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As felizes gozam duas vezes

As felizes gozam duas vezes

Quando Lídia acordou naquela manhã de incríveis sonhos eróticos, encontrou-se transformada, nua na sua cama, no tipo de mulher que dá para homens comprometidos.
Lídia acordou com uma ressaca terrível, o corpo inteiro dolorido. Tinha os músculos exaustos e a cabeça doendo por alguma razão que ela ignorava. Até lembrar doía.
Com esforço, ela foi acordando devagar, lutando contra a mente pesada e o corpo aparentemente exaurido.
A claridade ao redor incomodava, parecia enlouquecedora, obrigando-a a fechar novamente os olhos. Ela esperava que passasse a horrível sensação de tontura, de que a cabeça poderia explodir a qualquer instante. Tentou lembrar do quanto bebera à noite e não conseguia. Sentiu o gosto de vinho na boca, mas também vodca e outros gostos. Carne, lábios, suor, travesseiro, porra.
Ainda de olhos fechados, sorriu. A memória começava a voltar devagar, a mente e o corpo lembrando pouco a pouco de tudo o que tinha acontecido. A cama desconhecida, lençóis que nunca tinha tocado, um quarto virgem da sua presença. Não precisava olhar para saber que tinha uma cômoda do outro lado da cama, forte o suficiente para aguentá-la apoiada, nem que as cortinas da janela ocultavam outros edifícios.
Estava nua em uma cama de casal, travesseiros desordenados e pensamentos perdidos, observando os ecos da noite anterior dentro da mente.
Esticou a coluna um pouco, espreguiçou os braços. Sentiu um ligeiro ardor entre as pernas. Sim, não era sonho. Estava de ressaca e fodera toda a noite, dessas fodas que deixam consequências. Os músculos do rosto não cansavam de sorri. Lídia tinha dado até à exaustão, fornicado até não aguentar mais. Raramente antes fizera isso, e até se arrependia de ter feito bêbada, por nem lembrar de todos os detalhes.
Abriu os olhos feliz. Estava num quarto estranho, provavelmente daquele rapaz que conhecera na véspera. Olhou para a cômoda, cheia de coisas espalhadas. Tinha se deitado ali e arrebitado a bunda e ficado de quatro, e se encostado na parede enquanto era penetrada, antes de se jogar na cama para foder ainda mais. Viu o corredor, e lembrou que cruzara a porta já nua, sua roupa deveria estar jogada na sala. Onde ela tinha achado tanta cara de pau para fazer isso? Fora somente o álcool? O conselho de Maria Luize? Não tinha nenhum sinal de companhia no quarto.
Onde estava o dono daquele pau? Iria repetir? Será que agora ela teria que ir para casa? Podiam tomar um banho juntos, brincar um pouco mais e aproveitar o sábado. Poderia até sumir o fim de semana inteiro. Inventaria alguma desculpa para a mãe, Maria Luize seria um álibi perfeito e pronto.
"Será que eu consigo ser tão devassa assim?", pensou.
Enrolou-se um pouco mais no lençol. Era a única peça de tecido ao redor do seu corpo. Não tinha ideia de onde estavam suas roupas. Deitada, virou-se de bruços. Assim, talvez a tontura passasse. Fechou os olhos e começou a tentar lembrar a noite. A surra de rola que tinha levado. Aquela ardência entre as pernas. Lembrava do cara, mas não lembrada de detalhes da foda, só de gostos, posições, a penetração enquanto enfiava a cara no lençol azul. Sensações boas, pequenas surpresas. Orgasmos azuis. Não precisava de todas as memórias. Melhor assim, com espaço para um pouco de imaginação, que ela podia preencher do jeito que quisesse. Imagina quando Maria Luize soubesse do acontecido.
Tinha passado uma noite sem freios, sem hesitações. Sabia que só devemos fazer canalhices extremas quando pensamos em largar a pessoa. E não tinha nenhuma expectativa sobre o cara. Tinha feito tudo o que podia com aquele homem porque ele era exatamente isso: uma noite e nada mais. Talvez uma manhã também.
