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TRIANGULO INCESTUOSO - PARTE UM

TRIANGULO INCESTUOSO - PARTE UM
D. Diva, senhora de seus 44 anos, chama a filha Silvia, uma formosíssima garota de 19 anos.
― Filha, quero que saiba que comemoraremos o aniversário da tua irmã aqui em casa. Então, não quero problemas, tá ouvindo?
Silvia fez cara de revolta.
― Mãe..! Eu não posso acreditar no que estou ouvindo. Por que a mocréia não faz a festa na casa dela?
― filhinha, vc sabe que a casa dela está em reforma. E seria uma falta de consideração com o Osmar, que te adora.
Osmar era o genro de D. Diva, casado com sua filha Isabel, de 24 anos, irmã de Silvia.
― Mãe, eu não vou fazer nada, não vou trabalhar pra ela... sabe que não suporto ela, e nem ela me suporta.
― Tudo bem, filha... vc não vai precisar fazer nada, só quero a tua presença e a do Tom.
Tom era o outro filho de D. Diva, e acabava de chegar.
― ouvi direito? A festa da Belzinha vai ser aqui em casa?
― Sim, mas o senhor não vai se esbaldar na bebida como da ultima vez...
― pode deixar, mãezinha... vou beber só refrigerante... rsss ― disse isso e deu uma piscada para a irmã, que ainda estava aborrecida com a noticia.
Silvia e Isabel tinham um histórico de desentendimentos, desde crianças. Ambas disputavam tudo, com uma larga vantagem para Isabel, que era extremamente esperta, cheia de malícia, sem contar com sua extrema beleza, mesmo que neste quesito ela empatava com a irmã.
Silvia refugiou―se no seu quarto, e ligou para sua amiga Paula.
― quer dizer que a festa da mocréia vai ser na tua casa? legal!! ― dizia Paula.
― Legal por que, ó besta?
― Por que teremos, com certeza, um bafão... kkkk
― mui amiga, vc... devia ser solidária comigo... vai ser uma merda, essa festa, já vi tudo!
― calma... Veja pelo lado bom... o Beto vai ser convidado, com certeza...
Beto era um pretendente de Silvia.
― ah, lá vem vc... sabe que gosto dele como amigo...
― e dai? ele é louco por vc... o cara não se cabe mais de tesão por vc, miga...
― quer parar? o cara nem pensa desse jeito... ele é super legal...
― tá bom!! ele é um anjo... Só quer te beijar... rsss
― ah, esquece... vc não tem jeito... e, ai, vamos jogar hoje?

À tarde, a quadra de esportes tinha um publico razoável. Silvia e Paula jogavam no time feminino de handball da universidade.
Era só Silvia pegar na bola, e era assovios e gritos de "linda... gostosa, boazuda..." além de outros adjetivos impublicáveis.
Depois do jogo, suadas, as duas foram ao banheiro coletivo.
Paula e Silvia passaram pelo zelador da quadra, e este olhou―as demoradamente. Em seguida, este se enfiou em um dos cômodos anexo ao banheiro coletivo.
Trancou a porta, e posicionou―se num dos cantos da sala, tirou uma espécie de tampo de um buraco na parede e ali ficou a observar.
Um festival de mulher pelada começou a desfilar diante dos seus arregalados olhos. Corpos perfeitos, coxas grossas...
Belas e formosas ninfas rindo, conversando, banhando―se...
O zelador, aquela altura, já se masturbava compulsivamente.
Seus olhos se fixaram no corpo perfeito de uma delas: era Paula.
Seios pequenos, cintura fina, coxas grossas e uma vulva de pelos negros e agora molhados.
Ficou ali o tempo todo, até se esvair naquele gozo solitário.

