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Do fundo do baú

"memórias de um viado que ninguém desconfia que ele seja". Juventude

Fiquei mesmo por um tempo retraído. Só pensava em meninas e me masturbava pensando nelas. Deixei esta coisa de viado para trás e comecei a namorar e a ir a puteiros. Adorava putas. Alguns colegas saiam com viados por dinheiro. Passavam por serem muito machos, comiam todo mundo...

Mas hoje sei que eles eram viados também. Eu nem pensava numa coisa assim.

Conheci minha primeira mulher ainda novo no segundo grau. As meninas "direitas" estavam discutindo se deviam dar ou não. Ela começou a tomar pílulas e a foder comigo. Mas ela tinha dificuldade em gozar, eu ficava tenso e tinha ejaculação precoce. Mas acabamos casando, adorava come-la, mas foi sempre meio tenso. Eu queria foder todo dia. E ela sempre insatisfeita.

Eu continuava saindo com putas. Um dia vi alguém na rua do Lavradio. Parei o carro e me aproximei. Era um homem vestido de mulher. Os travestis ainda não tomavam hormônios e nem existia o silicone. Fomos a um hotel. Pedi para ele passa a pica em meu rabo e ele meteu, me fodeu um pouco e eu fiquei apavorado, aquilo era coisa de viado. Mandei tirar e o comi. Fiquei muito nervoso com aquilo. Mas, no dia seguinte, ao banho recordei o caso e me masturbei. Aquilo passou a ser um tema recorrente.

Eu conversava muito com minha mulher sobre a liberação sexual e começamos a querer transar com outras pessoas. Aquilo me excitava, mas não rolou nada por muito tempo. E, por muito tempo não tive nada homo.

Fomos morar no exterior. Tive que vir ao Brasil e um dia vi do ônibus um travesti, saltei e fui com ele a um hotel. Nos chupamos, minha primeira vez desde os seis anos e acabei enrabando o viado. Logo sai com outro que também comi.

Ao voltar minha mulher me contou que tinha dado para um amigo. E eu que tinha comido dois viados. Ela ficou excitadíssima. Queria fazer suingue mas nunca rolou. Depois descobri que ela tinha virado amante do tal amigo e trepou com ele seguidamente enquanto moramos lá.

Ela voltou antes e, na volta, me relatou todas as fodas. Eu adorava e vivia tocando punheta imaginando. Ela passou a sair com frequência, ficava mais bonita do que já era, saia e só voltava no fim da noite, as vezes já amanhecia. Íamos para a cama, ela me contava a foda enquanto eu a chupava, gostava muito do cheiro de pica na buceta. Ela continuava sem gozar comigo. Mas gozava com os outros. Eu a chupava, depois a comia e a masturbava. As vezes fazia ela gozar chupando. Fodiamos todo dia. Eu ia as putas, aos travestis e depois a comia. Ela só gozava comigo quando eu contava a foda com um travesti enquanto metia nela.

Eu estava contente com o arranjo, mas ela não. Dizia-me que todos os com quem fodia tinham pau maior que o meu. Não era tão pequeno, 16cm fino, mas ela curtia piroconas. Acabou que ela me deixou e foi namorar um cara que sei que tinha um dote muito grande, ela dizia que chegava a machucar.

Sobre este texto

Sergio

Autor:

Publicação:25 de agosto de 2015 13:35

Gênero literário:Crônica erótica

Tema ou assunto:Gays

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