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"memórias de um viado que ninguém desconfia que ele seja" Hoje em dia...

Bem, depois do rapaz, sai com muitos homens. Passei a frequentar a sauna Catete sempre que tinha oportunidade. De início eu rejeitava os caras mais avantajados. Lembro de uma vez que um senhor negro, de bigodinho, barriga tanquinho, um belo homem, me puxou para uma cabine. Fiquei beijando e chupando o cara, mas quando ele quis me comer, assustei-me com o tamanho da pica. Ele me disse para eu não ter medo, que não ia me estuprar, mas não topei. Alguns anos depois meti com ele. Foi delicioso.

Mas perdi o medo. Acho que há um aprendizado em dar a bunda. Quando o cara vai botar, se for competente, ele põe devagar, o cú arde e doi, ele tira e bota novamente devagar e começa a foder com calma. O ânus se abre completamente. O macete é similar a quando vamos defecar, fazemos um movimento anal que relaxa o cu e sai fácil. O movimento é similar, eu não sei explicar, e o pau entra fácil. E depois que relaxa de vez, não doe mesmo. Quer dizer, independentemente do tamanho da pica, depois da foda fica meio doidinho, mas nada demais. E a sensação de ter dado o rabo perdura por mais um dia ou dois.

Bem, minha mulher tinha viajado e fui a sauna num sábado, dia que está cheio desde de tarde. Um senhor de vastos bigodes uma vez me disse que tinha me achado muito bonito e que, infelizmente, já tinha fodido, senão ele me comia. Eu não tenho nada de viado, sou um tipo bem másculo. Mas noto que na sauna boa parte dos homens fica com uma cara estranha, séria. Eu não, fico sorridente vendo as picas. Me aproximo, encosto e boto a mão sobre a toalha na pica. Acaricio, se ele topar, é ativo e está afim. Aí eu pego sob a toalha e começo a manusear. Algumas vezes me agacho e chupo um pouco. Faço isto no dark room ou em uma espécie de labirinto, meio escuro depois do entardecer. Mas de tarde é claro. E então fica claro para todos que estou ali para dar.

A primeira vez que dei em público foi na SB. Consegui ir lá em um fim de semana, deixei minha mulher em casa e fui lá. É claro que ela não gostou e nunca mais repeti. O arranjo passou a ser que fins de semana, feriados e férias não dou a bunda...

Bem, neste dia na SB peguei um cara no dark room, que lá não é muito dark... Ele ficou excitado e me enrabou lá mesmo. Depois continuamos a nos abraçar e beijar e ele ficou de pau duro novamente. A sala encheu, muita gente se esfregando, chupando, fodendo, mas a maioria gosta de olhar. Aí ele me pediu o rabo de novo. Botei-lhe outra camisinha e me dobrei para ele meter, bem no meio da sala. Foi juntando putos em volta e um se aproximou e enfiou a pica em minha boca. Adorei, pela primeira vez estava com dois, me satisfazendo anal e oralmente. Logo um outro viado se aproximou e no momento que tirei a boca para descansar, o viado abocanhou a pica. Eu parei um pouco e o outro tirou. Não devia ter deixado, o cara meteu o pau no outro viado e quando tirou e eu pedi mais ele já tinha gozado.

Neste dia perdi a vergonha e passei a pegar direto os caras, chupa-los mesmo com gente vendo.

Encontrei M, o cara que me disse que eu era bonito. Estava no corredor das cabines livres da Catete e entramos em uma. Ele tem um pau bonito, bem grande. Como é mais velho, não fica muito duro, mas é comprido e grosso. Fodemos em várias posições. Eu estava distraido e entrou um mulato que nem vi. Só notei que de repente estava com uma pica na boca e um pau no rabo. Parei e reclamei e o cara saiu. M meteu um bom tempo até gozar.

Depois, no tal sábado de liberdade, estava com ele numa cabine, ele gozou, ficamos um pouco juntos e ele quis de novo. Novamente, de repente, entrou um velho de óculos e ofereceu a pica. M parou de me comer e começou a conversar com o cara enquanto eu chupava o de óculos. Aí o cara saiu e M me acabou de me comer. Ele saiu e eu fiquai na porta da cabine. O ambiente me lembrava zona de minha juventude, as putas ficavam na porta se oferecendo. Lá estava eu de puto na porta e logo peguei outro cara. Ele me enrabou e me disse que meu cu parecia uma buceta de tão macio. Neste dia dei para mais um e passei a gostar de dar para vários.

Outra vez encontrei M e fomos para uma cabine paga. Passei desde então a sempre alugar uma, são mais confortáveis, cama de casal lençol, enfim. Estávamos indo quando apareceu o de óculos e veio junto. No caminho ele chamou um cara mais novo e entramos os três. O mais novo meteu e eu ora chupava um ora outro, o de óculos meteu no mais novo enquanto eu era fodido, ficamos eu tomando no rabo, o mais novo também e M com sua enorme e gostosa pica em minha boca. O mais novo gozou e o de óculo meteu até gozar, eu sempre chupando M. Depois M me comeu, mas antes de gozar tirou o pau, tirou a camisinha, eu o chupei e ele se masturbou, gozando em meu rosto.

