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Do fundo do baú

Mandinga 2

Nadine, ainda apavorada com o encontro que tivera, se encontrara com a irmã no final da rua. Em sua mente ainda tinha a risada da bela e estranha mulher que vestia vermelho e preto. Não podia esquecer do belo rosto, de olhar enigmático e extravagantemente belos, que ao mesmo tempo que amedrontava,causava encanto. O que achou estanho é que ela havia pedido uma oferenda. Mas como seria? Acreditaria em tudo que vira e ouvira; não teria sido tudo fruto de sua imaginação derrotista?
Contara para a irmã o que tinha acontecido, mas se mostrava cética, apesar de ainda ficar arrepiada com a recordação.
__Olha, eu se fosse você iria falar com o seu Benedito e pedir uma orientação para saber como proceder.
__Por que eu tenho que falar com ele? Olha aposto com você que esse frasco, não vai resolver o meu problema com Roberto.
__Você ainda não o usou e por isso não pode dizer que não vai dar certo. Olha, eu acredito que vai dar certo.
Quando chegaram em casa, Débora que antes de sair, deixara um copo com água em um ponto escondido após o portão de entrada, antes que a irmã entrasse pediu que a mesma ficasse atrás dela e lançou a água por sobre ambas em direção a rua. Fechou o portão e entraram. Nadine, não quis saber o que significava aquilo, mas foi para o banheiro, onde ambas se despiram e colocaram as roupas no cesto. Os dois corpos nus eram cheios de detalhes, que podiam enlouquecer qualquer homem. Após o banho, vestiram roupas limpas e foram cuidar de uma boa alimentação. Nadine por mais que não quisesse tinha sempre a mente, aquela passagem sobrenatural. Os dias se passaram e ela já estava convencida até, que tivera era um pesadelo, só viu a realidade das coisa quando mexendo em suas roupas intimas, viu o frasco, que ela tinha certeza não haver colocado naquele local, Não sabe por que pegou o vidro e o destampou. Levou o mesmo as narinas e sentiu que o odor que vinha dele era meio adocicado. Colocou uma gota na ponta do dedo e o passou na nuca e sem saber o motivo o mesmo dedo foi parar entre sua virilha e depois o levou ao rego, entre as belas nádegas. Seu corpo se aqueceu de uma forma estranha e ela se sentiu com uma vontade de sair. Sua irmã entrou no quarto e vendo-a em roupas intimas quis saber se ia sair. Disse que não pois não tinha onde ir, apesar de sentir uma vontade repentina de ir a algum lugar. Débora, balançou a sua frente dois papeis retangulares.
__Pois pode tratar de se arrumar que vamos cair na folia esta noite. Tenho dois ingressos para um show em uma casa noturna, onde vai se apresentar seu cantor predileto. Vamos, o que esta esperando. Hoje é sexta e temos nossos direitos de uma boa diversão.
A casa noturna estava apinhada de gente jovem, alguns com vestimentas dignas de filmes de faroeste. Nadine e Débora vestiam roupas sóbria, mas que realçavam suas belezas naturais. Tinham direito a uma mesa, com o ingresso que apresentaram e para ela foram levadas. O show seria em um gigantesco palco que estava montado em uma das laterais da casa. Estavam bebericando a alguns minutos, vendo a apresentação de bandas de pouco conhecimento da moçada, esperando pelo grande momento, quando Débora de pois de ir ao banheiro, chegou com uma cara que indicava surpresa. Nadine notara que algo estava acontecendo e quis saber o que era.
__Adivinha quem esbarrou em mim quando fui ao banheiro?
__Não faço a menor idéia, quem?
__Roberto.
__Esta só?
__Não! Clarice está com ele.
__Ele te viu?
__Não só me viu como me seguiu e ficou esperando perto do sanitário feminino.
__Como assim? Não me diga que conversou com ele?
Débora balançou a cabeça afirmativamente.
__E perguntou por você. Queria saber se estavas bem. Quando lhe disse que estava aqui, ele pareceu ficar eufórico. Disse que quer te ver, pois tem que conversar com você.
__Porra, você tinha que falar que eu estava aqui? Estragou a minha noitada. - esbravejou Nadine sem muita convicção do que falava. - Não quero falar com esse cara.
__Tem certeza? Pois ele esta vinda para cá. Deve ter-me seguido. Vou deixar vocês a sós. Qualquer coisa estarei no bar.
__Espere, não me de...
Débora pegou sua bolsa e tratou de sair dali a deixando sozinha. Nadine fingia estar concentrada no show do palco.
__Oi!
Ela se voltou e seus olhos se fixaram nos olhos expressivos que demonstravam uma ternura que só ela conhecia. Seu coração disparou e ela sentiu as têmporas arderem. Não disse nada, apenas o olhava.
