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TRIANGULO INCESTUOSO - PARTE TRÊS

TRIANGULO INCESTUOSO - PARTE TRÊS
― oooh, Tooomm... oooh... ― geme Bel.
Aquele gemido tem razão de ser. Ela sente-se totalmente invadida, preenchida por aquela tora de carne, nervos e músculos.
Tom faz uma pausa só para olhar a expressão de Bel. Ela está de olhos cerrados, os lábios entreabertos: a pura expressão do prazer desmedido, o pecado feito mulher...

Silvia estava com Paula naquele momento.
― então, vc acha que ele vai querer? ― indagava Paula.
― olha, eu senti que ele insinuou algo, e eu provoquei, claro. Mas, menina, só depois fiquei pensando nessa loucura toda... é muita piração...
― tem razão mas vc vai em frente, não? Lógico que tem um limite...
― claro que sei, mas tenho tanta raiva da Bel que eu vou em frente, sim. Não vou desistir...
― sabe o que mais? Esse jogo tá um barato! tá divertido demais... kkkk
― claro, não é vc que tem se insinuar pra o próprio irmão... besta!!
― ah ah ah... acho que isso vai dar muita coisa ainda... rsss
― bem, eu vou continuar com nosso plano... O que quer que eu faça hoje?
― bem... ― disse Paula, parando de rir. ― hoje vc vai... etc... etc...

Bebel estava sobre Tom naquele momento. Movia seu corpo suavemente, arqueando o corpo de modo que o membro ficasse metade de fora. Depois, olhos fixos nos dele, boca lascivamente entreaberta, descia as ancas devagar, deixando-se penetrar aos poucos.
Ela se deleitava ante a reação do irmão... Este estava simplesmente exasperado de tesão.
― safadinho... mano safadinho... fazendo com a mana.... hmmmm.... ― sussurrava ela, a voz embargada de prazer.
Ela, cruel, estendeu aquele ritual o mais que pode...
Por vezes, Tom sentia o corpo dela entrar em convulsão.
Sabia que ela estava gozando naqueles momentos... Gozo que durava mais que o normal. Nessas horas, ela pronunciava o nome dele, emitindo um sibilo entre os lábios, e seus movimentos se acentuavam mais.
― oooh... Tom....Tooomm...! vem... vem... oooh!
Tom não suportava mais. Estava prestes a explodir. Girou o corpo e ficou sobre ela.
― tesuda... ― exclamou. ― vou te comer... te comer como nunca ninguém te comeu ainda... aaah...
― ooh... faz... faz... meu amor .... meu amor....oooh!
Os movimentos de vai e vem de Tom eram fortes. Ele entrava e saia dela com força.
Bel trava as pernas às suas costas, prendendo-o.
Tom sentia o coração da irmã acelerar, já que o trouxe para si.
Sentiu os seios da bela espetarem seu tórax.
Aquela gruta, sequiosa, parecia sugar seu membro para mais fundo, cada vez mais fundo.
― oohh... Tom... sou tua....aah, sou tua.... toda tua....aaah...
― aaah.. vou ... vou gozar....aaah..
― oooh.. vem.... maninho.....oooh, vem....
― Bel... Bel... vou... esporrar.... oooooh!!
Tom se acaba dentro da irmã.
Esta se aperta toda nele, como se quisesse que o rapaz se fundisse no seu delicioso corpo.
Pouco depois, Bel se vestia, sob o olhar do irmão. Este, ainda nu na cama, alisava o próprio membro.
― Pára com isso... ― pedia ela. ― tá com vontade da mana ainda?
― muito... ― disse ele, olhando ela calçando as sandálias.
― a Si e a mãe devem estar chegando.
― ainda não... ― disse ele.
Ela, já vestida, deita-se ao seu lado.
― ah, eu ficaria o dia todo aqui, com vc...
― então fica... ― disse ele, deixando ela pegar seu membro, e começar a alisar.
― Tom... como é grande... não sabia que tinha um deste tamanho...
― gostou dele?
― hmmm... me deixou toda ardida... rsss
― vc é toda gostosa...
― vc também... adorei transar com vc...
― quando a gente se vê de novo?
― hmmm... antes preciso que vc me prometa uma coisa...
― diga...
― promete nunca dar mole pra Silvia...
― lá vem ela...
Ela apertou a cabeça do membro do irmão. De leve, arrancando um quase gemido dele.
― Promete... e eu serei tua... toda tua... a hora que vc quiser...
― hmmm... eu vejo a Silvia como minha irmã... nada além disso...
― Se vc sentiu tesão por mim, pode sentir por ela...
― ah, assim vc acaba comigo... ― disse ele, não suportando mais aquela caricia.
― promete? ― insistia ela.
― prometo não dar mole... eu nem penso nela como penso em vc...
― tudo bem, gostei... vou ficar mais tranqüila... aquela moleca se acha...
― vcs deviam parar de brigar...
Ela larga o membro do rapaz, e se coloca de pé.
― Ela devia se casar e ir embora desta cidade...
Ela se dirige a porta.
Tom se levanta. A abraça por trás.
― vc me deixa todo aceso... e quer ir embora assim? ― diz ele, apertando seus seios.
― oh, Tom... eu preciso...
Tom levanta seu vestido. Abaixa sua calcinha.
Bel sente o membro quente do irmão nas coxas.
― Mana.... empina tua bunda... vai, empina pra mim, gostosa
Tom estava alucinado de tesão.
Bel faz o que ele pede. Tom a aperta na parede.
Ela arrebita o bumbum o mais que pode. Tom se ajeita por trás, e faz um movimento brusco.
Bel quase grita.
― ooohh...!
Tom inicia um vai e vem alucinado. Bel sente sua gruta ser novamente dilacerada pelo potente membro do seu irmão.
― Toom... oh, Tom... faz... faz gostoso.. faz, meu amor... ooh!


