Conto Erotico | Historia Erótica

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MENINAS NO CIO - PARTE DOIS

MENINAS NO CIO - PARTE DOIS
No dia seguinte, Débora encontra-se com Eliane, que é louca por Rodrigo.
- Tudo combinado então? - pergunta Débi.
- Será que ele vai querer ir?
- Tenho certeza que sim...
Débora havia combinado levar Rodrigo até a casa de Eliane naquela tarde.
Rodrigo recebe a ligação de Débora.
- oi, mana... Onde? Na casa da Eliane? O que você tá planejando, hein? Nada? Olha lá... Bem, às 3 horas.. Tudo bem... Sei onde é...

Rodrigo foi até a casa, onde foi recebido por Eliane, bonita morena de seus 19 anos.
Eliane já havia vencido vários concursos de beleza, com justiça.
- Oi Fá... Que bom te ver em casa...
- Tudo bem? E a Debi?
- Tua irmã está lá dentro... Vem comigo.
Logo os três estavam juntos, vendo um filme.
A casa era enorme, e os pais de Eliane não estavam,lógico.
- Como tá calor! ufa - reclama a morena.
- E mesmo... - concorda Rodrigo.
- Ia bem uma piscina... - completa Débora, piscando para Eliane.
Eliane se levanta.
- Boa idéia... O que acham?
- Bem... to sem biquíni... - disse Débora.
Rodrigo sorriu.
- Bem... Que pena... ― disse Eliane.
Mas Débora interveio.
- Bem, eu não me importo... Minha calcinha parece biquíni mesmo!
Elas olharam para Rodrigo que acenou afirmativamente.
Logo Débora e Eliane estavam no quarto desta.
- É a sua chance, miga... Vai fundo... ― dizia Débora.
- Oh! estou tão nervosa...
- Chega de frescura! Sabia que eu e o Rodrigo somos muiito ligados... A gente é muito carinhoso um com o outro..
- Mesmo? Que legal..
- É .. a gente passa o tempo todo se abraçando, se beijando... Fazendo carinho ... Não estranhe se vir isso...
- eu não. Legal vocês serem assim, tão unidos...

Rodrigo já estava na beira da piscina.
Pensava, claro, em Cristine.
Mas quando viu Eliane se aproximar e tirar o saiote, seus olhos se fixaram no corpo da moça.
Eliane sorri, sentindo a admiração do rapaz.
Débora, por sua vez, estava de bermuda jeans. Logo começou a tirar, revelando uma calcinha creme, muito pequena...
Ela sentiu o olhar do irmão e fez uma careta pra ele. Tirou a camiseta e ficou de sutiã e calcinha. Detalhe: o tecido de ambos era finíssimo.
Eliane se atirou na água, com Rodrigo olhando. Este colocou-se de pé e tirou a calça, ante o olhar cheio de atenção de Eliane.
Usava uma cueca preta, que mais parecia uma sunga.
O detalhe do volume, claro, não escapou das duas moças. Elas se entreolharam, sorrindo com malicia.
Ele, então, se atira na água.

