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PROCURANDO CRIS - TRÊS

PROCURANDO CRIS - TRÊS

Aos beijos, os dois acabam sentados no sofá. As mãos de Rodrigo envolvem o corpo de Cris pela cintura, com suavidade.
Cris não sabe o que fazer. De certa forma, fora pega de surpresa. O que ela estava fazendo ali, naquele quarto de hotel com aquele completo desconhecido?
Sim, desconhecido, pois tudo que ela sabia dele era que escrevia contos eróticos, e sobre uma temática que por si só já o tornava um homem sem princípios morais, sem caráter...
Mas como ele beijava bem, constatou. Nada invasivo, pelo contrário, mas com uma suavidade surpreendente, extremamente envolvente.
Mas Cris consegue sair dele, com delicadeza.
— Rodrigo, eu... errr... eu tenho mais perguntas... Posso fazer? rssss — balbucia a moça.
Nem ela sabia o que perguntar.
— Tudo bem, diz ele. — Pode perguntar.
— Sua mulher, como ela ficou depois de descobrir que você e sua irmã transavam?
— Arrasada, claro. Ameaçou contar para nossos pais, mas refletiu e desistiu de fazer aquilo. Minha irmã, claro, quase morreu de vergonha.
— O que vocês estavam fazendo exatamente na hora do flagrante?
Cris enrubesceu, mas era tarde, a pergunta já fora feita.
Rodrigo a olhou com malícia. Sentiu que a moça alimentava uma grande curiosidade em relação àquele estranho relacionamento. E sentiu que isso parecia excitá-la. Era a deixa que precisava.
— Quer mesmo saber?
Ela fez um movimento com a cabeça, afirmativamente.
— A gente pensava que ela estava viajando para uma daquelas palestras. Estávamos eu e minha irmã, nus, no nosso quarto de casal, e ela estava sobre mim... bem, ela estava me cavalgando... era uma posição que ela adorava, pois era a posição em que ela gozava mais intensamente.
Cris imaginou “ela” chegando ao orgasmo. Gozo incestuoso. Sua irmã gozando loucamente, toda atolada naquele pau monstruoso.
Como seria? Perguntou-se.
Cris sentiu a mão dele sobre sua coxa direita. Sentiu-se atraída por aquele toque.
“Ainda bem que estou de jeans”, pensou, lembrando do conto onde Rodrigo e a irmã ficavam no maior amasso, naquele sofá, e ela deixava ele tocar suas coxas a vontade.
Mas mesmo assim, imaginava como seria se ela e Rodrigo chegassem naquele ponto.
— Mais uma pergunta?
— Ela era mesmo virgem?
— Não. Ela me disse que perdera a virgindade bem novinha, com um parente. Ela não disse quem, mas eu desconfiava que fosse um tio nosso, metido a garanhão. Ela vivia grudada nele. A Maria Eduarda do conto era virgem por que, no fundo, eu, Rodrigo, a queria assim.
— E o Miguel?
— Era um carinha que morava perto de casa. Saiu com minha irmã no começo, mas segundo ela, não aconteceu nada entre eles. Eu criei aquele affair entre eles.
— E a Pri? A Giovana?
— Pri era uma colega da minha mulher. Eu tinha atração por ela. Era linda. Ela tinha um irmão um pouco mais velho que ela, de quem ela vivia se queixando. Imaginei que ele dava em cima dela. Giovana era uma dentista, realmente, mas nunca tivemos nada. Era casada, e sequer éramos amigos. Mas no meu conto tudo é possível, não? Rssss
Cris ouvia atenta. Rodrigo a abraça, trazendo-a para si.
— Rodrigo, está ficando tarde — esquiva-se ela, afinal estava preocupada.
— São dez e meia. Até meia noite, eu te deixo em casa. Pode ser?
Ela concorda. Mas o que ele pretende fazer com ela até lá?
Cris preocupa-se, mas, ao mesmo tempo, sente que aquele ambiente tem algo que a prende ali, Rodrigo sabia como atraí-la.
Rodrigo levanta seu queixo, suavemente.
Suas bocas estão próximas uma da outra. Ele pode sentir o respirar e o bater descompassado do coração da bela garota.
— Tem medo de mim?
— Não — diz ela, não muito convicta. — Somos amigos, não?
— Sim. Pode me considerar teu melhor amigo.
Ele a beija, fazendo-a entreabrir seus lábios.
Sem perceber, Cris o enlaça pelo pescoço, e o beijo se torna intenso, seus lábios se amassando um no outro. A língua de Rodrigo encontra a dela, e Cris sente arrepios pelo corpo todo.
Rodrigo a traz mais para si. Seus lábios se desgrudam por um instante.
— Daria tudo para ver você sem essa calça... — diz ele.
Ela estremece ao ouvir isso.