Após o almoço naquele dia, Tom foi ao seu quarto, como de costume.
Sua cabeça estava povoada das cenas daquela manhã alucinante com Bebel.
Ela ligara logo após chegar em casa, e ficara provocando-o pelo celular.
Tom teve que se masturbar. Bel sorria ao fone enquanto o rapaz se acabava.
Agora ele estava ali, deitado, a imagem de Bebel se despindo para ele, Bebel se abrindo toda, Bebel sendo possuída por ele...
A porta se abre, e Silvia entra. Tom se recompôs rapidamente, ocultando com o travesseiro o calção inchado.
― Oi, Mano, trouxe a sobremesa.. ― disse a garota.
Tom olhou para a irmã, que usava uma blusinha clara, e um shortinho. Curto, por sinal. Tom desviou o olhar ainda febril de excitação.
― Obrigado... quanta gentileza... ― brincou ele.
― bem, vc me ajudou ontem, to retribuindo...
Ele provou a sobremesa até o final.
― Sabe, mana, tava pensando no nosso papo ontem... vc tem razão, eu não sou muito confiável..
Silvia se enterneceu com aquilo.
― Ah, mano, não seja bobo, eu acho que peguei pesado... vc é legal...
― vc acha mesmo? vc disse que sou ... galinha... rsss
― falei por falar... acho que qualquer garota ficaria feliz em namorar vc...
― vc acha mesmo?
― tenho certeza... juro ― disse ela, sentando-se perto dele.
Ele olhou para aquelas belas coxas.
― e vc, teria coragem de namorar alguém como eu?
Ela olhou para baixo, pensou um pouco.
― bem, acho que teria sim... vc não é tão feio assim... rsss
― engraçadinha...
― sério! teria coragem sim... mas e as outras?
― bem... ― diz ele, entrando naquele jogo. ― eu deixaria todas por vc...
― não acredito! faria isso mesmo?
― com certeza... Faria isso e muito mais...
― ah, mano, ainda bem que é de brincadeira, senão eu ficaria bem tentadinha a aceitar...
Ela se levanta. E Tom a olha de cima para baixo. Silvia sente seu olhar.
― sério? ― diz ele, incrédulo. ― ficaria tentada?
― sim... mas...
― vc namoraria comigo?
― com vc, não sei, não... Com alguém como vc... quem sabe...
― e se fosse eu?
― bem, esse é um pedido? Uma paquera? rsss ― provocou ela, ciente do rumo meio surreal que aquele diálogo tomava.
― e se for?
― bem... eu precisaria pensar... e bastante... rsss
― eu vou esperar... ― diz ele.
Ela abre a porta. E se volta para ele.
― olha que pode ser por muito tempo.... rsss... vc pode se cansar...
― não vou cansar...
― ah, mano... vc não existe.... tchau... rssss
Ela saiu e fechou a porta.
Tom se atirou na cama.
Que diálogo louco era aquele? Ele estava perdendo a racionalidade?

