Conto Erotico | Historia Erótica

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MENINAS NO CIO - PARTE UM

MENINAS NO CIO - PARTE UM

Fazia já dois anos que a família de Cristine mudara―se para Vale Verde. Logo a belíssima moça, tornara―se o sonho de 10 entre 10 rapazes da cidade. Não era à toa, pois a garota, além da sua beleza fora do comum, era super simpática, e logo fez uma montanha de amizades.
Uma delas era Priscila, uma loirinha que se fizera inseparável de Cristine, sendo que as duas sempre estavam em contato pelo celular, quando não podiam estar juntas.
Cristine era muito estudiosa, e, com muito jeito, recusava vários pedidos de namoro. Seu pai era oficial do exército, e sua mãe era uma professora que vivia fazendo conferências.
Seu irmão Diego, era um bom vivant que vivia azarando e sendo azarado pelas meninas do local.

Uma bela tarde, Cristine vinha pela calçada, e falava ao celular com Pri.
Não pode evitar o encontrão com um rapaz que vinha em sentido contrário.
O celular caiu e ela se agachou para pegá―lo, mas o rapaz foi mais rápido.
― desculpe...!Eu não vi vc...!― disse ele.
― imagina, eu estava distraída, a culpa foi minha....
Foi então que ela olhou para ele. Era sorridente, e ela o achou bem apessoado, de cara.
Mas logo ficou de pé.
― Bem. Não estragou ... ― disse ela, verificando o celular.
― Será?... Posso dar uma olhada?
― Não precisa... e estou com um pouco de pressa...
― Olha... meu nome é Rodrigo. Se precisar, este é o meu celular....
― Legal, mas acho que....
― Nada de mas ... eu te dei um encontrão, me sinto devedor....
― ora, não precisa... rss
Ele insistiu, e ela anotou o celular.
Ele pediu o dela. Ela, meio contrariada, deu. Afinal, o que tinha de mais? Pensou a bela garota.

A noite, ela e Pri deram boas gargalhadas.
― me diz uma coisa.... Ele é um gato mesmo? ? perguntou a loirinha.
― um gatinho... e super educado... o tipo que que me agradaria se eu estivesse a fim de ficar com alguém...rsss
― boba! aproveita.... fica escolhendo...
― não escolho, apenas não é hora
― se fosse eu ligava pra ele...
Mas Cristine não precisou ligar.
A tarde, Rodrigo ligou e perguntou pelo celular.
Ela riu da boa desculpa dele. Conversaram sobre amenidades, até que ele a convidou para sairem. Ela, sem saber como, topou.
A noite, encontraram―se num barzinho com musica suave.
Rodrigo parecia ter bom gosto. Ele perguntou e ela falou sobre si, um pouco. Ele ouvia, atencioso.
Cristine falou que periodicamente tinha que mudar de cidade, desde criança, pois o pai era militar.
Ele brincou dizendo que teria que ter muito cuidado se quisesse ser amigo dela. Riram bastante.
O bom humor era a tônica da conversa de ambos.
No fim do encontro, ele a levou até perto de casa, a pedido dela.
― sabe, meu pai é meio.... rígido, entende? disse ela, sem jeito.
― sem problemas... eu também sou....
― que bom! quem sabe vcs ficam amigos...rsss
― antes, prefiro ficar teu amigo...
Ele a olhou profundamente. Ela sente o coração bater um pouco mais. O cara era atraente, e ela, fazia tempos que não....
― Bem... boa noite... foi super legal ...
― quando posso te ver de novo?
― bem... amanhã não posso, tenho que estudar....
― depois de amanhã...
― bem... ok. depois de amanhã.... no mesmo horário?
E assim foram se encontrando por várias vezes.


O primeiro beijo aconteceu numa danceteria.
Cristine já estava bem atraída por ele.
E o rapaz totalmente apaixonado.
E o beijo foi longo, quase que durante a musica toda.
Cristine sentiu seu corpo estremecer diante do calor que emanava dele.
Quando ele a levou para casa, ficaram numa rua próxima, bem escura.
E ali ficaram no maior amasso durante quase duas horas.
― caramba, Cristine! vc é linda demais! to gostanto pra caramba de vc!
Ela estremeceu toda.
O rapaz a abraçava e trazia para si o corpo absurdamente apetitoso da garota.
Cristine estava no auge da beleza e seu corpo estava em pleno viço.
Era desejada por todos os rapazes daquela cidade, e ela sabia disso, porém, desconsiderava. Jamais se utilizava daquilo para tirar qualquer proveito.
Ela era assim, e nada podia fazer.
E ela entendia a paixão que despertara em Rodrigo agora.
― Rodrigo, eu preciso entrar ....
― ah... que pena ― lamentou ele.
― a gente se vê amanhã...
― tudo bem.... me liga?
― ok... te ligo
E se abraçaram pro beijo final.
Em casa, Cristine teve que ir correndo pro chuveiro.
Seu delicioso corpo estava em brasas.
Os encontros foram se repetindo, e os beijos, cada vez mais ansiosos, cada vez mais quentes.
Quando Cristine deixava Rodrigo, e entrava em casa, estava sempre afogueada, e quase não conseguia disfarçar a paixão que o rapaz despertava nela.
Demorava para dormir, pensando em detalhes nos beijos que trocara com o agora namorado.