As pessoas convidadas para a festa começaram a chegar na casa de D. Diva. Nem sinal de Isabel. Silvia e Paula estavam num canto, conversando. Tom estava com amigos, e "seo" Gilmar, marido de D. Diva, estava na churrasqueira.
Meia hora depois, um carro encostou e dele saiu um rapaz de mais ou menos 30 anos ― Osmar. E logo em seguida, uma mulher branca, rosto sorridente, olhos maliciosos e boca sensual... Isabel.
Silvia olhou―a com raiva.
Isabel passou por ela e disse:
― Oi Paulinha, oi maninha... Tudo bem? ― disse, meia irônica.
Silvia nem respondeu. Paula disse um "oi".
― Miga, aceite vc ou não, ela é "poderosa"...
― grande coisa... ela se acha, isso sim...
― calma... o Beto logo estará vindo..
Beto, um rapaz de 22 anos, logo chegou. Educado, cumprimentou a todos, e logo foi ficar junto a Silva e Paula. Esta logo saiu de perto, procurando deixar os dois a sós.
― e ai, estudando muito? ― perguntou o rapaz.
― iiih! .. demais!... e vc?
― fui passar uns dias no Rio. Foi legal..
― que bom... quer beber alguma coisa?
― uma cerveja... pode ser?
― vou buscar pra vc...
Silvia foi em direção ao freezer, onde Tom estava.
― Chegou o namoradinho...! ― brincou o rapaz.
― Que namorado... é apenas meu amigo...
― mas o cara... tá escrito na testa dele que tá a fim de vc...
― bobo... ah, mano, vou precisar de vc amanhã na...
Nisso, Isabel se aproxima. Tom olha a irmã, que o beija na face.
― Tomzinho, vc tá cada vez mais gato, meu irmão...!
― vc é que tá um pedaço...! E o Osmar, tá dando conta?
― Ah, sem comentários ― respondeu ela, com ar blasé.
Silvia mordeu―se de raiva.
Isabel era uma intrometida.
― e a mana aqui... olha só o Beto... Si, dá uma chance pro cara, pô..! ― brincou Tom.
― vcs só pensam nisso...! ― disse a moça, saindo de perto, levando a lata de cerveja para Beto.
― Que foi que deu nela? ― disse Isabel.
― Ah, ela tá estudando demais...
― não sei, mas ela implica comigo... vc sabe...
― nada a ver, mana... ela é assim mesmo... mas é legal..
― Tomzinho, preciso que vc me faça uma visita... preciso falar com vc...
― aconteceu alguma coisa?
Ela fica séria, de repente.
― Preciso falar com vc .. é sobre o Osmar.
― tudo bem, mana.. eu apareço lá nessa semana.
― vou te esperar... vou fazer aquela torta que vc gosta, combinado?
― legal... Segunda feira cedinho já vou estar lá...
Ela se afastou sorrindo. Tom pegou uma lata de cerveja e abriu.
Perto dali, Paula e Silvia conversavam.
― Miga, disfarça.. seja com ela é.. dissimulada...
― não sei ser assim... vc me conhece... sou autêntica...
― Pior... e ai...
― a sem vegonha... nem com meu irmão eu posso conversar... ela se mete.....grrrr...!
― ah ah ah... vc é divertida....
― uma ova... dá vontade de dar uns tapas nela...

A festa terminou tarde.
Paula foi embora, mas Isabel e Osmar permaneceram com os pais. Tom achou Silvia na sala.
― aquela tua amiga Paula... ela tem namorado?
― hmmm... tá a fim dela, é?
― bem... ela é um pedaço. Será que tenho chance?
― sei lá, chega junto... vc não é o Tomzinho gatinho da Bebelzinha?
― hmmm... tá com ciumes, é? rs.... a Isabel é legal, mana... Para com essa implicância...
― ela é que vive me irritando... odeio ela...
― bobagem... vcs são irmãs...
― larga de ser bobo... ela te enrola e vc cai que nem um patinho...
― Bem... tenta ser mais agradável com ela...
― fala isso pra ela...
― bem... vai me ajudar com a Paula?
― a Paula fica com o Vinicius, vc sabia?
― caraca... aquele engomadinho... bem, nem sempre se ganha...
― em todo caso, vou falar com ela...

É o que Silvia faz, quando encontra Paula.
― o que? Ele tá a fim de mim?
― Pois é...
― hmmm... sabia que ele vive me olhando, né? Ele é abusado... rsss
― e ai...
― sem chance... ele é galinha demais...
― desde quando vc ligou pra isso...?
― kkkk.. é verdade... pior que ouço alguns comentários sobre seu irmão, e bem picantes....
― tipo o que? ― quis saber Silvia.
― A Renatinha, do 3º, me contou que transou com ele várias vezes...e me revelou detalhes da anatomia do seu irmão...
― ah, não me interessa... ― diz Silvia.
― sabe o que ela disse do Tom?
― ah, Paula... !! ― reclamou a moça.
Mas Paula prosseguiu.
― Ela disse que a ferramenta do Tom... kkkk... deste tamanho... desta
grossura... ― e mostrou o pulso.
Silvia olhou, e mudou de assunto rapidamente.
Passaram―se vários dias.
Mas aqueles dias prometiam.