Rodrigo parecia ser discreto, compreensivo, mas também sabia ser direto nas palavras.
Imaginou sua mão passeando por aquelas coxas, subindo até a calcinha, e ali ficar brincando com o elástico, como o seu personagem fazia.
— Se não estivesse tão tarde... — sussurra ela, que acaba se assustando com suas próprias palavras. Parecia que alguém dissera aquilo por ela.
— Temos tempo ainda — diz ele, beijando-a no queixo, no pescoço.
— Não sei, Rodrigo, eu...
— Seria bom demais... — sussurra ele.
A cada beijo, a cada sussurro, Cris vai perdendo suas convicções.
Ela sai dele, ternamente.
— Você... você jura que não vai tirar minha calcinha?
Rodrigo dá uma quase risada.
— Eu to falando sério — diz Cris, fechando a cara.
— Eu prometo.
— Promete o que?
— Que não tiro tua calcinha. Pode confiar em mim.
Cris suspira fundo.
Então fica de pé. E começa a tirar a calça jeans, ante o olhar cheio de expectativa de Rodrigo.
A calcinha vermelha aparece. Pequena.
Cris era uma falsa magra.
Tinha coxas razoavelmente grossas e brancas, e um bumbum bem definido, lindo.
Um desenho extremamente atraente e excitante.
Cris permanece de pé, ali, diante dele.
Rodrigo a come com os olhos, isso ela pode perceber.
Pelo pouco que o conhece, sabe do poder que um belo corpo feminino exerce sobre ele.
E isso aumenta a autoconfiança de Cris, diminuindo seu nervosismo e sua vergonha de se exibir.
A calcinha contrasta com a pele clara das coxas e do ventre achatado.
Ela não usa qualquer adereço, tal como piercings, no corpo, e Rodrigo gosta disso.
Gosta de mulher ao natural, sem muito enfeite.
— Caramba, Cris, que pedaço de mau caminho é você — elogia ele.
Cris sorri. Seria comparada às Marias Eduardas, às Silvias, às Fabianas? Pensou.
Rodrigo fixa os olhos naquela calcinha vermelha, e seus olhos treinados (para aquilo) percebem alguns fios escapando pelos lados.
Sinal de que ela não se depilara há dias. E isso o excita ainda mais.
Cris percebe seu olhar insistente. Sabia das preferências do amigo.
— Pára de me olhar assim... — se queixa, sem muita convicção, afinal estava gostando.
— Você é linda...
— A tua irmã ficava assim para você direto, né?
— Sempre que dava... ah, e ela gostava do meu colo...
Aquilo soou bem sugestivo.
— Então, me dá o teu colo — diz ela, mostrando-se decidida.
Ela senta-se, devagar. Rodrigo coloca a mão naquelas coxas bem torneadas, e sente-lhe a maciez.
— Cris, que delicia de pele a tua...
Cris sente em cheio nas nádegas a ereção do amigo.
A mão toca a renda da calcinha, de leve.
Rodrigo toma sua boca, num beijo que deixa Cris sem fôlego.
Suas línguas voltam a se tocar, e Cris experimenta aqueles arrepios deliciosos pelo corpo todo.
Ela se abraça toda a ele, entregando-se naquele ardente beijo.
Ela o sente puxar, de leve, alguns fios de seus pêlos pubianos, assim como nos contos que ele escrevia.
— Já vi que você gosta de “peludinhas”.... rsss
— Percebeu, é?
— Como não perceber? Todas as garotas do seu conto são...
— Eu gosto... sei que é um fetiche, mas me excita pra caramba...
— Nossa!! Agora é que não tiro minha calcinha mesmo... rsss
— Você tem muito cabelo na buceta, é?
Cris vai protestar diante daquele linguajar atrevido dele.
Mas resolve que não.
— Tem vezes que sim, tem vezes que não... as vezes deixo um pouco só...
— Quer dizer que to com sorte...
— Rsss... acho que sim...
— E quando você vai deixar eu ver, olhar tua bucetinha?
— Não sei... rsss... não me peça isso... vamos com calma, ta?
— Tudo bem, sou um cara paciente...
— Ela, tua irmã, era muito “peluda”?
— Era. Ela sabia que eu gostava, e deixava crescer... adorava se exibir para mim, adorava que eu a cheirasse, que beijasse sua bucetinha...
Cris começa a gostar de ouvir tudo aquilo. Imagina-o fazendo aquilo, o rosto enfiado entre as “grossas e alvas coxas de Maria Eduarda”, como ele descrevia no seu conto.
Ela quer ouvir mais, pois Rodrigo começara a insistir naquele palavreado mais chulo.
— Aquele lance do banheiro, em que você entra e vê ela fazendo xixi, é real?
— Rsss... sim, aconteceu. E foi uma das transas mais quentes entre eu e ela. Pelo inusitado da situação. Sou meio doido, percebeu?