Sabia que ele era grande, senão não estaria assim. Sabiam que tinham feito muito, porque senão ela não estaria tão destruída agora. Suspirou.
Ele provavelmente estava fazendo o café da manhã ou tomando banho. Quem deixaria uma menina desconhecida sozinha em casa? Tinha que estar por perto. Lídia, ainda cheia de um tesão interminável, não conseguiu evitar levar a mão à buceta, por baixo do corpo e começar a se alisar devagar, tocando-se com cuidado devido à extrema sensibilidade do momento. Orgasmos curam ressacas. Começou devagarinho, lembrando tê-lo chupado no carro. Tinha a mania de se masturbar no dia seguinte pensando no que fizera antes, mas desta vez, só tinha trechos na memória. Gosto de mamilo, o saco liso, a mão apertando-lhe o peito com força, uma mordida no ombro um pouco mais empolgada que o normal, a dor gostosa de um tapa bem dado, morder os lábios que a chamavam de bandida. Era como viver outra vez os orgasmos da véspera. Sabia que tinham sido muitos.
Um gemido se lhe escapou. Imaginou que ele poderia vê-la. Podia voltar ao quarto, e viria suas pernas abertas, a buceta ligeiramente exposta, os dedos frenéticos se movendo com suavidade e pressa pelo clitóris. Gostou da ideia e começou a fantasiar que ele estava ali, olhando-a. Sentiu um pouco de vergonha e isso só aumentou o seu tesão. Ele poderia estar ali, nu, voltando do banheiro, observando-a. Abriu-se um pouco mais, expondo-se à porta. Queria que ele visse tudo. A reação mais provável é que viesse de pau duro e entrasse nela, como quem diz bom-dia. Quase chegou ao orgasmo pensando nisso. Ato inconsciente, levantou um pouco a bunda, como quem pede mais penetração.
Continuou masturbando-se ferozmente. Ouviu o barulho de passos no corredor, e começou a gemer alto, para atraí-lo. O ruído aumentava, indicando que vinham em sua direção.
Imaginou-o jogando a roupa no chão, o pau em riste, os dedos abrindo a buceta devagarinho. Os pés dela se afastaram um pouco mais, desejosa. Ela estava pronta para ser cavalgada de manhã cedo, completamente aberta.
Lídia, completamente úmida, suada, a boca seca desejando mais sexo, esperava que ele começasse. Uma sessão infinita de prazer, continuar a festa da véspera.
Então percebeu que não era só uma fantasia. Ouviu uma respiração que não era a sua, ofegante. Era controlada. Lídia esperou, entregando o controle da situação.
Sentiu um peso no colchão, do lado direito do seu corpo. Continuou se masturbando. Queria fingir que era surpreendida. O lençol foi retirado, devagar. Lídia ouvia a respiração ao seu lado, mas somente quando não estava gemendo. Em alguns segundos, estava nua e descoberta. Empinou a bunda o máximo que pode. Apertou o seio com a mão esquerda, mordendo o travesseiro e gemendo.
Estava pronta para continuar sóbria o que começara bêbada e triste, com um desconhecido num bar. Com a noite de sexo, uma parte do seu desespero pela atitude do ex-namorado acabara, e ela queria que a cura continuasse, profunda, dentro do seu corpo.
Esperou, desejando muito, o toque na sua pele.
Um orgasmo quase chegou quando sentiu o roçar. Sentiu uma perna sendo passada por cima do seu corpo, como se estivesse sendo montada. Ótimo, lá vem pau. Queria ser cavalgada. Estava pronto, só esperava o seu jóquei. Lídia estava mansa e disposta para outra corrida. Mais do que pronta para a largada.
Duas mãos começaram, devagar, a esfregar as suas costas. Primeiro devagar, seguindo o sentido da coluna, de cima para baixo. Não era exatamente o que esperava. Cadê o pau? Massagem, pela manhã?
