Conto Erotico | Historia Erótica

Publique seu texto gratuitamente!

Autores mais lidos
Loja História-Erótica
Conto erótico no isntagram
conto erotico no youtube
conto erotico no tumblr
Imagens Eróticas
Do fundo do baú

FABIANA, IRMÃ DELICIOSA - PARTE FINAL

FABIANA, IRMÃ DELICIOSA - PARTE FINAL

Ela sai de mim, e me olha afogueada.
— Preciso te falar uma coisa... — digo.
— O que é — pergunta ela, olhando minhas mãos, apalpando-a atrevidamente.
— Não me leve a mal... — tento achar coragem para falar.
— Ah, Rodrigo, fala de uma vez...
— Fabi, to muito a fim de você... — sussurrei.
Ela arregalou os olhos.
— Você o que?
— O que você ouviu... to a fim de você...
— Rodrigo! O que é isso? Kkkkk
— Tô falando sério... to a fim de você, demais...
— Desde... desde quando?
— Nem sei dizer... acho que já faz dias...
— Eu... eu nem imaginava...
Ela me olha, séria. Eu fico ali, desejando aquela boca na minha; ela não faz a menor menção de mandar eu tirar minhas mãos que acariciam aquelas nádegas de sonho..
— Rodrigo, eu...
Aprendi que nunca é bom deixar mulher falar demais.
Tomo sua boquinha de assalto, e a beijo com volúpia, deixando-a sem fôlego...
Ela sai de mim, o peito arfante.
E ai é ela que toma a iniciativa, e me beija. Nossas línguas se chocam, e ela se esfrega toda em mim. Aquilo é o sinal que eu esperava.
Faço-a ficar de costas, e minha mão volta a apalpar sua bunda.
— Ro.. Rodrigo... — geme ela.
Ela permite meu avanço. Abaixo a calcinha, e descubro de vez aquele bumbum que enlouquece qualquer um (hétero, claro).
Minha mão invade aquele vão, e ela permite.
- Rodrigo... - ela volta a sussurrar.
Pego a mão de minha irmã, e a dirijo até o meu membro.
Ela resiste um pouco, mas cede. Aos poucos, ela vai se soltando, e já esfrega o meu pau, delicadamente. Abraço-A então, e minha mão desce até o púbis.
Estremeço ao sentir os pêlos sedosos, fartos, rebeldes.
A calcinha de Fabi já está na metade de suas coxas...
Meus dedos se embrenham no meio daqueles pêlos, e então toco aquela flor palpitante da minha bela irmã... Seu corpo se retorce, e sua mão aperta meu membro... Meu dedo então desliza dentro daquela gruta, já bastante úmida...
Fabi geme.
- oh, Rodrigo... ooohh...
Senti Fabi toda entregue.
Senti que eu poderia avançar mais...
A mão de Fabi tocando meu pau tava demais. Olhei aquele rabo de sonhos, e não acreditei. Parecia realmente um sonho, um sonho bom demais.
Aquele monumento feito mulher ali, a calcinha arriada, as nádegas carnudas, sedosas...
- caramba... vc é demais...! - consegui balbuciar, as palavras saindo trêmulas de "emoção".
Ela nada dizia, apenas se submetia as minhas caricias...
E sua delicada mãozinha ali, alisando suavemente meu membro, que latejava de tesão.
Ousei. Meu dedo obsceno entrava e saia com mais intensidade...
Senti o calor que se concentrava naquela deliciosa gruta.
Quantos já sonharam, quantos já desejaram em fazer o que eu fazia agora?
Meu dedo se movimenta, arranca suspiros e gemidos daquela fêmea sequiosa de prazer... o corpo de minha irmã está todo arrepiado, percebo;
Sua mão já aperta com mais força meu pau, concentrando-se na cabeça.. Aquilo me enlouquece.
Peço docemente que ela se vire para mim. Ela atende, e eu fico olhando o meu dedo melecado. Volto a procurar sua vulva. Sinto os pelos fartos, e a grutinha já bem molhada...
Me surpreendo até quando ela volta a abarcar o meu pau. Agora ela o faz de forma mais ousada, mais atrevida. Ela faz aquilo me olhando nos olhos.
— caramba, vc é gostosa demais...
Ela responde com um gemido.
— teu namorado... já te comeu muito? – pergunto, sem noção nenhuma.
— Poucas... poucas vezes...
Meu dedo entra, desliza gostoso dentro...
— Fabi... eu quero... quero te comer gostoso... vc quer?
Ela move a cabeça... afirmativamente. Meu coração acelera. A beijo com um desejo louco.
Ela se arrepia aida mais, e aperta meu pau.
Com minha outra mão, abaixo minha cueca. Meu pau está todo de fora, e ela geme ao sentir o calor que emana daquela tora de carne e músculos.
Sua mão busca-o, e o segura, naquela deliciosa "punheta".
Me seguro o máximo pra não gozar precocemente..
Meu dedo entra tudo... movimento-o lá dentro, abrindo-a, preparando-a...
Fabiana já geme sem parar. Loucura, lascivia, pecado... como descrever aquilo?
Tiro meu dedo, e faço-a se virar de costas para mim.
Retiro seu soutiem, e seus seios saltam para fora...
jamais vi formosura igual... Fabiana era pura sedução, pura tentação...
