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Uma noite na vida de Lídia - Jogo de Camas 1

Uma noite na vida de Lídia - Jogo de Camas 1
Uma noite na vida de Lídia
(primeira história do Jogo de Camas)

"O que os homens querem de um relacionamento?”, perguntou Maria Luize a Lídia, numa conversa requisitada com choro pela amiga. O assunto trágico tinha a intenção de animá-la, uma conversa um pouco liberal e talvez antihomens. “Eu acho que é só ter alguém pra voltar, depois de galinhar por aí. E todos eles são assim, querida.” Depois de levar um pé na bunda, era importante que ela escutasse um pouco que homem não presta, não valia nada, que era bom desencanar e se preocupar com outras coisas.

"Você acha que o mesmo que as mulheres? Eu não concordo. A gente pensa diferente, sente diferente e deseja de outra maneira. O que o Roberto fez é uma puta sacanagem, mas ele só sabe agir assim, igual a todos os outros caras. Passou um par de peitos, eles vão atrás. Uma buceta nova é o objetivo de todos os homens. Só que você pode reagir, pode fazer o que quiser. Esquece esse palhaço e bola pra frente. Nem pense em vingança que não vale a pena. Pense só em você.”

As duas amigas estavam sentadas numa mesa de bar na calçada, mal-iluminada pelos postes velhos e cercadas pelo ruído de outras mesas, enquanto tomavam a segunda taça de vinho após o jantar, num dia em que, se fosse normal, Lídia deveria estar com o namorado, num cinema seguido de sexo tradicional, careta. No entanto, ela tinha os olhos inchados e a cara cansada de quem passou a noite da véspera chorando um amor derramado. A amiga escutava e tentava ajudar a outra a erguer a autoestima, com conselhos clichê e boa vontade. Mas tinha dúvidas se adiantava muito ou não.

Para Lídia, parecia estranho escutar conselhos da outra. Maria Luize era mais nova, nunca tivera um namoro longo e tinha uma cara tão novinha que precisava mostrar a identidade para entrar em boates. Entretanto, era quem comandava o sermão e dava aula de independência feminina naquela mesa. Tinha a cara pós-adolescente adornada por maquiagem negra nos olhos, vários piercings nas duas orelhas, os cabelos alisados e pintados de vermelho, e um sorriso ortodôntico, que contrastava com o corpo magérrimo que poderia ser de uma modelo. Nenhuma gordura em lugar nenhum, e por isso ela se aproveitava usando uma blusa solta que deixava às vezes a lateral dos seios fartos à mostra, ainda completamente imunes à gravidade. Lídia sentia que, quando olhares masculinos pousavam na mesa, buscavam a amiga. Um duro golpe na própria auto-estima já abalada.

Enquanto colocava mais vinho para Lídia, com a mão cheia de anéis de metal, plástico e vidro, dizia:

"Roberto é um safado, isso é que ele é. Não queira saber o que ele andou fazendo, que isso um dia aparece, e ele vai pagar. Ah, se vai. Mas hoje, minha filha, você tem mais é que ir pra farra. Esquece e se joga em outro."

Lídia não queria festa nenhuma. Simplesmente precisava esperar que passassem uns dois meses. Ou dois anos. Racionalmente, sabia que tinha que passar, não podia doer para sempre. Sentia-se um lixo, morria de curiosidade de saber quem era a outra, mas tinha certeza que seria mais alta, mais magra, mais bonita e que não deveria ir atrás. Roberto não a trocaria por uma mulher mais feia, era lógico. Autoestima negativa e vida sedentária já tinham destruído o ego dela, e somente uma parte pequena do cérebro conseguia pensar racionalmente. Sabia que ia curar-se, ela já chorara por outros antes, mas aquela noite estava sendo difícil. Pediu mais uma taça à amiga e levou o copo à boca.

Numa sexta à noite, nenhuma das duas tinha compromisso para o dia seguinte. Maria Luize estava realmente disposta a fazer a amiga acordar com a maior ressaca moral de todos os tempos. Amizade, às vezes, é ajudar as amigas a meter a sexta marcha e enfiar o pé na jaca sem culpa.

"Lídia, pra você não precisa ser o primeiro Sicrano que aparecer, mas por favor, não deixe passar do terceiro, tá? Não escolha muito."