Numa tarde, ela pensava intensamente nele.
E sentiu um desejo enorme de estar perto dele. Não resistiu e ligou, sabendo que estava sozinha em casa.
― Oi, amor? onde vc está?
― em casa ... e vc?
― tb...
― tava pensando... quer vir aqui em casa?.? Estou sozinha...
― sério? ... posso ir mesmo?
― sim! to cheia de saudade de vc... dos teus beijos...
― caramba!!! vou voando!!

Cristine o esperava na porta. Ela vestia um shortinho curto e uma blusinha.
Rodrigo jamais a vira assim. Tentação feito carne. Carne farta, alva, deliciosa.
Ela não o deixou quase falar. O abraçou e ofereceu sua boca, que foi beijada com avidez pelo rapaz. Ficaram assim, e ela, então, fez o convite.
― vc quer... vamos ficar no meu quarto?
Entraram no quarto da garota já aos beijos. A blusinha foi levantada com avidez pelo rapaz, revelando os seios médios, duros, tal qual dois mamões em pleno viço.
Rodrigo olhou, boquiaberto diante tanta beleza.
Cristine colou seus lábios nos dele, passos trôpegos em direção a uma cômoda, onde ela encostou.
Ele desce sua boca pelo queixo, pescoço, e fica diante daqueles bicos pontiagudos e róseos, trêmulos, palpitantes.... ele toca com seus lábios, e a moça arqueia o corpo, como que tomada por uma convulsão.... ele mordisca os mamilos, um a um, arrancando gemidos profundos da garota.
Seu rosto então desce pelo ventre achatado.... Cristine está usando um short jeans, e Rodrigo fica imaginando o conteúdo delicioso daquela peça.... Ela apenas olha quando ele desce o zíper do short....
A calcinha creme aparece.... Rodrigo não se cabe de tanta expectativa.
― oh... suspira ela, quando ambas as mãos descem o short, revelando os quadris as coxas, aquele triângulo tentador....
O short cai aos pés. Ela mesma arranca a blusinha.
Está seminua. Apenas de calcinha.
Rodrigo se afasta um pouco.
Quer olhar.
Quer admirar.
Quer visualizar cada detalhe daquele corpo de sonhos.
Ele então se despe, e logo está só de cuecas. Cristine percebe o volume exagerado.
Ela aproxima―se, ele fica estático.
Parecia não acreditar no que via.
Cristine era pura sedução, pura tentação.
Ela se abraça a ele, e, aos beijos, sentam―se na ampla cama.
Cristine gostava de espaço, por isso, dormia numa cama de casal.
Ela se deita, e ele entende o que ela quer.
A calcinha desce pelas deliciosas coxas da moça, guiadas pelas mãos trêmulas do rapaz.
Rodrigo vê o triângulo negro, de pêlos fartos e sedosos, sente o perfume inebriante exalar daquela selva de tentações.
Ele sente ímpetos de se beliscar para ver se não é um sonho. Um sonho bom pra caramba.
― Cristine.... vc é linda....
Ela sorri. Sabe que sua nudez é algo extraordinário para ele.
Ele arranca sua cueca. Cristine olha e solta uma exclamação, quase um gemido.
Excitadíssima, vê o colossal membro do namorado apontar para o alto, ereto, pujante...
―Oh... ― suspira a bela....
Rodrigo deita―se ao seu lado, roçando o membro duro nas coxas da moça.... a mão do rapaz passeia por aquele corpo.... pelas coxas, se detento nos pêlos desgrenhados e sedosos entre as coxas de Cristine.... Esta oferece seus lábios, e o beijo sai mordido, molhado.... suas línguas digladiam―se, afoitamente....
― quero vc... ― diz ela. ― agora....
Rodrigo não ousa desobedecer. Ela o quer.
Depois ele terá todo o tempo para explorar aquela deliciosa fêmea.
Ela abre suas coxas, e ele vislumbra a flor rubra se entreabrindo, como um convite a mais doce loucura.
Ele se posiciona, ela o toca no membro. Este se retesa ante o delicioso toque. O mastro de músculos tesos se aloja na entrada daquela gruta sedenta e já encharcada.
Rodrigo faz um movimento. A cabeça salta para dentro, Cristine gemendo alto.
Ele mete um pouco mais, ela retesando o corpo, mordendo os lábios.
Ele entra com mais força, e Cristine sente―se aberta ao meio.
Ele deita o corpo sobre ela. Suas bocas se colam. E ele começa um vaivém lento, cadenciado.
Ela se aperta toda a ele. Rodrigo a sente muito apertada, muito justa.... deliciosa!
Aos poucos, os movimentos de ambos entram em compasso.
Aos gemidos, Cristine sente um calor insuportável subir pelo seu corpo. O orgasmo vem, forte, violento, arrasador....
Ela quase grita. Diz coisas desconexas, xulas, impublicáveis....
Aquele homem, de membro enorme e vigoroso, a penetra profundamente, e ela sente os orgasmos virem um atrás do outro.
O tempo parece ter parado. Rodrigo e Cristine estavam ali, fazendo amor ininterruptamente há quase duas horas.
Agora ela cai de lado, peito arfante... sente―se preenchida, inundada, devassada....
― ah.... páre... vc me mata assim.... rsss.... ― diz ela.
Aquela seria a 6ª? A 7ª? Ninguém saberia dizer....
Rodrigo ergue o rosto, olhando a fabulosa nudez de Cristine. Seu desejo parecia não ter fim.
― Ah... não me olhe assim... tempo! tempo!... kkkk ― pediu ela.
― Tudo bem.... te dou 5 minutos para se recompor.... rsss
Nisso, ouvem barulho vindo do lado de fora. Ela salta da cama, ele atrás.
―Quem será? Não pode ser papai e mamãe.... eles só virão a noite.... ― diz ela, entreabrindo a porta.
Ela volta a fechar. Ele espera.
― É Diego, meu irmão .... o safado, tá com uma menina.... aposto que é pra transar....
― Bem, vc nao pode dizer nada....
― É mesmo.... é só os velhos saírem que ele se aproveita....
― Bem... deixe teu irmão transar.... aliás, já se passaram 5 minutos....
Cristine sorriu ao sentir a mão do rapaz insinuando―se entre suas nádegas.
Sentiu os dedos tateando, buscando. Ela geme quando ele atinge seu alvo.
O dedo entra, fundo.
Logo os dois estão na cama, e Cristine arrebita o mais que pode sua bunda apetitosa.
Rodrigo entra fundo, louco de desejo.