Diego estava na sala, quando Cristine chegou da rua. Ela joga-se no sofá.
- Ufa..! que bom estar em casa...
Diego sorriu.
Cristine estava linda. Usava uma camisa branca e calça jeans.
- Ah, fui fazer aquela entrevista no banco. E você... o que tem feito?
- Nada, só estudando... - diz o rapaz.
- E os velhos?
- Saíram...
- Mesmo?- diz ela, olhando em volta.
- sim... por que?
- por que... não to vendo nenhuma menininha saindo do te quarto...
- engraçadinha...
- brincadeira...
- tudo bem...
- mas toma cuidado com elas... Já te avisei...
- você também, toma cuidado com teu namorado...
- Ele é legal... E gosta de mim...
- Quem não iria gostar de você?
- Quem? Você! Você que ainda nem me deu um abraço hoje... - diz ela, toda dengosa.
- Se é isso...
Ele se levanta e senta-se ao lado da irmã.
Ela se abraça a ele, e o beija na face.
- ah... Tava com saudade do teu chamego, mano...
- e eu do teu...
- ah... Adoro ficar com você...
- muito?
- muito... Nem imagina o quanto...
- também... Gosto de ficar com você, te acariciar, que nem ontem...
- ah... Tava uma delicia ontem... - diz ela.
- achou mesmo?
- demais... Tava uma gostosura...
- Pode ficar agora também, se você quiser... – se anima ele.
Ela olha em volta.
- uai... não to vendo nenhuma aluna tua hoje...!! Cadê elas? kkkk
- engraçadinha... e o teu Rodrigo, viu ele hoje?
- tá com ciúme, é?
- e se estiver?
- e você, com tuas amiguinhas, todos os dias, aos beijos e sei lá mais o que..,.
- mas você tb tem os meus beijos...
- comigo é diferente... sou tua irmã, ora bolas...!
- bem... Posso te beijar igual... ― ousa ele.
- Como igual? - pergunta a moça, intrigada.
Ele olha em direção a boca sensual da irmã.
Ela entende. Diego espera um tapão, no mínimo.
Mas ela olha em volta.
- Mas aqui... Podem ver a gente... os vizinhos... E eles podem pensar coisas erradas...
- Bem, vamos pro seu quarto...
Ela, ainda receosa, levanta-se...
- Eu vou na frente... - ela sai em direção à porta.
“Garota decidida”, pensa Diego, e vai logo atrás.

Cristine nem bem entra no quarto, Diego entra junto.
Ela se volta. Ele a abraça.
Eles se olham. Ambos meios sem jeito.
- mano... é esquisito... Beijar irmão na boca... sei lá...
- É só beijar - diz ele.
Seus rostos estão próximos.
- sei lá... Começa você... rsss
Ele vai investir naqueles lábios tentadores, mas seus narizes se chocam...
- nossa! quanta dificuldade! Como vc é atrapalhado! - brinca ela.
- Espera, que ainda beijo você hoje!!
Ela ri, divertida.
Até que Diego encontra uma posição para iniciarem aquele beijo.
Ela, então, entreabre os lábios, e sai um beijo leve. Era como se um experimentasse os lábios do outro.

