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PROCURANDO CRIS - QUATRO

PROCURANDO CRIS - QUATRO

Rodrigo emprestou o carro do gerente do hotel para levar Cristine para casa. Ela morava a uma distância razoável do hotel, e, dado o horário, praticamente todas as casas já estavam com suas luzes apagadas, inclusive a dela.
─ Eu moro aqui ─ disse ela, apontando um sobradinho.
─ Bela casa ─ elogiou ele, encostando o carro no meio fio.
─ Bem, preciso entrar. Boa noite ─ disse ela.
─ Ei, que pressa é essa? ─ queixou-se ele, pegando-a pelo braço. ─ Caramba, pelo menos um beijo de boa noite eu merecia, não?
Ela sorriu, e ofereceu sua boca. Se beijam com paixão. Mas parece que ambos não estão muito a fim de se separarem, pois Cristine se abraça a ele, e se arrepia toda quando sente sua língua na dele.
Ele a beija no pescoço, no queixo, deixa-a toda acesa.
Sem querer, a mão dela resvala na enorme intumescência abaixo do ventre do rapaz. Ele segura a mão dela ali, e ela logo inicia uma caricia suave.
A mão de Rodrigo entra sob a camiseta da moça, e atinge seus seios.
Cristine geme quando ele a toca nos mamilos. Eles estão durinhos, e ela fica se excita ainda mais com aquele toque.
Rodrigo resolve ousar.
Abre o zíper da sua calça e libera seu membro.
Cristine abarca aquela enormidade, com um prazer e lascívia que jamais imaginara experimentar.
Rodrigo geme diante do toque da bela moça.
Eles param de se beijar.
Cristine entende o que ele quer. E ela também deseja aquilo intensamente.
Desce o rosto para o colo do rapaz, e ele quase solta um urro de prazer quando ela lhe lambe a cabeça do pau.
─ Cris... ah, assim você me mata... aaah!
Ela prossegue, e logo engole a cabeça, sugando com toda volúpia. Com a mão ela punheteia aquele grosso tronco de músculo. A mão, por vezes, desce até o saco do homem, levando este à loucura.
─ Ah, Cris... danada... aaah...!
A mão de Rodrigo desce pelas costas da moça, tentando enfiar-se sob a calça jeans. O dedo até acaricia o “cofrinho” de Cris, mas não tem como passar dali.
Ela sabe o que ele quer. E resolve facilitar sua vida.
Ela mesma afrouxa a calça, desafivelando sua cinta. Rodrigo vibra.
E sua atrevida mão desce, sem obstáculo, e enfia-se sob a calcinha, o dedo “obsceno” descendo entre as duas bandas macias de suas nádegas.
Cristine suspira quando o dedo lhe roça o ânus.
Ela, como que para se vingar daquele atrevimento, lhe morde suavemente a cabeça do pau.
Ele retém o dedo ali, circundando aquela região...
─ Atrevido ─ sussurra ela.
Ele desce o dedo, e toca sua boceta já totalmente melada, naquelas alturas.
─ OOH! ─ geme a bela, sentindo o dedo do rapaz deslizar macio dentro dela.
Rodrigo retira o dedo todo melado, lambuzando todo aquele vãozinho aconchegante.
O dedo volta a acariciá-la naquele lugar.
Cris lambe o pau de Rodrigo em toda sua extensão, e ele se recosta um pouco mais quando ela atinge seu saco. Ela, ousada, lhe dá mordidas suaves nas bolas, arrancando um quase gemido do homem.
Aquilo parece um jogo, e Rodrigo lhe devolve a ousadia enfiando o dedo no seu ânus.
Cristine emite um alto gemido.
Rodrigo inicia um tira e mete intenso, fazendo com que Cris cerre os olhos, movendo seu corpo ao ritmo daquele vai e vem.
─ Chupa ─ pede ele.
Ela obedece, e volta a chupá-lo com vontade.
Aquele boquete está bom demais, delicioso demais.
E Rodrigo sente o calor que emana daquela deliciosa boquinha.
Cris sente seu corpo em chamas.
Sendo aquele dedo sem vergonha devassar-lhe a intimidade, antes jamais explorada por homem nenhum.
Ela nunca permitira.
Mas aquele homem parecia exercer um poder inexplicável sobre ela.
─ Vontade de te foder o cú... ─ sussurra ele.
Ela estremece mais uma vez.
Cada palavra dele era como uma descarga elétrica no seu corpo.
Sente aquele dedo intensificar o movimento dentro de si.
─ Você é toda doce... toda delicia... ─ diz ele, sentindo aquela boca sugá-lo ainda com mais avidez.
Cris desistiu de entender Rodrigo. Ora ele era chulo, grosseiro até.
Ora era meigo, doce, cavalheiro...
Mas...
Aquele jeito ambíguo de ser a atraia. A atraía demais.
Na verdade, a estava deixando louca...
─ Quero você agora... ─ determina ele.
Ela também o quer. Não tinha mais escapatória.
Ele a penetraria com aquele mastro grosso e comprido.
Que se dane a prudência, a vergonha, seus princípios... Ela o quer agora. Seu corpo quer.
Sua boceta quer aquele membro entrando, possuindo, rasgando...
Ela deixa ele descer sua calça.
Mas...
As luzes da casa de Cris de repente se acendem. E ela têm um sobressalto.
─ Rodrigo... eles acordaram.
Ela se recompõe rapidamente. Rodrigo mal tem tempo de dizer algo.
─ Me liga daqui a pouco ─ pede ela. E sai do carro.
Rodrigo a vê entrando pelo portão da casa, liga o carro e sai.