Mais tarde, escutam novo barulho.
― é Diego... deve ter terminado a festa....rss. ― diz ela.
― Bem.... e a nossa?
― Amor... vc precisa ir agora....
Ela se atira em seus braços e se beijam loucamente.
― Vc foi demais.... te amo! ― diz ela. ―

Rodrigo espera Diego entrar no seu quarto e sai silenciosamente.
Cristine o acompanha até a rua. Feliz da vida, ele entra no carro e parte.
Cristine, exultante, corre para o seu quarto e toma uma ducha.
Arde de desejo quando relembra os momentos ardentes de há pouco.
Cristine terminou seu banho, ficando algum tempo, nua, diante do espelho.
Sorriu ao lembrar―se de Rodrigo, estupefato diante do seu corpo nú em pelo.
― Ih, preciso me depilar ― disse ela, ao perceber seus pêlos pubianos, fartos, volumosos.
― ah, mas acho que ele gostou... e muito... vou deixar assim mesmo.
Vestiu uma calcinha, uma camiseta curta apenas, e desceu a sala.
Viu o irmão vendo tv e sorriu. Este tb sorriu ao vê―la.
― mana!! vc estava em casa....!
― Claro... e vc tb...rsss
Ela senta―se diante dele, um tanto descuidada. Ele olha atentamente para a irmã.
Ao mover―se, acaba revelando generosamente suas coxas e parte da calcinha.
O rapaz olha.
― Pelo jeito, acabou de sair da cama.... ― diz ele.
― Sim... e vc estava numa boa... ― disse a garota, em tom irônico.
― Como assim? ― fez―se de ingênuo.
― Ah, espertinho... eu vi a garota saindo do teu quarto...
― apenas uma amiga.... tava ajudando em matemática....
― desde quando vc manja de matemática....?
Ela volta a cruzar as pernas. Diego sorri.
― Tá.... é uma ficante...
― toma cuidado...
― Eu tomo.... e vc, anda sumida.... sinto falta daquela irmã super carinhosa de antes....
―Ah,é? vc que anda com tuas menininhas.... nem me dá bola mais... rsss
― nada disso....
― Tá bem... ― diz ela, sorrindo. ― vem cá... te faço um xamego....
Ele se levanta, sentando―se ao lado da irmã.
― deita aqui, vai, chorão....
Ela aponta o meio das coxas, que ela entreabre, para que ele recoste a cabeça ali.
― hummm.... isto é bom ― diz ele.
Ela começa a fazer um cafuné delicioso.
― É isto que vc queria? rsrss
Ele movimenta a cabeça afirmativamente.
Sua face roça deliciosamente entre as duas brancas e grossas coxas da irmã.
Ele aspira o perfume inebriante da pele sedosa daquelas coxas extremamente sedutoras....
"Caraca, o namorado dela deve passar bem..." ― pensou ele.
― Folgadinho....! tá achando uma delicia, não? ― provocou ela.
― Demais... não trocaria isto por nada neste mundo....
― Só por tuas miguinhas... rsss
― AH... talvez não...
― Bobão... acha que acredito.... olha, preciso sair....
― Já?
― Claro que não.... ainda quero teu colo.... ou vc vai recusar?! Também quero ser paparicada...
― Então vem....
Ele se levanta, sentando―se.
Ela se acomoda no colo do irmão.
― hmmm.... adoro ser dengueada por vc... sr.
Ao sentar―se, a barra da camiseta sobe lá pra cima. Suas coxas surgem generosamente. Diego olha, ante o sorriso da irmã.
― hui...! esta camiseta é muito curta...rsrsrsr....
― Bem... nem tanto....
Ela se movimenta suavemente no colo do irmão, que passa os braços em volta dela.
― Mano.... eu preciso mesmo ir.... e tem mais, parece que vc está com a cabeça na menina que acabou de sair daqui....
― Por que vc acha isso?
― Ora.... preciso te falar???? rssss
Ela se levanta, olhando o enorme intumescimento no calção do rapaz. Ele tb olha para si, meio sem graça.
― Di... ― diz ela. ― cuidado com essas meninas.... sabe do que estou falando, não?
Ele apenas sorri.
Ela olha mais uma vez o volume no calção do irmão, sorri maliciosamente e se afasta.