No seu quarto, Silvia liga para Paula.
― Paulinhaa!! vc não vai acreditar....!
― A Bebel sofreu um acidente?
― Não!! O Tom... ele ... praticamente me pediu... em namoro!!!

Hora do chuveiro após o treino.
Silvia e Paula se despiam. Olhos ávidos e febris acompanhavam aquele desfile de corpos nús, cheios de viço juvenil, se movimentando de um lado a outro.
Silvia começara a descer a calcinha, e aqueles olhos se fixaram naquele corpo de sonhos.
― uau...! Essa é gostosa demais...! ― sussurrou o tarado. ― que corpão....! Que coxas... tesuda... aah....!
Silvia estava de costas para aquele atormentado "espectador".
― isso... tira... tira a calcinha... gostosa... aah.... tira a calcinha... ― torcia ele.
Silvia, no entanto, foi encoberta por outra colega, já nua.
― sai dai... .saia dai...!!! ― sussurrava o canalha.
Mas a garota ficou ali, e ele não pode ver Silvia toda nua. Via apenas partes daquele corpo tentador... ele quase enlouqueceu naquela expectativa.
Nisso, ele ouviu toques na porta, e se apressou em fechar o buraco e sair dali rapidamente.
Já no portão, Silvia e Paula passaram por ele.
― esse cara me dá arrepios.. ― dizia Paula. ― olha só pra ele, parece nos comer com os olhos...
― ele só tem olhos para vc.. rssss... ― brincou Silvia. ― ele tá e apaixonado por vc...
Paula fez cara de nojo. Já Silvia, olhou para o zelador, e acenou.
O homem quase cai duro. Ainda há pouco a vira nuazinha.

Silvia chegou em casa, e, para sua surpresa, encontra Bebel saindo, apressadamente.
― oi... Si.. ― disse ela, meio sem jeito.
― o que vc está fazendo aqui? ― perguntou Silvia.
― uai... esta é a casa de meus pais, não? ― disse Bel, olhando firme para a irmã.
― tudo bem ― Silvia procurou controlar-se. ― e ai... tudo bem?
― tudo... os velhos não estavam,... então, aproveitei e coloquei o papo em dia com o Tom.
― ah... claro...
― por que a ironia?
― nada a ver... tá tudo bem...
― vc devia é dar mais atenção ao Beto...
― e vc ao teu marido...
― o que vc quer dizer?
― não... nada... nadinha
― por que vc me odeia tanto, Si?
― eu?? vc é que me odeia...
― só porque o Tom me dá mais atenção...
― boba... ele me enche de atenção quando nos vemos...
― mentira...
― é verdade... a gente costuma ficar horas e horas juntos... conversando...
― vc só diz isso pra me irritar...
― e tem mais... vc não mora aqui, nem fica sabendo de nada... idiota!!
― idiota é vc... vc precisa é se casar... tá precisando de homem...
― ah... e quem disse que eu não tenho?
― e quem é? me diz quem é...
― não... não é da sua conta... tchau... vai pra casa... vai...
― besta...!!
― idiota... !!

Logo depois, Silvia relatava a Paula seu "diálogo" com a irmã.
― Vc só não precisa irritar ela... ai ela vai aprontar cada vez mais.... tente se controlar... ― aconselhou Paula.

