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Sedento Sedutor em: Uma Outra Viagem

Sedento Sedutor em: Uma Outra Viagem
Passaram-se exatamente dois anos desde a última aventura (O Viajante Oportuno). Tanto que a memória me traía, com aquela longínqua impressão de que foi real, romantizado, bateu saudade e acabou. Mas a tecnologia tem suas benesses. No meio de um período de grande estresse profissional - a finalização de um projeto que começou na Coréia do Sul e terminou aqui no Brasil - meu celular informava que um 'amigo' havia acabado de se inscrever no whatsapp. Eu sabia que era ele - o objeto dos meus desejos de outrora. Pouco antes de partir, ele me disse seu nome e, ao insistir, me deixou seu telefone. Sem reposta por diversas vezes, desisti. Acreditara que aquele telefone havia mudado de dono! Dois longos anos… e aí estava ele de novo, talvez susceptível a uma nova investida, num outro momento, num outro lugar. Idéia fixa, enviei uma mensagem do tipo tudo ou nada: '-Tesão e saudades de vc!', com uma foto minha do membro intumescido em anexo. A resposta não tardou a chegar: - Não sei quem você é, mas gostei do que vi. Estou no trabalho. Respondi que eu também estava, mas com tesão maior do que há dois anos atrás. Relembrei-lhe os sarros, amassos, chupadas, dedadas e gozos que ocorreram naquele ônibus…
Mas agora seria diferente: eu queria mais e mais, e esse puto iria ficar viciado na minha! Seria no meu território, do meu modo, do meu jeito… se fizesse direito, eu o teria por várias e intermináveis vezes! Não seria afoito, para que ele não fugisse como antes. Propus um chope, tão logo o trabalho estivesse no fim. Disse que, apesar da distância, poderia buscá-lo nas proximidades do trabalho, de modo que ninguém desconfiasse… ele aceitou. Marcamos para o final da tarde, contudo uns 30 minutos antes, acho que a insegurança bateu e ele me disse que não o fosse buscar… Sabia que ele necessitava de uma reafirmação do propósito e que valeria a pena… Enviei outra foto, dessa vez com a vara envergada pra cima de tanto tesão, com aquele líquido pré-gozo. Ele não resistiu. Disse que iria direto para a casa, que eu o buscasse em um shopping center próximo, pois a esposa não poderia desconfiar. Confirmei minhas expectativas: o puto permanecia casado, após esses dois anos. E estava com medo de ter o rabo preso (em vários sentidos!).
Corri do trabalho para casa, e arrumei o básico para que tudo parecesse organizado o suficiente para mostrar seriedade e bagunçado o suficiente para ser despretensioso. Morávamos próximos; peguei um táxi rumo a Botafogo, e no caminho íamos teclando. Ele disse que eu sequer deveria descer para nosso chope, que ele entraria no táxi e seguiríamos para onde quer que eu desejasse. Tive a impressão de que estávamos fugindo e eu sabia do que: da eventual esposa, dos olhares dos vizinhos, da sociedade. Ele sentia medo, e eu sabia que isso ajudava no tesão. Quanto mais proibido, melhor. Conversamos amenidades no caminho, como dois estranhos que se reencontram. Fomos para minha casa. Ao chegar, me perguntou sobre as câmeras do prédio… eu ri: disse que gostava de homens, de todo jeito. Um homem que gosta de outros homens, mas sem medo e sem culpa. Com tesão e entrega. Era só isso minha proposta.
