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TRIANGULO INCESTUOSO - PARTE DOIS

TRIANGULO INCESTUOSO - PARTE DOIS
― vc quer mesmo?
― se vc tiver coragem... ha ha ha
― bem... tudo bem...
― ótimo... to curiosa pra ver como ficaria nas fotos...
Tom parecia estar num sonho.
Bebel ali, sugerindo que ele a fotografasse peladinha?
A voz da irmã o trouxe a realidade.
― Pronto?
Ela começou a soltar o sutiã, porém mantendo-o encobrindo os seios.
As mãos de Tom estavam trêmulas. Que situação inusitada, aquela.
Bel foi aos poucos soltando o sutiã. Um seio apareceu.
Era como Tom imaginava. Rijo, pontudo... parecia peitinho de menina adolescente, em pleno viço. O bico rosado, apontando para ele.
Ela sorri. E deixa o sutiã cair no colo.
Ela estava sentada, e agora oferecia ao rapaz uma visão completa daquelas duas peras maravilhosas. O sorriso nos lábios da moça é provocador.
Ele fazia um esforço para manter as mãos firmes. Clicava a cada movimento dela. Começou a mover-se em redor da cama, ela fazendo caras e bocas.
Ela então coloca-se de joelhos, no centro da cama.
― Tom... fica por trás ...
Ele obedeceu. O que ela pretendia?
Ela moveu a cabeça, espalhando a negra cabeleira ondulante.
Mais sensual impossível.
Para extremo espanto do rapaz, ela começou a descer a parte de baixo do biquíni.
Devagar, muito devagar...
Tom clicava, mas nem sabia se as fotos sairiam perfeitas...
Bebel tinha o poder absoluto naquele momento...
As mãos de Tom estavam suadas, trêmulas... suas pernas bambeavam...
Logo ele, Tom, o pegador, acostumado a traçar as meninas do bairro, da universidade...
Metade do bumbum de Bel estavam de fora...
Ela virou o rosto e sorriu para ele.
― Tom... vc está ai? ― brincou ela, como se soubesse do "nervosismo" dele.
Ela vira o rosto ainda mais.
E olha em direção a virilha do irmão. E sorri, satisfeita com o que vê.
Tom olhou-se a si mesmo, e viu o enorme intumescimento naquela área.
Mas vendo que Bel aprovava aquilo, foi em frente, fotografando a irmã, que agora descera a peça até a metade das coxas.
A bunda exuberante da irmã estava toda de fora.
Tom jamais vira algo mais maravilhoso.
― mano... agora quero que vc me fotografe de frente... ― pediu ela.
Tom engoliu em seco. Não saia uma palavra de sua boca.
Ela iria ficar de frente para ele. Iria expor sua nudez total...
― Tom!! Até parece que o gato comeu tua língua! kkkk
― tudo... bem... ― conseguiu dizer ele.
Ele foi contornando a cama, olhando para ela.
Bel parecia não ter nenhum pudor em se mostrar para ele.
Ele ganhou um pouco mais de confiança, e ficou em frente a ela.
E a olhou. Bebel sorria.
E Tom desceu o olhar do seu rosto para os seios... e dali para o ventre, e logo se fixaram na penugem negra, farta e reluzente daquele triângulo assombrosamente tentador.
― mano... eiii... Tomzinho.... acordaaaa! kkkk ― brincou ela, provocando.
Ele começou a clicar.
Ela deitou-se e retirou a peça pelos pés, ele registrando tudo.
Contornou a cama, ela fazendo as mais variadas poses, mas sempre mantendo as coxas juntas, evitando uma maior exposição.
Tom chegou a dar um close naquela vulva maravilhosa.
Bel olhava para a virilha do rapaz e sorria, cheia de malicia.
― Tom....!!! vc parece nervoso... kkkkk
Tom tentava manter o controle. Sabia que ela já havia percebido sua ereção.
Também, quem não ficaria naquela situação, tendo uma gata daquelas, nua a sua frente?
― Tom... agora, quero que vc fique aqui, bem na minha frente.. ― pediu ela, cheia de doçura na voz.
Ele obedeceu.
Ela então flexionou os joelhos, sentada no meio da cama, e apoiada nos dois braços.
Ela meneou a cabeça daquele jeito provocante. Tom esperou.
Ela olhou para ele, e ele posicionou a câmera. O que ela pretendia?
Para deleite do rapaz, ela começou a abrir as coxas...
Tom não acreditou. Era bom demais para ser verdade...
Ela foi abrindo, devagar, muito devagar... os olhos cheios de malicia...
Tom viu os fartos pêlos aparecerem....
Ela abriu um pouco mais... e ele pode vislumbrar, em meio aquela selva negra de pêlos sedosos, embora um pouco timidamente, a flor rubra...
Tom engoliu em seco.
Nisso, ouviu-se o ronco de um motor, que parecia estacionar em frente a casa.
― Credo... Tommm!! É o Osmar!!!! ― assustou-se ela, e num salto, procurou o biquíni.
Tom não sabia o que fazer.
― Tom... esconde a câmera.... esconde, rápido!
Bel rapidamente se vestira...
― Tom... Espere lá na sala, ele logo vai entrar em casa....
Tom foi até a sala, e lá ficou, o coração querendo sair pela boca. Que situação.
Osmar logo entrou na sala, e sorriu ao ver Tom.
― E ai, cunhado... que bons ventos o trazem?
― Oi, Os...mar.... a Bel me chamou para aquela torta...
― Cara... tá todo mundo virando fã daquela torta... rsss
Bel entrou na sala, vestida num jeans. Abraçou o marido, beijando-o.
Piscou para Tom, ao mesmo tempo em que sorria debochada diante do nervosismo do irmão.
― Mano... vou embrulhar um pedaço da torta, e vc leva pra mãe, tá?
Tom concordou.

