Conto Erotico | Historia Erótica

Publique seu texto gratuitamente!

Autores mais lidos
Loja História-Erótica
Conto erótico no isntagram
conto erotico no youtube
conto erotico no tumblr
Imagens Eróticas
Do fundo do baú

TRIANGULO INCESTUOSO - PENÚLTIMA PARTE

TRIANGULO INCESTUOSO - PENÚLTIMA PARTE
― Vamos então? ― a voz de Silvia tirou Tom daquele devaneio delicioso em que ele se encontrava.
Ele apontou a direção da casa para a irmã. Esta não pode deixar de olhar rapidamente o escandaloso volume na cueca do rapaz.
Seu belo rosto ficou corado. Ainda mais sabendo que os olhos do seu irmão passeavam agora pelo seu corpo quase despido, como se observasse detalhe por detalhe...
Ele fazia isso, descaradamente.
Ela deixou que ele fosse na frente. O lugar era repleto de plantas floridas.
― Nossa, Tom, que roseira linda esta...!!! ― disse a moça, admirada, até para quebrar aquele “clima”.
Tom se aproximou, ficando por trás dela.
Ele colheu uma flor e deu pra ela. Ela se derreteu toda com aquela delicadeza dele, se deixando abraçar por trás. Ela cheirou a rosa, aspirando profundamente.
― vc é muito mais cheirosa que ela... ― elogiou o rapaz, aspirando, por sua vez, os cabelos da irmã.
― hmmm... tenho um irmão poeta... rsss
Ele a beijou na nuca. Seu membro estava encostado naquela bunda de sonhos. Ela não tinha mais receios de nada, pelo jeito.
― vc me inspira... ― e ele tornou a beijá-la, agora no lóbulo da orelha.
Ela se encolheu toda, rindo.
― uuuii... !! Me dá cócegas... rsss
As mãos de Tom a enlaçavam pela cintura.
Ela se voltou, e não teve jeito. Teve que oferecer sua deliciosa boquinha para o irmão, que a beijou, longamente, com muita fome.
Tom sentiu aquele corpo delicioso colar ao seu, sentiu aquelas formas encaixarem-se perfeitamente nas suas...
Tom sorveu daquela boca intensamente, sentindo o gosto da saliva da irmã, que parecia o mais puro néctar...
― Tom... esqueceu que to morrendo de sede? ― lembrou ela.
Tom saiu dela, pesaroso, e a levou para dentro de casa.
Lá serviu água a moça, mas não deu muita trégua pra ela, não.
Abraçou-a por trás, beijando-a nos ombros, nuca, pescoço...
Ela deixa o copo na pia e vira-se a ele, abraça-o pelo pescoço e dá sua boca para ele saciar sua sede de beijos...
Beijaram por um longo tempo, roçando seus corpos. Tom parecia viver um sonho, um sonho bom, que ele não queria que tivesse fim.
Ele a puxou até um sofá confortável.
― Tom.. cadê a toalha que vc prometeu? ― lembrou ela.
― mana... acho que não tem toalha aqui...
― mas como vc é malandro... Tom!!!
― é verdade... acho que não tem... e vc já está seca...
― Tom!!! até parece que faz isso só pra me olhar... malandro!!
― não fique zangada...
― hmmm... não sei, não... não sabia que vc era tão, tão espertinho... rsss
Ela se abraçou a ele.
― caramba, Si... é que vc é linda... linda demais... assim... do jeito que está...
― vc me olhando assim, fico com vergonha... to quase nua...
Ele olhou-a de cima para baixo, se detendo na calcinha, as coxas grossas, alvas, os fios de pelos negros esparsos, saindo por baixo...
Ela percebeu e colocou a mão ali..
― que vergonha, mano... não me olhe assim... rsrssr
― deixa eu te olhar, vai... vc é tão... tão bonita...
Ela retirou a mão, lentamente.
Ele voltou a olhar, extremamente excitado ante aquela visão maravilhosa.
― vc deve pensar que eu não me depilo...
― nada a ver... acho lindo demais... só estou vendo um pouquinho... imagine o...
― imagine o que?
― imagine o resto...
― doido!!! olha só como vc é doido!!!
― vc acha?
― claro...!! querendo ver a própria irmã...!!! credo!!!
― o que é que tem?
― tem que... tenho vergonha... demais!!
― não precisa ter vergonha de mim! sou teu irmão...
― eu sei... mas o que vc vai pensar de mim?
― vou pensar que vc é a irmã mais linda do mundo...
― Assim não vale. Fala isso pra me convencer, né?
― Não é só por isso...
― ah... não sei... talvez um pouquinho só... só pra vc olhar...
― vc deixa?
― bem... tem certeza que ninguém vem aqui?
Tom sentia seu coração acelerar mais e mais.
Não acreditava no que acontecia naquela hora.
― não... não... o Arthur vem só semana que vem..
Ela olhou em volta. Olhou para ele.
― tudo bem... deixo vc olhar... mas só porque gosto muito de vc...
Ele a puxou para si, e a beijou com paixão.
― Calma... vc é todo afoito... rssss.. ― riu ela da ansiedade dele.
Ela olhou para ele, séria.
― Olha, o que vou fazer, talvez poucas irmãs façam com seus irmão... Mas preste atenção: é só pra olhar, hein?
Ele fez que sim, com um movimento de cabeça.
Ela estendeu o corpo, se recostando na lateral do sofá.
Tom alisou suas coxas, a mão detendo-se na calcinha.
Ela ajudou, descendo a peça, devagar...
Tom viu o monte de pêlo saltar para fora da calcinha, sob o olhar da irmã.
A vulva peluda de Silvia já estava a descoberta, totalmente. Tom não cria no que via.
Era tanta beleza que seus olhos ficaram fixos, pasmos diante daquela penugem negra e reluzente.
Ela desceu a calcinha até metade das pernas, e Tom a retirou de vez, deixando-a cair no assoalho.
A mão de Tom subiu pelas pernas, coxas, até atingir aquela área de sonhos.
Seus dedos tocaram aqueles pêlos sedosos e rebeldes que tanto o seduziam.
Silvia sentiu a mão do irmão passear por suas coxas e agora ali, nos pêlos que contornavam sua vulva...
O que Paula diria daquilo tudo? Que ela fora longe demais? “Bem, ela não está aqui pra ver... eu é que não vou contar pra ela...” pensou.
Viu Tom se aproximar do seu rosto, e logo já se beijavam intensamente.
A mão dele forçou entrar no meio das suas coxas, e ela os entreabriu, permitindo aquela invasão. Sentiu em cheio o dedo do irmão na sua carne, já totalmente úmida.
Ela morde de leve o lábio inferior do irmão.
― atrevido... ― sussurra ela. ― eu disse que era só pra olhar...
Ele volta a carga, e seu dedo contorna sua gruta. Ela se abre ainda mais.
― hmmm ― geme a moça, quando sente o dedo do irmão deslizar macio dentro da sua apertada buceta.