Lídia ajeitou os óculos, tirou a franja da frente do rosto e sorriu encabulada. Um estranho? Nunca tinha ido para a cama com alguém que não conhecesse, a maioria dos ficantes ocasionais em toda a vida também eram conhecidos. Namorava Roberto há anos e não tinha no momento nenhum paquera à vista nem à prestação. Os namoros anteriores saíram sempre do círculo de amigos, da faculdade, do colégio. Agora, não iria se entregar a ninguém que soubesse o nome, sem quê nem pra quê, e nem sabia como ir à caça. Não tinha nem esperança de encontrar um semi-conhecido interessado, tinha quase certeza que terminaria sozinha, chorando em casa. O pior de tudo era que ela, tímida, não sabia se teria a coragem de tomar a iniciativa e puxar um papo, e que não era comum que se interessassem por ela assim do nada. Muito menos do jeito que estava, triste, se sentindo um lixo e com o coração despedaçado. Tinha medo até de chorar ao primeiro toque, de tentar fugir como uma louca varrida. Sentiu o rosto corar, coberto de vergonha. Cobriu um pouco mais os ombros com o casaquinho de renda que vestia por cima da blusa, apertando os seios bem fartos, e sentiu o frio do metal dos vários colares presos pelo decote. Antes de se arrepiar, fechou as pernas num gesto inconsciente.

“Não sei se tenho coragem. Não sei se consigo.”

Comparou outra vez seu corpo com o espetáculo que era a amiga, e pensou-se em clara
desvantagem. Enquanto Maria Luize podia ser modelo se quisesse, ela não entrava num modelo 36 desde os 14 anos, e mesmo que não fosse gorda, se sentia cheia demais, pesada demais, com todas as marcas e defeitos que o corpo feminino era capaz. Na sua cabeça, uma estria se multiplicava por mil e a sua pele não era dura como a de uma fotografia. E nem conseguia deixar-se acredita nessa história de que os homens gostam de carne. Na sua opinião, era uma grande namorada porque era legal, gente fina e gostava de sexo, mas não entendia como alguém poderia ter tesão nela, muito menos à primeira vista.

“Pra isso existe o vinho”, respondeu a outra.

Lídia suspirou. Sabia o que iria acontecer. As duas conheceriam rapazes interessantes, ela, megaextrovertida, passaria a noite conversando, mas nenhum deles tomaria nenhuma iniciativa, e acabaria dando com os burros n’água. O vinho precisava estar na cabeça de qualquer cara que quisesse ficar com ela, ou vodca, ou algo ainda mais pesado. Loucura, talvez. Voltaria para casa se sentindo pior, mais lixo ainda. Melhor ir pra casa, pensou, ganhar tempo e passar o fim de semana tomando sorvete com pipoca. Se pelo menos tivesse o corpo perfeito de top-model de Maria Luize, mas ainda faltavam muitos quilômetros de esteira mecânica para isso.

A única maneira de conquistar alguém era se Maria Luize arranjasse um cara, ela fosse escondida na mala do carro, e, com a luz do motel apagada, as duas trocassem de posição. Não, muita imaginação. E com certeza a amiga não toparia uma coisa dessas.

“Duvido. Vai dar certo não.”

“Acredite em mim, criatura. Melhore.”

Depois da terceira rodada, resolveram ir para algum lugar dançar. Não tiveram que andar muito e encontraram uma boate aberta. A vida na zona boêmia da cidade estava acordando e não havia muita fila, porque era cedo, e por isso elas quase não tropeçaram antes de entrar.
Lídia se esforçou para se equilibrar em cima do salto, enquanto Maria Luize flutuava, vários centímetros mais alta, como uma estrela de cinema. Não foi difícil entrar, e muito menos atrair a atenção dos homens na fila, dos seguranças e também a inveja de algumas mulheres ao redor. A ruiva não tinha o nome na lista, mas o segurança olhou o fundo do seu decote e então ela passou a ter. A morena triste que lhe acompanhava entrou segurando a sua mão.
Lá dentro, a paquera típica desses lugares plagados de adultescentes. Conversa mole, álcool, sorrisos e movimentos corporais. A vodca que começava a habitar a mente de Lídia deu atenção a todos que lhe dirigiam a palavra, sem discriminação, e ela atendia. Não conseguia entender muito bem o que lhe diziam, mas tudo bem, era charme. Falava e tentava parecer que não estava bêbada. Pedia outra dose e fingia que não chorava por dentro. Sorria pouco, fazia as vezes da amiga meio embriagada e muito preocupada. Maria Luize sorria para todos os homens, ajeitava o cabelo e sinalizava que estava disponível para ser abordada. Lídia temia que algum pirata roubasse a amiga, deixando-a sozinha à deriva na boate.