No seu quarto, Tom, alheio a discussão que ocorrera lá fora, pensava nas duas horas que transara com Bebel, naquela tarde, aproveitando que seus pais e Silvia haviam saído.
Fora uma tarde de transa quente, ininterrupta.
Bebel parecia insaciável, e Tom, idem.
― mano... desse jeito, vou viver andando de pernas abertas... ― ela provocou, referindo-se a intensidade com que ele a penetrava e pelo tamanho descomunal do seu membro.
Tom tomou uma ducha. E depois dormiu. Acordou mais tarde, suado.
Tava fazendo muito calor. Sentiu sede e saiu até a cozinha.
Bebeu um copo de água, e ia sair, quando vê Silvia entrando na porta.
― oh! que susto... ! ― disse a moça.
Tom parou onde estava. Seus olhos se fixaram na belíssima irmã, que estava estava usando uma camisolinha curtíssima, preta, tecido fino...
― mano, tava com muita sede... que calor!!
― quer água? ― disse ele, enchendo o copo. Ela aceitou.
Os olhos dele percorriam o corpo delicioso da moça.
― que coincidência sentirmos sede na mesma hora... ― observou ela.
― é mesmo... uma bela coincidência...
Ela sorriu, olhando rapidamente para ele, que estava apenas de calção.
Ela agradeceu e estendeu o copo para ele.
― bem... vou voltar pra cama... ― disse ela.
― es.. espere... ― pediu ele.
― sim...? ― ela voltou-se.
― é que... como anda os estudos? ― perguntou ele, meio sem jeito.
― legal... e vc?
― bem... vc tem visto o Beto?
― as vezes, nos treinos... ele costuma ir nos ver...
― tá namorando ele?
― não... claro que não... somos amigos...
― é que... ― ele parecia indeciso.
Ela sorriu.
― Mano... ― começou ela. ― se é sobre o nosso papo de ontem... eu... hum... to pensando... ta?
― tá mesmo?
― tô... eu te prometi que ia pensar...
― que bom...
― é só isso?
― é que... ― ele olhou para ela de cima para baixo. ― vc... vc está linda ....
― hmmm... obrigada, mas se soubesse que vc estava aqui, vestiria um roupão...
― por que?
― porque este é muito curto... tá vendo? to me sentindo pelada... rsss
― nada a ver... ficou bem em vc...
― ainda bem que vc é meu irmão... não tem maldade...
Tom sorriu. Olhou aquela delicia dos pés a cabeça.
Ela ficou parada ali, como se esperasse ele olhar tudo, com um sorriso nos lábios.
― bem... boa noite... ― disse ela.
Ele respondeu. Ela se voltou e foi em direção a porta.
A camisola era tão curta, que as nádegas salientes apareciam. Tom se deliciou com aquela visão.
Silvia se voltou para ele na porta e disse.
― e vc... prometeu se comportar, hein?
Ele sorriu.
― eu to me comportando.
Ela fez cara feia e foi embora.
Logo Silvia ligava para Paula.
― sua doida! ― reclamou esta. ― me acordando esta hora?
― escuta só: eu ví meu irmão indo pra cozinha, ai vesti uma camisolinha que tenho... e fui até lá, como se não soubesse que ele estava lá... rsss
― e ai? o que rolou?
― só um papo...
― e ele olhou pra vc de que jeito?
― olhou de um jeito... todo cheio de atenção comigo...
― de que jeito?
― sei lá... de um jeito como se estivesse surpreso e gostando do que estava vendo...
― convencida... !!!
― ele lembrou da minha promessa .... eu disse que tava pensando...
― legal, vai enrolando, vai envolvendo ele... vc tá fazendo certo...
― ok, sua dorminhoca. Vou deixar vc agora.

No seu quarto, Tom ainda não dormira.
Pensava em Silvia. Como ela era linda. E atraente.
E que corpo ela tinha, vestida naquela camisola, aquelas coxas... ele admitiu jamais ter visto coxas mais lindas do que aquelas...
― caramba... ― sussurrou. ― será que ela está me fazendo de bobo com a minha proposta de namoro?
Ele sorriu ao lembrar-se disso.
Era loucura aquilo, mas ela aceitou o jogo. Como acabaria isso tudo?