Após o treino daquele dia, Silvia e Paula saiam do Ginásio, conversando animadamente. As duas passam pelo zelador, que as olha de cima para baixo.
Paula percebe, olhando o homem com o rabo do olho.
― notou do jeito que o zelador nos olha?
― ele tá olhando é pra vc.. rsrsrsr ― diz Silvia.
― esse cara me dá arrepios...
― coitado! ele é educado...
― pode ser... mas sempre me olha como se me despisse...
― ihh... acho que vc anda tendo fantasias... ― brinca Silvia.
Silvia chega em casa. Toma uma ducha, veste uma blusinha e um shortinho, olha-se no espelho.
Ela tem que admitir que é dona de uma beleza incomum. 1,70 de pura formosura. Um corpo que atrai atenção por onde passa.
Nas partidas de handball de que participa, ela é alvo de todos os "elogios" da rapaziada das arquibancadas.
Ela sorri. Não é vaidosa, mas ultimamente, tem sentido uma vontade de se sentir mais bela e atraente ainda... mais por causa daquela disputa velada com a sua irmã...
Ela desce até a sala e encontra Tom.
― Oi, mano... ― cumprimenta ela.
― oi.. e ai, tem jogo hoje?
― acabamos de treinar... vc vai ver?
― é a tarde, não? Não vai dar...
― que pena... o que vc vai de fazer de tão importante?
― é que a Bebel pediu que eu fosse até a casa dela...
― a Bebel..? ― Silvia não disfarçou a incomodação.
― Ela disse para eu passar lá... e que faria aquela torta de maçã que eu...
― que vc adora! Que fofo...! torta de maçã...!
Tom percebeu a ironia da irmã. Não deveria ter falado, pensou.
― Mana... se der tempo, passo para ver vcs jogando...
― Não precisa... pode se empaturrar com a torta da mocréia...
― Mocréia...? a Bebel é linda, mana... rsss
― Ah.. quer saber? to nem ai praquela... tchau...
Silvia voltou para o quarto, enraivecida.
Tom ficou ali, sem entender o porque daquela animosidade.
A tarde, Silvia e Paula conversavam, um pouco antes do jogo. Silvia relatava a amiga o papo com o irmão.
― Vc precisa se controlar... não tem que mostrar que odeia sua irmã...
― Ela é que me odeia... grrr.... ah, odeio ela também....
― Mas me conta... qual é a boa noticia?
― Ah... adivinha...
― Sei... o concurso da Garota do Tempo.... vc ganhou?
― Sim...!!! Fui selecionada para o treinamento... rsss
― Miga!!! que legal...!! e pra quando?
― Daqui a dois meses vou ir até a capital. Será um estágio de seis meses, com salário.
― Si, nem acredito. Vou te ver na TV em frente aquele mapão... rsss
― Deixa só a mocréia saber disso... pedi pra mamãe não contar pra ninguém ainda...
― Vai ser um golpe duro pra ela... kkkk... só quero ver...
― E pior... pra ela é o fim eu ser o centro das atenções na família...rsss
Tom chegou a casa da irmã. Tocou a campainha e uma voz lá no fundo mandou ele entrar.
O rapaz atravessou a ampla sala, indo até os fundos. Bebel estava no quintal, cuidando das suas roseiras. Tom ficou de pé, perto dela.
― oie... mano, dá só um tempinho ― disse ela, agachada.
Bebel usava uma blusinha leve, um shortinho folgado, e tinha os cabelos negros prendidos num rabo de cavalo. Parecia ainda mais linda assim, leve, solta.
Pouco depois, ela servia um pedaço de torta ao irmão.
― E ai... o que vc tinha pra conversar comigo? ― perguntou ele, depois.
― Nem sei como te falar... é o Osmar...
― O que tem ele?
― Acho... que ele anda com outra...
― Bobagem... o cara é louco por vc...
― Será... acho que já foi...
― Olha... ele não parece, nem de longe, ser um cara sacana...
― Eu tb achava.. mas ele vive chegando tarde .... esses dias liguei pra empresa e me disseram que ele tinha vindo pra casa... mas ele apareceu aqui bem mais tarde...
― ah... nada a ver... o Osmar é gente fina...
― vc diz isso porque são amigos... mas eu to com a pulga atrás da orelha... acho que ele não gosta mais de mim...
Tom olha o belíssimo rosto da irmã. Os olhos estão tristes.
― Mana... dez entre dez caras desta cidade gostariam de ter uma mulher como vc... o Osmar é pirado por vc...
― ah, que bom ouvir isso... mas...
― Por que ele não gostaria mais de vc?
― sei lá... deve ter achado outra mais bonita...
― duvido que tenha alguém mais bonita que vc...
― ah, Tomzinho... vc diz isso porque é meu irmão querido... rssss
― Digo isso porque é verdade... onde ele acharia uma... gata como vc?
― hmmm.. que bom que me acha uma gata!
― o cara não seria idiota de largar vc...
― ah, ainda não te mostrei as fotos da nossa ultima viagem à praia?
― não..
― peraí... vou te mostrar...
Ela se levanta do sofá e vai até uma cômoda. Tom fica olhando ela se movimentar.
Era uma mulher lindíssima, e Tom sabia o que ela provocava nos homens.
Seus amigos costumavam irritá-lo com brincadeiras citando suas duas irmãs, dizendo que eram as mais gostosas da cidade.
Bebel voltou com uma pilha de fotos, e as passou a Tom.
Nelas aparecia o casal em vários locais do litoral. Numa seqüência delas, aparecia Bebel só de biquini num quarto.
― ah... essas foram antes de descermos até a praia... o Osmar me fotografou...
Tom ficou olhando por vários minutos aquelas fotos. Realmente o Osmar seria um idiota se procurasse outra mulher. Bebel era formosa demais.
Tom reparou no corpo da irmã naquelas fotos. As pernas e coxas grossas... um pedaço de mau caminho feito mulher. Tom sorriu.
― é... o Osmar é um felizardo... rsss
― hmmm.. isso é um elogio, é?
― claro... vc poderia ser atriz, modelo, e arrasaria...
―ah, diz isso só pra levantar minha moral...
― falo sério... um profissional tirando suas fotos... vc arrasaria... ― repetiu ele.
― hmmm... fico até tentada.... posar pra fotos... rsss
― pense nisso... o Osmar toparia...
― ele? duvido... mas eu confesso que já sonhei em ser modelo...
― vc tem jeito... de sobra...
― ah, queria posar pra fotos... pelo menos de brincadeira...
― mana... vc pode ser profissional...
Tom sabia que Bebel tinha requisitos de sobra pra dar banho em qualquer uma, mas seu objetivo era levantar sua moral mesmo.
― eu me lembro que vc gostava de fotografar...
― é verdade... mas era apenas um "hobby"...
― ah... pra vc eu posaria... teria vergonha com outro..
― sério?
― sério... qualquer dia desses eu te chamo... vc toparia?
― bem... não sei se teria competência pra fotografar vc... vc é muito linda, mana...
― ah, que bobo... claro que tem competência... quer mais um pedaço de torta?