Desconfortável, Lídia foi ao banheiro e as duas se separaram sem trocar palavra. Maria Luize passou vários minutos achando que tinha perdido a amiga. Na fila, a morena esbarrou numa loira tingida, mais alta que ela, com um copo na mão e o mau-humor de mulher que anda em bando. Balbuciou algo que a cabeça alcoolizada de Lídia não entendeu, mas achou demasiado agressiva. Não conseguiu revidar. Simplesmente entrou no banheiro, tentou ajeitar o cabelo, molhou um pouco o rosto, suspirou desejando sorte a si mesma e voltou para a pista.

Depois que saiu, enquanto procurava Maria Luize, um rapaz veio e puxou assunto. Ela conversou, mas explicou que estava procurando a amiga, a dona do carro, que sabe como chegar em casa, que conhece todo mundo na festa. Ele tentou ajudá-la, mas estava obviamente se esforçando para seduzi-la.

“A sua amiga provavelmente está com mais alguém, ué. Ela deve estar muito bem. Meu nome é Marcelo.”

“Lídia, prazer. Agora, me ajuda. Ela é ruiva, pintada, claro, e tem uma cara de quem nunca teve um problema na vida. Alta, magra, linda. Se você achar, vai parar de falar comigo e ir correndo dar em cima dela.”

O rapaz sorriu. Tinha um ar tranquilo e um copo de uísque na mão. Era um rosto conhecido, mas não muito. Amigo de algum primo de algum vizinho. Talvez tivessem estudado no mesmo colégio, mas ele era alguns anos mais velho. Vestia uma camiseta de marca cara, jeans rasgados e sapatos pretos. Aparentemente despojado, mas ela podia notar pelo relógio que ele tinha muito dinheiro. Provavelmente um mauricinho que iria passar o tempo inteiro contando vantagens. Por que raios estava falando com ela? Ela não gostava mesmo daquele lugar, nem entendia as pessoas.

“Vou procurar, mas só pra te ajudar. Continue falando comigo. Estou tentando vê-la.”

Ela pensou que ele, bem mais alto, tinha mais chances de encontrar a amiga. E então aceitou a conversa. Lídia não quis pisar no freio, não quis tentar evitar nada.

"Eu sei que a frase pode parecer canalha, mas eu posso beijar você enquanto procuro a sua amiga? Sabe, se ela não chegar..."

Foi assim, quase sem esforço dele, com um papo óbvio e meio besta, que ela caiu nos seus
braços. Continuaram no meio da pista, numa mistura de dança e esfrega-corpos, enquanto, às vezes, Lídia procurava em vão por Maria Luize.

“Mas, de vez em quando, pare de me beijar e veja se você vê ela, tá?”, disse Lídia, preocupada com a amiga, com não estragar tudo, com tanta coisa. Enquanto isso, tentava recuperar o fôlego. Ele beijava bem, com pegada e tinha braços fortes. Ela sentia que podia cair, que ele a seguraria. Segurança era algo que ela achava que nunca mais nenhum homem lhe daria. Grata surpresa.

Ela foi puxando-o cada vez mais próximo a uma das paredes. Encostou-se e cobriu-se com o corpo do rapaz. No canto da boate, ficaram se amassando por um tempo, as mãos dela apertando as costas dele, a cabeça pensando se deveria apalpar a bunda, ou se pareceria muito desesperada. Quando Maria Luize conseguiu a amiga, ele já tinha colocado a mão dentro da calça dela, ali no escuro, e ela lambia a orelha dele, entre dezenas de pessoas que aparentavam não ligar, ou não ver na escuridão total.

Lídia era pequena, e ele meio que tapava a visão que as pessoas podiam ter dela, prensada na parede. A luz passava em flashes, piscando e movendo-se, mas era possível notar que ela tinha a calça aberta ao se observar com cuidado, que ele estava com as mãos lá dentro e que ela estava gostando muito. Gemia e pedia baixinho que não parasse no ouvido dele.
Segurava-o pela bunda e não o deixava afastar-se. Lídia não tinha mais nenhuma vergonha, nem queria ter.

Ele usava o corpo para tapá-la, e ela mal escondia com os braços e a bolsa a localização da mão dele.