Pouco depois, ele estava em casa, no seu quarto, pensando no que acontecera.
Que loucura! O que foi aquilo? Ele mal acreditara.
Só então olhou para a câmera. Trancou a porta, e descarregou as fotos no seu notebook.
E foi aos poucos revendo os momentos que passara na casa de Bel.
Seu membro doia dentro da calça ao ver as ultimas fotos.
Bel abrindo as coxas para ele. Bebel, toda nua...

Silvia estava com Paula, saindo do ginásio. Passaram pelo zelador.
Paula olhou feio pro homem. Este correu os olhos lascivamente pelo corpo da jovem.
― Esse nojento parece comer a gente com os olhos... ― disse ela.
― Coitado do cara... ― disse Silvia.
― Não sei não, mas uma coisa que sei é quando querem alguma coisa comigo... saco pelo olhar...
― Convencida....
Nisso, tocou o celular de Silvia. Ela atende.
Era, para seu infortúnio, Bebel.
― O que vc quer? ― perguntou ela.
― ...
― e o que eu tenho com isso?
― ...
― bel, vai se catar, vai! Vc não tem vergonha na cara de fazer isso?
― ...
― artística, uma ova... Parece coisa de vadia... olha, não me liga mais...
E Silvia desligou o celular.
Paula não se cabia de curiosidade.
― Era a mocréia... Imagina só, me liga pra falar que o Tom acabara de sair da casa dela, que ele a fotografou de biquíni... que ele adorou fazer aquilo. Ah, e que foram fotos artísticas... que vaca!!
― Caramba, ela tá pegando pesado... ― disse Paula.
― Quer saber? Eu vou largar de mão...
― pra mocréia rir de vc? Vai desistir?
―ah, eu odeio ela...
―, pois se vingue dela... Faça ela provar do próprio veneno...
― e como?
― vamos prosseguir com nosso plano... é só vc fazer exatamente o que vou sugerir...

Naquela noite, Tom estava no quarto.
E acabara de olhar pela enésima vez as fotos de Bebel. Seu celular toca.
Era Bebel.
― Oi, mano... tudo bem? ― a voz dela soava maviosa, cheia de doçura.
― Oi, Bel... acabei de ver tuas fotos...
― Oh, Tom... que azar.... o Osmar tinha que chegar justo naquela hora?
― pois é...
― fiquei com peninha de vc... ficou todo assustado... rsss
― fiquei mesmo...
― mas ele nem desconfiou... e ai, gostou das fotos?
― demais....!!
― to louca pra ver...
― bem, posso te levar ai...
― não! Melhor, eu passo ai amanhã de manhã, certo?
― combinado...
― ah, que raiva do Osmar... atrapalhou a gente...
― tudo bem...
― logo quando eu tava me soltando mais... rssss
― eu sei...
― senti por vc... vc parecia estar gostando muito...
― percebeu?
― nossa! e como!!! rsss... senti que vc estava gostando muito....
― estava mesmo...
― mano, amanhã me espere, certo?
― certo...
― sei que ninguém fica em casa nessa hora... tchau!