Dias depois, D. Diva chamou a filha.
― Si... tua irmã vem jantar hoje aqui...
Os olhos de Silvia brilharam.
― que bom, mãe..
D. Diva não entendeu nada.
Silvia saiu cantarolando até o seu quarto. Lá dentro, ela atirou-se na cama e ligou pra Paula.
― Bem ― dizia Paula. ― vc espere o momento certo pra dar a noticia. Queria ver a cara dela.
― Vc pode vir jantar conosco...
― Não posso... meu gato tá vindo pra cá... rsss
― hmmm... juizo heim?
Do outro lado, Paula desligou o telefone. A campainha tocava.
Ela estava sozinha em casa. Vestia um shortinho curtíssimo, e uma blusinha top.
Abriu a porta e o seu namorado a olhou de baixo para cima.
― caramba ― disse o rapaz, que não teria mais que 16 anos. ― vc tá demais...
Ela puxou o cara pra dentro de casa. Já no sofá, se atracaram num intenso beijo.
― Tira ele... quero ver.. ― pedia ela.
― calma, princesa... ― dizia o rapaz, abrindo o zíper da calça.
Ela mesmo enfiou a mão ali e retirou o membro pulsante do rapaz.
― todo seu, gostosa... ― disse ele, sentindo a mão da garota esfregar seu membro ereto.
Logo mais, Paula, já nua, de frente para o namorado, descia o corpo, deixando penetrar fundo.
― ooh.. mete... mete... tesudo... mete....ooooh!

