — riu ela.
— não olhe, mas o cara está bem ali... Atrás de uma árvore... — tornei a avisar.
Ela voltou a colar sua boca na minha. Lá embaixo, seu corpo roçava no meu, perigosamente. Suas coxas resvalavam deliciosamente nas minhas...
Foram quase cinco minutos de beijo.
Então Fabiana saiu de mim, arfante.
— ele se foi? — perguntou.
— Não...
— Acho melhor a gente sair pra fora, então... Vamos ver o que ele quer... Esse cara passou dos limites... — disse ela, decidida.
Ela saiu na frente, eu atrás. Eu fiquei um pouco mais dentro d’água, para me "recompor".
Mas não adiantou, pois Fabiana saiu de dentro d’água, e expôs seu maravilhoso corpo. Recompor-me de que jeito?
Ela se vira para mim e então percebo a calcinha dela toda molhada, meio transparente.
— mano... Vem...! — disse ela, me chamando.
Olhei para suas coxas, e em direção a calcinha. Pude perceber a mancha negra sob o fino tecido molhado da peça.
Ela me chamou de novo, parecendo não se importar em me oferecer aquele espetáculo terrivelmente excitante.
Enfim, sai de dentro d’água.
Dane—se, pensei. Se me virem de pau duro, paciência.
Mas Fabiana nem deu bola para o meu "estado crítico", e ficou olhando em volta, tentando achar o intruso.
— olá... — disse uma voz saindo de dentro da mata.
Era Renata.
— Renata? Você? Pensei que... — surpreendeu-se Fabi.
— Sou eu mesma... Vi vocês de longe, e... bem, não queria atrapalhar... rsss
— imagina! Quer tomar um banho conosco?— perguntou Fabi.
— Não. Tá na hora do almoço, vocês não vem? — disse a garota, olhando para mim, detendo o olhar na minha cueca, ainda muito intumescida.
Sorri para ela, amarelo. Ela sorriu de volta. Fabiana vestiu a roupa.
O jipe veio nos buscar quase ao meio dia, como combinado.
Renata montou seu cavalo e partiu em disparada, não antes de lançar um olhar magoado para mim.