Rodrigo estava no seu quarto. Cristine tomava todo o seu pensamento.
― Caramba.... que corpo.... como ela é linda.... delicia....
Vestiu um calção e saiu do quarto. Os pais estavam com certeza na missa.
E nem sinal de Débora. Talvez estivesse no quarto.
Resolveu ir lá, talvez para se distrair um pouco.
Não conseguia tirar Cristine dasua cabeça, Cristine nua, Cristine gemendo,Cristine sendo possuída por ele.
Chegou a porta e empurrou. Não estava trancada. Em silencio entrou no quarto.
Ouviu barulho do chuveiro. Débora se banhava.
Quando ele ia sair, a irmã aparece, meio enrolada numa pequena toalha.
―oi... que surpresa.... ― diz ela. ― vc nunca mais veio ao meu quarto... rsss
― Tava sozinho.... queria bater um papo....
― hmmm.... essa cara!!
― Vou sair para vc se trocar....
― Não.... é só ficar de costas...
Ele fica. Logo depois, ela pede para ele se voltar.
Rodrigo olha a irmã.
Ela vestira uma blusinha top e um shortinho preto de bolinhas brancas, curtíssimo, folgado.
― hmm... que tal estou? ― pergunta ela.
―como sempre.... maravilhosa....!
― bem... vc é meu mano.... Elogio de mano não vale...
― tenho certeza de que todos pensam que nem eu....
― bem... o que vamos conversar?
― sei lá... ― diz ele.
― Bem.... vamos falar da Cristine....
― Se vc quiser....
― Bem.... acho que ela tá roubando meu maninho...
― Vc acha?
― Claro .... acho que vc tá fissurado por ela....
― boba.... não precisa ficar com ciúme...
― Mas eu sinto... é natural....
― Eu nunca vou deixar de ser teu irmão...
― Sabe... vc era tão carinhoso.... a gente vivia junto, brincando......
― continuo o mesmo....
― adorava quando vc me fazia cócegas na cama.... ― ela diz, com voz dengosa.
― eu tb adorava fazer isso em vc....
Ela se levanta e senta―se ao lado dele.
― Ela deve ser maravilhosa para te fazer sentir assim....
― Ela é.... eu amo ela...
― hmmm.... parece sério mesmo... que raiva!!
― Boba.... olha que te encho de cócegas....
― é? duvido.... rsss
Rodrigo começou a fazer cócegas na sua bela irmã.
Esta rolou na cama para fugir dele. Ele foi junto.
Ambos rolaram na cama, tal qual duas crianças.
Pararam no centro da cama, ela arfante, o corpo sobre o dele.
― ah.... adoro isto....!! rsss
― também.... ― diz ele, sentindo o peso gostoso da bela garota sobre si.
Ao se movimentar, o shortinho de Débora subiu até o alto.
Seus quadris estavam sob o dele, encaixados.
As grossas coxas da moça roçavam nas dele.
― Mano.... a Cristine te completa?
― hmmm... lá vem ela....! Claro que me completa.... ela é ....
― ah, não elogia ela perto de mim.
― Mas, Débi, ela é tua cunhada...
― Sabia que os militares não param muito tempo num lugar?
― Eu sei.... um dia eles vão embora....mas até lá...
― Bobão.... se derrete toda por ela....
― Ciumenta... bobinha...
― Por que eu adoro vc... seu besta!!
― Tb adoro vc, sua besta... rsss
Ela o beija no queixo, e é retribuída com ardor no queixo, pescoço, e na face, perto dos lábios.
Ela lhe dá um selinho.
Suas coxas continuam resvalando nas do irmão.
― Bobo... só de lembrar da Cristine e vc fica todo .... Aceso...
― Vc acha?
― Claro que sim.... fica todo eriçado....!
― Mana, larga de ser indiscreta.. rsss
― E não é verdade?
Ela rola para o lado, saindo de cima dele.
Ela olha a saliência no calção de Rodrigo. Ele nada diz.
― Vc tá todo bobão... apaixonado... Vc ta ferrado, cara...
Ele olha o shortinho levantado da irmã.
Ela percebe seu olhar.
― Aposto que vc preferia a Cristine aqui, neste momento.... e usando um shortinho que nem o meu......
― Talvez não....
― Me prova. bobo... rss
― Olha que posso provar....
― Ela te deixa assim.... todo....todo...
― Todo o que? ― diz ele, rolando com ela na cama, mas desta vez, é ele quem fica por cima.
Ela o olha nos olhos.
― Pensa que não sei como os homens ficam quando pensam nas mulheres?
― Sabe é? E como eles ficam?
Ela abre as coxas, e permite que ele fica entre elas.
Débi sente o volume enorme e duro bem no alto, na junção de suas deliciosas coxas.
― Eles ficam assim... do jeito que vc está agora... He He he
― Vc é muito sabidinha, sabia? Muito sabidinha pra tua idade...
Ela o braça, e o beija no queixo, no pescoço......
Suavemente puxa os quadris do irmão sobre os seus.
― Caramba, mana, teu sabonete é todo cheiroso...
― É? sabia que ele deixa minha pele bem macia?
― Sério?
― É verdade... sente só.... ― e ela pega uma das mãos do irmão e a coloca no inicio das coxas....
― Sente só.... como está macia minha pele...
A mão desliza até o alto, suavemente.
― Caramba, como é macia...
Ela fecha os olhos, e sente os lábios do irmão no pescoço, no ombro, nos braços...
Ele então se levanta, de repente.
E ela, meio frustrada, o vê ficar de pé.
― Mana.... os velhos devem estar chegando. Preciso ir...
― Ah.... tudo bem.... ― diz ela, resignada, olhando a forma alongada e grossa que se forma no calção do rapaz.
Rodrigo sai do quarto.
Precisa de Cristine. Precisa ter Cristine perto de si. E teria que ser aquela noite.