Ela olha para baixo e fixa seus olhos no meu pau, cuja cabeça bate parece buscar aquele vão delicioso...
Ela o toca, delicada, parece magnetizada por ele...
Então ajeito a cabeça naquela entradinha, e entro forte e fundo... Quase a levanto pela parede, tamanho é o ímpeto da minha investida
— oooh!
E fico olhando aquela bunda se projetar para o alto. Enlouqueço. Movimento-me por trás dela, e vejo as nádegas se separando, e o cuzinho rosado de Fabiana, ali, piscando para mim
- oooh... - geme, a garota, toda entregue.
Saio dela, e meu pau desliza para fora, muito grosso e comprido, todo melecado. Ela ainda se movimenta, na ânsia daquela transa descomunal.
Me agacho, e separo-lhe as nádegas.
- ooh... oooh... mano...oooh... - geme minha irmã, as duas mãos na parede azulejada.
Beijo e lambo com volúpia aquele cu delicioso. Sem conseguir mais agüentar, manuseio meu membro duro por trás dela, e introduzo naquela vão, sentindo os pêlos daquela buceta molhada... O cú pisca sem parar.
Não resisto.
Fabiana é puro tesão...
Um dilema passa por minha cabeça, mas se dissipa tão rápido quanto veio...
A cabeça do meu pau pincela aquela buceta deliciosa, e então, a posiciono na entrada do cuzinho da minha deliciosa Fabiana. E forço a entrada, louco de tesão, não consigo controlar minha força, e a cabeça entra, apertado...
- uuuiiii... - quase grita a garota.
Eu paro. Me seguro para não gozar. Tá gostoso demais. Então empurro um pouco mais, e meu pau já entra pela metade. Mas eu to descontrolado, e louco pra meter tudo, até as bolas.
Quem está ali não é minha irmã, mas uma bela fêmea no cio, louca para trepar, louca para me dar o rabo, louca para que eu a foda sem parar... é o que se passa na minha conturbada mente.
Empurro, e entro tudo dentro de Fabiana.
- uuuiiiiii... aaaah... manooo... - geme, chorosa.
Não me comovo, e inicio um vai e vem, lento.
Tento ser comedido... Meu pau desliza para dentro daquele buraco aquecido, delicioso, apertado demais...
- ooh... Fabi... deliciosa... tesuda.....aaah.... que cú... que cú gostoso vc tem....oooh... - sussurro.
- oh, mano.. dói... devagar...por favor.....aaaaihh... devagar....tá.. doendo... - geme.
Atendo aquele pedido. E entro e saio devagar, me deliciando com a visão do meu pau entrando e saindo daquele buraco apertadíssimo.
Saio dela, e a tomo nos braços. Levo-a até a cama e ela, como sabendo das minhas intenções, fica de bruços, e empina aquela bunda que eu cobiço como um doido. Faço-a ficar de quatro.
Meto sem dó.
O corpo de Fabi desaba sobre a cama, e eu vou junto, engatado, sem parar de me movimentar... A agarro pelos seios e encosto o rosto na sua nuca, e fico ali, ouvindo os gemidos da minha belíssima irmã.
Sinto um calor insuportável subir pelo meu corpo... Não consigo mais reter o gozo que vem forte, muito forte...
- oooh.... vou es... vou esporrar.... oooh... demais...ishhhhhh...! oh, tesão....demaissss....!
Fabi aumenta os gemidos, ao ver a minha reação. Ela empina a bunda, deixando-se penetrar ainda mais. Entro tudo, só as bolas ficam de fora. Soco com furia, totalmente tomado pelo tesão...
- oooh... ooohh... mano... mano...oooh.....
- tesudaaa..... tesuda....aaah, irmã tesuda dmais....aaaah....!
- oh, meu irmão.... oooh.....ooooh....
Meu pau jorra porra dentro daquele cu apertado.
Quero entrar todinho dentro dela... Aquele frenesi dura minutos até que desabo sobre ela, ainda entrando e saindo...
Fico ali, até parar, e então, deito de lado... Meu pau desliza para fora, e ela geme alto, tal qual uma loba no cio... Me ergo, e com uma curiosidade indecente até, verifico a minha "obra"... Vejo o rombo aberto, a porra escorrendo farta para fora daquele buraco aberto...
Meu pau se move, absurdamente grosso e melecado... naquela posição mesmo, faço-a ficar de ladinho. Ergo uma das coxas, e dirijo meu pau até aquela entrada arrombada... e meto, novamente, sem dó.
Fabiana emite um débil lamento.
Entro até as bolas, e fico ali, sentindo-lhe as entranhas, sadicamente.
Retiro meu pau todinho para fora. E volto a meter tudo, até o fim.
Novo gemido alto da minha irmã.
Meu dedo agora tateia seus fartos pelos.
E a masturbo freneticamente, enquanto entro e saio daquele cu gostoso.
Não demora, e sinto Fabia retesar o corpo.
Ela goza... nas minhas mãos.
- ooh....deli..cioso....maninho..ooh.... faz....faz forte...ooh....
-oh, Fabi... gostoso foder.. teu cu.... demais....
Não demora e volto a ejacular abundantemente.
O quarto cheira a sexo. Um aroma forte de pecado e sexo.