Depois do almoço, e quando entramos em casa, Fabiana soltou o riso que vinha retendo na volta para casa e durante o almoço.
— o que você acha engraçado? — perguntei a ela.
— a cara da sua "gata"... rsss... Agora eu entendi... (risos)... Vocês marcaram encontro lá, e eu atrapalhei... (mais risos)
— tá... E você se diverte acabando com meu programa... Bonitinha, você!! — me fingi de bravo.
— ah, Rodrigo...! Não fique bravo comigo... Eu pensei que fosse o Bruno...! Juro!!!
— tá bom, esquece... Vou tentar consertar o que você estragou...
— hmmm... tá zangado com tua mana, é? Desculpe então...
Olhei para ela, que parara de rir. Acho que fui duro com ela.
— tudo bem... Não to zangado... Tá tudo bem...
Ela levantou o rosto e abriu aquele sorriso de moleca travessa.
— oh, sabia que você não se zangaria comigo...
— ok... Agora, vê se fica por aqui... Eu tenho que trabalhar agora. Evite sair por ai, pode ser perigoso...
— tudo bem... Vou dormir...
Fui trabalhar naquela tarde de muito sol.
Estava descansando embaixo da árvore quando vejo Renata se aproximar a cavalo. Ajudo-a a apear, e ela fica muito próxima a mim.
Olha-me ainda magoada.
— posso explicar por hoje de manhã... — comecei.
— sei... Ela apareceu de repente e você teve que se enfiar com ela dentro d’água... Comeu muito ela lá dentro d’água?
— Caramba, você está zangada mesmo...!
— eu não! Você apenas me deu um...
Não a deixei terminar de falar. Puxei-a para mim e procurei sua boca. Ela correspondeu fácil, fácil.
Pelo jeito, tava louca para que eu a beijasse.
Beijamo-nos intensa e longamente.
Senti que ela queria algo mais que aquilo. Minhas mãos subiram pela sua cintura, e lhe toquei os seios por cima. Ela reagiu como se gostasse daquilo, pois se abraçou a mim ainda mais. Levantei sua camisa e senti sua pele.
Ela sentiu minha ereção em cheio na sua virilha.
— vamos... — disse, puxando ela para mais debaixo da árvore.
Lá ela deita no solo fofo. Comecei a desabotoar sua camisa. Ela apenas olhava, languidamente.
Livrei-a da camisa, ela me ajudando, tirando as botas e a calça.
Aquilo me surpreendeu. Ela queria transar mesmo.
Logo me livrei da minha própria calça, observando aquela gata seminua, deitada e me esperando.
Fiquei de cuecas e ela olhou maliciosamente para o volume exagerado que eu exibia. Ela mesma se livra do sutiã e, como eu imaginava, dois peitinhos durinhos ficaram ali, apontando para o alto. Beijei-os, faminto de sexo que estava.
Um tanto afoito, arranquei sua calcinha, ela não opondo nenhuma reação.
Eu não agüentava mais esperar. Tava louco de tesão, louco para sair do atraso e louco para possuir aquela bela gata.
Tirei meu pau pra fora, e ela emitiu uma exclamação de espanto, que achei bem compreensível.
Todas com quem transara tiveram a mesma impressão.
Meu pau tem dimensões anormais, o que era uma cena agradável para elas, mas um fator de preocupação a mais para mim (afinal dizem que os bem dotados brocham cedo demais). Além do mais, ter um membro descomunal como aquele não fora suficiente para segurar minha ex.
O que importava era que, por enquanto, ele estava de pé, e muito de pé.
E não pude mais esperar, penetrei Renata com vontade e muito profundamente. Ela gemeu e me abraçou com suas pernas, me prendendo de tal forma que eu só poderia ficar ali, engatado nela, entrando e saindo daquela deliciosa gruta.
Uma hora depois, ela já se vestira. E eu ali, olhando ela cobrir aquele corpo delicioso que acabara de possuir.
— Sabia que fui à cidade hoje? — disse ela.
— É...?
— Sim, e fui até a pousada de vocês...
Comecei a me preocupar.
— e dai? O que foi fazer lá?
—Soube de coisas interessantes a respeito de vocês dois...
— que coisa?— meu coração bateu mais forte.
— ora, sobre você... E a sua irmã Fabiana.
Olhei para ela e não sabia o que falar.
— Escute, acho que você está...
— psst...! Fique tranqüilo... Eu não vou falar nada a ninguém... rsss
— não, é que nos fingimos ser namorados só para despistar seu irmão... Ele tá a fim dela, você sabe...
— sim... Mas vocês estão fingindo bem demais... Nossa!! rsss
— como assim?
— caramba... Vocês dois na cachoeira e ela só de calcinha e sutiã... E você de cueca... Vi como você estava de pau duro... rsss
— você é doida... Eu não...
— tava sim... Você fode ela?
— claro que não...
— estão mesmo só fingido?
— juro...!! E vai acabar hoje mesmo essa brincadeira...!
— não!! Eu to adorando essa brincadeira... Continuem fingindo, senão o Bruno papa sua irmã... rsss
— dou uma surra nele...!
— e você perde seu dinheiro... A gente continua se encontrando e você e sua irmã, continuam fingindo... E ela nem precisa saber que eu sei... rsss
Aquilo era uma sacanagem com minha irmã, mas por outro lado, achava aquele jogo — não vou negar — excitante!
E tinha o dinheiro, tinha o Bruno pegando no pé da Fabiana, e tinha aquela garota gostosa ali, louca por uma transa animal.