Cristine encontrou―se com Rodrigo num bar, e de lá, rumaram para um motel.
Ela vibrou com a ousadia do namorado. Nem bem abrira a porta, a mão direita do rapaz enfiou―se por debaixo do vestido, por trás.
Sentiu a mão atrevida em suas nádegas, tateando, se enfiando, abrindo....
Gemeu quando um dedo invadiu seu recanto mais apertado, ainda virgem....
O dedo entrava e saia, arrancando suspiros e gemidos da moça, que era beijada afoitamente pelo seu ardente amante. C
Caíram na cama.
Cristine teve sua roupa arrancada, e logo eles estavam nus, corpos entrelaçados, num rala e rola pra lá de ardente.
― Oh.... faz.... faz... delicia.... ― gemia a garota.
― Cris... vc é gostosa demais......gostosa......aaah.... ― balbuciava o rapaz, enquanto a penetrava profundamente, sentindo o quanto ela era apertadinha.
Duas horas depois, e incontáveis orgasmos, Rodrigo admirava as formas tentadoras da namorada, deitava, (quase) saciada.
Os olhos do rapaz se retinham no monte de pêlos pubianos, fartos, sedosos, úmidos em virtude de horas de sexo ardente.
― hhmmmmm...... vc adora, não?
― Sim.... é lindo.... fico louco de tesão só de olhar...
― Eu ia me depilar hoje.... mas vi que vc olhava com tanta, mas com tanta vontade.... que desisti... rsss
― Boa garota....! Não depila nunca.... gosto de vc assim....
― Só por vc meu amor.... Não vou me depilar nunca mais....
― Caramba.... vc é gostosa demais.... ― e Rodrigo voltou à carga, para imenso prazer da deliciosa garota.

