Conto Erotico | Historia Erótica

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Do fundo do baú

Mandinga!

Nada nais importava! Para Nadine a vida tinha terminado, pois o que ela mais gostava estava saindo de sua vida sem uma razão explícita.Era o grande amor de sua vida que saia por uma porta sem lhe dar a menor explicação. Pensou no namorado com raiva e se viu diante de inúmeras situações onde se entregara de corpo e alma para o satisfazer. Gostava da pegada do namorado que sabia como leva-la ao sétimo céu. Parecia, naquele momento, sentir seu cheiro, o odor de seu corpo, do pênis, quando ia toma-lo na boca, pois costumava cheira-lo, para então o ir engolindo lentamente, observando a reação do ato, na face do rapaz. Com prazer ela tomava seu ovos entre os lábios e os prendia se forma que ao puxar a cabeça para trás, os ia saltando um por vez, sentindo toda sua textura. Era uma brincadeira que o excitava muito, preparando-o para uma redescoberta do seu corpo e de todos os encantos que ele tanto apreciava. Amava quando ele a colocava de pernas abertas sobre a cama ou a mesa da cozinha, e depois de afastar sua calcinha para o lado, começava a manipular seu clitóris com os dedos e depois descia a cabeça entre suas coxas e chegava com a boca até sua xoxota, para chupa-la.O contato da boca com seus lábios genitais, a levava a loucura, onde ficava vendo mil espocar de fogos e uma empolgação impar. Mas tudo isso já fazia parte de seu passado. Naquele momento uma raiva muito intensa tomou conta dela que começou a destruir tudo que via pela frente. Diante do barulho que se podia ouvir de longe e principalmente dentro de casa, a porta do quarto se abriu e Débora, sua irmã, entrou e veio até ela, tentando acabar com aquela fúria devastadora.
__ Que é isso minha irmã? Calma! - disse abraçando a irmã afagando seus cabelos, enquanto a mesma caia em uma choro compulsivo. - O que está acontecendo com você? Por que toda essa revolta?
__Eu sou uma filha da puta. Mereço morrer! - disse se desvencilhando dos braços da irmã e se atirando sobre o leito, chorando copiosamente.
__Mas porquê? Não vai me dizer que Roberto...?
__Acabou.
__Vocês brigaram de novo?- perguntou sentando ao lado da irmã na cama. - Quando vão parar com isso? Volta e meia estão brigando?
__Agora é definitivo.
__Mas como? O que aconteceu de verdade?
Depois de ouvir atentamente o que a irmã lhe dizia Débora, se sentiu na obrigação de dizer algo a ela.
__Ele vai voltar. Sempre volta.
__Desta vez não, acabou mesmo. Ele já tem outra.
__Oh! Oh! E como você descobriu isso?
Nadine disse que o próprio namorado lhe dissera que estava apaixonado por outra e que por isso estava terminando com ela.
__Cafajeste! Como pode ter se aproveitado de você e depois a dispensado assim só por que encontrou outra que vai dispensar também assim que ela não se tornar mais interessante a ele. Esse cara merece uma lição. Não vai ficar assim, não. Vamos dar o troco. Quero esse miserável aos seus pés. Vamos sair.
__Não tenho vontade.
__Não quer se vingar desse cara?
__É o que mais quero.
__Então se levante e me acompanhe.
Sem saber o que podia estar tramando, Nadine, levantou e depois de se ajeitar um pouco, as duas saíram. Débora estava com o semblante fechado, ruminava o que ia fazer. Por uma hora ficaram dentro de um coletivo, até que quando a noite já estava chegando, desembarcaram. Caminharam por uma rua de terra batida, sem iluminação artificial, e diante de uma casa bem simples, Débora bateu palma. Um cão, ladrou lá no fundo do quintal. Uma luz surgiu, quando a porta se abriu e uma figura apareceu. Uma voz soou:
__Quem vem lá?- perguntou alguém com uma voz meio cansada.
__Quero falar com Seu Benedito! - gritou Débora
__Puxe o ferrolho e entre. -disse entrando na casa.
As duas percorreram o curto espaço entre o portão e a casa e pararam diante da porta. Uma voz ordenou que entrassem.
O interior da casa, apesar daquela luz que viram do portão, quando a porta se abriu, era muito escuro, mesmo. No entanto o mais tétrico estava por vir quando foram convidadas para entrar em um outro aposento, iluminado por várias velas acesas, cujas chamas pareciam petrificadas. Em um canto que parecia estar além daquele lugar, por ser mais escuro que o normal, podia-se ver uma figura encurvada, que parecia não ter rosto.Depois de breve silencio, uma risadinha que parecia penetrar nas veias, soou, seguida de uma voz cortante:
__ Falei que voltaria.
Nadine olhou para Débora como quê a procurar uma explicação para aquelas palavras.
__ Por isso trouxe ela para conversar com o senhor.
__ Ela vai conseguir o que quer. Ele vai voltar, mas ela terá que fazer uma simpatia.
Esticou o braço e na mão dele, surgiu um pequeno frasco.
__Use no corpo, quando for sair para se divertir. Procure os locais onde seu namorado pode aparecer. Mas tem um pequeno detalhe que você menina - disse apontando para Nadine- tem que incluir. Precisa ir a meia noite de uma noite de lua cheia em uma rua que forma um T e em um dos cantos desta, colocar esse frasco e depois aguardar perlo que vai acontecer. Não pode ir com ninguém e nem falar nada a quem quer que seja, mesma a esta ai - dirigiu-se a Débora- pois tem que ser segredo para obter sucesso. Você, menina, tem coragem?
__Para conseguir ele de volta, faço qualquer coisa. Mas como sabia de tudo se não o conheço.
__Foi trazida aqui para resolver seu problema, não para que eu lhe explique nada. Agora vá e faça tudo que lhe pedirem.
__Quem vai me pedir o quê?
__Podem ir!
__Mas eu... - ia insistir Nadine, quando foi puxada pela irmã, saindo daquele local estranho com um mistério no ar. Ela não entendia, como ele soubera de tudo se sua irmã tivera conhecimento naquela tarde. E o que ela viera fazer ali antes, pois como ouvira logo no inicio, ela ouvira ele dizer: Falei que voltaria., logo, ela estivera ali antes. Mas fazendo o quê, desejava saber.
No ônibus á caminho de casa, Nadine, quis saber o que sua irmã tinha vindo fazer naquele lugar. Mas ela disfarçou e questionou se Nadine sabia que noite era aquela.
__Como assim? - quis saber.
__É uma noite de lua cheia.
__Sério?
__Isso quer dizer quê podemos, ou melhor dizendo, que você pode fazer o que o senhor Benedito lhe explicou.
__Olha eu não sei se é uma boa ideia. Não acredito muito nessas coisas.
__Então você relega seu namorado aos braços da outra, numa boa?
__Claro que não! Você sabe do meu amor por ele. Roberto é tudo que eu sempre quis. Mas não queria ele de volta com macumba, que nem sei se acredito nessa bobagem.
__E você acha que Roberto te deixou assim numa boa? Clarice o enfeiti... - quando percebeu que tinha dito além do que devia, já era tarde.
__Você sabe até o nome dela? Mas como? Se mostrou até certo ponto surpresa e agora me vem com essa?Como ficou sabendo o nome dela?
__Irmã! Na verdade, eu fiquei sabendo através de uma amiga, que sabia o que a outra andava fazendo e por saber que o Roberto era seu namorado me alertara sobre o que se comentava a boca pequena, sobre o feitiço que ela empregara para conquistar o seu namorado. Não quis lhe alarmar, mas diante do que ouvi e vi você fazendo, resolvi interferir.
__Então esse tal seu Benedito, já tinha sido informado sobre o que acontecia comigo, através de você. É um marmoteiro como tem em todas as religiões. Não vou fazer porra nenhuma do que ele mandou.