Cris entra em casa e percebe que era sua mãe que acordara para beber água. Cris espera ela voltar para o seu quarto para então se refugiar no seu.
Toma uma ducha, acariciando o próprio corpo. Seu corpo ainda está sob efeito do que fizera agorinha com Rodrigo.
Os bicos dos seus peitinhos estão ainda durinhos.
Seu grelo ainda está durinho, saliente, e ela o acaricia, gemendo, chegando ao clímax em poucos minutos.
Ela deita-se na cama, ainda pensando nos momentos passados naquele hotel, quando seu celular toca.
Era Rodrigo.
─ Oi ─ diz ela. ─ Nossa, como você é rápido... rsss
─ E ai... já está na cama?
─ Sim. Sai do chuveiro agorinha... rsss
─ Caramba, vc deve estar cheirosinha... delícia... hmmm
─ Queria ter você aqui, agora ─ confessa a moça, sentindo que aquela voz grave do homem a excita barbaramente.
─ Também queria... cheiraria teu corpo todo...
─ Oh, Rodrigo... que loucura! Nem acredito... rsss
─ Nem eu... você parece um sonho, menina...
─ Você me pira... De onde saiu você, heim? Rssss
─ Dos seus mais íntimos sonhos... todos eles eróticos...
─ Pior que é verdade...
─ Está deitada?
─ Sim...
─ Vestida?
─ Só de toalha, na cama pensando em você... rsss
─ Já que não posso estar ai, quero que você faça o que eu mandar...
Ela sorriu. Ela já até sabia o que ele iria propor. Parecia já saber dos seus passos. E seu corpo responde arrepiando-se todo.
─ Faço o que você pedir...
─ Boa menina. E quero que você toque seus seios... acaricie seus mamilos, bem suavemente...
Ela faz o que ele pede... E Rodrigo pode ouvir os gemidos da garota.
Ele, naquele instante, esfrega o seu membro, que sentira toda a maciez da boquinha de Cris.
─ E... agora?
─ Agora... coloque sua mão entre suas coxas... e vá subindo... devagar...
Sua respiração já está ofegante e a cada toque que Rodrigo pede ela revive aqueles momentos com ele no hotel, pensando em seu toque e como ele a tinha deixado extremamente excitada.
─ Já está em sua bucetinha, gostosa?
─ Já, estou acariciando meus pêlos da mesma maneira que você faz...
─ E como eu queria ser suas mãos agora, deflorar esse delicioso lugar...
─ Aaah ,Rodrigo... que delícia tudo isso...
─ Cris, agora, quero que você abra o máximo suas pernas...
Cris obedece. Abre suas pernas, deliciando-se com aquela voz ao seu ouvido.
─ Já... já abri ─ avisa, o corpo todo arrepiado de tesão.
─ Agora, minha linda, passe seus dedos suavemente sobre seu grelinho.
─ Oh, sim... estou... estou fazendo...
Rodrigo já estava com seu membro totalmente endurecido, alisava suavemente, imaginando como se ele estivesse aquele lugar tão desejado de Cristine...
─ Aaah Rodrigo, que delicia... ─ não se contém a moça, as pernas escancaradas, a mão ali, na sua vulva, movendo-se lascivamente.
─ Caramba, Cris, como eu queria estar ai com você... Me conte no que está pensando agora... mas não pare com sua mão... gosto de sua voz assim...
─ Estou pensando em você aqui, me abusando todinha... aaah que gostoso... deflorando toda minha bucetinha com sua mão...
─ aah, Cris, como você deixa com tesão... Agora eu quero que você enfie dois dedos na tua buceta... assim, enfie gostoso...
─ Oh... sim! Estou metendo... oh, estou... gostoso... oh...
─ Agora, tesuda, enfia três dedos e imagine como se fosse meu pau te fodendo... entrando com tudo, te rasgando... e com a outra mão acaricie sempre seus lindos seios...
Os movimentos de Rodrigo aumentavam a cada gemido de Cris, sua imaginação está somente nele possuindo aquele delicioso corpo de Cris.
─ Cris, quero muito te comer todinha, sentir, beijar cada parte de ser corpo ...
─ Aaah, Rodrigo... te quero muuito... aah... que deliiii...cia... estou quase gozando... aaah
─ Isso minha gostosa, goza pensando em mim... goza que eu gozo aki junto com você...
Rodrigo ouvia os gemidos de Cris, controlados, afinal estava com seus pais em casa.
E ela delirava de desejo, afinal aquilo era tudo uma loucura muito excitante para ela...
Rodrigo por fim acaba gozando também, e Cris houve cada som que sai da sua boca, imaginando cada cena em sua mente... Imaginou aquele pau grosso e meio torto jorrando porra para cima, como um louco...
─ Cris, você me deixa louco, como te quero...
─ Eu também te quero, quero muito vc fodendo comigo.
Ela não se reconhecia, Rodrigo tinha literalmente um poder sobre ela...
─ Quando vamos nos encontrar novamente?
─ Não sei, depende de você, mas agora já ta tarde e eu preciso dormir, me liga amanha e a gente combina.
─ Tudo bem, vou deixar vc dormir, afinal quero você disposta para tudo que eu tenho em mente...
─ Como sempre me deixando curiosa, mas tenho certeza que não vou te decepcionar, com vc me transformo em outra pessoa.
─ E eu adoro essa Cristine, que me enche de tesão...
─ Eu também, agora preciso dormir, boa noite e foi muito prazeroso te conhecer....
─ Digo o mesmo, Boa noite
Cris começa a relembrar de tudo, de toda a loucura de tava fazendo, e em como isso não parecia real... afinal sempre teve seus limites e nunca tinha se entregado tão facilmente para algum homem...
Mas acaba dormindo...