Cristine chegou em casa altas horas da noite. Verificou que os pais ainda não haviam chegado.
Ao passar pelo quarto de Diego, ouviu vozes. Ou melhor, gemidos.
Não conseguindo vencer a curiosidade, colou os ouvidos na porta. E ouviu:
― ooohh.... Di...Di.... vem......me f....! me f.... gostoso!
Cristine era muito conservadora, e ouvir aquelas palavras a chocavam.
Mas continuou ouvindo.
― Ohhh.... meu amor.... tesudo!! f....! f.... minha b... ! vem... forte....!! aaaah
"Que histerica!" ― pensou Cristine.
― aaiii.. .aaah.... é grosso.... é grosso demais....aaah....!
Cristine arregalou os olhos. O que era grosso?
― Di.... Di....delicia.... que p.... grosso.... tesudo.... me rasga...me rasga....aaah!
Cristine ouviu quase um urro... Diego nada dizia, só ela.
Mas o irmão emitia uma espécie de rugido. Parecia uma fera ensandecida.
Cristine estremeceu.
Nisso, um urro mais forte... e ela ouviu a voz do irmão pela primeira vez...
―aaaah.... to esporrando! to esporrando!! aaah.... tesudaaa......aaah....!
― goza.... goza.... meu pauzudo gostoso....aaah......!
Cristine sentiu impetos de sair dali.
Eles pareciam estar acabando uma transa.
Mas acabou ficando.
Pouco depois, ouviu a garota falar.
― Di.... vc é demais.... me deixou exaurida....
― Vc que é demais, gata.... teu marido te faz sentir assim?
Cristine estremeceu. Ele estava com uma mulher casada.
Diego era muito assediado pela mulherada da vila.
― Não.... ele só pensa em jogar futebol no clube....
― Vc tem uma b... deliciosa, gata!
"Que linguajar chulo tem o meu irmão" pensou Cristine.
― Eeu... adoro tua pi....! credo, como ela é grande......!
― Vc acha?
― Desculpe.... mas vc parece um... cavalo! kkkk
― Caramba.... que elogio!!
Cristine teve que rir.
Tirou os sapatos, e ficou descalça. Não queria ser percebida.
― Vc me abriu ao meio.... como ele é grosso....nossa!!
― Maior que o teu marido?
― 20 vezes maior... rsss.... Di, quero de novo......
Para Cristine foi demais.
Saiu dali, em silêncio. Entrou no seu quarto e foi direto ao chuveiro,onde ficou muito tempo, as vezes se tocando, ao se lembrar dos momentos no motel com Rodrigo.
Lembrou―se do que ouvira a pouco.
Sorriu ao se lembrar de quanto Rodrigo também era bem dotado. Até demais.
Excitou―se barbaramente pensando nisso. Por sua cabeça passava as imagens em detalhes do que fizera com o namorado.
― Oh, Rodrigo.... meu amor....! ― suspirava a bela, a água escorrendo por sobre de esplêndido e delicioso corpo.
Mais tarde, sai do banheiro, e enrola―se numa toalha pequena.
Procurou uma outra maior, mas não encontrou. Ia se trocar quando toca o telefone lá na sala.
Ela espera que Diego atenda, mas o telefone continua tocando. Ela sai até a sala, ainda enrolada na toalhinha, que mal cobre o seu corpo.
Ela atende ao telefone. Era seu pai, avisando que só viriam na manhã seguinte, pois tiveram um problema com o carro.
Cristine desligou e pensou em avisar Diego. Será que a garota ainda estava com ele?
Resolveu verificar. Parou a porta, e nada ouviu.
Abriu a porta, e viu que Diego estava sozinho. O irmão estava saindo do banheiro, ainda se secando, e de cuecas.
Cristine falou sobre os velhos.
― Bem... Mlehor que eles só voltam amanhã ― disse ele.
Ela então senta―se na cabeceira da cama, olhando ironicamente para ao irmão.
― E vc.... o que estava fazendo? Dando aulas?
― vc anda me zoando demais, ta?
― que é isso....! só tava....
― tudo bem.... tava com uma amiga e....
― sem problemas.... cuidado com essas amigas.... elas tem dono, as vezes... rsss
― vc viu quem era?
― sem querer... tava saindo aqui, quando vi ela saindo pela porta... ― mentiu Cristine.
― Bem.... ainda bem que foi vc quem viu....
― Irmã é pra essas coisas mesmo....
― hmm.... adorei aquele cafuné....
― aposto que ta querendo outro....
― vc acertou....
― Bem.... não sei....
― não pode?
― é que ainda não me troquei e....
― bem...
― Ah.... vou ficar assim mesmo... ― decidiu ela.
Ele esperava que ela de deitasse como da outra vez, mas ela não permitiu.
― hum hum.... não posso do jeito que estou... ― disse ela, não dizendo, porém, que estava só com aquela toalha no corpo.
Se abrisse suas coxas para ele, ela revelaria sua nudez.
― Quero teu colinho... ― disse ela.
Ele sentou―se na cama. Ela, se levantando, a toalha muito curta (a barra ficava bem no alto das coxas. Por trás, o inicio das nádegas aparecia.)
Ela, porém, graciosamente, senta―se no colo do irmão.
Ele a enlaça pela cintura.
Só então Cristine percebe a sua condição real.
Mas era tarde. Mas, mesmo assim, não emitiu nenhuma reação.