Em casa, Bel cansara de ligar para o celular do irmão.
Deitada na sua cama, não conseguia tirá-lo d cabeça.
Lembrou-se da ultima vez que transaram. Ela fizera sexo oral com ele, até vê-lo gozar.
Se deleitava em ver o irmão retesar o corpo todo, enquanto ela esfregava o imenso membro do rapaz até extrair a ultima gota. Isso, é claro, depois dele tê-la penetrado por muito tempo.
Depois, ela se deitava ao lado dele, e esfregava seu delicioso corpo no dele, vendo rapidamente o membro ficar de pé, rígido como ferro.
― Tom ― dizia ela... ― não acredito.... ele parece cada vez maior... rsss
― gosta dele..? ― perguntava ele, vaidoso.
― hmmm... deixa eu medir? ― e ela saiu da cama, toda nua, indo buscar uma fita métrica.
Ela mediu a extensão daquela tora de carne e músculos.
― Nossa!!! 29 cm... não acredito...!!!
Ele sorriu.
Não fora a primeira mulher a fazer aquilo.
― e vc... tesuda... aguentou tudo, não?
― taradinho... meteu tudo isso na tua maninha, né?
― e vou meter agora de novo... vou meter tudo...gostosa, tesuda...
― Faz assim, me come de quatro, meu maninho gostoso... ― ofereceu-se ela ― adoro empinar o rabo pra vc, meu amor...
Bel despertou daquele devaneio, a mão enfiada entre as coxas...
― ooh, Tom... que saudade... te amo .... Faria loucuras por vc... Tom... ooooh!
Quando ela goza, está com três dedos enfiados na buceta.
Queda-se ali, por vários minutos, se debatendo, o corpo se movendo, a mão enfiada entre os pêlos melecados com seus sucos vaginais.
Após algum tempo, senta-se na cama.
Onde ele estaria agora? Com certeza, com a Silvia.
Ela não a enganava. Silvia estava a fim dele também.
Sentiu arrepios pelo corpo: como duas irmãs poderiam desejar... o próprio irmão?