Se ela soubesse que era possível algo tão bom com um one-night stand, nunca mais namoraria. Alguns apertos, beliscões e arranhões, mas eram mãos experientes, sabiam o que estavam fazendo, ativando cada músculo e cada ponto sensível das costas dela. Dedos passeavam intercalando força e sutileza, apertos e carícias, pressão e tesão. Aquela sensação nas costas fazia com que o prazer causado pelo seu toque no clitóris subisse pela coluna muito mais rápido, como se abrisse um canal express entre vagina e cérebro, permitindo orgasmos mais fortes e mais potentes. Nenhum sentimento, só sensações. Uma foda não tem mais sentido do que virar porra.
Lídia pensou nesses dedos dentro dela e começou a sentir o primeiro orgasmo chegando. Pediu para não parar. Gemeu para que não parasse. Se tivesse algo dentro de si, um pau ereto, seu universo estaria completo. Os dedos já eram um bom começo.
"Entra em mim, por favor, entra em mim," dizia, abafada no lençol.
As mãos começaram a apertar todos os pontos das suas costas. Sentia as pernas fazendo pressão sobre suas coxas, a textura de shorts frouxos de algodão, provavelmente um pijama, impedindo-a de sentir as pernas que tinha sobre seu corpo. Maldito tecido, queria mesmo sentir algo entrando dentro de si. Já estava completamente encharcada.
Então, as mãos sustentaram todo o peso do corpo em um ponto da coluna, e Lídia gemeu. O aperto fez a coluna estalar e aquilo deu ainda mais prazer. Então, parou e deu um tapão na bunda desesperada, aberta e empinada de Lídia. Ela rebolou um pouco, e então veio outra mãozada. Entendeu a mensagem, e continuou mexendo-se, movendo o traseiro no ritmo das palmadas. Lídia mordeu o travesseiro, obediente.
As mãos pararam de tocá-la por uns instantes, mas rapidamente voltaram, acompanhadas da sensação fria de um gel escorrendo pelas costas. Algum tipo de lubrificante que esfria. Um profissional. Lídia se sentiu feliz, cuidada por mãos experientes. Os dedos agora gelados continuaram a massageá-la, e ela a descontar todo o tesão no clitóris. Sua mão direita já não aguentava mais, mas ela não querai parar.
As mãos massagistas passaram por seus braços, desceram até os dedos da mão esquerda que não fazia nada, voltaram para a base da coluna. Continuaram baixando, passeando entre apertos e amassos pelas costas dela, da nuca até a bunda, e ela desesperada querendo que o caminho continuasse um pouco mais pra baixo.
"Entra, entra," gemeu outra vez.
Lídia recebeu a mão entrando por dentro de suas pernas como um presente. Separaram as bandas e foram entrando, arrebitou a bunda o quanto pode, expondo a buceta inchada, os dedos que se mexiam com toda a velocidade em cima do clitóris, roçando e alisando rego e cu. O gel escorria pela bunda, e a mão o espalhou pelo ânus, pelos lábios, e foi entrando, como quem tem propriedade, abrindo tudo. Quando a penetração dos dedos começou, Lídia gemeu e gozou, chegando ao ápice com o terceiro dedo dentro dela. Entravam e saíam rapidamente, mãos de especialista que sabiam exatamente quê ponto tocar em que momento.
"Esse cara tem que ser um masturbador profissional, só pode," pensou ela.
Começou a gemer alto, a pedir que não parasse, e continuou masturbando-se furiosamente. Lídia tinha a cara toda enterrada no lençol, só via o azul do pano e as milhões de sensações, uma bomba relógio dentro de si, precisando somente de um pino mágico para explodir. Tinha dedos dançando dentro de si, alcançando o ponto G com uma facilidade que Roberto, seu ex-namorado agora quase esquecido, não tinha mesmo depois de anos de namoro, outro dedo entrando pelo cu com uma displicência de quem se sentia proprietário, de quem não precisa pedir licença. O dedo entrou rápido e lubrificado pelo gel frio, e como ela estava quase explodindo de tesão, nem doeu muito. Estava completamente extasiada, sem saber o que dizer nem o que pedir, só esperando que a fodesse, que fizesse com ela qualquer coisa. Aceitaria tudo o que acontecesse. Era incapaz de adivinhar o próximo passo, e sabia que faria o que mandasse. Dentro de si, se considerava completamente rendida.