Silvia mal conseguia esconder a ansiedade. Olhou de relance para Bebel, que estava entre a mãe e Osmar.
― Mana.. ― disse Bebel. ― como anda o Beto?
― Muito bem...
― Aquele rapaz é uma raridade.... ― disse Bebel... ― tem uma paciência... rsss
Silvia fuzilou-a com olhar. Bebel sorriu, cheia de malicia.
― É ... ― disse D. Diva. ― agora ele terá que ter ainda mais paciencia...
― Por que? ― quis saber Bebel.
― Ué... porque a Si vai viajar...
Bebel ficou séria. Um sorriso maquiavélico surgiu nos belos lábios de Silvia.
D. Diva prosseguiu.
― Porque.... ela foi escolhida pra ser a Garota do Tempo ... e vai ter que ir pra capital...
― Mas... ― Bebel ficou vermelha. ― Garota do Tempo? na TV?
― Sim, filha... ela foi selecionada.... viu que maravilha?
Bebel mordeu os lábios inferiores, nem disfarçava a raiva. Mas tentou controlar-se, e sorriu amarelo.
Silvia se deliciava com cada minuto.
"Toma, mocréia... morra de raiva..." pensava.
― Que sorte.... que bom... parabéns! ― bradou Osmar.
― É mesmo.... parabéns... ! ― dise Bebel, roendo-se de raiva por dentro.
Tom, que estava do lado de Silvia, abraçou-a.
― Caramba, mana...! vc merece...!! Garota do Tempo... hein?
Bebel olhou para Tom com reprovação. Este não percebeu, claro.
Pouco depois, Bebel se aproximou de Tom e Silvia que conversavam.
― hmm... o assunto ainda é a Garota do Tempo? rss
Silvia sorriu.
― Não... isso é quase sem importância... coisa melhor vem por ai...
― É mesmo, mana... a Si tem tudo para crescer naquela empresa... ela tem talento...
― ah, sim, claro... Tomzinho, por falar em talento... amanhã vc tem tempo?
― pra que? ― disse ele, sem jeito.
― olha só que esquecidinho...rss... vc disse que tiraria umas fotos minhas... ― disse Bebel, olhando a reação de Silvia.
― ah, é mesmo... vc quer amanhã? ― o rapaz ficou visivelmente constrangido.
Silvia ouvia atentamente.
― Claro... Tomzinho, eu comprei uma coleção de biquínis e....
― Dá licença? ― disse Silvia, afastando-se.
― Biquíni? ― perguntou Tom.
― Sim... rsss... vc vai desistir de me fotografar?
― cla..claro que não... tudo bem, amanhã... eu levo a câmera...
― ah, mano... vai ser legal demais....

Silvia encontrou-se com Paula, mais tarde.
― Mas... se vc conseguiu o que queria... deixou tua irmã putinha da vida ... e está com esta cara?!
― vc não conhece ela... ela sabe dar o troco como ninguém...
― o que ela fez...?
E Silvia contou tudo.
― Ela é terrível mesmo... e ela sabe seduzir as pessoas...
― eu sei... ela é uma vaca...
― e usa até o Tom pra te irritar...
― sim...
― bem... se o Tom entrou no meio... azar o dele... rsss
― o que quer dizer?
― quer dizer, miga... que o Tom será o alvo da disputa entre vcs duas...
― O Tom?
― Sim... está claro que ela quer mais atenção do Tom pra ela...
― e dai...
― dai... que vc vai lutar e fazer com que Tom preste mais atenção em vc...
― como?
― ora, use das mesmas armas... vc é linda, de repente até mais que ela, sei lá...
― mas ela agrada mais...
― tente agradar mais ... seja mais carinhosa com ele... use roupas... que agradem mais... tipo assim...
― como assim... vc me pira... fala mais devagar...
― a Bebel usa da sedução... seja vc tão sedutora quanto ela... rsss
― ah... entendi... eu sedutora...
― pô, se vc percebesse o o potencial que tem...
― muitom potencial... to ferrada....rsss
― e.. e vai ser divertido pra caramba....migaaa!!!
― a Mocréia que me aguarde, então... grrr..
― ah... e vc me conta tudo ... mas tudoooo mesmooo!!!
As duas gargalharam.


