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PAI X FILHO 01 - Como tudo começou

PAI X FILHO 01 - Como tudo começou
Eu sou de uma época em que o pai dizia: “Ricardo, venha já aqui”. Pronto, isso já fazia minhas pernas tremerem de medo e sair correndo, estivesse fazendo o que fosse, eu parava e corria e ao chegar me posicionava em frente ao meu pai e dizia: “Sim, senhor”. E esperava ele dar alguma ordem.

Assim eram as relações pai e filho. Eu sempre disse a mim mesmo que com meu filho ia ser bem diferente. Eu seria o melhor amigo de meu filho. Do tipo que brinca junto e que o moleque tem confiança para falar sobre qualquer assunto. E assim aconteceu. Eu me casei aos 23 anos de idade. Assumi uma mulher uma casa e um ano depois, nascia o Junior. Meu primeiro e único filho. Meu casamento durou 10 anos. Fui corneado e eu e o Junior fomos “abandonados” por ela, que resolveu se amancebar a um alemão e foi viver na Alemanha.

Junior, com 11 anos demorou para entender. Eu fui pai e mãe dele. Minha mãe ajudava na criação como podia, mas morávamos distante. Mas ele sempre se apoiou em mim e contava comigo para tudo. Eu, já com meus 34 anos, não queria saber de colocar outra mulher dentro de casa. Saia, pegava umas e outras, mas nunca as levei para casa.

Na adolescência, o Junior começou a perguntar sobre sexo e claro, eu sempre respondi sem grandes problemas ou constrangimentos. Entre a gente o papo sexo era natural e sem essa ideia de pecado.

Junior já estava com 18 anos de idade, e eu nunca o vi com namorada em casa. Evitava perguntar para ele não pensar que fosse uma cobrança. Certamente ele pegava as menininhas mas nunca se envolvia. Ele era um garoto bonito, magro, rosto bonito, e certamente chamava a atenção das menininhas na faculdade. Eu, já com meus 41 anos continuava solteiro e aproveitando a vida. Eu não queria mais me ligar emocionalmente a mulher nenhuma para nunca mais levar chifres.

Como vivíamos sozinhos eu e o Junior sempre fomos “sem vergonha” em casa. Andávamos de cuecas pela casa. “Mijava” e tomava banho de porta aberta. Casa com dois homens era sempre meio “bagunçada”.

Um dia, numa noite de sábado. Júnior havia saído com os amigos. Eu não quis sair e fiquei em casa. Tomei algumas cervejas enquanto assistia a um filme qualquer na TV. Noite chata, quente. Eu só de cueca samba-canção no sofá. Tomei várias cervejas. Estava no tesão doido pra dar uma gozada daquelas. Estava até acariciando meu pau, mas tomei tantas cervas que eu acabei cochilando no sofá e nem vi o tempo passar.

Sei que eu só fui acordar ao ouvir o barulho na porta quando o Junior estava chegando. Abri os olhos e o vi entrando. Do sofá, onde eu estava deitado era possível vê-lo entrar e tentar colocar a chave na fechadura por dentro, mas não conseguia. Percebi que ele estava bêbado. Eu me levantei em silêncio sem falar nada e me aproximei dele por trás, sem malícias, e coloquei a minha mão sobre a dele. Ele se assustou:
_ Calma, filho, sou eu. Deixe eu te ajudar. Pelo visto você está para lá de Bagdá. _ Falei sorrindo enquanto passava a chave na porta. O segurei pelo braço. _ Venha, eu te ajudo.
_ Esse é o meu paizão. _ falava ele tentando concatenar as frases. Cada uma que ele dizia enquanto eu caminhava com ele até o sofá, fazia menos sentido.
_ Sente-se aí. Bebeu todas hoje?
_ Hoje eu enfiei o pé na jaca, pai.
_ Aconteceu alguma coisa? _ Perguntei, preocupado.
_ Não, eu só fui bebendo e os amigos me fazendo beber mais. Até que eu cheguei aqui nem sei como. Acho que eles me trouxeram. (pausa) Isso, foi isso mesmo que aconteceu, eles me trouxeram até aqui.
_ Tá bom filhão. Mas você precisa de um banho para tirar um pouco essa ressaca.