Na casa de Eliane, Débora está de costas a Rodrigo, abraçada a este.
Os dois estavam num canto da casa vazia naquele momento.
Eles tinham ido buscar refrigerantes dentro da casa, e Rodrigo começara a brincar com a irmã, como sempre fazia.
- mano, a Eliane pode vir... - reclama Débora.
- ela tá na piscina... e ela sabe como a gente é um com o outro..
Rodrigo a beija na nuca, no pescoço...
Suas mãos a enlaçam pela cintura, trazendo-a para si, de modo que ela sinta toda a sua ereção.
- mano... Você tá assim por ela? ou por...
- adivinha...
- bobão... O lance é vc focar com ela!
As mãos de Diego descem pela virilha da irmã, e esta tem as coxas alisadas gostosamente pelo irmão.
Ele começa a provocar a moça, puxando a calcinha e soltando.
Ela ralha com ele.
- ei, pára... bobo...
- gostoso fazer isto... - diz ele, puxando o elástico da peça.
Ele olha e vê a penugem ruiva do púbis da irmã.
Esta percebe seu olhar e coloca a mão ali, para se proteger.
- curioso...! o que você quer ver?
- nada demais....!
- ah, bem... - e ela retira a mão.
Ele volta a fazer a brincadeira...
As vezes se demora a soltar, olhando...
Ela sorri ante aquela curiosidade do irmão.
- costuma fazer isso com a Cristine?
- bem... as vezes...
- e ela gosta?
- gosta... Eu faço mais do que isso...
- o que mais ?
- eu... Tiro a calcinha dela...
- bobão... - diz a moça, virando-se e ficando de frente para ele.
Ela o olha nos olhos.
- não gosto que você pense nela quando está comigo... Odeio!!
Ele sorri.
- não penso nela... Só em você... Eu e você aqui, sozinhos...
Ele puxa o elástico da calcinha dela por trás, e olha o bumbum arrebitado ... ele é perfeito, arrebitado, tentador.
-ah, mano... Fica com a Eliane, vai...
- não sei...
- se você ficar, você ganha um presente meu... - diz a garota.
- sério? - se interessa ele.
- sim, um beijo...
- ah, pensei que tivesse teus beijos de graça...
- mas este é diferente...
Ele olha para ela.
Linda, deliciosamente só de calcinha e sutiã...
- eu quero adiantado... - pede ele.
Ela olha em volta.
Sai até a porta e verifica se alguém não se aproxima. Volta-se e vai até ele.
- Tudo bem - diz, se abraçando a ele.
Rodrigo não espera mais.
Toma a boca da irmã na sua.
E o beijo já sai intenso.
Débora sente a ereção do rapaz roçar suas coxas, virilha, sobre a calcinha....
Naquele momento, também Diego e Cristine se beijavam intensamente.
Já havia 15 minutos que estavam ali, de pé, abraçados, num beijo ardente.
- ah... ― diz ela, numa pausa. ― não sabia que você beijava tão bem... olha só...
- você também... Se eu soubesse...
- é? O que você faria? He He he
- te pediria um beijo há tempos...
- Hmmm... não sei se te daria - e ela volta a a oferecer sua boca sequiosa.
Mais uma pausa, cinco minutos depois.
- hmm.. Ta quente aqui... - reclama ela do calor.
- é mesmo...
Estão sentados na cama, e ela se deita.
Ela o recebe, abraçando-se a ele.
O beijo sai mascado, molhado.
- tá com calor? Quer tirar essa camisa?
Ela olha para ele, ar de desconfiança.
― hmm... Você acha que devo?
- acho...
Ela, até para surpresa dele, acata a sugestão.
Desabotoa a camisa, e ele a ajuda a tirá-la.
Ela está de sutiã de cor preta.
Volta a se deitar... E novo beijo.
- Essa calça deve te atrapalhar... - sussurra o rapaz no ouvido da irmã.
Ela olha para ele, entre divertida e desconfiada.
- você, hein? Tá me saindo um malandrinho e tanto... rsss
Mas acaba acatando, mais uma vez, a sugestão.
Ela desce o zíper da calça, olhando-o nos olhos. Ele, claro, vibra.
- me ajuda? Puxe pelos meus pés... - pede ela.
Diego não se faz de rogado.
Fica aos pés da formosa garota, e puxa a calça, lentamente.
Ela ajuda, empurrando pela cintura. Logo a calcinha preta aparece...
Diego olha coma admiração. A calça está na altura dos joelhos.
Daquele angulo, o rapaz visualiza as grossas e deliciosas coxas da sua belíssima irmã, e a calcinha preta, pequena...
Ele nota fiapos de pêlos negros saindo pelos lados da calcinha.
Ela percebe o olhar de admiração do rapaz.
- hmm... parece que nunca viu uma mulher de calcinha... Pára de babar, vai
- Não dá... rsss
- sério?
- sério... - diz ele, abaixando o seu calção.
Ela se assusta.
- Ei... Não é para você tirar seu calção, não!
- Tb sinto calor, oras...
- Mano, você é terrível...
Ele se deita, mas apoiado no cotovelo esquerdo, olha o corpo da irmã á partir dos pés.
O olhar sobe, lentamente...
Pernas, joelhos, coxas... E se detém na calcinha... Como a natureza foi generosa com ela!
Ela percebe o alvo daquele olhar cheio de admiração.
- hmm... o que você olha tanto?
Ele nada diz, apenas olha.
A mão pousa numa das coxas, e vai subindo.
Ela suspira. Parece gostar daquela carícia. E confirma, dizendo|:
- hmmm... adoro você me acariciando assim...
A mão sobe até o alto e desce.
Sobe novamente, forçando a calcinha para cima.
Com isso, libera mais pêlos pelos lados da calcinha.
Suas bocas se aproximam, e Cristine se abraça a ele.
Uma das coxas do rapaz se aloja entre as da garota.
Ela suspira, se deliciando com aquele contato.