No dia seguinte, Tom chegou a casa de Bebel. Esta o aguardava na sala.
Vestia uma mini saia, e Tom a achou linda.
Bebel levantou-se do sofá, abraçou e beijou o irmão.
― Mano, to toda ansiosa...
― calma... vai ser legal... ― disse, olhando as belas pernas alvas de Bebel.
― Por onde começamos? ― perguntou Bebel, afastando-se do irmão.
― vc é a modelo... como quer ser fotografada?
― Ah, acho melhor deixar fluir, acontecer... vai tirando as fotos...
Tom tirou a primeira foto de Bebel com ela de pé, no centro da sala. Ela sorria, e ficou se movendo em torno do sofá. Depois, ela sentou-se e cruzou as pernas, sensualmente. A máquina de Tom capturou aquele movimento.
Se uma coisa que Bebel também era (além ser gostosa e linda), era ser provocante. Ao sentar-se, e ao cruzar as pernas, as coxas ficaram expostas, mas ela deixou assim, sendo clicada por Tom. Bebel percebia o olhar de admiração de Tom, e sorria, cheia de malicia.
―e ai.. o que tá achando? ― perguntava ela.
― vc leva jeito...
― sério? olha que acredito..
― depois vc vai ver as fotos...
Bebel deitou―se no sofá, e flexionou uma das pernas.
Desta vez, as coxas apareceram pra valer.
Tom ficou olhando, e não perdeu aquela belíssima cena.
Bebel sorria, satisfeita pela "atenção" do irmão.
Depois ela pediu que ele aguardasse, que iria trocar de roupa. Ele assentiu.
Depois de algum tempo, Bebel voltou, e Tom ficou encantado ao vê-la trajando um microshort, e uma blusinha top.
― fazia tempos que eu não usava isto... ― disse ela, ante o deslumbre de Tom.
― devia usar mais... fica muito bem em vc..
― to quase acreditando em vc...
Tom não pode deixar de apreciar a beleza da irmã.
Apesar desta condição(a de serem irmãos), era impossível não achar Bebel linda... uma mulher acima dos padrões normais de beleza.
Tom a clicou de pé, sentada, deitada.
De lá foram pro quintal. Lá ela se encostou num pé de amoreira, e colocou uma fruta madura entre os lábios. Bebel exalava sensualidade. Tom clicava.
Bebel sentou-se na grama, e logo, deitou-se.
― vou me sujar toda... mas vai valer a pena... rss
― só vai.. ― dizia o feliz fotógrafo.
Tom posicionou-se nos pés da irá, ela deitada. Com isso, obteve um quadro espetacular: as pernas perfeitas, as grossas coxas, alvas, juntas... tentação pura.
Tom, claro, era só admiração.
Que marido idiota, o dela. Tinha um monumento feito mulher em casa e faltando com as obrigações de macho da casa, pensou ele.
― ufa.. agora deu.. ― disse ela.
― já? ― meio que reclamou ele.
― hmmmm... que legal... parece que vc tá gostando de me fotografar...
― claro... tá sendo muito legal..
― é.. mas to cansada, mano...
― vc disse que tinha uns biquínis...
― ora, ora.... vc não esqueceu....!! que fofo...!
― achei que ficaria legal...
― oh, mano... vamos deixar pra próxima? vamos? ― disse ela suplicante.
― tudo bem... vc me avisa... agora vamos descarregar as fotos....