Entrei então em nova fase, tentar surubas. Foi por esta época que resolvi tentar lembrar de todos os travestis e homens com quem fodi desde guri. A estimativa já estava em 250 homens, uns duzentos eu passivo. Vi que tinha mesmo assumido ser viado.

A descoberta e aceitação de um lado homossexual foi muito boa. Não tive mais "grilos”, como se dizia em minha geração, de ser o que eu era. Passei a sair com homens que ia conhecendo na internet, minhas relações com mulheres além da minha, cessaram, também quase não transei mais com travestis, e comecei a ir sempre a sauna.

Descobri que depois de ter sexo com homens, ficava satisfeito por alguns dias. A vontade de sexo homo como que diminuía. Continuei a olhar as mulheres na rua, como faço desde garoto, ver fotos de mulheres nuas na internet, adoro corpo de mulher, mas só me sinto bem se consigo transar com homens. E passei a ir a sauna onde todos vão para foder. Muitas saunas, fui a quase todas do Rio, são como que clubes, as pessoas vão para conversar, olhar, fazer caras e bocas. Outras tem garotos de programa.

Na medida que assumi ser viado, descobri que existe muita gente que me acha atraente. Sou másculo, não tenho jeito de bicha nem falo de forma distinta. Acabei gostando de ser desejado. A maior parte da minha vida achava que eu era desinteressante, que as mulheres não se sentiam atraídas por mim. As que comigo fodiam achavam que eu era muito gostoso. Mesmo as garotas de programa tinham prazer em ir comigo para a cama e eu tinha algumas mais ou menos fixas nas termas. Mas deixei-as de lado, passei a ser viado, a dar. Chego a sauna e em muito pouco tempo já estou com um homem na cama. De início quase não chupava, mas como gosto muito, passei a fazer isto sempre. Aprendi com as GPs como fazer uma felação que deixe o homem extremamente excitado. E como me mexer na cama quando me fodem para que ele tenha muito prazer.

Uma vez estava com colegas e ao voltar para casa passei na Lapa e peguei um travesti. Isto foi quando eu estava começando a assumir ser viado. Era jovem, não siliconado, moreno bonito. Chupei-o, fizemos sessenta e nove e ele pediu para eu ficar de quatro. Fodeu-me por um tempo e me pediu para virar, frango assado. Mais foda. Aí ele tirou e o fiz sentar-se num banco e sentei no pau dele. Subia, descia, rebolava. Ele muito excitado o tempo todo. Uma hora fui levantando e puxando-o para que ele continuasse com a pica enfiada. Me fodeu um pouco em pé e fomos, sempre com o pau na bunda, em direção a cama onde deitei de bruços e ele me comeu até gozar. Tinhamos ficado quase quarenta minutos trepando. Depois disto vi que não gostava de fodas rápidas, a não ser que fossem várias seguidas. Então quando vou a sauna dou para muitos, chupo vários. Na verdade não fico muito tempo, o padrão são duas horas. Mas fora os minutos até pegar outro, ou outros, estou chupando e dando o tempo todo.

Fui ficando sem vergonha, já dei no labirinto, na sala escura e, muitas vezes, com a porta da cabine aberta. Ficam vários olhando eu ser comido e se masturbam. As vezes algum entra e bota o pau na minha boca e depois que o outro goza, ele mete.

Quando comecei a dar sentia o cu doído. Mas fui aprendendo a relaxar e a foder sem me machucar. Quando o primeiro tem pica grande, muitas vezes sento em seu pau. O cu abre bem e eu controlo até que relaxe. Depois é a cavalgada rebolativa... Mas mesmo que o cara não queira assim, fico de quatro com a bunda bem empinada para entrar fácil. Posso dar para muitos seguidos sentindo só prazer.

Em geral, quando via que já estava na hora de ir embora, dava a última foda e pedia para ele deixar o pau enfiado para eu me masturbar e gozar. |Outra forma é chupar uma pica, o que me excita muito, enquanto toco punheta. Só que com o tempo fui vendo que nem sempre este orgasmo era intenso. Eu fui gostando tanto de ter um pau na bunda, de sentir as estocadas, os gemidos do macho, as enfiadas finais quando ele goza, que é como se eu estivesse começando a gozar todo o tempo. Não é aquele gozo final e muito curto, é muito intenso, mas prolongado, quer dizer fico a gozar por quase duas horas. E nem me preocupo muito em ejacular. As vezes vou ejaculando aos poucos todo o tempo. Mas no dia seguinte pela manhã recordo a foda e me masturbo, gozando intensamente.

Tem uns dois anos notei que meu pau estava menor e torto. E fui ficando com dificuldade de ereção e também de mantê-la. É a doença de Peyronnie. Felizmente ela apareceu depois que assumi ser viado e aprendi a ter prazer como nunca tive sendo um viado completamente passivo.

Sobre este texto

Sergio

Autor:

Publicação:25 de agosto de 2015 13:49

Gênero literário:Crônica erótica

Tema ou assunto:Gays

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