Naquele momento, Tom e Silvia ainda estavam aos beijos. Ela já estava sem sutiã.
Estava nua em pêlo. E entre suas coxas, a mão de Tom se movia.
Silvia gemeu quando Tom retirou seu dedo de dentro da sua molhada grutinha.
― Si... vc é toda apertadinha...
― Tom... vc é o primeiro a fazer isso em mim...
― caramba... isso é bom demais...
Tom voltou a enfiar o dedo obsceno. Ela geme profundamente. Seu corpo reage, se movendo.
O dedo entrava e saia todo melecado.
Num gesto de extrema lascívia, ele cheirou e lambeu aquele dedo melecado.
Silvia viu então o irmão descer o rosto pelo seu corpo, e se ajoelhar entre suas pernas.
Não bastava para ele sentir seu sabor nos dedos.
Que beijá-la direto na fonte, na fonte dos prazeres, naquela cobiçada gruta, que tantos dariam a vida para poder apenas olhar...
― Tom... ― exclamou ela, adivinhando as intenções dele.
Quis cerrar as coxas, mas ele a segurou.
Com as duas mãos, ele a tocou na região da vulva, abrindo caminho entre aqueles vastos pêlos... Com os dedos, Tom tateou toda a extensão daquela gruta rubra, que mais parecia uma rosa desabrochando em meio aquele selva escura.
Tom apertou os dois lados daquela vagina, e viu o clitóris saltar para fora, erétil, lubrificadíssimo...
Tom a toca ali com a língua. É demais para Silvia, que arqueia todo o corpo.
― Toommm.... ― exclama ela, sem saber o que fazer.
Tom abriu ainda mais aquelas coxas. E seu rosto se encosta de vez na vulva da sua bela irmã.
Ela olhou aquela cabeça entre suas alvas e grossas coxas, e emitiu um gemido débil.
Olhou o grelinho intumescido, saliente, trêmulo... e então, a beijou novamente ali.
Bastou aquilo para o corpo da irmã se retesar todo, mais uma vez...
― oooh, Tooom.... não faz... assim... oooh....!
Ele voltou a carga, e novamente o corpo dela se moveu, respondendo aquele contato terrivelmente intimo.
Tom então mordisca levemente aquela intumescência erétil.
― Oh, Tom! Oh, meu irmão... não faz... não faz assim... oooh! É demais... é demais pra mim... ooh!
Em instantes, Tom já a lambia...
Lambia como um cão faminto, bem devagar, com suavidade, sentindo o gosto daquele liquido que saia em abundancia daquela gruta deliciosa e inexplorada.
― oooh... Tom... Toooomm!
Tom ficou ali por muito tempo, chupando a buceta de Silvia...
Silvia cerrava as deliciosas coxas sobre o rosto do irmão, o que levava este a ficar ainda mais excitado, como se fosse possível.
Tom a chupava de forma intensa.
E sua língua percorria toda a extensão daquela vagina perfumada e peluda.
Ele saiu dela, devagar, olhando o rosto afogueado da sua bela irmã...
Havia alguns fios entre seus lábios, ela os retirando, com delicadeza.
― Tom... que loucura estamos fazendo, meu irmão...
― quer... mais... ? ― perguntou ele, mil pensamentos lascivos na cabeça.
― Tom... pode ficar muito tarde.. não sei...
― vamos ficar só mais um pouco...
Ela assentiu, mas ainda preocupada.
― fica, fica de costas para mim... ― pediu ele.
Ela, um tanto indecisa, obedeceu, ficando de costas para ele, ajoelhando-se também.
Tom ficou por trás dela. E abaixou sua cueca.
Silvia sentiu aquela tora quente roçar suas coxas.
Estremeceu. O que ele iria fazer?
Tom pegou a mão delicada da irmã, e a guiou até o seu membro...
― pega em mim... assim... ― disse ele, suavemente.
Ela resistiu um pouco, mas acabou pegando o membro do rapaz.
Aliás, não conseguiu abarcá-lo, dada a sua grossura.
― Esfrega, maninha... assim... ― pediu ele, sussurrando no ouvida da irmã.
Ela iniciou aquela caricia intima, alisando o enorme membro do irmão.
― Tom... ― gemeu ela.
― Fala, maninha linda...
― eu nunca... nunca fiz isso...
― eu sei...
― por favor, não vá pensar mal de mim...
― nunca!! aaah... gostoso... assim... alisa, alisa mais... aaah...
A mão do rapaz se enfiou pela frente, e começou a estimular aquela gruta molhada.
― Tooom...! oooh.... ― gemeu ela, muito excitada.
― gosta...? gosta assim...
― oooh, Toooom... gosto... gosto, sim... ooh
Silvia estremeceu toda quando Tom retirou seu membro da sua mão, e o enfiou no meio das suas coxas.
Tom não soube descrever a sensação de ter o seu membro, duro como pedra, entre aquelas duas coxas, envolvido por aqueles fartos pêlos, e em contado direto com aquela grutinha quente e molhada.
Silvia sentiu o corpo amolecer todo, e repousou a cabeça no sofá, instintivamente cerrando as coxas, e pressionando o membro do irmão elas.
― Sil.. Silvia... ― gemeu o rapaz, exasperado de tesão. ― assim vc me mata... ah..
Ela respondeu apenas com um gemido quase imperceptível.
Era demais para ela aquele contato intimo com o irmão... seu coração batia a mil.
Tom iniciou um vai e vem... suave, lento, sentindo aquela fricção deliciosa daqueles pêlos da vulva da sua bela e deliciosa irmã.
Ele olhou aquela bunda perfeita, carnuda, branca como neve... suas mãos exploraram as duas bandas, e ousadamente, ele abriu aquelas nádegas ...
Tom quase gemeu ao ver o orifício, rodeado por um pelo ralo e negro... seu dedo tateou em volta....
Silvia levantou a cabeça...
― Tooom....!!! oooh... ― gemeu.
― gos... gosta?
― ooh.. não... não sei ... oooh..!
O indicador forçou a entrada...
Silvia estava lubrificada por ali pelo liquido que escorrera da sua vagina.
O dedo entrou. Silvia geme, alto.
― Toom... oh, não... ooooh....
Tom meteu o dedo até o fim... metia e tirava... metia e tirava... parecia querer o máximo de prazer daquele momento único...
Tinha aquela fêmea de sonhos ali, toda nua, a sua mercê...
Tom movia o corpo, num vai e vem compassado...