Diego, contudo, sentiu nas coxas os fartos pêlos da irmã. Viu que ela não usava nada sob a toalha. Nada disse para não constrange―la.
― Pronto ― disse Cristine ― estou toda no teu doce colinho... hmm... deixa eu me ajeitar.
Ela se move com extrema graça no colo do rapaz.
Diego não acredita quando sente os pêlos roçarem sua pele próximo a virilha.
― hmmm ― diz ela ― pelo jeito, vc ainda está com a cabeça na tua aluna....
― deu pra perceber?
― E como.... e como se saiu tua aluna?
― muito bem.... ela é aplicada...
― mesmo?
― sim.... sabe valorizar o professor....
― entendo.... ela valoriza os dotes do professor....
― sim... e como...
Cristine lembrou―se do diálogo de há pouco, entre seu irmão e a “aluna”.
Veio―lhe a mente Rodrigo.... Rodrigo a possuindo com paixão, com força....
Excitou―se barbaramente ao pensar naqueles momentos. Seu corpo se arrepia todinho.
Seu corpo se move, tomado pela excitação, e involuntariamente, ela encaixa sua gruta ardente por sobre o membro intumescido do rapaz.
Mas ela ali fica, a cabeça tomada pelos pensamentos eróticos em relação a Rodrigo.
― Mano.... ― quase balbucia ela. ― e a tua aluna.... fale dela...
― Quer ouvir mesmo? Bem.... ela é.... boa, né?
― Só isso.... ?
― Bem .... ela é.... deliciosa....
― E casada....
― mas deliciosa......
― toma cuidado, maninho.... não quero que nada te aconteça...
― hummm.... gosto da tua preocupação...
― sabe que te quero bem....
― também te quero bem....
― adoro ficar com vc assim.... te fazer carinho....
― tb gosto de fazer carinho em vc ....
Rodrigo olha para baixo e vê o quanto a toalha de Cristine a desprotege.
Ela percebe o olhar do rapaz e sorri. Ele fica olhando.
― Caramba, Mana.... teu namorado é um cara de sorte....!
― isso é um elogio? Sabe que descobri que em certo detalhe vc é parecido com ele?
― qual detalhe?
― oh, isso é segredo....! He He he
― eu não tenho segredo pra vc....
― bem.... posso dizer que é um "detalhe"...bem.... grande.... kkkk
― vc não vai falar mesmo, né? Vai ficar só rindo de mim...
― Vc vai gostar de saber.... que vc é bem mais beneficiado nesse "item"....
― serio? o quanto...?
― acho que.... umas 2 vezes mais...... ou quase isso.... ainda não deu para eu perceber em vc...
― vc é cheia de enigmas...
― mas gosta do meu cafuné, não?
― adoro....
Ela então o beija no queixo, no pescoço....
Ela tenta se acomodar melhor no colo dele.
Move―se com graça.
― hmm... não vale pensar na "aluna"....
― não estou....
― Tá sim.... dá pra perceber....vc sabe que eu sei, bobão...
Ela continua a beijá―lo no rosto, as vezes roça seus lábios nos dele.
A mão dele pousa nas coxas da irmã, ela olhando, e aprovando aquela caricia.
― gosto de ser acariciada por vc.... adoro!
― gosta? o quanto?
― muito....vc sabe que gosto, bobinho...
A mão sobe até o alto, indo até a cintura.
Diego percebe o inicio da negra penugem pubiana, que se revela.
― ui...... não me destape ai, seu doido... ― ralha ela.
― Foi sem querer....
― Eu sei.... esta toalha é tão pequena....
Ela volta a beijá―lo no queixo, enlaçando seu pescoço, e enfiando os dedos sob a farta cabeleira do rapaz.
Ela aproxima os lábios do ouvido dele.
― Sabia.... que ouvi vcs dois.... no quarto? Mas foi sem querer....
― tá brincando!!! vc é doida!!!
― ouvi sim.... ― diz ela.
Não sabe por que, mas a imagem de Rodrigo a possuindo vem forte.
Ela sente o calor subir pelo seu delicioso corpo ante aqueles pensamentos.
― ouvi tudo.... ― diz ela, sussurando.
― e o que ouviu?
― cada coisa...
Ela se move, ajeita a tolha, e sem querer, sente o grosso membro de alojar na abertura de sua gruta. Ela pensa em sair, mas não quer constranger o irmão.
― me diz o que vc ouviu....
Ela beija o lóbulo da orelha do irmão.
― posso falar?
― pode.... sabe que pode....
― rssss... tenho vergonha....
A mão dele subiu até o alto, tateou, e sentiu os pelos que se espalhavam pela virilha da moça.
Ela não o repeliu desta vez.
― ouvi... e como vc é safado?
― diz o que vc ouviu... ― a mão dele acariciava os pelos, cuidando para não ousar muito.
― ouvi.... o que ela dizia.... vc só ... vc só gemia.... parecia um .... urso... kkkk
― um urso....! eu!!
― sim.... e ela falava cada coisa...
― diz o que ela falava...
― vc sabe.... ― ela o beija perto dos lábios, depois no queixo....
Move seu corpo, e Diego pode sentir "ali" toda a maciez daquela gruta quente.
Cristine lembrou―se quando ficou de quatro para Rodrigo.
Vem a cena de Rodrig enfiando nela, metendo nela...
Sente arrepios no corpo. Sente ficar encharcada de desejo.
