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Do fundo do baú

"memórias de um viado que ninguém desconfia que ele seja" Inicia da velhice.

Fui tocando a vida sexual por anos desta forma. Um dia fui a uma termas e transei com uma mulata linda. Ela me chupou e gozei na boca dela. Outra vez ela me deu sua maravilhosa bunda. Um dia fui a termas e tinha um viado na porta que me informou que agora era uma sauna masculina. Encontrei a mulata algumas outra vezes em outra termas. No dia que o viado me disse da mudança, tive curiosidade e entrei. Estava vazia, vi uma camisinha com porra no vaso quando fui mijar e me deu vontade de, finalmente, experimentar com homem mesmo. Neste dia não rolou.

Dias depois fui jantar com uns amigos e, meio alto, parei na sauna numa sexta quase meia noite. Entrei estava cheia. Fui para o quarto escuro, sentei ao lado de um carinha e peguei seu pau sob a toalha. Ele levantou a toalha e eu peguei e fiquei manuseando. Ele puxou minha cabeça e logo eu estava com sua pica na boca. Me ajoelhei e comecei a chupa-lo usando todas as técnicas que as GPs usam (minha mulher adorava me chupar, as vezes até o fim, mas as GPs eram profissionais nisto. E virei profissional também...). O cara gozou e eu engoli. Gostei muito.

Tentei pegar outros sem muito sucesso, já era tarde e eu sai do dark room. E, azar, encontrei um amigo, muito amigo, que eu sabia que era viado. Nunca havíamos conversado muito a respeito, mas ele me tinha dito que não gostava de ir a sauna. Falei normalmente com ele e perguntei a respeito. Ele riu e disse que as vezes era o jeito. Ele é muito discreto e estava espantado, nunca havia imaginado que eu também fosse viado. Nem eu mesmo imaginava que fosse, ainda tinha grilos em ser e não queria assumir uma vida completamente "gay", como ele havia feito. As vezes conversamos a respeito, mas ele sabe que eu queria, e quero, manter as coisas assim, hetero na vida normal e viado enrustido.

Bem, depois desta primeira vez, eu passei a ir com frequência a esta sauna. Não ficava muito tempo, menos de uma hora. E ficava a chupar picas no dark room. Uma vez fiquei sentado e em meia hora chupei seis!

Com a internet viados como nós passamos a ter maiores oportunidades. Passei a frequentar o chat do Terra, bissexuais, e ver quantos eram como eu. Uma vez um cara cinquentão estava empolgado, nunca havia dado a bunda e na véspera tinha ido ao Projeto SB, uma nova sauna e tirou a cabaço com três caras. Fui verificar. Não é sauna para coroas, tem muito viado jovem. Um dia vi um americano que tem uma pica descomunal. Comecei a chupa-lo e logo outro veio e aproveitou enquanto eu descansava e tomou o meu lugar. Abracei-o por trás e logo veio um senhor e começou a esfregar a pica na minha bunda. Levei-o para uma cabine e chupei seu enorme pau. Depois ele deitou e eu sentei. Foi esta minha primeira foda com homem de verdade. Mas ele pediu para eu ficar de quatro e sua pica era muito grande. Me assustei e chupei-o mais um pouco e depois toquei uma punheta nele. Ele gozou tanto que minha perna ficou coberta de porra!

Passei a ir sempre e fui dando para outros, evitando picas grandes. Sempre doia e ardia no início e fui aprendendo a relaxar ao tomar no cú. E fui aumentando o tamanho. Mas muitas vezes ia para lá e, no máximo, chupava e pegava em picas sem conseguir ser fodido. Um dia um viado bem viado não quis me comer, disse que era somente passivo e que aquela sauna era de gente caras e bocas, poucos comedores. Mas que na sauna Catete os homens não eram tão bonitos, mas sempre fodiam.

Bem, neste tempo ocorreu um incidente, estava numa festa e uma menina que ficava meio que querendo algo comigo estava ao meu lado e eu a abracei e dei um beijo em seu ombro nu. Minha mulher viu, me deu uma bronca e tivemos muitas discussões. Acabei contando que ia sempre a sauna e ela achava que eu andava comendo todas. Um dia estávamos num shopping, ela reclamando, e eu parei e lhe disse. "Você não entende bem, não estou afim de mulheres que não sejam putas, não quero confusão. E cada dia gosto mais de homem". Ela me olhou e contei dos travestis, das saunas e que estava começando a pegar homem pela internet.