Uma semana depois, levo Fabiana até a rodoviária. Ela está abraçada a mim o tempo todo.
— mano, tem certeza de que não quer ir ver mamãe e papai? — pergunta ela.
— Fabi, amanhã viajo cedo para aquela cidade que te falei. Não vai dar.
— Oras, vc só pensa em trabalhar e ganhar dinheiro...
— E não é bom?
— Pensei que quisesse ficar perto de mim...
— E eu quero... mas lá pode ser perigoso...
— Eu sei... e do jeito que estou apaixonada por você, iria querer ficar na maior pegação com você, o tempo todo... rssss
— Não fala assim, que fico com vontade...
— Eu é que já estou louca de vontade... foi a semana mais maravilhosa de toda a minha vida.
— Pra mim também...
Um ônibus encostou. Era hora da despedida.
— Mano, eu vou te ligar direto.
— Vou esperar...
— Vou morrer de saudade — diz ela, começando a chorar.
— Pára com isso...
Ela então se abraça a mim e cola sua boca na minha. Nos beijamos cheios de paixão por cerca de cinco minutos. As pessoas que nos vêem pensam estar vendo dois namorados. Já pensou se soubessem que Fabi fosse minha irmã?
Ela sai de mim, pega sua bolsa e corre para dentro, em lágrimas.
Fico ali olhando o rosto dela que aparece pela janela, até o veiculo sumir numa esquina.

Viajei no dia seguinte, e logo passei a trabalhar como louco naquela nova empreitada. Onde eu estava dava para receber chamadas de celular, mas eu não atendia as ligações de Fabiana.
Pensei muito, e achei que tinha que parar com aquela loucura.
Nada daquilo fazia sentido.
Incesto era um pecado grave, um crime sem perdão.
Eu não resistira a sensualidade de Fabi, e não queria repetir aquilo.
Não queria afundar ainda mais. Eu havia me tornado um cara sem moral, sem caráter. Um animal irracional. E quase havia arrastado Fabi junto comigo naquele abismo.
Dois meses depois, estava num hotel, quando o recepcionista me chama.
— telefone para você... sua mãe.
Fui até a recepção e atendi.
— Oi, filho... — disse ela. — Você está bem?
— Estou mãe. E por ai?
— Tudo bem, Seu pai te manda um abração.
— Outro pra vocês.
Não resisti e perguntei.
— E a Fabiana, ta por ai, aquela louca?
— A Fabi? Pois é, filho, ela foi para os EUA.
— Sério? Quando?
— Faz dez dias. Tentei avisar você, mas parece que estava trabalhando... vc não atendia o celular.
— Tudo bem, mãe.
Meu coração doía.
Me despedi dela e voltei para a cama. Chorei feito criança.
Me esvai em lágrimas, riodiculamente.
Era o que eu queria, não? Eu queria me livrar dela, e consegui.