Mais tarde, Tom ouviu toques na porta do seu quarto.
Abriu a porta, e deu com Silvia.
― Oi, esquecido... !
― Si... caramba, acabei esquecendo de vc... trouxe o material?
― Tava fazendo algo excepcional para esquecer de mim? ― sorriu ela.
― nada de mais... – disse ele.
Só então reparou nos trajes da irmã.
Silvia usava uma camisolinha rosa, tecido fino, e curto.
Tom engoliu em seco, era muita emoção só praquele dia.
Silvia sentou-se na cama, cruzando as pernas. As coxas ficaram mais expostas ainda.
Tom disfarçou, olhando para os lados, ela percebendo seu constrangimento.
Ela coloca a mão nos lábios, sorrindo.
Tom atendeu a irmã, folheando o material que ela levara. Esta fez várias anotações, mas sempre percebendo que o olhar do irmão as vezes se fixava nas suas tentadoras coxas.
Enquanto ele falava, ela tomou uma atitude carinhosa com ele: acariciou os cabelos negros do rapaz que lhe caiam a testa.
Por várias vezes, ela mudava a posição das pernas, reparando que o irmão olhava com admiração cada movimento seu.
Uma hora depois, Silvia levantou-se, fazendo menção de ir para o seu quarto.
― Mano... obrigada... vc me quebrou um galho....
― bem... sempre que precisar...
― vou precisar sim...
― olha... não estude tanto... vc precisa sair mais...
― ah, lá vem vc com aquele papo que tenho que namorar...
― bem... até concordo com vc... e o Beto?
― é uma graça, até penso em dar uma chance pra ele...
― ele é legal... mas acho que... bem, é mauricinho demais...
― tá... e quem eu deveria namorar então?
― bem, alguém mais... mais...
― alguém tipo ... tipo você? rsss
― eu? Bem... e por que não? O que vc tem contra tipos como eu?
― nada.... só que tipos como vc são galinhas demais... rsss
― nada a ver... intriga da oposição...
― ah, Tom... pra cima de mim!!!???
Tom olhou-a de cima para baixo.
Silvia sentiu-se um tanto incomodada com aquele olhar.
― Bem, já vi que alguém como eu não teria chances com vc...
― bem... – diz a bela moça – quem sabe até tenha...
― é mesmo? ― os olhos de Tom viam alguma possibilidade por ali, que nem ele tinha noção do que era.
― de repente, se o carinha se comporta direito, for sincero... até teria chances...
― mesmo?
― vc por exemplo, se quisesse uma garota parecida comigo, teria que... parar de tirar fotos por ai...
― ah... como vc ficou sabendo?
― a Bebel é linguaruda... ela mesma me ligou dizendo...
― foram apenas algumas fotos...
― eu sei... de biquíni... que lindo!!
― vcs precisam parar de brigar entre si... vcs são irmãs...
― tudo bem... eu nem ligo mais pra ela...
― que bom...
― mano, preciso ir dormir... tchau...
Ela saiu pela porta, sentindo o olhar do rapaz nas suas costas.
Já no seu quarto, Silvia deitou-se na cama, ligando para Paula em seguida.
― Paulinha... fiz o que vc mandou...
― e então? – perguntou a amiga do outro lado da linha.
― olha... vc tinha razão, ele ficou olhando para mim, meio disfarçado... ele deu entrada e eu toquei sobre o assunto de namoro... sutilmente sugeri que ele teria que se comportar mais, parar de tirar fotos... ele ficou todo atrapalhado... mas tudo ficou meio subjetivo, entende? Como vc queria...