Os dias foram se passando. Tom e Silvia pouco se cruzaram, e quando acontecia, era de passagem.
Mas Silvia sempre procurava atrair a atenção do rapaz, seja sorrindo, ou olhando-o de forma diferente.
Por sua vez, sentia sobre si o olhar cheio de admiração do rapaz.
Era época de provas e ela era só correria e estudos.

Já Bebel recebia o rapaz quase todo dia.
Ela deixava o irmão se esbaldar no seu delicioso corpo.
Naquele momento, Tom gozava dentro dela.
Era um papai e mamãe dos mais quentes, e a moça tinha as pernas cruzadas e travadas às costas do rapaz.
Movia seu corpo, deixando-se penetrar fundo.
Ela gemia, pois tinha um dedo do rapaz enterrado no seu ânus.
― oooh, Toom.... oooh....
― mana... maninha... aaah... to esporrando.... to esporrandooo...aaaaaaaaaaaaaahh...!
Tom se esvaiu dentro daquela fêmea insaciável. Penetrou-a profundamente, e lá inundou aquela gruta quente e apetitosa, a irmã apertando-o contra si, desesperada de tesão.
Foram minutos de um intenso clímax, até o relax.
Tom caiu de lado, e ela, o corpo ainda se movendo num vai e vem suave, aconchegou-se a ele.
― oh, meu amor... me sinto toda tua... ― sussurrou.
Beijaram-se ardentemente.
Pouco depois, ele se vestia.
Estavam na casa dela, aproveitando-se da ausência de Osmar.
Ela permanecia na cama, nua.
― Mano, tá cada vez mais delicioso fazer com vc....
― sei... mas precisamos tomar cuidado...
― por que? acha que alguém desconfia?
― não sei... essa tua rixa com Silvia, pode ser perigoso...
― ah, ela é que me enche o saco... vive me provocando...
― temos que tomar cuidado... se alguém sequer desconfiar, imagine o escândalo..
― não vai acontecer... Ninguém vai ficar sabendo...
― sabe que é errado, não? ― disse o rapaz, olhando sério para ela.
Ela desconversou.
Começou a alisar as próprias coxas, e os pelos da sua vulva.
― vc me quer... me quer muito?
Ele ficou olhando.
― não me provoca.... sabe que sou tarado por vc...
― vc gosta da Silvia?
― como irmã...
― vc já sentiu vontade por ela?
― De que?
― De fodê-la...
― eu? nunca....!!
― olha lá... to de olho... rsss
Ela fica de bruços. Ela sabe como provocá-lo.
― vc gosta? ― pergunta ela.
― sim...
― sei que gosta... vive enfiando o dedo, quando a gente faz amor... rsss
Ela empina a bunda ainda mais.
Suas nádegas se abrem, revelando aquele orifício apertadíssimo.
― vc quer? quer muito? ― provoca ela, sabendo-se intensamente desejada.
― que... quero...
― não sei se vou aguentar... teu pau é grande demais...
Ele sente seu membro enlouquecer dentro da calça.
Ela o fita. E seu olhar revela o quanto ela tem de lascívia dentro de si.
― eu vou te dar gostoso... mas só se vc me prometer não falar mais com a Silvia...
Tom engoliu em seco, exasperado de tesão.