Tom chegou em casa, e encontrou Paula e Silvia.
Conversram alguma coisa, e Paula dirigiu-se ao rapaz.
― Tom... tem uma festa na casa da Tati. Quer levar a gente?
― Levar vcs? é hoje?
― Sim... pelo jeito vai estar super animado... eu passo pra pegar vcs às 9... ok?
Tom aceitou. Só de pensar em ficar perto de Paula, ele se animou.
Silvia sorria, disfarçadamente.
A noite Paula pegou os irmãos. Silvia ainda não havia saído do quarto.
Paula aproveitou e sondou Tom.
― E ai... tem visto a Bebel?
― claro... ela vem visitar a mamãe sempre... por que? ― disse ele, intrigado com aquela pergunta.
― Por nada... acho ela uma mulher linda...
― tb acho... ela é espetacular... sorte do maridão...rsss
― é verdade... e a Silvia... vc acha linda tb?
― A Silvia? claro... é tanto quanto a Bebel... todo mundo cobiça a Silvia...
― isso não te deisxa com ciúmes?
― claro que não... ter ciúmes de irmã, só faltava...
― é mesmo... olha, lá vem ela.
Silvia usava um vestido preto, e as belíssimas e grossas pernas a mostra.
Tom ficou olhando, e Paula para ele, atenta.
Tom dirigiu, e as duas passaram o trajeto todo conversando.
A festa aconteceu fora dos limites da cidade. Tava lotado, e os três acharam um local para sentarem. Beberam, dançaram pra valer.
Tom tentava se aproximar de Paula, mas esta escorregava.
Silvia e ela conversavam.
― Tom ― disse ela. ― vou falar com uma amigo ali... aproveita e tira tua irmã pra dançar.. ― sugeriu.
Tom olhou SIlvia, e esta sorriu.
― Bem... tem certeza que não levo porrada de algum fã seu? ― disse Tom.
― bobão... claro que não... rsss
― então vamos...
Tocava uma musica suave, lenta. E os dois foram dançar, Paula olhando, sorriso maroto entre os lábios.
― caramba... cheio de cara a fim de vc, e vc dançando com teu irmão... rsss
― o que é que tem? e eu não to afim deles...
― é verdade... vc é muita areia pro caminhãozinho deles...
― que bom que vc acha isso...
― é verdade... não quero nenhum vagabundo azarando minha maninha...
― pára seu bobão... vc não tem jeito...
― tá sendo legal... juro
― e ai.. tirou foto da Bebel?
― ah... tirei sim... hoje...
Silvia fechou a cara.
― é? e como foi?
― foi legal.. as fotos ficaram ótimas...
― imagino... ela .. de biquíni?
― auau... simmm!!! ela de biquini... ― mentiu Tom.
― vc .. vc.. não acredito....Tom...
― Mana... to brincando... cliquei ela de roupa e tudo... e não sei por que vc se incomoda...
― não... não me incomodo... tudo bem...
Tom ficou olhando a bela irmã. Ela se achegou mais a ele, seus rostos chegando a roçar.
Tom aspirou o perfume delicioso que vinha daqueles cabelos sedosos e macios.
E assim foi. O resto da noite transcorreu sem contratempos.

No dia seguinte, Paula, de propósito, foi ao supermercado onde Bebel costumava fazer compras. Cruzou com ela.
― Oi Bebel..!! ―
― Oi.. Paulinha!!
Trocaram beijinhos.
― e ai, Paulinha... vc e a Si estudando muito?
― demais... mas sobra tempo pra gente badalar...
― ah, a Si badalando com vc? sério?
― Claro... a Silvia tá saindo mais... ontem mesmo, fomos eu, ela e o Tom numa festa... foi dez!!
― vcs... e o Tom... numa rave... aquele lugar onde todo mundo se beija...e se...
― tava legal demais... vc precisava ver... a Silvia até dançou!!
― é? com quem?
― com o irmão, uai... ela tá se soltando legal... dançaram quase a noite toda...
― ah... a noite toda.... desculpe, Paula... eu preciso ir...
Bebel forçou um sorriso e se despediu de Paula, que ficou ali, sorrindo triunfalmente. Logo ligou pra Silvia e contou a novidade. As duas riram pra valer.

A tarde, Tom estava no quarto, quando recebeu uma ligação. Era Bebel.
― oi, mana...
― oi sumido... não apareceu mais...
― esperava que vc me chamasse... e ai, tudo bem com o maridão?
― mais ou menos... mas não é pra isso que te liguei...
― o que foi?
― lembra dos biquínis?
― sim...
― eu abri as gavetas da cômoda e achei eles... e lembrei de vc...
― é?
― sim... vc disse que gostaria de me clicar de biquíni, não?
― bem... é ... sim...
― pois vc tem sua chance agora... vem pra cá... to te esperando...

Tom ia saindo com a câmera, quando Silvia aparece na sua frente.
― Oi, mano... aonde vai?
― vou dar uma saída...
― ah, precisava da tua ajuda ― disse ela, sorrindo docemente.
― mana...
― sei que vc tá apressado... mas eu precisava que vc me ajudasse num exercícios de matemática... sei que vc é fera nisso... pode ser depois que voltar...
Silvia não havia notado a câmera na bolsa do irmão.
― tudo bem... eu te ajudo quando voltar... tchau..
Tom sai apressadamente. Bebel o aguardava.