Aproximou-se do cangote da moça, recostando o corpo sobre o dela...
― mana.... me dá tua mão... ― sussurrou ele, ainda movendo-se.
Silvia tinha o rosto afogueado, os olhos cerrados, os lábios entreabertos...
A imagem da luxúria!
Ele pegou sua mão direita, e a guiou até a vulva, fazendo com que ela pegasse a cabeça do seu descomunal membro... e ela envolve aquela cabeçorra vermelha com sua delicada mão, e impulsivamente começa a acariciar, a alisar, levando Tom a loucura.
― oooh... demais!!...aaah... ― gemeu este.
Ficaram assim naquele esfrega esfrega, Tom já não suportando, estava prestes a ejacular.
Segura a mão da garota, retirando-a.
Ela olha para o irmão.
O que ele mais fará com ela? O que ele tem em mente? O que ele estará pensando dela?
Tom a beija na nuca e desce pelas costas da irmã... Esta retesa o formoso corpo, que se contorce todo.
Os lábios de Tom chegam as suas nádegas... Ele cheira, lambe, faz coisas que ela nunca imaginara que seu irmão fizesse com ela...
Silvia sente que Tom lhe abre as nádegas mais uma vez.
― Tom... ― sussurra ela. ― o que...
Ela se cala, e morde os lábios, pois sente o nariz de Tom percorrer o vão entre as nádegas, como se exalasse o perfume daquele recanto delicioso... Sente a língua do irmão percorrer aquele vão até atingir aquele local..
― oooh, Tooommm... !!! ― ela não resiste e geme bem alto.
Seu corpo se contorne, ela empinando a bunda, instintivamente.
A cena é formidável.
Ela ajoelhada, o torso repousando no sofá...
O irmão por trás, cheirando e lambendo o vão daquelas nádegas carnudas...
― Tooom.... vc.....oooh... vc... ― geme ela, voz meio chorosa.
Tom a lambe em volta daquele orificio...
Lambe com voracidade, com tesão extremo.
Silvia sente um calor enorme percorrer seu corpo todo, que se arrepia...
Não sabia que tinha um irmão lascivo, capaz de fazer aquelas coisas com ela...
Tom sai dela, e a olha com extrema admiração...
Que corpo tem a Silvia, pensa. Caramba, ela é gostosa demais...! Tesuda demais....!!!
E é verdade. O corpo de Silvia é realmente formoso, voluptuoso, cheio de curvas, curvas perigosas. A pele é alva, com a qual a pelagem negra da sua vulva contrasta.
Não há como não desejar Silvia. Não há como não querê-la. Não há como ficar imaginando os tesouros que ela guarda sob a roupa que veste.
Seu membro se retesa, movendo-se para cima, quase batendo para bem acima do umbigo, tamanha era sua rigidez, tamanho era o seu tesão...
Silvia levanta a cabeça, e tenta olhar o irmão... ele continua lá e as vezes ela sente nas coxas o roçar daquele membro gigantesco.
Ela morde os lábios quando ele mais uma vez a toca na sua vulva já totalmente ensopada.
Sente os dedos do irmão a tocarem nos seus lábios vaginais, com extremo atrevimento e ousadia. Ela não contém os gemidos.
Ele encosta o rosto na sua nuca.
― mana... empina... empina a bunda pra mim...
― Tommm... o que...
― Mana... empina pra mim vai...
Ela obedece.
― A.. assim...? ― pergunta ela, a voz quase sumida.
― mais... mais um pouco..
Ela empina a bunda o mais que pode.
― Assim...?
Ele não responde.
― agora... abre pra mim... abre as coxas pra mim... maninha... ― pede ele.
Ela obedece.
Ele então encosta-se nela e sussurra algo no seu ouvido. Ela reage.
― Tomm!
Ele volta a sussurrar.
― Mas, Tom, ta ficando tarde...
Ele sussurra novamente, insistindo.
― Oh, Tom... Mas eu...
Ele a beija na nuca, no ombro nu, e volta a falar baixinho no seu ouvido.
― Tá bem... eu deixo... ― diz ela, sentindo as mãos dele passeando por suas coxas, nádegas, detendo-se na sua vulva.
Ela sente ele encostar a cabeça do membroe começar a pincelar seus lábios vaginais, entreabrindo-as.
― Oooh.. Tom.... ― Silvia sente-se desfalecer.
Sua cabeça tomba no sofá. Ela sente o irmão forçar a entrada da sua gruta.
― gostosa... Silvia, maninha, vc é gostosa demais.... aaah...!
Tom força mais, e a cabeça salta para dentro.
― oooh, Tom... tá... tá doendo... faz devagar... aaai!
― Silvinha, ta entrando... aah, ta entrando...
Tom força, e vai abrindo caminho.
Silvia retesa o corpo.
Tom a traz para si, e entra um pouco mais.
― caramba... vc é apertada demais... gostosa...
Silvia ouvia as palavras do irmão, enquanto era possuída por este...
Sentia-se aberta pelo meio, domo se uma tora de fogo fosse introduzida na sua gruta...
― ooh, SIlvia... tá entrando tudo... oooh...
Silvia gemia alto. Tom forçava cada vez mais, deflorando de vez a bela irmã.
Elejá não suportava mais. O gozo se aproximava.
Tirou o membro de dentro daquela gruta apertada de supetão, logo expelindo jatos fortíssimos de esperma, que lhe espalhava pelo assoalho e pelo sofá, respingando nas costas da sua irmã.
― ooooh, to, to esporrandol.....aaaha, Silvinha, maninha... to esporrandooo!!! ― gemia, entredentes.
Silva sentou-se no sofá, impressionadíssima, vendo o irmão esfregando o pênis enorme, freneticamente.
― SIl.. Silvia... aaah... deliciosa... aah... ― gemia Tom, olhando o corpo da irmã, sentada ali, meio assustada com aquela cena.
― To... Toom... ― exclamou ela. ― o que... vc está bem?
Foram minutos de agonia e êxtase para o rapaz, até ele se recostar sobre as coxas da irmã, no sofá, o membro ainda pulsante, grosso e comprido...
Em silêncio, ela acariciou os cabelos do irmão.
Sua mente estava povoada de pensamentos. O que fora aquilo?
Que loucura acabaram cometendo?
Sentiu ardência e olhou para sua própria vulva. Havia respingos de sangue misturados com a sua pelagem negra.
Tom a deflorara... Tom tirara sua virgindade.
Ela fechou os olhos, o coração batendo forte.

