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Sedento Sedutor em: Correndo para Vencer!

Sedento Sedutor em: Correndo para Vencer!
Fim de tarde em Ipanema, saio para correr. Não que eu seja um esportista nato, mas por mera consciência corporal. Aprendi a gostar de correr… a sensação de cansaço no final era aliada de um súbito prazer, a superação. De casa à orla, duas quadras passam como um pensamento, ipod em punho. Sim, porque assim como amor precisa de cenário, corrida precisa de ritmo! Quase sempre me aqueço andando, aumentando a passada até estar correndo. Rumo ao Leblon e vou pensando o quão bom é sentir que a cidade volta ao seu descompromissado deslumbre habitual enquanto o carioca-da-gema se despede dos últimos raios de sol do verão. Observo os que cruzam meu caminho: senhoras que caminham no calçadão, crianças e suas babás, adolescentes que voltam da escola e até mesmo algumas mamas que insistem em chamar mais a atenção que suas donas quando correm! Divagando, olho o relógio para me assegurar que o ritmo está aumentando… Ah, e os rapazes! Sim, esses são um espetáculo nessa parte da cidade. Cada bairro nessa terra tem uma característica peculiar, e no principado não seria distinto: os jovens são tocados pelo frescor da idade mas também por um desolamento no olhar… Tem corpos lindos, mentes afiadas e parecem não se importar com todo o resto. Corpos trabalhados pelo mar e pelo skate, olhares sacanas, tatuagens e um certo desleixo na imagem.
Ah, o Rio… E dentre tantos deuses que pecam, aloirados pelo sol ou morenos-jambo, perdido em meus pensamentos, esbarro em alguém e que confusão! Um outro ipod vai pro chão, olho pro lado e ato contínuo, quase num pedido de perdão, procuro saber se machuquei… Desculpas trocadas, insisto em saber se realmente o jovem de meia-idade estava bem. Ele diz OK, e continua seu caminho enquanto vou me esforçando para recuperar o ritmo perdido nas proximidades do hotel Marina. O tempo ficou suspenso. Vou até o início do mirante e quando volto, percebo que ainda não tinha o ritmo normal. Desacelero e na altura do posto 12, algo me chama atenção. O mesmo cara que há pouco atropelei vinha lentamente na direção oposta a que corria, como que quisesse me seguir. Cruzo o olhar e sem acanhamento disparo: - Cara, de boa, você está me seguindo? Ele ri e me responde: - Sim, mas não por acaso… depois que esbarramos, meu ipod caiu e não sei se funciona mais. Pode ser a bateria que estava perto do fim ou dano mesmo… e fez aquela cara como se insinuasse que a culpa era minha. De fato até era, porque se eu não corresse tão rápido sem prestar a devida atenção com quem cruzo, isso não teria acontecido… Mas não ia dar esse mole! Disparei: - Olha, não quero que você fique com nenhum prejuízo, mas não costumo sair pra correr com cartão de visitas… então o que você me sugere para resolvermos esse impasse? Ele prontamente me diz que morava perto, que poderíamos ir lá e checar se o ipod iria carregar… se funcionasse, tudo certo. Como eu não tinha nada a perder, topei.
Saímos andando em direção à rua dele, nas imediações da praia. Atravessamos a Delfim Moreira e enquanto caminhava, eu o observava. Era másculo, cabelos aloirados naturalmente, com alguns fios brancos. Aparentava uns 35 anos e tinha aquele molejo característico dos surfistas. Sorriso largo e fácil, que mesmo quando acuado, parecia generoso. Isso me atraía muito. Andamos pouco, ele já interfona e o portão é destrancado. Eu disse: - Eu aguardo aqui. Ele retruca: - Se eu estiver de má fé, subo e digo simplesmente que o ipod não funciona e você me paga outro! Putz, fiquei encucado… me sentia numa armadilha: jamais saberia da idoneidade dele se não subisse. Respondi: -Você sobe, eu vou embora. Estamos quites! Ele ri… Mas aquilo era papel de moleque! Eu ri enquanto apontava com os olhos para portaria. No elevador, um constrangimento, uma conversa silenciosa e um certo tesão no ar. Paramos no 2o. andar, ele