Rodrigo, por sua vez, não dorme em seguida. Fica pensando, divagando, como sempre. Se fumasse, com certeza acabaria com vários maços naquela noite. Era um cara tinha muito o que lembrar...
Como Cris era diferente de todas. Era única. Revelara-se um vulcão de erotismo naquela couraça de timidez e discrição.
Que boca deliciosa ela tinha. Se a tivesse conhecido em outros tempos... bem, ela seria uma criança, não seria possível... Rodrigo tinha idade para ser seu pai, seu tio...
Lembrou-se das ex-esposas... da primeira.
Silvana. Era linda, e tinha personalidade forte.
Lembrou-se daquele dia fatídico... Sua mente faz uma viagem, uma longa viagem ao passado...

Estava no quartel, quando recebeu a ligação da irmã, que estava hospedada em sua casa.
─ Vem, que ela já saiu... ─ avisou ela.
─ Ela saiu de mala e tudo?
─ Sim. Acabou de sair...
─ Termino uma coisa aqui, peço permissão e vou até ai...
Rodrigo fez o que dissera. Silvana estava viajando para mais um de seus cursos para uma cidade próxima. Ele já se despedira dela no quartel.
Rodrigo voou na sua moto e chegou em casa. Entrou. Olhou em volta e não viu a irmã. Foi ao quarto dela. Entrou, em silêncio. Ouviu um chiado, assim como alguém... fazendo xixi. Era sua irmã.
Seu membro endureceu no ato. Rodrigo tinha lá seus fetiches. Chegou perto da porta do banheiro. Aquele chiado intensificou-se... Rodrigo abriu a porta devagar, e ela se assustou ao vê-lo.
─ Mano... o que é isso?
─ Caramba, você está...
─ Por favor, me espere lá na...
Ele não deu ouvidos. Entrou e agachou-se. Segurou a calcinha que ela tentava recolocar.
Abriu suas coxas... seus pelos respingavam urina, ela ainda não havia se secado...
Rodrigo pirou com aquilo.
Abriu-a ainda mais.
─ Rodrigo... oh...
Ela já o conhecia bem. Ele já a havia possuído à exaustão nas outras vezes. Mas agora, ela via na expressão de seus olhos um desejo louco, insano, irracional.
─ Mana... ─ balbuciou, incrédulo diante daquela vulva farta de negros pelos, afora encharcados...
Ela grita quando ele cola seus lábios nos grandes e pequenos lábios, agora muito salientes e rubros, daquela boceta...
E ele a chupa, loucamente faminto, loucamente incestuoso...
─ Oh, Rodrigo, meu amor... ooh!
Minutos depois, Rodrigo saca seu membro e a penetra profundamente. Ela se aperta a ele.
─ Me leva pra cama, meu amor... ─ suplica a moça. ─ Quero fazer com você na cama... quero que me foda na cama...
Rodrigo atende-a. A ergue nos braços, e ela cola sua boca na dele.
Em minutos, ela a cavalga, gemendo sem receio, sem medo, ciente de que estão ali, sozinhos, sem ninguém a censurá-los...
Foram quase dez minutos de idílio, de sexo extremado.
Ele a deixara de quatro, e ele ficara postado atrás dela, admirando aquela maravilha, as brancas nádegas carnudas, suculentas, e a vulva peluda projetada naquele vão, os lábios vaginais já muitos salientes, rubros, devido a intensa penetração imposta por Rodrigo.
Rodrigo a lambe. Tem fome dela. Ela geme alto, sentindo aquela língua quente e áspera no ânus.