Duas horas depois...
Silvia saltou do sofá, e procurou sua calcinha.
― Tom, precisamos ir... ― disse ela, aflita.
― Mas é cedo ainda...
― Mamãe pode estar preocupada... ― insistiu ela, procurando não olhar diretamente para ele.
Tom levantou-se, resignado.
Viu a irmã achar a calcinha, e vestir.
Como era prazeroso ver Silvia no esplendor da sua nudez.
Ela saiu pela porta em direção a piscina, em busca do seu vestido.
Tom saiu atrás, peladão.
― Mana, a gente pode ficar mais um pouco... mamãe confia em nós...
― Por isso mesmo. Me sinto mal traindo a confiança deles...
― Quando a gente se vê de novo?
― Não sei. Mas você, eu disse pra você...
― O que...
Ela olha para ele, séria.
― Eu disse pra você apenas olhar, e olha o que aconteceu com a gente...
― Eu gostei... rsss
― Claro que gostou... vocês homens são todos iguais... só querem isso...
― Eu te pedi em namoro, lembra?
― E conseguiu o que queria, parabéns!
― Quero mais do que isso. Quero você!
― Sabe que isso é impossível...
Ela não diz mais nada, e já no carro, de volta para casa, fica com os olhos perdidos pela janela. Em silêncio, eles retornaram para casa.