Uma mordida na bunda, com força, e Lídia se viu quase lá, completamente largada na beira do precipício, louca para saltar. Era agora. Tinha que entrar dentro dela. Precisava do pau.
A ligeira dor que sentia na bunda era boa, do dedo e da mordida, e então a ponta da língua tocou sua pele, fazendo-a começar a tremer. Pronto. Lídia era só gemido, uma explosão por dentro, uma falta total de controle, rendição àquelas mãos. Tremeu. Sem nem enfiar pau, sem tirar os shorts, estava dando a ela o maior orgasmo do dia, do fim de semana, caralho, de muito tempo. Começou a tremer descontroladamente, sentindo fortes espasmos subindo até a cabeça e enfraquecendo suas pernas. Deixou-se cair.
Mas as mãos seguiram, começaram a se mover mais suaves, acompanhando o ritmo dela. Por um instante, ela sentiu a hesitação: as mãos pararam de fazer qualquer coisa. Pensavam no quê fazer em seguida?
Sentiu uma mudança no peso da cama, e os lábios tocando-lhe a orelha, uma língua furiosa lambendo e se mexendo. O arrepio subiu a coluna como um raio, vindo da base até a nuca. Todo seu ventre mandava sinais urgentes de gozo, e chegavam ao pescoço, à base do cérebro, multiplicados pelas rápidas lambidas ao redor do lóbulo da orelha. Sentiu sua pele inteira crispando-se, o corpo tremendo sem parar, as pernas amolecendo. Deixou-se cair, ainda com as pernas bem abertas. Dentro dela, quatro dedos lutavam por uma pequena área circular, e ela não queria aguentar. Não podia. Era uma mão que tinha dentro de si. Quatro dedos na vagina, o polegar fazendo um fio-terra que provocava, um pouco de dor e muito de tesão.
“Não para, se você parar eu mato”.
A outra mão tocou-lhe as pernas lisas. Lídia queria um pau, queria agora, mas não queria pedir. Precisava. Era óbvio que estava entregue, e podia fazer o que quisessem com ela agora, desde que fosse sexo. Precisava ser fodida. O universo inteiro já sabia que ela precisava ser penetrada mais uma vez e que não era capaz de aguentar muita tensão. Expectativa era o caralho.
Ia gozar muito quando o pau entrasse. Estava pronta. Seria um orgasmo do começo ao fim. Levantou as mãos para trás, meio sem jeito, tentando arrancar os shorts.
Não conseguiu articular palavras, mas torceu do fundo da sua alma que a mão puxando os shorts de algodão e os gemidos aleatórios fossem entendidos como um “me come agora, por favor”, mas foi em vão. Com uma mão e sem virar a cabeça era impossível arrancar-lhe a roupa, mas Lídia tentou, pelo menos indicar que queria a nudez, pele com pele, sexo com sexo.
A mão continuava mexendo-se ora rápido ora devagar dentro dela, e ela quase quebrando a coluna de tanto rebolar e arrebitar a bunda, ainda montada por um corpo vestido e uma língua chupando-lhe a orelha.
“Por favor, me come, me come, me come…”
Lídia já sabia que na cama não existe dignidade e quem não pede passa vontade. Gemeu para implorar, externou completamente o seu desejo, e esperou ser atendida. Girou o pescoço e beijou os lábios que lhe lambiam o rosto. Chupou-lhe a língua.
“Por favor, me come,” implorava, quase chorando de desejo.
Sentiu o deslocamento do peso. Com movimentos lentos, os dedos saíram de dentro dela. Um, dois. Três. Ela sentiu uma falta imensa, e pensou que agora seria compensada com um pau. Tinha a certeza absoluta que era dependente daquele pedaço de carne, e agora, mais do que nunca, precisava de um dentro de si para viver. Dobrou uma das pernas, levantando mais a bunda. Nunca esteve tão oferecida, nunca facilitou tanto uma penetração. E também, em toda a sua vida, nunca precisara tanto.