Se ele quisesse, poderia comê-la ali, na frente de todo mundo. Afinal de contas, vergonha era algo que ela tinha esquecido duas vodcas atrás. Até porque, mais humilhação do que ontem, impossível. O rapaz, entretanto, tentava ser o mais discreto que o tesão deixava. Ela é que já tinha chutado o pau da barraca. E ficava cada vez mais quente ao sentir a ereção dele por baixo da roupa.

Lídia meteu a mão dentro da calça dele, sentiu a cabeça do pau, que já estava completamente duro. Alisou a pele macia e depois trouxe os dedos à boca, sentindo o gosto salgado e lambendo os lábios. Tomou o resto da vodca e beijou-o outra vez.

O rapaz sorriu.

Em outro canto, Maria Luize passou algum tempo pensando no que fazer. Tudo bem, Lídia estava bêbada, triste e corna. Mas não precisava levar dedada no meio do salão. Ela talvez devesse fazer alguma coisa. Porém, a amiga parecia feliz. Esperou mais uns minutos, para pensar melhor e criar coragem. Estava bêbada e sabia que todo bêbado é inconveniente. Resolveu dar um recado rápido. Não precisava ser empata-foda, principalmente porque o objetivo da noite era fazer que a amiga desse para alguém e se livrasse do karma ruim.
Chegou perto, abraçando os dois, discretamente. Perguntou a Lídia se tudo estava bem, e se
precisava de algo.

Marcelo não entendeu de onde surgira a outra, quem era e o que estava dizendo até que Lídia identificou-a como a amiga que estava procurando. Lídia beijou-a, disse que estava melhor do que nunca, sorriu sacana. Estava bem e não precisava de quase nada, só de mais beijos, e então Maria Luize disse que ia embora. Lídia disse-lhe sussurrando ao ouvido, mas alto o suficiente para que ele escutasse, que ia foder como se ninguém tivesse olhando, chupar como se o mundo acabasse amanhã. Maria Luize sorriu.

“Juízo. Não muito, mas juízo.”

Deu-lhe um selinho e sugeriu que os dois também fossem pra algum lugar, nem que fosse para um motel. Sorriu para o rapaz, como quem manda cuidar da amiga e saiu. A amiga mais nova dando lição de moral. E ela sabia que estava certa.

Cambaleando e tentando se manter de pé até a porta, Maria Luize pagou a conta, pegou o carro e foi pra casa. A outra tinha algo mais do que uma carona.

Lídia aceitou a sugestão da amiga como uma ordem. Disse ao rapaz que queria levá-lo dali, precisava tirar a roupa, tinha muito calor. O rapaz, diante do convite, não se fez de rogado. Saíram do bar. Com o ar quente do lado de fora, a cabeça dela rodou um pouco. Foi caminhando lentamente com uma mão na parede e outra apoiada nele, até chegarem à esquina. Ali, ela sentou-se no meio-fio. Ele, tentando parecer preocupado, perguntava como ela estava. Não queria que ela passasse mal.

"Com tesão", respondia, e abraçou as pernas nele. Pegou a mão dele que ainda estava úmida da vagina dela e começou a chupar os dedos um por um. Ele simplesmente olhava a cara de safada dela e tentava imaginar de onde vinha tanta voracidade, tanta fome, daquela mulher.
Caminharam em direção ao carro, até que ela parou de repente. Puxou-o para perto de si, encostada numa parede. Ele pensou que ela estava muito bêbada e ia vomitar. Ela ajoelhou-se, segurando o corpo dele.

Lídia abriu-lhe a braguilha e começou a fazer-lhe um boquete no meio da rua. De repente. Ele, surpreso, tentou disfarçar, mas sem evitar. A rua não era movimentada e de longe poderia parecer que ela estava mesmo vomitando. Além do mais, não conhecia a garota nem estava preocupado com a reputação dela. Tinha medo de ser preso, mas ela chupava com desejo, sem nenhuma vergonha ou hesitação. Com a ponta da língua, acariciava o cacete, puxando-o com as mãos, e controlando o movimento da cintura dele. Marcelo esperou uns instantes antes de mandá-la parar e apontar em direção de onde tinha guardado o carro. Já estava completamente excitado e poderia aproveitar o tempo para durar mais. Agarrou-a pelos punhos para que parasse e a levantou do meio-fio. Lídia só parou à força, com as mãos seguras por ele e um olhar severo, quase intimidador.