Dois dias depois, na hora do almoço, todos estavam a mesa, e, o que era raro, com a presença de Tom, seu Gilmar puxou conversa.
― o que deu em vcs? Estão quietos que só...
Silvia olhou para Tom, e abaixou a cabeça.
Tom sorriu para o pai.
― nada não, pai... é que tenho uma novidade. Arranjei emprego e...
A mãe exultou.
― Vc tá empregado? mas isso é que é boa noticia... ― disse, feliz da vida.
― é na oficina do Geraldo... ― disse Tom, olhando em direção a irmã.
Silvia olhou para ele.
― Parabéns... vc estava precisando mesmo... ― disse ela. ― e eu... também tenho uma noticia pra vcs...
― boa ou ruim? ― perguntou o pai.
― acho que é boa por um lado... ― e olhando rapidamente para Tom ― e ruim por outro.
― diga logo!! ― quase gritou a mãe.
― pois é... dentro de 15 dias estarei viajando para a capital.... a seleção final .... eu passei...
― Minha filha... a moça do tempo... não acredito!!! ― disse a mãe.
― pois é... ― disse Silvia... ― ruim vai ser deixar vcs aqui... ― disse ela, sendo abraçada pela mãe, ambas em lágrimas.

Acabou o almoço. Tom se aproximou dela.
― Parabéns, moça do tempo! ― disse ele, a voz entristecida.
Ela sorriu.
― Obrigada. ― disse ― parabéns pra vc também. Gostei de saber que está empregado. Vai poder ajudar nas despesas de casa, e ninguém mais pega no teu pé. rssss