Voltei para casa à tardinha, menos preocupado. Tomei uma ducha e sai do meu quarto, quando ouço Fabiana me chamando ao seu quarto.
Eu estava vestindo apenas um calção e estava sem camisa. Fui saber o que ela queria.
Quando entro, vejo-a deitada na sua cama, folheando uma revista.
Ela olha para mim e sorri.
— Mano, o Bruno me emprestou umas revistas massa. Quer dar uma olhada? — ela apontou para a cômoda, onde havia outras revistas amontoadas.
Eu não respondi. Fiquei ali parado, olhando para minha irmã.
Ela estava usando um shortinho preto, curtíssimo, e uma blusinha top branca.
Não sei explicar, mas fiquei ali apreciando, muito do sem vergonha, aquelas pernas e coxas brancas, esplendidas...
As coxas de Fabiana, grossas, estavam totalmente expostas, e ela, deitada, nem tinha noção do "mal" que aquilo me fazia.
Pensamentos indecorosos vieram a minha mente.
Um lado me dizia para eu cair fora dali; o outro lado me dizia para eu ficar ali e aproveitar aquele momento único, tentador ao extremo...
Minha mente, já totalmente tomada por pensamentos pra lá de pervertidos, começou a traçar planos maquiavélicos...
Meu membro estava em plena ereção, e ela ali, deitada, vendo sua revista, como se nada demais estivesse ocorrendo a sua volta...
Ela estava deitada de lado, e me aproximei por trás. Ela continuou ali, compenetrada na leitura...
Eu sentei-se por trás dela, e sussurrei:
— psst! Disfarça, mas acho que tem alguém na janela observando a gente...
Ela se assustou. Eu coloquei a mão no seu ombro, para tranqüilizá-la.
— deve ser o Bruno... Que sacana...! — disse ela, baixinho, voltando a olhar a revista, para disfarçar.
— é... O cara não desiste de você... e vive te emprestando revistinhas...
— não tem nada demais...! Eu repeti pra ele que eu e você somos namorados...
— acho que ele não acredita muito... — dizendo isto, estirei o corpo por trás dela, porém sem encostar.
Olhei a curva daquele bumbum, a pele branca da cintura, as coxas...
Caramba, aquilo era de enlouquecer qualquer um! Eu não era de ferro!
— mano, acho muita ousadia desse carinha... Muita cara de pau mesmo!
— porque não falamos a verdade pra ele? — blefei.
— nem pensar!! Ai é que ele pega no meu pé!! Acho ele irritante!!!
— bem...
— Ele ainda está nos olhando? — perguntou ela, olhando para mim.
— sim... To vendo a pontinha da cabeça do cabra... Que sacana!! — nem sei como eu conseguia mentir daquela forma.
Estava com meu caráter totalmente desfigurado.
Fazer aquilo com minha própria irmã!!
— Mano, acho que ele precisa ser convencido... rss... — disse ela, ingenuamente, fazendo meu coração saltar de alegria.
— como? — disse, no maior cinismo, me fazendo de desentendido, meu pau quase saindo do calção.
— vamos dar um show pra ele... he he he... Como na cachoeira... — disse ela, dando um sorriso que me elevou a oitava dimensão.
— você quer dizer...
— sim... — diz ela, encostando a nuca perto do meu rosto. — vamos fazer com que ele acredite que somos namorados... mesmo!
Ela mesmo se encostou mais em mim.
Eu não pude evitar o contato daquela bunda em cheio no meu pau duro, ,as ela nem pareceu perceber (incrível), ou aceitou aquilo numa boa. Só sei que aquele momento foi mágico, parecia um sonho erótico, e dos bons.
Afastei seus cabelos e encostei meus lábios na sua nuca, de leve. Ela se encolheu toda, dando um risinho discreto... Continuei ali, beijando de leve, até tocar o lóbulo da sua orelha.
Ela, como era de se esperar, ficou com a pele toda arrepiada.
— ele ainda está lá? — perguntou.
Olhei para trás, ninguém na janela, como desde o inicio.
— ainda está... — sussurrei, muito do canalha.
— aquele idiota... — disse ela, pegando minha mão e colocando-a na sua cintura.
Como era macia e sedosa aquela pele.
Mordisquei de leve sua orelha, e ela se encolhia toda vez que eu fazia isso.
Beijei—a no queixo, perto dos lábios.
Ela se virou um pouco pra mim, e deixou-se beijar na boca, assim, por trás. Puxei seu corpo um pouco mais para mim, ela se acomodando e aceitando aquilo naturalmente.
Meu pau pressionou aquela bunda, e ela olhou para mim, e deu um sorriso.
Então, parecendo querer evitar aquele contato mais forte, virou o corpo, deitando de costas.
— ainda? — pergunta ela.
— sim... — respondo.
Olho aquela boca, e ela então me puxa delicadamente pelo pescoço, e nossos lábios se encontram, agora com mais liberdade.
Ela abre a boca e recebe a minha. Deleito-me naqueles lábios macios, e ela corresponde em igual intensidade.
Ela dá sinais de querer que pareça o mais realista possível. E eu me coloco a disposição para ajudar, com o maior prazer.
O beijo já é intenso, sugado, molhado.
Minha mão desce pela sua cintura, passa pelo shortinho, e atinge as coxas da minha bela irmã. Devo confessar que jamais tocara uma pele tão deliciosamente suave, que se arrepia toda. Aquele contato parece ser prazeroso para ela, e imagine para mim.
Desço a mão, suavemente, até um pouco acima do joelho, e faço o caminho de volta, lentamente, aproveitando cada centímetro daquela pele deliciosa.
O beijo prossegue, e já ganha contornos pra lá de sensuais.
Meio sem querer, nossas línguas se tocam...
Sinto o corpo dela retesar-se.
Insisto naquele contato, e ela aceita.
Nossas línguas se tocam novamente, se chocam, meio que se enroscam... ela se aperta toda a mim, a ponto de sentir os bicos dos seus seios me espetarem o tórax nu.
Só então percebo que minha mão subiu o seu shortinho o mais que pode, aparecendo a sua calcinha vermelha.
Cara, aquelas coxas brancas...
Minha mão já passeava por ali, avidamente, ela aceitando aquela caricia numa boa... Não deu pra contar, mas já faziam uns dez minutos que aquele beijo durava...
Então ela sai de mim, suavemente...
— ele ainda está lá...? — sussurra.
Eu olho. Lógico que vou dizer que ainda está.
Movo a cabeça positivamente.
Ela fecha os olhos.
— quer que eu vá lá e dê um corridão nele? — pergunto, cínico.
— não!! Deixe ele ver o que a gente está fazendo... rssss — ela diz, e puxa minha cabeça em direção ao dela.
Agora ela participa ainda mais ativamente do beijo. Ela toma a iniciativa, e sua língua busca a minha. Minha mão sobe pela sua coxa, e meio que se introduz por sob o shortinho, pela lateral.
Meu polegar tateia, e não acredito quando sinto o início da pelagem pubiana da minha irmã, esparsas pela virilha... Aquele contato era muito íntimo, íntimo demais.
Os pêlos são macios, sedosos... Fico imaginando como seria tocá-los em cheio, mas fico por ali, com medo de espantar aquela belíssima e deliciosa presa...
Afinal, eu apenas estava ajudando ela a espantar o frangote.
Ela então levanta a cabeça, e olha em direção a tal janela.
— mano, parece que ele já foi...
Desolado, olho também para lá.
— É mesmo... Acho que convencemos ele... — disse, voltando a olhar aquele corpo delicioso ali, junto a mim.
Ela sai de mim, e levanta-se.
Sento na cama, tentando "voltar ao normal".
Se eu ficasse de pé, ela viria o "estado crítico" em que me encontrava.
Mas ela me puxa pela mão, e sai andando em direção a tal janela.
— ele se foi... rsss — diz ela, triunfante.
— É, o desgraçado picou a mula... — disse mais desolado ainda.
Meu pau doía em conseqüência do estado de ereção em que se encontrava.
Ela sai andando em direção a cama, sentando-se. Então olha para mim, me analisando.
Eu não tinha como esconder a minha situação, e esperei a bronca dela.
Ela apenas me olhou, deu um sorriso, e voltou a pegar sua revista.
— bem, vou indo... — disse eu.
— leve umas revistas com você... — ofereceu.
— acho que não... Depois do jantar, vou cair na cama. Amanhã é dia de trabalho duro.
Dei boa noite e ela retribuiu.