Eliane sai da piscina, pois Débora e Rodrigo estão demorando demais.
O que os dois estariam conversando tanto?
Ela se dirige para o interior da casa. Silêncio.
Olha em volta. Achava Débora meio desmiolada, capaz de qualquer coisa para ter o que queria.
Ela para diante de um quarto. A porta está trancada.

Lá dentro, Débora está encostada na parede, e é beijada com ímpeto por Rodrigo.
A mão direita deste se enfia sob a calcinha da garota, pelos lados.
Débora sente sobre sua virilha a ereção enorme do rapaz.
Seus lábios são tomados com volúpia, num beijo longo e ardente.
Lábios amassados um no outro, línguas se digladiando, arrancando arrepios de ambos.
Rodrigo provoca a irmã. Desce e sobe sua calcinha.
Ela ralha de inicio, mas logo está permitindo.
E permite que ele force a calcinha ainda mais para baixo.
Ela sente a ereção do irmão em cheio nos seus fartos e ruivos pêlos pubianos.
Débora sente-se molhar todinha. Mas não quer que ele perceba.
Quer que aquilo seja apenas uma brincadeirinha, um joguinho erótico entre irmãos que se gostavam muito.
Mas a mão ousada dele alisa suas nádegas.
Ela projeta seu quadril para adiante, e sua gruta encharcada resvala forte na saliência enorme da cueca do rapaz.
Débora morde os lábios do rapaz, retendo um gemido.

Eliane dá três toques na porta.
Débi tem um sobressalto, afastando-se de Rodrigo.
- É Eliane... Eu sabia...! - diz ela, assustada.
- Que hora pra aparecer... - xinga o rapaz.
Débi se recompõe, sob o olhar malicioso do rapaz.
Ela esconde sua formosura o mais rápido que pode.
- Eu ví tudo... ― brinca o rapaz.
Ela lhe tira a língua.
Novo toque na porta. E a voz de Eliane chamando.
― Débi, Rodrigo! Vocês estão ai?
Rodrigo abre a porta e deixa a irmã sair por ela.
Eliane olha para a amiga.
Rodrigo sai logo em seguida. Eliane repara em ambos.
Tanto o rapaz como a irmã pareciam sem jeito.
O olhar da garota percorre o corpo do rapaz,e percebe a cueca inchada.
― ”Nossa, ele parece de cacete duro”, pensa.
Ela puxa Débi para um canto.
- ei, ajeita tua calcinha...
Só então Débora percebe que sua calcinha, colocada as pressas, deixara metade de seus pêlos pubianos a mostra. Ela se arruma, rapidamente.
- o que vocês estavam fazendo? - pergunta Eliane, desconfiada.
- Eu fui fazer xixi e na pressa ....
Eliane se deu por satisfeita.
Rodrigo aproveitou aquele momento para ligar para Cristine, num canto da casa.
Deu ocupado.