caminha e destrava a porta. E eu em pé, como um dois de paus na porta. Me pergunta o que eu esperava para entrar, já que não tinha tomada no corredor… pela agressividade, fiquei meio puto. Entrei e enquanto ele foi no quarto buscar o tal carregador, olho os detalhes daquela casa, que sempre diz muito sobre o dono: era organizado e moderno. Com ipod e carregador em mãos, ele pluga na tomada da sala e me diz agora só esperar! Eu, suado ainda da corrida, me sentindo acuado por não encaixar ali e com um certo tesão (sempre fico assim depois de correr, com pau meia-bomba devido ao roçar da cueca do calção), avanço na direção dele e o deixo contra a parede. Disparo: Você não sabe o risco que corre… Ele aperta o volume nas minhas calças e diz: Não te trouxe aqui por acaso!
E o tesão se transforma em luta de dois homens sedentos de desejo. Mordo sua orelha e começo a esfregar minha barba no pescoço dele. Ele, inconsequente, tenta lutar, como quem diz que não deveria estar naquela situação, mas cede. E eu jogo todo o peso do meu corpo contra o dele e desço minha mão para cintura. Desarmado, ele tenta se desvencilhar, empurrando seu corpo ainda mais contra o meu… era uma luta inglória! Sinto o pau dele crescendo, mas preso dentro daquela cueca. Estava quente e cheiro de suor deixava aquela batalha ainda melhor… Pedro era conhecedor das artes sexuais, sacava de uma boa putaria e eu apreciava potenciais guerreiros! Puxei meu calção e o dele para baixo do joelho, e usando o calcanhar, me despi. De camisa molhada de suor e tênis, quem antes empurrava, agora puxava o adversário. Era a revanche! Pedro me empurra com força seguidamente, e no terceiro empurrão pega no meu pescoço e força um beijo cheio de volúpia… aquela língua invade minha boca, como se procurasse algo e eu, fico ainda mais sedento! Meu pau já estava apontando pro teto… e o do Pedro, ainda preso na cueca branca, babava deixando as marcas do tesão a mostra no tecido! Impaciente, ele tira a camisa, tênis e deixa pelo chão… arranca minha camisa, morde meu peito e em seguida lambe! Que sensação deliciosa! Continua a me chupar enquanto eu deslizo minhas mãos por aquele corpo bronzeado, tentando tirar o último pedaço de tecido que nos separava… seguro ele forte pela bunda, e começo a brincar de apertar… o rapaz urra e muda o alvo… me empurra quarto adentro até eu cair na cama, e me provoca deliciosamente mamando o outro peito. Aquele pau sai por cima da cueca babada, e eu fico mais vidrado naquela visão. Era um piroca de respeito… parecia tão grande quanto a minha, branca, levemente curvada para baixo, pesada e com uma cabeça de cogumelo. Eu, que tenho uma rola morena e grossa, calibre 23, achava aquela combinação perfeita. Invertendo nossos corpos, fico por cima no 69, enquanto cada um tentava engolir o máximo que podia… ficamos assim por algum tempo, afinal éramos dois putos que queriam dar e receber muito prazer. Eu deixava o peso do meu corpo quase cair sobre a mandíbula de Pedro, forçando-o a engolir mais e mais. Ele era bravo! Engasgava mas não desistia, continuava a sugar minha rola! Em contra-partida, eu fazia questão de mamar com vontade, deixando aquela baba grossa que só os putões mamadores sabem fazer… Sentia o gosto do pau babão e deixava ainda mais saliva escorrer pelo pau e bolas dele. O lençol ia molhando cada vez mais, enquanto a saliva percorria o caminho das bolas em direção do cu. Coloco meu polegar na beira daquele buraco e começo a forçar saliva pra dentro, Pedro geme alto com minha rola ainda na garganta! Era a garantia que eu precisava para abusar daquele corpo como um todo! Dois dedos e o puto começa a se contorcer… mais saliva escorria e, vou colocando o terceiro dedo, e forço com movimentos rápidos de vai e vem… Pedro urra e tira minha rola da garganta, se contorce para se esquivar e vai se abrindo, quase como em uma convulsão. Dou dois tapas na perna dele, sinalizando para ele abrir mais. O rapaz