__Nadine, eu lhe juro que não falei absolutamente nada a teu respeito. Quando o procurei foi por uma questão profissional, quando ele disse que eu voltaria. Poderia ser por uma série de outras coisas, mas não vir te trazer até ele. Acredite, ele sabe das coisas. Você não tem nada a perder fazendo o que ele te orientou á fazer. Tem gente correndo atrás, mantendo seu namorado preso a ela por meio de magia, só que eu acredito no seu Benedito. Agora se você não...
__Esta bem , esta bem. Eu vou fazer o que ele falou. Mas saiba que pouco acredito no sucesso da empreitada.
__Espero que o teu ceticismo acabe quando Roberto voltar.
Quando desceram do coletivo, caminharam por algum tempo, procurando um local como descrito pelo religioso para fazer a mandinga. Tinham que se apressar por causa do horário. Passaram por ruas estranhas, até que chegaram a uma confluência de rua em T.
__Finalmente encontramos uma, vou ter esperar... - não chegou a terminar a frase e Nadine segurou a mão dela com o olhar cheio de pavor.
__Você percebeu a onde estamos? Eu não vou ficar só, neste local.
__Mas é o único lugar que encontramos e não temos tempo para procurar. Tem que ser aqui. Fé irmã, fé.
__Mas estamos ao lado de um cemitério e eu não vou ficar aqui sozinha de jeito algum. Olha só como estou tremendo.
__O medo tem que ser superado. Confie em mim, vou estar por perto. Foque no que você deseja.
Olhando para o muro do cemitério onde a rua terminava formando um T, ela mesmo tremendo, pegou o frasco na bolsa e foi até um canto da rua e o depositou. Olhou para o relógio e contatou que eram meia noite. Uma coruja, fez um voo rasante emitindo seu macabro pio, ouriçando todos os pelos do corpo de Nadine. Saiu sem saber para onde ir caminhando a esmo até que resolveu voltar. Quando entrou novamente na rua lateral ao cemitério, viu a figura de quem supôs ser de Débora. Sentiu-se mais confortável e apressou os passos para estar com ela. Mas a medida que se aproximava, estava achando estranho o que Débora vestia. Não se lembrava de tê-la visto de saia e seus cabelos, não eram longos. Aproximava, com extremo cuidado, ficando cada vez mais apavorada ao se certificar de que aquela pessoa que ali estava, não era sua irmã Débora. O sorriso que o luar permitia se ver de longe, era encantador e aos poucos Nadine foi ficando mais calma. Notou que a estranha moça, lhe estendia um braço, com a mão aberta e nela o frasco que Nadine tinha colocado naquele lugar que a estranha se encontrava.
" Venha buscar o que te pertence. Não queres ser a puta daquele idiota? Aqui esta o que você precisa para o ter de volta. Passe isso nesta coisa que você tem entre as pernas. Só uma gota e vamos ver se aguentas o tranco. Outra coisa; quero o meu presente, sua filha da puta"
__O que você deseja? - perguntou Nadine com a voz quase sem sair.
"O velho vai te dizer. Agora pegue isso aqui e suma"
Nadine podia jurar que o frasco estava flutuando no ar, quando o pegou. Apressou-se em sair dali, mas não sem antes dar uma olhada para trás e constatar a moça misteriosa se contorcendo em risada. Onde estaria Débora? (continua)

Sobre este texto

Sinistro

Autor:

Publicação:16 de fevereiro de 2016 21:42

Gênero literário:Contos eróticos

Tema ou assunto:Sobrenatural erótico

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Ainda não há estatísticas de leitura deste texto, pois ele foi publicado em 16/02/2016.

Comentários

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  • zegeraldo
    Postado porzegeraldoem21 de fevereiro de 2016 13:08

    otimo conto espero que tenha continuidade pois a maioria nao posta o conto completo

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