Durante o jantar, Renata, disfarçadamente, me passou um bilhetinho.
Ela queria que eu fosse até o seu quarto, logo mais, pois seus pais iriam a uma fazenda próxima.
Na hora marcada, ela me esperava do lado de fora. Ela apagara as luzes, de modo que ninguém nos viu quando ela me puxou para dentro do quarto dela, que era bem confortável. Já na sua cama, nos engalfinhamos loucos de tesão.
Eu, mais ainda, resultado do "amasso" com minha irmã. Deixei Renata chupar meu pau por um longo tempo, ela extasiada, vendo-o crescer e ficar cada vez mais grosso e comprido. Ela o esfregou no rosto, nos peitinhos, depois, coloquei-a de quatro, e a chupei tal qual um lobo faminto, levando a ninfeta às nuvens.
Naquela posição mesmo, enterrei minha pica profundamente naquela bucetinha tesuda, ela tendo que conter os gemidos, pois o quarto ao lado era de Bruno.
Gozei como um louco, encharcando o branco lençol com minha porra.
Ela era insaciável. Melhor para mim. Deixei-a me cavalgar por uma infinidade de tempo, até ela explodir num orgasmo violento.
Antes de eu gozar, ela sai de mim, e começa a me chupar. Aquilo me deixa piradaço, e me desintegro em mais um gozo, desta vez enchendo sua boquinha, ela chegando a se engasgar e tossir...
Lá pelas 2 da madrugada, saio sorrateiramente do seu quarto.
Ela ficou ali, extasiada, mas pedindo que nos encontrássemos no dia seguinte, no mesmo horário. Eu disse que sim, claro. As coisas estavam ficando boas demais para mim.