Mais alguns dias se passaram.
Bel ficou sabendo da noticia sobre Silvia, e se arrumou para ir à casa da mãe.
― ah, tomara que a Silvia não esteja... Deve estar se achando... ― pensou.
No fundo, ela queria mesmo é ver Tom.
Vestiu uma saia curta, olhou-se no espelho e foi até a garagem.
Estacionou na esquina, perto da casa.
Faria uma surpresa para Tom. Desceu do carro e foi a pé.
Naquele momento, Tom subia uma das mãos pelas coxas de Silvia.
Ele estava sobre ela, e faziam um papai e mamãe pra lá de ardente.
A cada estocada, o corpo de Silvia era projetada para a frente.
A cada estocada, um gemido contido.
Tom entrava em Silvia em movimentos ainda lentos, entrava e saia, sentindo o prazer de possuí-la, centímetro por centímetro.
Ela estava abraçada a ele, tendo o rosto do seu irmão afundado em meio aos seus cabelos...
Sentia o coração dele acelerado nos seus seios, cujos bicos, rijos, tesos, cutucavam o tórax do rapaz.
Sentia-se totalmente dele. Sentia-se preenchida pelo enorme cacete do irmão, que entrava justo e deliciosamente.

Bel chegou ao portão. Entrou, devagar. Percebeu o silêncio. Parecia não haver ninguém em casa. Torceu para que Tom estivesse.

Tom levantou o torso, seu membro ainda enterrado naquela buceta deliciosa.
Ele retira seu membro e olha sua obra.
A gruta aberta... a carne rubra, ensopada... os pequenos e grandes lábios salientes, os pêlos, fartos, melecados....
Os quadris dela ainda se movem, na ânsia daquela foda descomunal..
― oooh, Tom... ― geme ela, olhando aquela enormidade rija na mão do irmão.
Ele torna a enfiar, quase tudo... e olha a expressão da irmã possuída...
Ela cerra os olhos, e geme, e aquele gemido é aditivo para o seu tesão incestuoso, imoral, pecaminoso...
Ele volta a retirar o seu pau, que já libera sêmen...
Ele, porém, faz um enorme esforço e retém o gozo...
Ainda não...
Quer tirar o máximo daquele momento...
Quer possuir Silvia o mais que puder...
Quer esquecer o tempo, pois sabe que dentro de poucos dias, ela já não estaria mais ali...
― vc.. vc é.. gostosa demais... demais.... ― sussurra ele.
Ele volta a enterrar seu membro com força, agora.
Ela geme, alto.

Bel chega a porta do quarto de Tom.
Bate três vezes. Ninguém responde.

Tom vira a irmã de bruços. Ele enlouquece com aquelas nádegas carnudas e brancas, perfeitas...
Percebe os pêlos projetando-se para trás...
E tesão demais... Que fêmea tesuda é Silvia.
Seu membro se retesa, enlouquecido.
Tom a puxa pelas ancas, e ela exclama, pega de surpresa.
― Tooom.... !!!
Tom não a houve mais. Está exasperado de desejo.
Ajeita seu membro na entrada daquela boceta, e enterra num movimento só.
Entra fundo... muito fundo..
― ooooohh... ― geme alto a bela moça.
Tom entra e sai, entra e sai.
― tesão.... aaah.. tesão... tesão demais... aaaah...
― oh, Tom... ooh, Tom....
― ah, mana... não acredito.. to te comendo...
― tom...oooh
― to comendo... tua boceta... tua boceta peluda... gostosa...aaah...
― Oh, Tom... fala mais....aaah... fala mais... to quase... aaah...
― maninha tesuda.... tesuda demais...aaah... to fodendo... fodendo tua boceta...aaaaah...
― ooh, Tom.... diz.... diiiiz.....aaaah...
― oooh, boceta... boceta peluda.. tesão aaaha... tesão de mana... tesão de manaaaaa... aaaaaah....
Tom explode.
Explode em gozo dentro da boceta da sua irmã Silvia.
Goza com tanto ímpeto, que a porra escapa pelos lados, esguichando por toda a cama...
― Tom... aaaah..... tô... tô... aaaah...
― goza, tesuda.. gozaaa... goza gostoso, cavala tesudaaaa.... aaaah...