Ao abrir a porta, o rapaz estava em êxtase. Parte pelo alívio de estar abrigado, parte pela beleza diante de seus olhos. Ele claramente não esperava estar diante de uma vista deslumbrante e panorâmica da cidade. Informei que não tinha chope em casa, que normalmente bebia destilados. Meio constrangido, aceitou; Ficamos naquele micro-segundo de silêncio cúmplice, em que cada um não sabe muito bem o que dizer, embora soubéssemos o que estava por trás de toda aquela aparente calma; Aproveitei para elogiá-lo, dizer que não ele havia mudado nada, e que meu tesão aumentou com a expectativa daquele encontro improvável. De modo surpreendente, foi ele quem disse que não tinha vindo ali para bater-papo; tomou tudo no copo de uma vez só e partiu pra cima; Que atitude! Minha curiosidade era saber que tudo aquilo ia se manter quando estivéssemos na cama e eu mandando rola sem dó nem piedade. Ele me beijava com volúpia, sofreguidão. Mal respirava, só queria minha boca. Tinha sede, muita sede de estar ali fazendo aquilo que considerava proibido. E fomos nos arrancando camisas e relógios e calças e sapatos e meias. E voltamos a nos agarrar, cada vez mais forte, com mais pegada, como se nos certificássemos que tudo aquilo estava mesmo acontecendo. Mais que depressa, retirei a cueca dele, e que linda visão! Antes, naquele ônibus há dois anos atrás, não pude observar o quão perfeita era sua pele, suas nádegas masculinas que pareciam dois grandes montes com uma relva de pelos precedidos por um vale. Seu sexo era normal e extremamente bem disposto - tinha um corpo anatômico que apontava para cima, mais grosso na base e alongado na extremidade - via-se desejo nele, tanto pelo líquido que lubrificava a cabeça do membro em abundância quanto pelos gemidos enquanto eu fazia meus avanços pelo corpo dele. Ele não hesitou… nu, ajoelhou-se e retirou minha boxer branca com cuidando, sem tirar os olhos do meu pau. Parecia ter sentido saudades! Observou por todos os ângulos, brincou com minhas bolas grandes e cheias de tesão, como um menino que reencontra um brinquedo perdido. Segurou minha piroca com força, e engoliu a cabeça roxa. Passava a língua no buraco da uretra, e sugava com maestria. Foi engolindo o corpo vagarosamente, e quando pensei que ia parar, forçou garganta adentro, se ajeitando com um leve movimento para o lado com a cabeça. Eu estava em êxtase! Aquele puto valeu cada dia de espera! Ia socando fundo na garganta dele, e ele cada vez apresentava menos resistência. Não queria parar com essa sensação de prazer oral dele, e ao levá-lo para o quarto, continuava com os beijos, mais intensos e molhados, sentindo o gosto da minha própria vara nos lábios dele. Meu tesão aumentava, e ele já receptivo, com as pernas cruzadas nas minhas costas. Intensidade e fervor estavam no ar, dois corpos ardentes! Brincava de pincelar, forçando a entrada e ele revidava com mordiscadas, tanto em cima, no meu pescoço, quanto lá embaixo. Estávamos no limite, daí perguntei sobre a prevenção… ele disse que estava limpo e tranquilo e se eu estivesse de acordo, poderíamos continuar. Aquele misto de culpa e loucura me tomava… Foda-se!!! E fodemos.
Fui com vontade. Quanto mais avançava, mais o cara cedia, se ajeitando sem recuar. Continuava me puxando com suas pernas, até garantir que não havia mais espaço nem falta de intimidade entre a gente. Bravura era algo que sempre admirei. Ele era um dos poucos nessa vida que sabia exatamente o que queria! Sem reclamar, aguentou tudo sem essa de pedir para parar. Sou avantajado e sei que é necessário jeito para não quebrar o brinquedo… Daquele modo, fomos nos testando tanto em ritmo quanto em posição. Estava metendo com força, profundo, e rápido. Ele segurava meu pescoço enquanto eu enterrava meus bagos naquela bunda, com todo aquele estalar característico. Ofegantes, ao parar para respirar, retirava a vara devagar e o rapaz ficava com aquela cara de quem pede mais, cheio de tesão. Esperava alguns segundos e reiniciava, mais rápido ainda. Percebia ao entrar de novo que seu corpo ia resistindo em ondas, tanto no