Sete horas da manhã. O relógio marcava esse horário quando Tom acordou com as leves batidas na sua porta. Ele dormia como sempre com um calção, e nem se preocupou em abrir a porta.
Alí estava Isabel, sorriso encantador nos lábios.
― Bel... – exclamou o rapaz.
― eu não te disse que vinha? – ela olhou em volta, e entrou no quarto.
Ela olhou por todo o quarto.
― mano... que bagunça... qualquer dia eu venho arrumar isto aqui...
― espere um pouco só... vou até o banheiro. – pediu o rapaz.
Logo ele voltou.
Ela estava sentada na cama, olhando uma revista em quadrinhos.
― Ninguém está em casa, mano?
― nesta hora, todo mundo sai... – confirmou ele.
― ainda assustado por ontem?
― não... mas foi por pouco...
― que hora do Osmar chegar... fiquei com tanta raiva...
― imagino...
― vai... me mostra as fotos... to louca de vontade de ver...
Tom ligou o notebook e logo começou a repassar o arquivo com as fotos.
A medida que ia vendo as fotos, Bel se entusiasmava...
― Tom... vc acha que fiquei legal?
― acho... ficou bom demais...
― hmmm... fala porque é meu mano...
― juro que é verdade...
Bel então chegou nas ultimas fotos. Nas em que ela aparecia nua.
― hmmm... estas fotos... – ela olhou para ele com malicia.
Tom sorriu.
― esta aqui... vc estava com a mão tremendo... ah, Tom...!
Era a foto de um close. Um close da vulva da sua bela irmã.
― pena que saiu tremida... – disse Tom.
― é mesmo? – ela olhou pra ele.
― sim... ficaria ótima.
― ah... fico com dó de vc...
― tudo bem...
Ela se levanta. Olha o relógio.
― mano, papai e mamãe costumam demorar?
― sim... ― diz Tom, percebendo algo no olhar da moça.
― vc está com tua câmera ai?
Ele apontou sobre a mesa.
Ela então sentou-se na cama, e levantou o vestido, para extrema surpresa do rapaz.
Ela não usava sutiã, ficando só de calcinha.
― Tom... quer continuar de onde paramos ontem? – convidou ela.
Ele pegou a câmera. Sua mão começou a suar.
Seu membro saltou dentro do calção, não passando despercebido da sua irmã, que notou o enorme intumescimento. Ela sorri, marota.
― onde paramos mesmo? – perguntou ela. – ah, lembrei...
Ato continuo, ela começou a descer a calcinha creme, ali, a sua frente.
Tom abriu os olhos, não crendo no que via. Ficou parado, sem ação, apenas olhando.
Ela desceu a peça pelas pernas, com graça, em movimentos provocantes.
Ela então deita-se sobre a cama, exibindo-se para o irmão.
― Tom...! vai me fotografar ou não?
Tom levantou a câmera. E começou a fotografar a irmã.
A exemplo do dia anterior, ela fez várias poses.
Depois, ela sentou-se na beira da cama.
As pernas, flexionadas, segura pelos braços, juntas.
― hoje... o Osmar não vai nos interromper.. ― diz ela, com a voz embargada.
E então ela, apoiada nos cotovelos, se recosta, as pernas ainda flexionadas.
E, lentamente, vai abrindo... Tom posiciona a câmera. Clica pausadamente.
Cada clique é algo mais que ela vai revelando ao afortunado rapaz.
Tom vê a penugem negra, farta, rebelde, surgir na sua lente. Ela continua aquele abrir despudorado, o sorriso malicioso no canto dos lábios...
Bel fixa o olhar na virilha do rapaz, como para ver aonde ocorre a maior reação.
Bel se abre mais, e já oferece uma visão absurdamente total da sua vulva ao irmão.
― Tom... tá bom assim? – pergunta ela, a voz adocicada.
― tá... tá... ― gagueja o rapaz, que clica sem parar.
Bebel abre as coxas até onde dá.
Tom olha a flor rubra da irmã se abrir diante dos seus estupefatos olhos.
Os lábios vaginais, antes colados, se descolam, revelando a gruta vermelha em meio aquela selva negra de pêlos.
― Tom... quer ver mais de perto? Chega mais perto... ― pede ela.
Tom se aproxima. Parece hipnotizado.
A flor do pecado se abrindo pra ele, como se o convidasse.
Bebel ri do nervosismo do irmão.
― Tom... veja como vc está... nossa!! – diz ela, olhando para o calção inchado. ― deixa eu ver?...
Ela estende a mão, tocando o membro duríssimo sob o calção.
― Credo, Tom...! ficou assim por minha causa?
― Eu...
― Nossa...! parece enorme... queria ver.... posso?
Ela abaixa o calção do irmão e ela se assusta quando um pênis enorme salta para fora, retesando-se.
― Tom..!!! Credooo!!! O QUE É ISSO? ― exclama a bela, realmente surpresa.
Ela começa a alisar o membro do rapaz, que sente-se nas nuvens.
― hmmm... Todo duro por minha causa.... ooh...
Tom não tira os olhos do meio das coxas da irmã... percebe os pêlos lustrosos, úmidos...
Bel está intensamente excitada. Como ele.
― Oh, Tom... sinto que vc gosta de mim... muito...ooh...
― Sim... gosto... muito...
― vc quer tua mana, quer? Diz... diz...
― quero... quero demais...
― quer fazer com tua irmã? Quer fazer gostoso com tua mana, quer?
― quero.... muito...
― ooh, Tom... eu deixo... eu deixo...
Bel solta ele, se arrasta até o meio da cama, e se abre para ele.
Tom não espera mais. Vai até ela, e ela o recebe.
Se abre toda para aquele membro gigantesco que parece ter vida própria.
Tom quase urra quando penetra fundo em Bebel.
Entra rasgando, dilacerando a carne daquela gruta deliciosa e apertadíssima.

Sobre este texto

Rodrigo

Autor:

Publicação:10 de setembro de 2013 14:52

Gênero literário:Contos eróticos

Tema ou assunto:Jovens

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Ainda não há estatísticas de leitura deste texto, pois ele foi publicado em 10/09/2013.

Comentários

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  • sidinei
    Postado porsidineiem27 de agosto de 2015 14:31

    O conto além de erótico, tb é um ótimo suspense. Parabéns!

  • andre
    Postado porandreem12 de setembro de 2013 21:54

    rodrigo sou seu fã de outros sites. quando vc vai terminar o conto ferias de lola? para mim, apesar de nao ter lido o final, ele e o melhor de todos

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