fecha os olhos e se entrega… continuo a penetrá-lo com os dedos, e vejo de relance seu olhar de agonia, entre o limite do prazer extremo e dor. Tiro todos os dedos e presencio algo surreal: o puto pede mais! Ele abre a gaveta de cabeceira e retira camisinhas e gel… eu lambuzo minhas mãos, desço da cama e fico de pé, puxando o cabeça dele de encontro ao meu pau… Pedro deitado, abre a garganta e eu soco fundo até ele engasgar. Continuo socando e apesar do anseio de vômito, ele enfrenta com mérito o desafio. E começo uma nova tortura: vou colocando meus dedos um a um no cu dele enquanto ele sufoca… primeiro o polegar, depois o dedo médio… em seguida o indicador e o anelar. Laceado, ele agoniza mais e mais. Meu tesão aumenta ainda mais, homens assim são raros! A maior parte mia nessa hora, chora, não enfrentam com hombridade o próprio prazer… Pedro sabia o que queria… eu tiro os dedos e vejo o molde deles nas bordas daquele cu alargado. Enlouquecido de tesão, encapo meu pau, coloco Pedro de frango assado e meto de uma vez. Pedro aperta e morde o lençol ao mesmo tempo em que emite sons guturais… eu estava decidido a deixar minha marca naquele rapaz, e vou socando ora rápido ora devagar, prolongando o prazer e o martírio dele. Caralho, é lindo aquela visão de bravura e fragilidade enquanto ele se deleitava no meu pau, sem perder por um só momento a ereção, mesmo com a dor que sentia quando encostava no fundo! Retiro a rola rapidamente e deito na cama. Pedro entende e senta de vez me olhando bem nos olhos, com orgulho, sem temor. Abre bem as pernas e inicia o sobe-e-desce. Cavalgava com propriedade, mostrando como o tesão o deixava em transe. No sobe-e-desce, seu membro rijo e gordo bate contra minha pélvis e contra a própria barriga dele, com o barulho característico das boas fodas. O ritmo só aumenta, o calor já era insuportável e o gajo a pelejar com o prazer… eu sabia que ele estava segurando o gozo tanto quanto eu para prolongar ainda mais aquela batalha: perderia quem gozasse primeiro, esse era o jogo tácito de poder entre nós putos ou até que fossemos vencidos pelo cansaço; Ele não contava com minha sagacidade… numa das vezes que ele subiu, o impedi de descer segurando todo seu peso com minhas mãos na bunda e voltei a bombar fundo. Agora quem ditava o ritmo era eu, e resolvi que seria assim até ver aquele puto chorar na minha rola! Pedro começou a gemer como macho, com a boca fechada, segurando o prazer que sentia como podia… continuei bombando, abaixando um pouco minhas mãos e trazendo o rapaz mais pra perto do meu peito… ele largava o peso, na tentativa de retomar o controle da situação e da rola. Mas, sem contar com o fato que assim ele estava cada vez mais facilitando meu trabalho na próstata. Aumentei o ritmo e força das estocadas, e já começava a arquear meu corpo para ir mais e mais fundo. Pedro se arrepiou e, sem desistir, foi somando sua cadência à minha, quanto mais eu envergava meu corpo mais peso ele descia contra meu caralho… sua resistência estava cedendo lugar à entrega, ele foi ficando mais arrepiado e eu sentia seu cu apertar com mais força meu pau… e foi assim, sublime e insano que Pedro gozou, esporrando jatos longos no meu peito e queixo com seu pau duro feito pedra. Ele caiu ao meu lado, exausto e lascivo veio lamber a própria porra no meu queixo. Havia satisfação e submissão naquilo! Rimos e eu, triunfante disse: - Venci. Ele bateu no meu peito e disse que eu deveria conceder uma revanche, afinal essa é a arte do duelo. Aceitei e acertamos que seria em breve. Na saída, vejo o ipod carregado… Nesta guerra inglória, uma batalha foi ganha… volto correndo pela orla, saciado, com o pensamento longe e com o sentimento de que muitos outros duelos como esse estão por vir.

Sobre este texto

Sedento Sedutor

Autor:

Publicação:20 de abril de 2014 03:56

Gênero literário:Contos eróticos

Tema ou assunto:Gays

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