Bebel abriu a porta para Tom, toda sorrisos, e após dois beijinhos, entraram para a sala.
― Tom, to nervosa...
― não brinca... vc nervosa? ― riu ele.
― ah, eu sou tímida... pode parecer que não, mas...
― tudo bem... só estamos nós aqui.... e vc vai se sair bem...
―ah, to curiosa pra ver como vou ficar...
Conversaram um pouco mais, e Bebel se acalmou.
― Mano, espere aqui... eu vou lá me trocar...
Tom preparou os equipamentos, e pouco depois, a bela mulher reapareceu vestida num penhoar.
Estava mais confiante. E linda, claro.
― estou pronta... pode tirar uma assim? ― pediu ela.
Tom assentiu. E clicou a bela irmã, parada no centro da sala.
Aos poucos, Bebel foi fazendo uma demonstração de como sabia ser sedutora.
Ao extremo.
Pediu que Tom a clicasse a cada movimento, a cada gesto.
E ela foi tirando o penhoar aos poucos, revelando o formoso corpo coberto apenas pelo biquíni preto, que contrastava com a pele alvíssima.
Tom não pode deixar de emitir uma exclamação abafada.
Tinha uma irmã doida de linda. E seus amigos diriam que ela era gostosa.
Muito gostosa. Gostosona demais.
Os mais afoitos a chamariam de tesuda.
Tesudona.
Tom imaginou se um deles estivesse no lugar dele naquele momento.
― oi, Tom... volta para a Terra...rsss ― brincou Bebel.
― tudo bem... ― ele deu um sorriso amarelo.
Bebel escolhia as poses.
Sentada no sofá, deitada de costas, de bruços...
À cada pose, parecia mais sensual, mais gata, mais fêmea...
Aquela atmosfera parecia estranha, mágica...
Tom estava ali clicando sua bela irmã, embevecido diante de tanta beleza...
Reconheceu o porquê dos homens caírem de quatro diante ela e duvidou que Osmar estivesse falhando com ela na cama..
Difícil de acreditar naquela hipótese.
― Pausa... pausa... rsss ― pediu ela. ― o que vc acha de tomarmos algo? ― sugeriu ela.
Algo era champagne.
― ganhei da Laura, minha vizinha... ela esteve em Paris e trouxe para mim... legítimo champagne francês, acredita?
Ele sorriu, pegando a taça. Ela sorveu meio copo.
― Pra descontrair.... Imagino como devem ficar aquelas modelos de verdade....
― é... acho que elas devem beber algo para criar coragem... ― disse Tom.
― sem falar naquelas que posam... nuas.... eita! ― disse ela, olhando o irmão.
― ah, elas fazem de forma natural, acho...
― vc acha? eu fico imaginando se eu teria coragem...
Tom olhou para ela, que voltou a encher a taça.
― bem... vc teria?
― não sei... sei lá... alguma coisa bem artística, talvez... não sei, não...
― nem imagino o sucesso que faria... ― disse o rapaz.
― hmmm... vc compraria a revista? ― provocou ela.
― bem... escondido dos velhos, claro.
―ah, com certeza... eles ficariam escandalizados... kkkk
Bebel pediu que ele recomeçasse a fotografá―la.
Mas antes, ela foi até o seu quarto, e vestiu um novo biquíni, azul claro. Aquela cor deu mais suavidade, e muito mais sensualidade a moça.
Tom recomeçou o trabalho.
Bebel de pé, sentada, deitada no tapete...
Os olhos do rapaz não se cansavam de admirar o estupendo corpo da moça.
As pernas e coxas, grossas... o ventre achatado... a parte de cima do biquíni revelando um conteúdo de seios médios, mas do tipo rijos, pontudos.... e Bebel sorria, envaidecida.. Era um diva, realmente.
― mano... quero que me fotografe no meu quarto agora...
E foram pro quarto. Lá Bebel deitou-se na cama. E foi clicada pelo irmão várias vezes, em muitas poses.
― sabe... to pensando naquele lance das modelos posarem nuas... ― disse ela. ― eu até teria coragem...
― vc teria? ― espantou-se Tom.
― claro... mas só se fosse assim, como agora, de brincadeirinha, como eu e vc estamos fazendo...
― se... sério?
― claro... só eu e vc... ninguém mais... só tem uma coisa...
― o que...
― não fale nada pra Silvia... sabe como ela é, invejosa... ela me odeia...
― bobagem...
― eu tenho certeza... ela implica comigo... só pode ser inveja...
― bem...
― mano... vou te pedir uma coisa... vc me fotografa mas não fale nada pra ela... pra ninguém, aliás...
― fotografar como?
― nua... ― disse ela, convicta.

Sobre este texto

Rodrigo

Autor:

Publicação:9 de setembro de 2013 21:21

Gênero literário:Contos eróticos

Tema ou assunto:Jovens

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