Os dois estavam ajoelhados no centro da cama, abraçados, se beijando intensamente.
Corpos colados, bocas coladas uma na outra...
Cada beijo durava infindáveis minutos.
As mãos do rapaz passeavam pelas costas nuas da garota, as vezes ousando descer àquelas nádegas salientes e apetitosas.
- uff... Me dá uma trégua... - pedia ela.
Ele dava.
Alguns segundos apenas. E voltava a carga.
O que era delicioso era o roçar das coxas da moça nas suas.
Diego sentia a maciez gostosa da carne macia de Cristine...
Carne farta, macia e fresca...
Cristine projetava seus quadris ousadamente sobre a cueca inchada do rapaz, sentindo toda a ereção em cheio na sua vulva peluda sob o fino tecido da calcinha.
Nisso, toca o celular. Ela demora a cair em si.
-É pra mim... - diz ela.
Sai dele, com dificuldade, e pega o aparelho sobre a mesa.
- Não atende.. - pede ele.
- Deve ser o Rodrigo... ah, não, é a Pri..!
Ela atende.
- Oi...
Diego olha a irmã ficar de pé, a pouca distância dele, andando enquanto fala.
Fica admirando o corpo magnífico da moça, só de calcinha e sutiã.
Jamais imaginara que sua irmã fosse tão boazuda assim.
-Oi, miga.. - diz ela. - estou em casa... fala..
Diego não se contém sai da cama.
E a abraça do por trás.
Cristine cerra os olhos quando sente nas nádegas o membro duríssimo do rapaz.
Este começa a beijá-la na nuca, nas costas.
Suas mãos passeiam por seu vente, e desce até as coxas..
- oi, Pri... hmmm...
― O que foi, Cris? Tem alguém aí com vc?
― Não..., quer dizer, sim! É o Dog,que está aqui me enchendo... - diz ela.
- Dog.. eu?? - sussurra Diego.
- Psst... - pede ela, tapando o celular. - ela não precisa saber que você está aqui...
Ele continua a acariciar o ventre nu da garota.
Não demora muito, ele praticamente esfrega seu membro naquela bunda deliciosa.
- Miga... eu... hmmm... eu... o Dog... ele fica me lambendo... rssss
Diego faz menção de tirar seu sutiã.
Ela ralha com ele.
-Pára, Dog... Sai, cachorro!!
Diego ri da situação.
Continua tentando tirar o sutiã.
- Pri... tudo bem... eu vou para ai... Daqui a 15 minutos, ok?
Ela desliga, vira-se para ele, e vai xingá-lo.
Ele toma os lábios da bela garota de assalto. E ela corresponde.
Se beijam ardentemente por longos minutos.
- Preciso ir... - avisa ela.
-Agora que tava ficando bom...
- Bobo... eu preciso ir mesmo..
- Caramba... larga mão essaa Pri... do Rodrigo...
- E você... Larga daquelas meninas...
- Eu largo... e você? ― provoca ele.
Aquele diálogo toma contornos surreais.
- Não... Eu gosto do Rodrigo... De verdade...
- Que pena...
- Bobo... Não fique assim... Isso não quer dizer que...
- o que...
- A gente pode ficar... Sempre, entende?
- É que eu quero ficar toda hora com você... ― confessa ele.
- Hmmmm.... que fofo! Eu também, acredite, mas...
- mas o que...
- é perigoso...
- caramba... Você de toalhinha, foi demais...
- ah, você não toma jeito mesmo!
- sentadinha no meu colo...
- bobão... ! Gostou, né, seu danado..!
- E você.. gostou?
Ela se aproxima, e cola seu corpo no dele.
Ela movimenta sensualmente seus quadris, roçando provocativamente na ereção do rapaz.
Cola sua boca na dele, um beijo muito ardente e longo.
Depois sussurra no ouvido do irmão:
- achei muito delicia...! Gostoso demais....!
E voltaram a se beijar ardentemente.

Rodrigo e Eliane estavam na sala. Débora os deixara a sós, de propósito.
Eliane era linda, e Rodrigo não ficara alheio a isso. E a garota praticamente se atirara sobre ele.
Mas Rodrigo estava com a cabeça voltada para Cristine, sua bela e deliciosa namorada. Não via a hora de se encontrar com ela logo mais a noite, quando a teria inteira só pra si, com aquele corpo de deusa que o deixava fora de si.
- Você e a Débi se dão bem pra caramba... Ela só fala em você o tempo todo... - dizia Eliane.
- É verdade, a gente é unido pra caramba...
- Ela disse que você é supercarinhoso.. e ela com você, que vivem se beijando, se abraçando...
- Ela fala isso, é? Ela vive é me enchendo o tempo todo...
- ela me disse que adora rolar na cama com você... Você a enche de cócegas...
- eu gosto de ficar junto dela... Ela é legal...
- sabe... as vezes eu gostaria de ficar no lugar dela... Ser tua irmã por um dia...
Rodrigo olhou para a bela garota.
- é mesmo? Por que?
- por que... ai você notaria que eu existo... e eu ganharia teus beijos, teus abraços...
Rodrigo olhou para aquela boca.
Ela pedia beijos. Pedia sexo. E ela era gostosa pra caramba.
Por que não? pensou.
Ele a traz para si, suavemente, e a beija.
- bem, se quiser se minha irmã, troca com a Débi por um dia, dois... - brincou ele.
- ela não iria deixar...
- tenta.. Quem sabe?
- vou tentar... Faria tudo pra ficar com você... Perto de você...
- gosto de você, mas você sabe que tenho uma gata...
- eu sei... Não me importo...
Voltam a se beijar. Ela usava um saiote.
E a mão dele subiu pelas macias coxas da garota. Ela estremece ante aquele toque, e deixa que ele a explore a vontade.
Ela olha em volta, e então, fica de pé.
Numa atitude que deixa o rapaz boquiaberto, ela abaixa sua calcinha, e volta a sentar-se.
Ela o beija, pega a mão do rapaz e o introduz por baixo do saiote, direcionando-o até sua vulva.
Rodrigo fica excitadíssimo ante a ousadia dela.
Ela abre as coxas, e a mão se enfia por ali. Ele a descobre toda molhada.
Seus lábios se colam num beijo avassalador. Eliane geme quando sente o dedo do rapaz entrar nela, gostosamente, e ele faz um vai e vem, e ela geme baixinho, porém exasperadamente...
Goza no dedo do rapaz... Um gozo quieto, porém intenso, forte, quente...
Da porta, Débora observa os dois.