Bel empurra a porta e....
Não encontra ninguém.
Mas... onde estará Tom? Sua moto está lá fora.
E ele? Onde estará?
Bel percebera que ninguém estava em casa, aparentemente.
E Silvia? Será que Tom estava no quarto da Silvia?
Bel quase corre para lá...

Silvia caba de limpar-se.
Tom olha para o corpo nu dela, ainda sedento, ainda com fome da irmã.
― Mano... vc precisa ir... ― disse ela, procurando sua calcinha, jogada em algum canto no ímpeto do sexo.
― por mim, ficaria a vida toda aqui... ― disse ele, alisando a enorme pica.
Ela evita olhar para ele. Veste-se.
Nisso, ela ouve uma voz lá fora.
― Silvia...! Silvia!!
―Tom... é a Isabel... !!!!
― Caramba, o que ela quer?
― não sei... veste tua roupa...
Ele se vestiu rapidamente, e olhando para ela, abriu a janela que dava pro quintal.
Sem pensar duas vezes, salta por ela.
Silvia limpou por ali, tirou o lençol, e se enrolou numa toalha.
Abriu a porta. Fez cara de sono.
― o que vc quer? ― perguntou ela, ríspida.
Bel entrou, olhando para os lados.
― cadê ele?
― quem é ele??
― Tom... Ele estava aqui com vc, não?
― vc tá louca? Quer parar com isso? Não tem vergonha? ― disse Silvia, furiosa.
― vc não me engana.... vc está dando pro Tom...!!
― me respeita, sua louca... Tom é nosso irmão!!!
― mas vc... vc fez tudo pra chamar a atenção dele.... vai negar?
― foi só uma brincadeira... vc também fez... acabou...
― não acredito...!!
― vc que sabe... vou acabar contando pra mamãe sobre aquelas fotos...
― vc não teria coragem...
― olha que teria... é só vc continuar me enchendo o saco...
Tom ouvia a discussão na parte de fora.
Afastou-se em silêncio.
Sorriu, cheio de si.
Suas duas deliciosas irmãs brigavam por sua causa.



Sobre este texto

Rodrigo

Autor:

Publicação:23 de setembro de 2013 21:25

Gênero literário:Contos eróticos

Tema ou assunto:Jovens

Compartilhe este conto erótico com seus amigos
Ainda não há estatísticas de leitura deste texto, pois ele foi publicado em 23/09/2013.

Comentários

Novo comentário

Os comentários serão moderados. Não serão aceitos comentários agressivos ao autor e/ou que divulguem sites comerciais. No campo nome só aceitaremos nome de pessoas. Se tiver interesse comercial Fale conosco para saber nossa política de publicidade.

  • Lucia
    Postado porLuciaem14 de setembro de 2014 16:27

    Dar e receber amor e prazer, irmã e irmão loucos de desejos
    incesto lindo gostoso, prazeiroso. Evitando a gravidez é só prazer entre uma mulher e um homem muito conscientes de que querem muito, muito se entregarem aos prazeres incestuoso do sexo e que tanto bem faz aos dois seres humanos.

    Lucia, 23 anos , solteira.

  • Cristine da Silva
    Postado porCrisem26 de setembro de 2013 00:29
    Cris é uma autora no História Erótica

    Impossível ficar normal depois de ler, muuuuito gostoso...

  • Casal lindosSP
    Postado porCasal lindosSPem24 de setembro de 2013 08:09

    Meu, que foto de mau gosto, perdi a vontade de ler o conto.

Deixe seu comentário abaixo

*Campos com esta marca são de preenchimento obrigatório.
*

Seu endereço de e-mail não será publicado

Mova o seu mouse para fechar essa ajuda.
*