― Ela disse.... dizia pra vc: "meu amor.... faz forte.... forte..."
― que mais.... ― a mão dele se insinuou um pouco mais.
― ela disse "Di.... Di.... gostoso.... me fo...... ah, não sei falar aquilo....rsss.
― diz....
― Ela dizia: me fo.... tá, vou falar! Ela dizia (encostando aboca no ouvido dele e sussurrando): me fode.... me fode gostoso... rsss
― ela dizia isso? eu nem ouvi....
― mentiroso.... ouviu sim...... se bem que vc estava no sétimo céu....
― o que mais ela dizia....
― ela dizia...... que vc parecia.... um cavalo! rssss
― vc ouviu isso? caramba....
― não fique envergonhado, bobo....
― tudo bem....
― nao vou pensar mal de vc.... juro!
― que bom.... vc é lgal.... o que mais ouviu....
― ela dizia assim: que pica enorme vc tem.... juro....!
― caramba, vc ouviu tudo isso?
― sim......ai eu fui embora......
Cristine percebeu a mão de Diego tocando seus pelos.
Mas ela, muito excitada, não o repeliu.
Abraçou―se a ele, colando seu corpo sobre o dele.
A toalha quase cai.
Ela, porém, impede que seus seios apareçam.
Diego olha lá embaixo, e vê metade do púbis da irmã a mostra.
A sua mão está alí, alisando, acariciando. Mas ele evita ir mais fundo, em respeito a sua bela irmã.
Ele então a beija no pescoço, no queixo.
Os dois chegam a trocar vários selinhos.
― Vai se encontrar com teu namorado hoje?
― Hoje não dá mais.... só amanhã...
― Caramba.... cara de sorte....
― Vc acha....
― nem imagino o que ele vai fazer com vc...
― tá com ciume é?
― um pouco...
― Ele é que ficaria se visse a gente fazendo isto...
― o que a gente tá fazendo?
― estas coisas... se acariciando, se beijando.... e vc tá me tocando....
― não tá gostando?
― to adorando.... rsss. vc sabe que gosto ....
― Deixa eu me sentar do teu lado agora ― pede ela.
Ela se levanta, segurando a toalha. Olha a cueca do irmão.
― Credo... que é isso? kkkkk ― ela solta uma gargalhada.
― Juro que não tava pensando na aluna....
― Tudo bem... eu acredito.... ― diz ela, vendo a mancha sobre o desenho do membro do irmão. Estava ensopado. E foi ela quem causou aquilo.
Ela senta―se ao seu lado.
Ele olha para ela, longamente.
― ah... ― diz ela. ― aposto que quer....
― Sim....
― Não dá.... eu to sem....
― Mas ninguém vai ver....
― Mano.... eu quero muito.... mas... mas....
― Mas o que....
― Eu tenho vergonha.... eu só estou com esta toalhinha....
― Sabe que gosto de cafuné daquele jeito...
― A, não me tenta.... sabe que quero.... espertinho...rsss
Ela acaricia seus cabelos.
Rodrigo vem a sua mente.
Rodrigo bem dotado.
Rodrigo a penetrando fundo.
Rodrigo.... a comendo com louco desejo.
Rodrigo.... a fodendo!
― ooh... ― suspira ela. Ela se recosta no sofá, lânguida.
Cristine estava de lábios entreabertos, e os olhos cerrados.
Seu semblante era do de uma mulher totalmente tomada pelo tesão.
Ela nem percebera que entreabrira as coxas.
Cristine abre os olhos, de repente, e os arregala.
― Credo!!! ― e cerra as coxas diante de Diego. ― mano!! o que é isso??
― Mas eu....
Ela ajeita a toalha, cobrindo sua parcial nudez.
Ela se levanta.
― Preciso ir.... ― diz, apressadamente.
Ele se levanta a e alcança na porta.
A abraça ternamente.
― Ei, é cedo ainda...
― To magoada com vc ― ela faz cara de brava.
Ele fica todo preocupado.
Ela solta uma risada.
― vc caiu.... bobão....ah ah ah ah ahh
― Muito bem.... me pegou....
― Mas te sirva de lição....
― Tudo bem...... não tá zangada?
― Eu? claro que não.... mas preciso sair agora....
― Vai sair agora?
― Não... vou dormir......eu preciso....
― legal....
― mas, quando der.... eu fico com vc de novo....
― vou esperar....
― adoro tuas caricias... adoro tuas mãos em mim...
Ele a puxa para si, fazendo ela sentir nas nádegas toda a sua ereção.
― ih, mano.... vc precisa dar uma volta....
Ela se desvencilha dele e sai pela porta, rindo do irmão.

Sobre este texto

Rodrigo

Autor:

Publicação:26 de agosto de 2013 20:59

Gênero literário:Contos eróticos

Tema ou assunto:Fetiches

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Comentários

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  • Gisele lucas da cruz
    Postado porIndia-s2em5 de setembro de 2013 21:39
    India-s2 é uma autora no História Erótica

    Cara vc é bom!

  • joice
    Postado porjoiceem27 de agosto de 2013 08:10

    Gosto muito dos dialogos

  • Cristine da Silva
    Postado porCrisem27 de agosto de 2013 00:48
    Cris é uma autora no História Erótica

    Posso dizer que uns dos melhores....

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