Cristine saiu de Diego, delicadamente.
- ui... Agora chega..!
- quanta pressa...
Ela se afasta, pega sua calça, e começa a vesti-la.
Diego ainda olha aquelas coxas.
Ela percebe seu olhar, mas, sem dó, puxa a calça para cima.
Veste a blusa, e enfim, vai até a porta.
- preciso ir... Tenho que ir até a Pri... E de lá, vou até a casa do Rodrigo...
- hmm... vai conhecer a família do namoradinho... Que legal...!
- bobo... Você está é com ciume... buuuh! Kkkkkk!
- eu vou ficar aqui... Sozinho..
- que peninha... Se eu não estiver cansada quando voltar, tua maninha te faz um cafuné, tá bem?
Ele deu um leve sorriso.
-tchau... - diz ela, jogando um beijo. E sai pela porta.

Rodrigo e Débi voltaram para casa dos pais.
Lá a garota começou a se engraçar com o rapaz, e deu que acabaram os dois aos beijos, no piso, junto a cama.
Débi estava de saia, e esta foi levantada pelas mãos ávidas do rapaz, revelando suas coxas apetitosas e macias.
Logo a mão atrevida começou a brincar com o elástico da calcinha.
Debi parou de beijar o irmão, desgrudando sua deliciosa boca da dele, lentamente, e ficou olhando para a mão boba dele.
- hmmm.. Como você gosta de brincar ai... Nossa!
- você gosta? - sussurra ele, olhos passeando pelas coxas da irmã.
- não sei... - responde a gata, roçando seus lábios nos dele. - depende...
- lá na Eliane você gostou, e parecia que estava gostando demais...
- lá foi outra história... A gente tava só brincando, se beijando...
- é.. e a Eliane nos atrapalhou...tava bom demais...
- larga de ser besta... esquece que sou tua irmã?
A mão puxava o elástico, como se ele quisesse ver o conteúdo daquela provocativa peça.
Ela olha em volta.
- estamos só eu e você aqui... - sussurrou ele, cheio de más intenções. - ninguém está nos vendo...
Ela olha para ele.
- Você acha? e se alguém pegar a gente assim... Fazendo tudo isto...
- estamos só eu e você, pode acreditar...
- morro de medo de alguém me pegar fazendo com você... mas tudo bem...
Então ergue-se um pouco, e permite que ele puxe a calcinha pelas suas grossas e deliciosas coxas.
Rodrigo retirou a calcinha pelos pés da garota.
Esta percebeu o olhar cheio de desejo dele em suas partes intimas.
Os olhos dele estavam fixos no vão delicioso daquelas alvas coxas: os pêlos, fartos e ruivos, desgrenhados, escondendo algo de precioso... e proibido.
Ela busca a boca do irmão, e trocam um beijo avassalador.
Ela sente, então, a mão se insinuar no meio das suas coxas, subindo perigosamente.
Ela se abre um tanto para ele, e permite aquela mão invasora.
Ela sente o toque do dedo trêmulo de emoção em suas partes intimas.
Ele brinca com os pêlos sedosos, ela sorri diante daquilo. Se abraça a ele, e se deixa beijar ardentemente.
O dedo se insinua cada vez mais, e ela sente o toque na sua carne trêmula.
O dedo desce para baixo, explorando, numa suave ousadia.
Débora se arrepia toda. Dos pés a cabeça... e sente o calor invadir suas partes mais intimas.
O dedo então força a entrada naquela gruta já bem molhada.
E desliza para dentro.
Ela não retém um gemido que mais lembra um lamento de dor.
O indicador entra todo, e de lá sai melecado.