O primeiro cara que peguei na internet me levou a um hotel. Tinha um pau enorme. Mas eu queira dar de qualquer jeito. Chupei-o, ele me chupou, nos beijamos, fizemos sessenta e nove, mas tentei duas vezes botar uma camisinha e não entrou! Não queria foder desprotegido e acabamos tocando punheta.

Depois um dia sai com um cara quarentão, bonito. Consegui ser comido e gostei muito. O cara era militar, morava em Brasília, mas vinha sempre ao Rio. Nós gostamos um do outro e fodemos muitas vezes. Bem, adiantando, minha mulher tinha ciúmes, achava que eu tinha caso com homem. Ela demorou a aceitar que não era o caso. Nunca tive um "caso", um "namorado" ou coisa assim. Ela acabou acreditando, mas com este cara eu fiquei apaixonado por ele, só que quando disse isto a ele, ele, casado, muito discreto, assustou-se, acho, e nunca mais fodemos.

Sai com vários caras do Disponível. Um rapaz foi minha foda constante por quase um ano. Saímos pelo menos duas vezes ao mês. Ele era bem bonito, peludo e de barba e tinha uma bunda linda. Nunca comi o rabo dele, mas gostava de ver e acariciar. E ele só queria comer. Era bi, preocupado por nunca ter comido uma mulher, só homem. Também gostei dele, mas ele mudou de estado e nunca mais nos vimos. Parece que em São Paulo as mulheres dão mais e ele me disse que tinha uma namorada e estava comendo mulheres. E coroas como eu...

Conheci também outro militar pelo chat. Parecido conosco. Casado, vários filhos, sempre atrás de homem para ser enrabado. Ficamos amigos. Ele sempre se referia a suas experiências homossexuais. Até então eu evitava pensar o que eu era. Mas ví que era bissexual, por foder com mulher e gostar, mas assumi finalmente, já com cinquenta e tantos anos, que era viado. E disse isto a minha mulher. Ela passou a me aceitar com viado, mas colocou restrições que tive que aceitar: não me chupava mais, não deixava que a chupasse ("você chupa homem e eles gozam em sua boca, não quero sua boca em minha xoxota!"), e nunca mais me deu o cu, coisa que eu adorava.

Também já tinha notado que não ficava mais de pau duro quando estava com homem. Enfim, acho que ao assumir que era viado, passei a ser o passivo que dá, muito, mas que nunca vai enrabar machos.

Outra coisa que aconteceu é que eu tive problemas cardíacos e acabei fazendo várias cirurgias. Eu desde muito tempo, na hora de dormir ficava a lembrar mulheres que eu desejava e dormia sonhando com mulheres, fodas. Desde adolescente acontecia isto todo dia. Pois ao voltar do hospital um dia sonhei que estava dando. Já tinha cinquenta anos e fiquei perturbado. A velhice, o tempo enorme comendo e dando para travestis, o começo de relações com homemhomem, enfim, os sonhos revelaram o que eu era, um viado como tantos...

Mesmo assim ainda demorei a assumir mesmo. O meu amigo é que me fez aceitar-me. E aí é que comecei a tirar o atraso. Eu reprimia meus desejos e os sublimava com os travestis. Fui deixando de sair com eles, nunca paguei garotos de programa, salvo os travestis, e descobri que havia muitos homens que me desejavam.

O tal viado da SB me deu uma indicação boa, fui a tal sauna Catete e ele tinha razão, nunca fui lá e saí sem ser enrabado. Cada vez mais meu pau não subia, a última vez, já tem anos, sai com um travesti e ele não conseguia me enrabar. Botei na bunda dele com muita dificuldade, meu pau amoleceu e acabei na punheta

Mas só saia uma ou duas vezes por mês. O tal rapaz tinha marcado comigo para uma quinta. Na terça estava tomando cerveja com uns amigos e ao sair fui a Lapa querendo dar. Saí com um travesti lindo, uma pica maravilhosa, ele me comeu e, o que era frequente, gozou no meu rabo. Como disse antes, a maior parte deles ao tirar a roupa já estava de pau duro. Eu tenho um jeito hetero, másculo, robusto e, dizem os outros viados, sou um velho bonito. A descoberta do pau duro imediato me deixou contente. Se as mulheres não pareciam se excitar comigo, os homens ao contrário...

Na quinta fui conhecer o rapaz. Tiramos a roupa e lá estava sua pica intumescida. E me dei conta que não apenas os travestis, mas os homens se excitavam comigo. Pela primeira vez tinha dado o rabo duas vezes seguidas em pouco tempo.

Sobre este texto

Sergio

Autor:

Publicação:25 de agosto de 2015 13:44

Gênero literário:Crônica erótica

Tema ou assunto:Gays

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