Com custo consegui ajuda-lo a tirar a tênis, camiseta e calça jeans, ele ficou somente de cueca. Ele usava uma cueca branca. Não fiquei observando muito, não era costume. E também estávamos acostumados a ficar à vontade em casa. Eu o apoiei em meu braço, seguindo com ele até o banheiro, lado a lado. Fiz ele entrar no boxe, deixei ele do lado e liguei a ducha, estava bem fria, mas ela período de calor e ele precisava. O conduzi até debaixo do chuveiro. Ele reclamou da água mas era preciso. Com calma e segurando-o ele ficou ali embaixo. Fiz ele pegar o sabonete para se lavar e assim ele começaria a despertar. Ele pegou meio sonolento ainda, e começou a passar em seu peito e barriga. Eu, sempre o segurando para evitar que caísse. O sabonete cai de sua mão, eu o segurava pela cintura atrás dele e um pouco afastado para evitar me molhar muito. Instintivamente, Junior abaixa para tentar pegar o sabonete, eu o segurando para ele não cair e se machucar, quando ele começa a se levantar, sobre encostando sua bunda em minhas pernas, coxas e sem querer ele roça em meu pau.

Foi um movimento não calculado. Ele nem percebeu de tanto que estava bêbado, eu agi naturalmente até que eu comecei a perceber que eu meu pau que estava mole começou a dar um sinal. “Espere, o que está acontecendo?” Eu pensava. Como era possível aquela situação. Eu usando cueca samba-canção e o pau ficando duro só porque meu filho encostou a bunda em mim?

Aquilo era esquisito para mim. Primeiro que eu nunca senti nada nem parecido por homem algum. Imagina pelo meu filho. Desde então fiquei nervoso e queria logo terminar aquilo e tira o Junior dali e colocá-lo para dormir.

Ele terminou de se ensaboar e começou a retirar a espuma embaixo do chuveiro. E em minha cabeça começou a passar mil coisas. Eu estava sentindo tesão com aquela situação e ao mesmo tempo se sentindo um crápula, sentindo culpa e vergonha. Meu filho estava de costas para mim ali tomando um banho e eu começava a olhar seu corpo como um lobo olha para uma caça. Os instintos de macho travavam agora uma briga homérica com minha consciência. Eu reneguei bravamente aquilo. Desliguei o chuveiro, peguei uma toalha e comecei a enxugar o Junior, começando pela cabeça, seu rosto, seus braços e seu peito e daí em diante eu enrolei a toalha em sua cintura e o chamei para sair dali. Eu não queria arriscar um constrangimento maior se meu filhão percebesse que eu estava de pau duro ali com ele dentro daquele Box.

Meu filho abraçado a mim e eu pensando longe depois do acontecido. Entrei no quarto dele e o ajudei a ficar em pé enquanto ele tirava sua cueca. Ele havia ficado o tempo todo no banho usando a cueca branca. Ele se enxugava e eu o apoiava para que não se desequilibrasse. Deitei-o na cama, ele sem roupas mesmo.

_ Filho você comer ou tomar algo? _ perguntei a ele que não respondia mais. Já havia caído no sono.

Era calor, mas peguei um lençol fino dentro do guarda-roupas dele, ajeitei o travesseiro embaixo de sua cabeça, o cobri carinhosamente, mas, não sei dizer o porquê, o passava o observar o corpo dele com mais atenção. Seus traços, finos, mas fortes, másculos. Corpo ainda em formação. Pela primeira vez passei a olhar seu pau e ficar observando seus pelos pubianos. Acariciei seu rosto, me afastei para evitar qualquer tentação que eu pudesse ter naquele momento. Fui em direção a porta, e dei uma última olhada no Junior. Ele se virava de lado, de costas para porta. Eu vi, agora sua bunda, com marca de sunga. “Puta que pariu” – Gritei em pensamento. Meu pau respondeu na hora. Apaguei a luz e saí dali antes que cometesse uma loucura.

Fui direto para o banheiro tomar uma ducha e ali, acabei em uma deliciosa punheta.
“Bem que eu devia ter batido uma mais cedo, assim eu não passaria por essa situação.” Pensei, tentando justificar o acontecido com a falta de sexo e o fato de ter cochilado sem dar aquela gozada de lei.

Continua...

Sobre este texto

ScorpioSex

Autor:

Publicação:22 de fevereiro de 2015 21:53

Gênero literário:Contos eróticos

Tema ou assunto:Gays

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Ainda não há estatísticas de leitura deste texto, pois ele foi publicado em 22/02/2015.

Comentários

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  • stenio
    Postado porstenioem16 de abril de 2015 19:30

    quero ver onde vai estar gostoso

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