Rodrigo olha o seu dedo, e o leva as narinas.
Ela observa aquele ato libidinoso do irmão.
Jamais pensara que ele fosse um dia fazer aquilo.. e com ela.
Seu coração está aos pulos. Ela mal retém a emoção e o êxtase daquele momento.
Ele sente o cheiro dos dedos por algum tempo, depois volta ao local de antes... ele entra nela com o outro dedo... o dedo obsceno...
Ela novamente solta um gemido... alto... morde os lábios inferiores; seu rosto se crispa numa languidez sem igual... O dedo agora entra e sai... Entra e sai...
Débi move seu corpo no ritmo daquele dedo sem vergonha.
Ela não resiste, e o beija, desesperada, acossada por um forte calor que lhe invade o corpo todo... Dos pés, subindo pelas coxas, penetrando nos seus pêlos, adentrando no seu recanto mais intimo e perfumado... o dedo invasor não dá trégua...
- oh, Débora... você é demais... gostosa demais...
- ooh... Rodrigoo... Rodrigoooo.... oooh...
- Debi... maninha... que vontade de...
- von... vontade... de que? ..oooh!..
- Vontade.. de te... de te....
- fala.... fala pra mim... vontade... de ... que?
- vontade... muita vontade de.... te....
Nisso a campainha toca, forte.
Eles tem um sobressalto.
Ele fica de pé, e olha seus dedos melecados.
Ela procura sua calcinha, apavorada.
- É a Cristine... - diz o rapaz.
Ela fica de pé, e veste sua calcinha.
- Mana... vai lá... recebe ela... eu já vou... por favor...
Ela olha para ele, o rosto ainda afogueado e sai pela porta.

Uma hora depois, Rodrigo e Cristine estão no quarto do rapaz.
Ele se esbalda no corpo delicioso da namorada.
Rodrigo penetra Cristine profundamente, de ladinho.
A garota retém o gemido como pode. Sente-se aberta pelo meio.
Ele é bem dotado, e seu membro está rijo e grosso, num estado de excitação fora do comum.
São quase duas horas de intenso sexo, onde Cristine chega oa orgasmo diversas vezes.
Por fim, saciada, deita-se ao lado namorado, arfante.
- oh, meu amor... Você me mata assim...
- você é que me mata com esse corpo gostoso... Você é linda demais, gata...
- hmmm... acabo acreditando nisso...
- você é linda sim...
- A tua irmã.. como ela é linda e simpática... Me recebeu tão bem...
- legal... ela e um pouco ciumenta, mas é legal...
- bem... ela tem razão em ter ciúmes, um mano gato como você... deve estar cheia de menina assim atrás de você...
- nada a ver...
- lembra do Diego, meu irmão? Eu tb tenho um certo ciúme dele... Vive fazendo com as meninas no quarto dele... você viu, né?
- vi... mas ainda bem que você não conta pros teus pais...
- hmmm... Ela me disse que vocês se dão bem ... e que você é muito carinhoso...
- é verdade... Ela também é..
- bem, eu deixo ela ser carinhosa com você, desde que não atrapalhe nossa foda...
- ela não vai nos atrapalhar...
Ela então olha pro rapaz, e para o membro já novamente em pé.
- nossa! você não perde tempo...
- vc falando “nossa foda” me encheu de tesão...
- vem, meu amor, me fode muito... acaba comigo... - diz a belíssima moça, estirando seu corpo languido sobre a cama, o olhar do rapaz sobre o monte de pêlos negros na alva virilha.
Rodrigo não perdeu tempo.