Ela sabe o que ele quer.
─ Mano, eu... ─ disse ela, receosa...
─ Vou meter devagar...
Ela acabara de se recuperar da ultima sessão de sexo anal que protagonizara com ele, três dias atrás.
Ela se deixa convenver.
Aquele desejo dela a enchia de tesão.
Rodrigo se lembra, daquele exato momento, quando ela deixara-se penetrar profundamente no ânus.
Foram de minutos de luxúria, de um sexo desesperado, extremado.
Quando, finalmente, ele olhara para a porta.
Silvana estava lá.
E seus olhos denotavam o tanto de incredulidade que era possível para alguém que olhasse aquela cena.
Rodrigo vira seu mundo desabar.
Silvana soltara um grito, e partira pra cima deles.

Agora, ali, Rodrigo emitiu um sorriso amargo. Ainda bem que Silvana resolvera nada contar a ninguém sobre aquilo. Rodrigo até hoje agradecia a ela em pensamento.
Quando se viam, ela desviava o olhar. Um dia, ela conseguiu ser transferida.
Rodrigo ficara com a irmã por mais alguns meses.
Era sexo todo dia, toda hora.
Mas como tudo, chegara ao fim.

Amanheceu, e Rodrigo deu uma volta pela cidade. Pensava em Cris, e naqueles momentos deliciosos com ela.
“Que gata, nem acredito”, pensava.

Após o almoço, Cris parecia inquieta. Rodrigo não ligara. Será que ele fora embora? Ela pega o celular, meio indecisa.
Não queria parecer fácil demais para ele.
─ Oi...
─ Oi, princesa ─ respondeu ele.
─ Sabe, é quase certo que eu fique sozinha agora a tarde em casa. Parece que o pessoal daqui vai dar uma saída...
─ Hmmm... isso me parece bastante bom... rsss
─ Já está com coisinhas nessa cabeça, ehim?
─ O que você acha?
─ Sabe me deixar curiosa... assim não vale...
─ Quer saber...?
─ Quero...
─ Hmm... só quando eu for ai... te conto... aliás, faço com você...
Cris estremeceu. Sentiu seu corpo se arrepiar todo.
─ Também tenho uma surpresa pra você... rssss ─ diz ela.
─ Caramba, posso ir agora?
─ Espere uma hora pelo menos... depois vem...

Rodrigo esperou aquele tempo, e foi até a casa de Cris.
Entrou pelo portão, como se já conhecesse o lugar. Apertou a campainha.
Cris veio abrir a porta.
Estava toda sorrisos.
Cheirava a sabonete.
E Rodrigo gostou demais quando viu que Cris estava usando uma blusinha top e ... um shortinho curtinho, folgado, rosa...
Ele só faltou lamber os lábios.
E percebeu que teria uma tarde, uma tarde muito da gostosa.















Sobre este texto

Rodrigo

Autor:

Publicação:16 de novembro de 2013 19:54

Gênero literário:Depoimento erótico

Tema ou assunto:Casal

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Ainda não há estatísticas de leitura deste texto, pois ele foi publicado em 16/11/2013.

Comentários

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  • Siqueira
    Postado porSiqueiraem19 de novembro de 2013 15:16

    Mais uma passagem deliciosa.
    Excitante...
    Genial...
    Nota mil.

  • Linda
    Postado porLindaem18 de novembro de 2013 20:34

    Parece real

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