— Ai, que medo!! Rssss.. Você é mesmo doido... kkk
— Outra coisa que queira saber?
Tinha uma curiosidade que Cris tava louca para satisfazer.
Rodrigo seria mesmo bem dotado? Pelo que ela sentia agora, nas nádegas, parecia que sim.
Mas ele dissera num e-mail que ele não era como o personagem. Teria mentido?
Mas como ela faria essa pergunta a ele? Ela tinha vergonha de perguntar, mas a vontade de saber ia crescendo. Ela não poderia simplesmente pergunta: “Rodrigo, é verdade que você tem um caralho de 28 cm?”
— Rodrigo, é verdade que...
Ela pára. Pergunta ou não pergunta? Mas essa curiosidade a estava matando.
— Rodrigo, desculpe, mas “ele” é daquele tamanho mesmo?
Rodrigo quase dá uma risada.
— Por que está rindo? — pergunta ela, sem jeito.
— Gosto desse teu jeito... — diz ele, erguendo-a do colo, e colocando-a ao seu lado.
Cris estremece. O que ele pretende fazer?
— Veja você mesmo — diz ele, desafivelando o cinto da sua calça.
Cris fica sem ação. Rodrigo era louco mesmo. Mas também por que ela fora fazer aquela indiscreta pergunta?
Ele abaixa a calça, e Cris tapa os olhos.
— Pode olhar — sussurra ele.
Cris retira a mão que tapava seus olhos.
E ela vê.
O membro era comprido, grosso, e apresentava uma curvatura à direita uns cinco centímetro antes de atingir a cabeça rubra e lustrosa. Parecia que era como ele descrevia nos contos.
Cris não tem como não se mostrar surpresa, aquilo era inusitado para ela.
Não teve como não sentir um arrepio delicioso pelo corpo todo, além de um calor que percorre seus recantos mais escondidos, principalmente ali, em meio aquela selva de pêlos fartos e negros, e que agora começam a se umedecer...
— Fica tranqüila... não tem 28cm... tem 25...
Ela olha para ele. Como se 3cm fizessem alguma diferença, ou oferecessem algum “alívio” às pobres garotas com quem ele transava.
— Quer pegar? — pergunta ele, a voz lasciva.
Ela esfrega as mãos. Imaginara que ele tivesse mentido sobre o tamanho. Afinal, sabia que os homens usavam o tamanho do pau como auto-afirmação.
Pelo jeito, não era o caso de Rodrigo.
— Não sei, Rodrigo... — diz ela, receosa. Aquilo estava passando dos limites, mas algo a impulsionava a aceitar.
— Eu vejo nos teus olhos que você quer. Tem muita coisa reprimida dentro de você — diz ele.
Ela o olha, surpreendida. O que ele sabia sobre ela? Quem era ele para dizer aquilo?
— Tem sexo, muito sexo reprimido dentro de você, Cris — insiste ele.
Ela estremece quando ele pega sua mão esquerda e a conduz em direção àquele mastro.
Cris sente o calor daquele membro enorme e encurvado.
Aquele leve “defeito” parecia exercer ainda mais atração nela.
Sem ele pedir, ela começa a esfregar de leve, sentindo que o seu toque provoca nele um efeito devastador.
Rodrigo arqueia o corpo. Cris tem a mão suave, e aquela caricia o leva às nuvens.
Ele se volta para ela ainda mais, e procura a boca dela.
Se beijam com volúpia.
Cris aperta o pau de Rodrigo, que mal retém um gemido.
Sua mão se insinua entre suas coxas.
Ela, embora temerosa, permite, mas as cerra, prendendo a mão atrevida quase tocando a calcinha.
Cris tem a impressão que o pau de Rodrigo cresce ainda mais em sua delicada mãozinha.
— Fico imaginando tua boquinha nele... — sussurra ele.
Ela faz que não ouve.
— Em deliciosa Jujuba, você me encheu de tesão quando escreveu sobre um boquete dela no namorado... Caramba... aquele lance dela lamber o saco do cara...
Cris estremece mais uma vez. Aquilo era uma sugestão.
Ela pensa em sair correndo dali, mas algo mais forte a prende naquele sofá.
Aquele cara exerce um poder estranho sobre ela.
Sem sentir nem saber como, ela desce o rosto em direção ao colo do homem.
A cabeçorra lhe resvala nos lábios.
Rodrigo só falta urrar com aquele contato. Arqueia o corpo, o membro retesando-se mais do que nunca.
Cris entreabre os lábios. Sente o cheiro que emana daquele mastro. Cheiro de sedução, de luxúria...
Ela lhe tasca um beijo leve, depois desce os lábios por aquele tronco de carne e músculos, até os pentelhos. Sua delicada mão procura suas bolas.
Rodrigo arqueia o corpo, mais uma vez.
Aquela fêmea sabia como deixá-lo doido.