Bem mais tarde, Rodrigo leva Cristine para casa.
Ao saírem, cruzam com Débora. Cristine abraça e beija a "cunhada'.
Débora olha para Rodrigo, ironicamente.

Tempo depois, Rodrigo retorna para casa, e encontra Eliane e Débora no portão de casa, conversando. A bela morena se entusiasma toda ao ficar perto do rapaz.
- Mano, a Eliane veio te fazer um convite... - diz Débora.
- Pois é... - diz a morena. - tem uma "rave" ...
- Legal... que horas..?
- a partir da meia noite... eu pego vocês, ok? Meu pápi me emprestou o carro...rsss
- Vocês..? - exclama Débora. - o que eu vou fazer com vocês? Segurar vela?
- Nada a ver, sua boba..! Vai ter cada gato assim, ó... você vai ver..
- É.. e quem sabe ela acaba escolhendo um... rsss - brinca Rodrigo.
Ela lança um olhar assassino para o irmão.
- Eu não preciso! Eu não vou... - declara ela.
Mas, lás pelas 11h30min, Débora desce do quarto, e vai até a sala.
Rodrigo acabara de se arrumar.
- Caramba... você vai provocar uma guerra nessa rave...
Ela entendeu aquilo como um elogio.
Realmente, Débora estava linda, num vestido estampado.
As belas e grossas pernas estavam expostas.
Qualquer um que olhasse, sonharia em poder desvendar o que havia acima daqueles joelhos...
- hmmm... obrigada, mano... Eu só vou por que to curiosa pra saber algo...
- o que é que você quer saber..?
- bem... Lá a gente conversa...
Logo Eliane chegou e os três rumaram para o local da rave.

Em casa, Cristine se revirava na sua cama. Seus pensamentos estavam em Rodrigo, e na tarde deliciosa que passara com ele.
Seu corpo ardia em desejo, só de lembrar de como o rapaz olhava para cada parte intima sua.
Rodrigo a "comia' com os olhos, na verdade...
Ela sorri, toda maliciosa, ao pensar nessa expressão "comia...".
Ela pensa: não era só com os olhos... rsss...
Pega o celular e procura um numero na sua lista.
Pensa um pouco.
Levanta-se e vai diante do espelho. Está apenas de shortinho e uma blusinha top.
Olha-se, analisa-se. Volta para a cama e olha o tal numero.
Sorri, afundando o rosto no travesseiro macio.
'Ligo ou não ligo?" - pergunta-se.
- ah, gato... - sorri ela, sussurrando baixinho - chamo você aqui ou não? Pior que to louca pra fazer isso...
Não resiste. Disca uns números.
Sorri ao dizer o "alo".
Do outro lado, uma voz responde:
- oi... é você? tá em casa?
- sim... e você, tá onde?
- to em casa, também...
- sabe... to sozinha, e faz horas que não vejo você... Bateu uma saudade...
- é mesmo?
- sério... Deu uma vontade louca de falar com você...
- pensou isso mesmo? ― a voz do outro lado parecia não acreditar.
- claro que pensei... e tem mais: to sentindo uma falta enorme dos teus carinhos... do teu abraço...e
- e..?
- dos teus beijos.... hmmm.... Adoro teus beijos... e tudo que você faz comigo...
- também adoro os teus...
- eu sei... Senti quando a gente se beijou ...
- sentiu é?
- e como sentí!!!... senti legal...(ela faz uma careta graciosa) e queria sentir de novo... rsss
- to indo ai...
- vem... to te esperando..
Ela desliga, rola na cama, rindo.
Depois, salta e vai até a cômoda. Abre uma gaveta e remexe por ali.

Sobre este texto

Rodrigo

Autor:

Publicação:29 de agosto de 2013 22:11

Gênero literário:Contos eróticos

Tema ou assunto:Fetiches

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