cú que ameaçava quase fechar e cedia, quanto no ritmo, como se um choque o percorresse dos pés à cabeça; Ele estava completamente entregue. Gemia sem pudores, mas não falava. Seu gemido era grave, quase um início de um choro. Quanto mais eu arrombava aquele homem casado, mais força ele fazia para não chorar. Era o que ele queria! Nossa cumplicidade já havia atingido o nível que não é necessário palavras, tínhamos uma conversa silenciosa, apenas com olhares. Ele ficou de lado e eu entendi o recado: abracei-o por trás e, à medida em que mordia e respirava ofegante no pescoço dele (com cuidado para não deixar marcas), ia passando minhas mãos pelos seus peitos, apertando os mamilos com vontade. A curvatura da cintura dele foi se acentuando, como se dissesse que ele era todo meu e que eu poderia aproveitar como quisesse. Ele empurrava o corpo contra o meu, cada vez mais gemendo, urrando e se entregando. Desci minhas mãos do seu peito para cintura e cravei ainda mais forte… Ficamos por muito tempo assim. Eu sempre demorei muito para gozar, e quanto mais tesão sinto, mais demoro! É como se meu corpo não quisesse se liberar em gozo, só para prosseguir com as boas sensações da penetração. Ia durar o quanto tivesse de ser. Mudamos novamente, tal como animais no cio que éramos - eu atrás e ele na frente - no melhor do estilo de quatro. Ele permanecia jogando o corpo em transe contra o meu, no mesmo ritmo das estocadas. Eis que o telefone toca. Ele olha para o celular sobre a cabeceira e diz: preciso atender, é a minha mulher. Não me fiz de rogado: continuei a estocar, indo ainda mais fundo e com mais vontade, mas sem dar ficar batendo meu púbis na bunda dele para não fazer barulho. O puto atendeu o telefone e ao falar, se controlava para não alterar a voz enquanto levava 23cm de rola. Durante os 3 minutos de conversa, e ele fez o papel de macho alfa com a mulher dele, só que preso pela cintura e submisso à minha vontade. Tanto que ao desligar, urrou forte e gozou… gozou com vontade, fartamente, pois eu sentia seu cú prendendo meu pau com toda força enquanto o esperma dele jorrava cama afora, pelo quarto. E, ao relaxar dos espasmos, chorou. Não sei se de alegria, alívio ou culpa, mas chorou. Se aninhou em meus braços e ficou calado enquanto as lágrimas escorriam. Tinha um semblante feliz e aliviado. Ali ele se sentiu seguro, não tinha que desempenhar nenhum papel, não tinha que proteger ninguém. Era ele por ele mesmo, sem máscaras. Ficou um pouco mais, e enquanto se arrumava, me disse que a mulher não tardaria a voltar. Iriam completar dois anos de casamento naquela semana, e que deveria ter uma desculpa caso ela chegasse primeiro em casa. Eu, que sempre guardo alguns presentes para quando esqueço do aniversário de alguém, prontamente ofereci uma vela aromática que trouxe da última viagem à França como álibi do momento em que passamos juntos. Ele aceitou, agradeceu e desceu com pressa, pegando um táxi de volta para seu bairro. Ah, o desejo não tem disciplina... Todas as vezes que ela olhar aquela vela, irá lembrar do amor que tem por ele. E ele, ironicamente, irá lembrar de mim.

Sobre este texto

Sedento Sedutor

Autor:

Publicação:6 de setembro de 2013 14:25

Gênero literário:Contos eróticos

Tema ou assunto:Gays

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Ainda não há estatísticas de leitura deste texto, pois ele foi publicado em 06/09/2013.

Comentários

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  • Daniel
    Postado porDanielem6 de setembro de 2013 17:27

    Caramba!!! bom conto, já passei por situação parecida com um cara casado. abraços.

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