Cris olha para o rosto transtornado de Rodrigo. “Você quer isso?” parece perguntar.
Ela abre a boca ainda mais, e engole a cabeça.
Suga com força, parecendo querer extrair todas as energias dele.
Rodrigo geme, alto.
— hmmm... gostosa... onde aprendeu fazer isso?
Cris já tivera vários namorados. Não transara com todos. Transara com apenas dois deles, pois estava apaixonada nessas ocasiões.
Fizera sexo oral com o último. Mas fora algo rápido. Era uma curiosidade que ela cultivava, queria saber como o seu namorado reagiria ante aquela íntima caricia...
Seu namorado tivera uma ejaculação precoce, e Cris ficara frustrada... queria prolongar aquele momento, queria sentir-se a sedutora...
Era como sentia-se agora. Não sabia de onde, mas uma auto-confiança apoderara-se dela.
Com a mão, punhetava aquele mastro enorme, e com sua sequiosa boquinha, sugava gulosamente, levando Rodrigo à um estado de quase demência...
Cris, ela mesma, retira sua camiseta. Está sem sutiã. Seus seios médios saltam aos olhos admirados do homem.
Ela retira o membro teso da boca e o esfrega, lascivamente, nos dois seios rijos, cheios de viço juvenil...
Ela volta a lamber toda a extensão daquele pau que lateja de tão duro, e sua boca, finalmente, desce até o saco... ela o lambe ali, arrancando de Rodrigo mais um gemido...
Ela também geme, pois Rodrigo toca em cheio sua vulva por sobre a calcinha já totalmente ensopada...
— Deixa eu te tocar por baixo... — pede ele.
— Não... ainda não... — ela lhe nega, mas aquela voz tem o tom de uma doce e deliciosa promessa.
Ela lhe dá duas mordidas, uma em cada testículo.
Ela surpreende-se com a sua performance.
Nem ela sabia como estava fazendo aquilo tudo.
Sua boca sobre pela vara ardente de tesão, e mais uma vez, engole a cabeçorra.
Suga com avidez. Rodrigo fecha os olhos. Quase não resiste mais.
— Ahh, assim você me faz esporrar, tesuda... aaah...
Ela sai dele, mas continua punhetando.
Ela abre as coxas ainda mais, permitindo que ele esfregue sua buceta por cima da calcinha.
Ela fecha os olhos.
— Sabe que sonhei com esse momento? — diz ele.
— Eu também... imaginava isso enquanto me tocava...
— Tocava onde, gostosa...
— Me tocava... na bucetinha...
— Repete...
— Me tocava na bucetinha...
— Abria tua buceta, e pensava em mim?
— Sim, Rodrigo, abria ela todinha... e pensava que era você...
— Vai, deixa eu te tocar... vai...
— Só um pouquinho... por favor...
Ela deixa ele tirar a calcinha de lado.
A buceta de Cris está ensopada. Melada.
Ela emite um grito quando Rodrigo desliza seu dedo indicador para dentro, deliciosamente.
Ela começa a fazer um vai e vem no dedo do homem...
— Oh, gostoso... gostoso demais... ooh, Rodrigo..
— Quer... quer foder comigo?
— Quero... quero demais... mas, já está tarde.
Ele faz menção de que vai continuar, mas olha para aquela garota ali, linda, meiga...
Ele então se retrai... Parece que sua humanidade retorna.
Aquele lobo faminto e voraz dá vez aquele Rodrigo de antes, cortez, respeitador... Mas até quando?
Cris sai dele, ainda com os olhos naquele membro de dimensões inacreditáveis, ainda latejando de desejo...
Vê Rodrigo levar o dedo indicador às narinas, e aspirar como se fosse o aroma mais inebriante da face da terra... o cheiro, o aroma da sua buceta... Cris estremece, e sente o liquido escorrer abundante entre suas coxas.
Mas ela se veste rapidamente.
O lobo pode despertar a qualquer momento. E ai, sim, ela estaria perdida.
Sabia que seria devorada sem a menor complacência.
(CONTINUA)

Sobre este texto

Rodrigo

Autor:

Publicação:29 de outubro de 2013 22:50

Gênero literário:Depoimento erótico

Tema ou assunto:Casal

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Ainda não há estatísticas de leitura deste texto, pois ele foi publicado em 29/10/2013.

Comentários

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  • Cristine da Silva
    Postado porCrisem30 de outubro de 2013 00:38
    Cris é uma autora no História Erótica

    Cada toque seu, cada momento que passamos juntos, já fico novamente toda molhada só de lembrar...

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