Naquela noite, Silvia estava em casa. Do seu quarto, viu quando o irmão foi para a sala.
Era mais uma noite quente naquela cidade. Seus pais dormiam.
Ela então vestiu uma lingerie azul claro, que consistia em uma blusinha leve e uma calça folgada, mais muito curta, de cetim.
Criou coragem, suspirou profundamente e foi até a sala.
Sem fazer barulho, ela foi detrás do irmão, que estava sentado no sofá.
Tapou seus olhos.
― adivinha quem é? ― perguntou.
― hmmm... a garota do tempo... rsss
― ah, vc me viu chegando...
― não.. mas senti teu perfume... ― disse ele, vendo a irmã sentar-se na outra extremidade do sofá.
Ele não pode parar de olhar para ela. Ela fazia de conta que aquele olhar cheio de admiração dele era algo normal. Não era.
― tá sem sono também? ― pergunta o rapaz.
― é... vi vc e resolvi vir bater um papo com meu maninho...
― hmmm... gostei....
― e ai... o que tem feito? ― pergunta ele, olhando aquelas pernas, aquelas coxas, aquele rosto suave...
― estudando muito...
― e o que mais?
― treinando...
― e o que mais...?
― ah, Tom... sei onde vc quer chegar... quer saber se estou pensando, não?
― adivinhou...
― seu bobo... estou pensando, sim... rsss
― e ai... quando vc vai me dar uma resposta?
― acho que logo... veja bem, eu tenho que pensar nas consequências...
― eu sei...
― se eu aceitar, como a gente vai fazer, tipo assim, se encontrar... essas coisas... ― ela não acredita estar travando aquele tipo de diálogo com o próprio irmão.
― aqui em casa mesmo... e em outros lugares, longe daqui...
― e se alguém nos ver? Descobrir, sei lá...
― a gente vai tomar cuidado...
― e as tuas namoradas?
― eu já terminei com todas...
― ah, muito bem... e a Bebel?
― prometo nem falar mais com ela... juro...
― hmmm... bem... ― ela se levanta, e fica de pé, diante dele.
Ela sabe que ele está olhando para ela, dos pés a cabeça.
― Me dá mais uma semana ― pediu ela.
― tudo bem... eu espero...
― mas nada de Bebel, hein? olha lá...
― juro...!
Ela se despediu dele, sorrindo. E saiu em direção ao seu quarto.



Daquele dia em diante, Tom começou a evitar Bebel.
Dizia que estava sendo muito arriscado continuarem fazendo sexo na casa dela e na dele.
Ela reclamava muito. Colocava a culpa em Silvia. Ele negava.

Silvia estava com Paula no refeitório do campus naquele dia.
― e ai...? o que eu falo pra ele?
― olha, o que combinamos...
― Esses dias vi a Bel entrar em casa, bater na porta do quarto do Tom.. e ele não abriu... e ele nem sabia que eu estava em casa...
― sinal que ele tá levando a sério a tua promessa...
― que loucura... como vamos sair dessa?
― olha, vai ter um jeito... fique calma...
― As vezes me dá uma pena do meu irmão... é uma sacanagem o que estamos fazendo com ele, mas minha raiva da Bel é maior...
― eu sei...
― hoje eu falo com ele... to tentando criar coragem pra isso.
― não tem jeito... vc vai ter que fazer isso...

Naquela tarde, Tom chegou em casa. Tomou uma ducha, vestiu um calção e se deitou.
Tava a seco fazia uma semana. Bel dera um tempo com os telefonemas, mas ainda insistia.
Ela se dizia apaixonada por ele.
Ele ficou sério. Aquilo era loucura... apaixonada por ele, seu próprio irmão.
Em que ele se metera?
Aquele triângulo era... incestuoso.
E Silvia...
“ah, Silvia, Silvinha, maninha linda... será que vc está pensando em mim agora?.. ah... como gosto de vc....!" ― delirava ele.
Nisso, dois toques na porta. Ele salta.
Será que Bebel teria coragem de ir até lá naquela hora?
Lembrou-se que seus pais não estavam em casa.
― quem é? ― perguntou.
― sou eu, Silvia...
Ele abriu a porta.
Silvia entrou, olhando em volta, sorrateira.
― queria falar com vc... ― disse ela.
Tom sentiu o coração bater mais forte.
Silvia usava um vestido curto. Estava linda, claro.
― Claro... ― gaguejou o rapaz.
Expectativa no ar.
Ela, de pé, ficou de costas para ele.
― Tom... o que quero te falar é que...
Ele engoliu em seco.
Ela, claro, veio lhe dizer que não queria nada com ele.
― o que quero te falar é....
Ele abaixou a cabeça.
Ela se volta para ele.
― que... aceito....
― a... aceita?
― é... aceito... aceito namorar com vc...

Sobre este texto

Rodrigo

Autor:

Publicação:16 de setembro de 2013 21:27

Gênero literário:Contos eróticos

Tema ou assunto:Jovens

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Comentários

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  • Odlavso pinto
    Postado pordycalcinhaem19 de setembro de 2013 01:08
    dycalcinha é um autor no História Erótica

    Eu queria ser a Bel....

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