“Pare, porra. Vamos pra um lugar mais divertido.”

Ela obedeceu, quase contrariada. Queria muito ter continuado.

Entraram no carro, e antes que desse a partida, ela voltou a chupá-lo. Pensava na raiva que tivera, pensava na noite anterior, no desgraçado do namorado. Que costumava dizer o quanto ela era uma boa boqueteira. E que nunca mais iria aproveitar.

Agora era a vez daquele cara, que simplesmente estava ali, na hora certa, no lugar certo. Não era mais do que um pau. E ela não precisava de nada além disso. Ele pediu pra parar, disse que iriam pra um lugar mais reservado. Ela simplesmente respondeu: "Se quiser, dirija. Eu não vou parar de chupar."

Lídia deitou-se atravessada no banco do passageiro, caindo por cima do freio de mão, com a bunda pra cima e com o rosto no colo dele, sem cinto de segurança ou preocupação. Sua roupa estava bagunçada, a calça aberta, a calcinha afastada deixando os lábios pra fora desde que ele enfiara a mão dentro da roupa dela no salão da boate, já tinha tirado os sapatos e jogado a bolsa no chão do carro. Sua cabeça estava ainda pior. Estava zonza, estava louca e estava gostando. Tinha consciência do que estava fazendo, mas não ligava nem um pouco para a situação, as regras e as consequências. A sua cabeça só conseguia se concentrar naquele cacete, e nada mais. Sugava a cabeça do pau enquanto acariciava as bolas, gemendo de olhos fechados. Ele tentava não transparecer nervosismo. Ela gemia porque sentia que isso o excitava ainda mais.

Deu a partida, foi conduzindo devagar, tentando evitar ruas movimentadas, mas também evitando parar, guiando por qualquer rua, evitando semáforos e alta-velocidade. Tentava se concentrar no caminho, no acelerador, no freio, enquanto conduzia com a mão esquerda. A direita ia apoiada na bunda dela, alisando o contorno da calcinha exposta e a curvatura da bunda. Lídia já tinha soltado o botão do jeans e aberto o zíper. Tentou, com uma mão, tirar a calça, mas só conseguiu afastar um pouco. O cérebro dele estava concentrado na boca dela ao redor da sua glande. Afastou a frente da calcinha e notou que ela estava completamente encharcada. Tentou alcançar para enfiar um dedo, mas estava muito longe. Pensou e repensou se valia a pena parar o carro. Decidiu continuar, mas ficou alisando a pele sensível da bunda e das costas dela, arrancando gemidos. Pensou em acelerar para chegar mais rápido, mas era impossível. Ela tentava rebolar para alcançar os dedos dele, mas o braço não alcançava. Ia e vinha furiosa com a cabeça, cada vez mais rápido, sentindo o pau dele pulsando na sua mão.

“Para, gatinha, espera um pouco.”

Lídia sempre fora desobediente. Ele chegou a pedir outra vez, e foi conduzindo cada vez mais devagar. Ela chupava e movia a cabeça cada vez mais rápido.

Em alguns minutos, chegaram a um sinal e ele pisou o freio. Parou o carro gemendo e a porra disparou na garganta de Lídia, quente, urgente e inevitável. Se não tivesse parado, teria batido o carro. Escorreu forte e viscosa, e ela deixou cair um pouco, sujando a mão, a cueca e a calça dele. Deitou a cabeça no colo e ficou olhando o pau amolecer na semiescuridão do carro iluminado pelas lâmpadas amarelas do poste. Pensou que se tivesse causado um acidente, teria morrido feliz.

Depois de uns instantes, ele voltou a respirar mais devagar, e ela levantou a cabeça dizendo:

"Foi ótimo, mas não vamos ficar parados aqui não, que essas ruas são meio sinistras. Vamos
pra sua casa?"

Ela precisava dar, e muito. Várias vezes, se possível. Mesmo que não o conhecesse, sem se preocupar com nenhuma consequência. Sexo na primeira noite é o triunfo da expectativa sobre a experiência. Lídia era só expectativa, em busca de novas experiências.

Ele, ofegante, deu novamente a partida no carro e voltou a conduzir para casa.

--------------
CONTINUA...

Sobre este texto

Simone de StTrode

Autor:

Publicação:2 de maio de 2014 20:18

Gênero literário:Contos eróticos

Tema ou assunto:Heterossexual

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