Na manhã seguinte, peguei o jipe para rumar até o meu local de trabalho, quando Fabiana aparece.
— já acordou? — perguntei.
— sim, vou com você... — disse ela.
Eu achei muito bom. Mas achei que sempre era bom dar uma disfarçada.
— Mana, lá tem pernilongo, e tá fazendo um calor...
— eu to achando um saco ficar aqui... Vou ver se te ajudo em alguma coisa... Posso?
— Calma, claro que pode... Tudo bem...
Ela subiu no veiculo e partimos.
Trabalhamos durante duas horas. O sol estava de derreter miolos.
Fabiana suava, mas me ajudava legal. Demos, então, uma parada.
— ah, que calor... — reclamou ela.
— Eu te avisei... Mas você, teimosa do jeito que é...
— mas to gostando... Ah, um banho ia ser maravilhoso agora... rsss
Nem é preciso dizer que meus olhos brilharam naquele momento.
— é mesmo...
— mano, a cachoeira... Fica muito longe daqui?
— Menos de 1 km, pertinho — respondi, coração batendo mais forte.
— o que você acha da gente ir lá e cai n’água?
Nem foi preciso pedir duas vezes.
Pegamos o jipe e logo estávamos lá.
Descemos pela encosta e logo estávamos a margem do piscinão.
Fabiana não se continha de felicidade.
E eu também, é claro, antevendo os momentos que viriam.
Ela começou a tirar a roupa, começando pela camisa.
Aquele ritual era deliciosamente terrível para mim.
Por um lado, a consciência pesava, por outro...
Fiquei olhando ela tirar as botas, e logo a calça jeans, naquele espetáculo extremamente tentador.
Ela sorriu para mim, feliz, ao mesmo tempo em que ficava só de calcinha e sutiã. Eu, ali, o feliz espectador.
— vai ficar ai parado? — desafiou ela, expondo aquele corpo de sonhos.
Minha mente delirava. Pensamentos indecorosos tomavam conta de mim.
Ela entrou na água, e eu me despi rapidamente, cuidando para que ela não visse minha cueca escandalosamente inchada.
Nadamos tal qual duas crianças.
Brincamos para valer. Fabiana estava feliz, e divertia—se muito.
Num certo momento, ela propôs uma prova de natação.
— quem chegar àquela rocha primeiro, ganha... Quem perder, paga um prêmio...
— que prêmio... — perguntei.
—ah, sei lá... Um cascudo, um peteleco, ou pode ser... um beijo... sei lá... rssss
— beijo de novo? — disse eu, super fingido.
— ah é? Quer dizer que... seu bobalhão... rsss — disse ela, ralhando comigo.
— tava brincando... tudo bem... Se eu ganhar, ganho um beijo... e se eu perder...
— eu te encho de cascudos, seu bobão... rssss — disse ela, divertida.
— combinado... — disse eu, cheio de expectativa.
Eu sabia que Fabiana praticava natação na cidade, e era campeã da sua escola.
Eu teria que me superar.
Foi dada a largada. Nem é preciso dizer que quase corri sobre as águas.
Nadei com nunca havia nadado em minha vida.
Acredito que bati todos os recordes mundiais, tamanha era minha vontade. (CONTINUA)

Sobre este texto

Rodrigo

Autor:

Publicação:29 de julho de 2013 21:02

Gênero literário:Contos eróticos

Tema ou assunto:Fetiches

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