No dia seguinte, acordei com batidas na porta.
Fui abrir, e era o recepcionista.
— Olha, tem um garoto ai procurando por você.
Fui falar com o menino.
— Você é o Rodrigo? Tem uma pessoa procurando por vc lá na rodoviária...
Renata, pensei na hora. Que maluca! Como ela me achou?
Subi no jipe e voei até a rodoviária. Renata, que bom que ela me achou.
Eu tava precisando desesperadamente me perder nos braços de uma mulher. Renata. Gostosa, linda. Aquele dia seria memorável.
Cheguei a rodoviária e pulei. Comecei a procurar Renata.
Não a vi por ali.
— Rodrigo! — ouvi a voz atrás de mim.
Me virei e meu coração quase sai pela boca.
Fabiana estava ali, olhando para mim, sorridente.
— Fabiana! — exclamei.
— Te peguei, não? — disse ela, numa gargalhada.
— Não acredito. Você!
— Achou que eu estava nos EUA? Pedi para mamãe mentir pra você... kkkk
— Mana, assim vc me mata...!
Ela se atira nos meus braços. Ela mascava chiclete. Sapeca, como sempre. Sapeca e gostosa.
— Achou que ia se livrar de mim, é?
— Achei...
— Bobão... me leva para o teu quarto, vai... to louca de vontade...
E ela encosta os lábios no meu ouvido.
— Minha boceta está toda molhada, doidinha para foder com você...
Olho para ela. E então nos beijamos ardentemente.

Dali a pouco, já no meu quarto, desfruto daquele corpo gostoso, daquelas coxas tesudas, daqueles seios de bicos duros...
Aquele dia e os demais ( e que seriam muitos) seriam poucos para saciar minha fome de Fabiana, a minha irmã deliciosa.

Sobre este texto

Rodrigo

Autor:

Publicação:19 de agosto de 2013 21:48

Gênero literário:Contos eróticos

Tema ou assunto:Fetiches

Compartilhe este conto erótico com seus amigos
Ainda não há estatísticas de leitura deste texto, pois ele foi publicado em 19/08/2013.

Comentários

Novo comentário

Os comentários serão moderados. Não serão aceitos comentários agressivos ao autor e/ou que divulguem sites comerciais. No campo nome só aceitaremos nome de pessoas. Se tiver interesse comercial Fale conosco para saber nossa política de publicidade.

  • Lucia
    Postado porLuciaem11 de novembro de 2014 16:57

    Muito excitante esse relato amor, paixão,incesto, já tive a mesma experiência, foi lindo e prazeeiroso, inesquecível.
    Aconteceu quando eu tinha 21 anos e êle 23 anos. Ambos solteiros e virgens,acredite,pura verdade.
    De inicio foi um pouco dificil por falta de prática, mas devagar chegamos lá e foi bom demais.

    Hoje sem arrependimentos lembramos que valeu a pena, pois reprimir os desejos o tesão não vale a pena. Duas pessoas adultas sabem se prevenir e apenas se entregar aos prazeres
    e gozar,gozar muito. Pois antes de sermos irmã e irmão somos mulher e homem.

  • Suzi
    Postado porSuziem14 de julho de 2014 14:59

    Me deixou com a buceta molhada, muito bom!

  • Dani
    Postado porDaniem19 de setembro de 2013 11:30

    Mtooo boa a historiaaa ! Parabéins

  • Lindalva
    Postado porLindalvaem29 de agosto de 2013 17:53

    Aprecio contos/relatos de incesto, especialmente de irmã fodendo com seu irmão. Ou de duas irmãs fodendo com seu irmão. Claro todos maiores de idade e cuidando-se para não engravidar.
    Lindalva 23 anos, solteira.

  • Rodrigo Miranda Baccardi
    Postado porRodrigoem24 de agosto de 2013 19:10
    Rodrigo é um autor no História Erótica

    Valeu, Briza. Por que não faz um relato do que aconteceu entre vc e ele? seria interessante.

  • Briza
    Postado porBrizaem24 de agosto de 2013 10:22

    Oi, não sei se sua história é verdadeira acho que não mas sei o que é isso, hoje não, mas na minha adolescência eu e meu irmão tiramos muitos sarros juntos na época fingíamos que estávamos treinando para namorar. Não aconteceu a penetração mas várias vezes masturbamos um ao outro e isso tem mais de vinte anos... beijo adorei seu conto e a foto também acho lindo mulher com pelos.

  • Everton
    Postado porEvertonem19 de agosto de 2013 23:11

    Apesar do tema não ser um dos meu preferidos, um dos melhores contos que eu já li. Muito bem escrito e extremamente excitante. Parabéns!

Deixe seu comentário abaixo

*Campos com esta marca são de preenchimento obrigatório.
*

Seu endereço de e-mail não será publicado

Mova o seu mouse para fechar essa ajuda.
*