Um dedo voltou a entrar na buceta dela, alisando calmamente o ponto G. Os dedos de Lídia já estavam quase com cãibra de tanto se mexer, embaixo do corpo, o clitóris ardendo de tesão. "Porra, me fode."
Aquilo era realmente uma provocação. Queria que ela implorasse. Ela não se fez de rogada.
“Por favor, eu preciso… Entra em mim.”
Outro dedo entrou na bunda, da outra mão, duas falanges, fazendo um gancho com as pontas e puxando-a pelo cu. Uma maneira violenta de levantar o seu traseiro. Lídia levantou as pernas, ajudando o movimento, para evitar a dor. Ficou com os joelhos dobrados, pronta para perder a guerra.
Lídia engoliu todas as palavras, não quis reclamar. Foi um dedo furtivo, quase sorrateiro, e agora controlava completamente o seu movimento, a sua posição. Não machucava, provocava. Fechou as nádegas, com um movimento rápido e sentiu a resposta.
Aquelas mãos não estavam dispostas a negociação, a seguir instruções. Fariam o que quisessem com ela, no ritmo que quisessem.
Levou um tapão, da mão que estava na buceta. Agora, Lídia se masturbava enquanto um dedo, dentro do seu buraco mais íntimo, a puxava para cima. E ela sabia que, puxada pelo cu, seguiria aquele dedo a qualquer lugar.
Resolveu entrar na brincadeira e acompanhou os movimentos circulares do dedo com a bunda. Sentiu outro dedo brincando ao redor da borda. Sentiu o próximo orgasmo fugindo por causa da dor. Teve medo de cortar o tesão. O dedo circulava ao redor do outro, abraçado pelo cu. Um pouco de gel escorreu, gelado. Lídia arrepiou-se e quase deixou o tesão escapar. Mas depois de tapas, de massagens com beliscões e tanto desejo, a dor era somente desejo.
Hesitou um pouco ao pensar em sexo anal, mas nunca estivera tão desejosa de sexo na vida, e acreditou que, mesmo sendo um estranho, eram mãos especialistas em sexo, e que era a melhor oportunidade de conseguir fazer com menos dor. E bem, com Roberto, tinha certeza que nunca iria acontecer assim.
O segundo dedo não entrou. Ficou só rondando. Mas foi pior, ela sentiu um sopro, outro, uma lambida. Tinha três dedos na buceta, um no cu, e uma língua rondando o buraco.
“Lubrificação, pensou. Tenho que me excitar mais, senão vai doer pra caralho. E não vou desistir e dizer que não faço. Ele vai me achar uma besta. E porra, eu nunca vou sentir tanto tesão na vida mesmo. Ele vai me enrabar e eu não posso escapar."
O dedo começou a mexer-se dentro do cu, uma falange saindo e entrando, devagar. A língua ajudava-o a lubrificar-se. Depois, veio subindo devagar, pelo vale formado pelas nádegas, subindo a coluna. O dedo que estava no cu quase sai todo, depois entrou inteiro. A língua continuou o trajeto até a base do pescoço arrepiado de Lídia, foi escorrendo pela orelha, transformou-se em beijo na bochecha e voltou para o lóbulo da orelha.
Então, após uma sacana mordida, a voz de mulher, suave e ofegante pela excitação, sussurrou calmamente no seu ouvido:
“Comeu meu namorado ontem, não foi, putinha?”

Sobre este texto

Simone de StTrode

Autor:

Publicação:15 de julho de 2014 21:41

Gênero literário:Contos eróticos

Tema ou assunto:Casal

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Ainda não há estatísticas de leitura deste texto, pois ele foi publicado em 15/07/2014.

Comentários

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  • Vivi pedroso
    Postado porVivi pedrosoem12 de abril de 2016 13:48

    Muito bom adorei
    Fui aos céus e voltei
    Parabéns

  • Diogo e Helena
    Postado porDiogo e Helenaem16 de julho de 2014 16:33

    Somos uma casal com mais de 30 anos de casado, minha mulher, quando termina a transa ainda sente prazer.

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