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PAI X FILHO 02 - Tudo começou a mudar

PAI X FILHO 02 - Tudo começou a mudar
No domingo pela manhã acordei após alguns pesadelos que tive. Nem me lembro como era. Levantei, olhei no relógio, já era por volta das 10 horas. Fiz o que costumava fazer rotineiramente. Mas a minha mente não me deixava em paz. Eu continuava com a minha última visão que tive de meu filho nu. Aquela bundona com marca de bronze. Eu precisava esquecer aquilo tudo. Não era certo. Ele era meu filho e ainda por cima, somos dois homens.

Preparei o café, arrumei a mesa. Nem era nosso costume a gente se virava do jeito que dava. Mas fiz diferente. Talvez uma crise de consciência quisesse se desculpar com meu filho por eu ter sentido tanto tesão nele daquele jeito.

Fui até o quarto acordá-lo.
_ Junior... Junior... Junior... _ chamei-o três vezes dando leves tapinhas em seu rosto para ele despertar. Ele estava com o lençol fino enrolado entre suas pernas, apenas cobrindo seu pau.

Ele despertou com aquela cara preguiçosa de sempre. Espreguiçando, esticando os braços para cima e as pernas. O lençol foi puxado por seus pés no movimento. Deixando à mostra seu pau, meia bomba, com aquele tesão de urina que levantamos pela manhã quando a bexiga está cheia.

_levanta Junior. Até seu pinto já levantou e você ai com essa preguiça toda. _ Disse isso para ensaiar um princípio de “zueira” entre pai e filho. Ele sorriu, enquanto levantou a cabeça um pouco, ainda deitando conferindo seu pau.
_ É verdade, paizão. O negócio aqui está cheio de mijão mesmo. _ Disse ele entrando na brincadeira e sem nenhum constrangimento se levantou, com o pau duro e balançando ao meu lado e foi para o banheiro, pelado mesmo.

Eu fiquei no quarto dobrando o lençol, quando vejo uma mancha na cama. Certeza que ele havia gozado na madrugada enquanto dormia. Essa ideia enchia minha cabeça ainda mais.

Eu estava somente de shorts e usando uma cueca bem apertada, para evitar constrangimentos caso algo como ontem se repetisse. Assim ele não perceberia. Afinal, hoje ele está sóbrio. Seria esquisito tentar explicar o inexplicável.

Tomamos café normalmente. Conversamos sem maiores transtornos. Quando eu penso que ia passar por essa despercebido, Junior comenta comigo:
_ Pai, ontem eu dei muito trabalho?
_ Você nunca me dá trabalho, filhão. Você só bebeu além da conta. Tive que colocar você na ducha fria para tirar um pouco o álcool do seu corpo. Mas nada fora do normal para quem encheu a cara. Por quê?
_ Bem, eu não lembro de muita coisa, mas lembro que o senhor me levou para a cama e me cobriu... pelo menos eu acho...
_ Sim, filho. Depois do banho ajudei você a se enxugar. _ a cada palavra que eu dizia minha voz ia ficando trêmula com a lembrança do acontecido. _ e depois apoiei você pelo braço enquanto você tirava sua cueca molhada e coloquei você na cama e cobri com um lençol fino.
_ Foi só isso, paizão?
_ Sim, foi só isso, Junior. Por quê?
_ Sei lá, pai. Devo ter sonhado com algo então. Não me lembro direito.
_ Pode ter sido isso, filho. Você bebeu muito, então deve estar misturando algo que aconteceu onde você estava ontem com a hora que eu te coloquei para dormir.

Junior ficou pensativo.
_ É, deve ter sido isso. Bem, bobagem. Agora estou pronto para outra. (Rimos juntos)
_ E o que vamos fazer hoje, paizão?
Fiquei surpreso com a pergunta. Afinal ele sempre saia com os amigos da faculdade para jogar uma pelada.
_ Hoje você não vai jogar com os amigos? _ Perguntei.
_ Não, depois de ontem eu quero ficar em casa curtindo meu paizão. _ ele dizia isso com um sorriso maroto nos lábios. Mas minha imaginação ia longe. Fiquei pensando, enquanto ele falava: “será que ele teve uma vaga lembrança de que eu fiquei de pau duro enquanto dava banho nele?”. A dúvida me deixou preocupado. Afinal, ainda me sentia culpado por aquilo tudo.

Sem perceber eu mudei um pouco. Comecei a andar mais vestido em casa. No domingo mesmo eu já coloquei uma camiseta. Eu já usava o short e a cueca bem apertada que eu já havia preparado quando acordei. Assim eu não correria riscos.

Junior continua igual, andando pela casa de cueca, coçando saco e fazendo suas brincadeiras de sempre. Quando eu estava de pé pela casa, ele aparecia do nada e pulava em minhas costas. Brincadeira que sempre fizemos desde quando ele era criança. Eu tentava tirar ele o mais rápido possível. Evitava o máximo de contato muito próximo. Eu tinha muito medo de me excitar novamente e ele perceber.

Naquele domingo a gente passou espreguiçando no sofá assistindo tv. Até que ele comentou comigo que uma lâmpada do seu quarto estava queimada e que iria trocar. Eu disse que eu cuidaria disso, afinal ele estava ainda se recuperando da bebedeira do sábado. Sem discutir ele concordou, peguei uma cadeira e um banco e coloquei o banco sobre a cadeira, o chamei para segurar para que eu não perdesse o equilíbrio. Subi com cuidado. Retirei a lâmpada queimada do bocal, entreguei a ele e peguei a nova e coloquei. Apertei e pedi para ele ligar e testar. Funcionava bem. Hora de descer.
_ Segura firme aí, filhão que se o seu velho pai aqui cair para “consertar” dá trabalho. _ eu ri da minha própria piada.

Quando apoiei o pé na cadeira para levar o outro pé ao chão e descer, ao colocar a mão apoiada no banco eu desci rápido demais, desequilibrado, meu pé pisou no chão de forma que virou de lado. Senti uma forte dor. Dei um urro.
_ Machucou, paizão? O que foi?
_ Acho que dei um jeito no pé. Senti a dor.
Apoiei o pé no chão para firmar, e senti que não estava legal.
_ É filhão, acho que me dei mal. Eu fui brincar com coisa séria. Pega o carro e vamos ao pronto socorro.
Fomos até o Pronto socorro. Junior parecia preocupado. Mas o acalmei. Voltei com um pé engessado. Ganhei uma bota de presente. Ia ficar de molho em casa. O jeito era ligar na empresa na segunda e dizer que eu ia fazer alguns trabalhos em casa até tirar a bota ortopédica.

Voltamos para casa, naquele domingo, quando já era noite, por volta das 22 horas. Junior, preocupado preparou algo pra comermos e ficou ao meu lado o tempo todo. Ele disse que ia ser o meu outro pé. Sorri com o jeito carinhoso como ele disse aquilo me enchendo de orgulho. Esse sempre foi o tipo de filho que eu quis ter e ele teve a educação que eu sempre quis dar.

Continua...

Sobre este texto

ScorpioSex

Autor:

Publicação:22 de fevereiro de 2015 22:09

Gênero literário:Contos eróticos

Tema ou assunto:Gays

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