__Posso me sentar?
__Para quê? - conseguiu perguntar.- Sua namorada não vai gostar de saber que você esta sentado na mesa com sua ex.
__Olha, é sobre isso que eu gostaria de lhe falar e me desculpar, pedir perdão, se é que cabe a você o dar a mim diante de um ato tão estúpido. Sei que feri teus sentimentos, mas quero que saiba que não sei o que aconteceu comigo para me porta daquela forma estranha. Pareceu que eu estava ou fora enfeitiçado. Eu nunca deixei de te amar. Vou lhe contar uma coisa; nunca mais fiz amor para ter pleno prazer. Acredite, todas as vezes que possuía a pessoa com quem estava, só chegava ao orgasmo quando recordava-me, por breve momentos de como era estar com você. Minhas mãos passeavam pelas curvas do teu corpo, apesar de ser outra pessoa que estava nua comigo na cama ou onde quer que fosse. Por mais de uma vez , deixei escapar o teu nome no momento de gozar. Acredite, eu sentia o cheiro da tua intimidade, a macies do teu interior, tudo era você. Mas alguma coisa me impedia de dizer que era você que eu queria. Mas de uns dias para cá algo passou a martelar a minha mente e eu comecei a sonhar com uma mulher que tinha o teu rosto, vestindo de preto e vermelho, que vinha me puxar de cima da minha... você sabe quem. Posso até jurar que a vi diversas vezes em nosso quarto, refletindo no espelho, me deixando desnorteado. Cheguei a pensar que estava ficando louco.
Nadine ouvia tudo aquilo, tirando suas conclusões ficando cada vez mais perturbada. Quem ele descrevera era a moça da risada debochada, daquele noite de lua cheia. Sentiu uma quentura estranha e repentina na nuca, entre a virilha e lá onde iniciava o rego. Se remexeu na cadeira e teve vontade ali, no meio de todo mundo, de se jogar nos braços daquele homem que tanto prazer lhe dera com sua pica deliciosa a invadindo em todos orifícios que seu corpo possibilitava invasão. Tinha ânsia de voltar a estremecer nos estertores do gozo que ele lhe proporcionava com seus beijo e chupadas em seus mamilos ou no clitóris endurecido além do normal, que saltava fora do seu esconderijo para receber os carinhos do macho amado. Estava preste a se deixar levar pela conversa dele, quando ambos notaram a figura de Clarice que vinha em direção a eles. Roberto depositou a mão sobre a de Nadine, que se surpreendeu com o gesto, pois o natural era que ele se afastasse dela para a namorada não os flagrar. Tentou tirar a mão, mas ele a prendeu.
__Não sei como te explicar mas quero que ela me veja com você.
Só que Clarice, passou por eles, sem sequer nota-los bem ao lado dela, que chegou a pedir desculpa por ter esbarrado nele. Ambos ficaram boquiabertos. Mas aos poucos a ficha de Nadine foi caindo, quando ela viu de relance passar ao lado de Clarice a dengosa mulher de vermelho, que lhe sorriu debochadamente e lhe piscara um daqueles belos olhos. Novamente seu corpo se incendiou e ela colocou a outra mão sobre a dele, que ainda não tinha entendido a sua invisibilidade. Clarice voltara e por incrível que parecesse ficara parada a frente da mesa do casal procurando alguém em todas as direções, alguém que estava bem ao lado dela mas que ela não podia ver, pois a "entidade" a impossibilitava de ver. Era a prova de que Nadine precisava para acreditar no que estava acontecendo, ser fruto do sobrenatural que invocara naquela noite de lua cheia.
__O que está acontecendo Nadine? Parece que tem algo estranho no ar?
__Pode até ser. Mas o que você deseja de mim?
__Te quero de volta. Essa ai, foi a culpada de tudo que aconteceu. Eu não estava em mim. -disse apontando para Clarice.
__Acredito em você e estou disposta a te dar uma nova chance, pois sei que você é o menos culpado em tudo isso. Agora eu sei.
Sim ela sabia. Como sabia também que havia uma coisa a fazer para aquela "entidade" que estava a ajudando. Precisava cumprir com seu dever. Iria até seu Benedito afim de saber como deveria fazer a oferenda. Estava feliz por estar dando o troco em sua rival. Mas mais feliz ficou, quando uma hora depois estava sendo desnudada na suíte do motel que tanto frequentara com Roberto. Estava tremula,ao senti-lo encostar em seu traseiro com seu pau volumoso, enquanto a beijava no pescoço, aspirando aquele perfume enfeitiçado, que o deixava mais e mais excitado a ponto dele num ato de puro desespero a mordera como uma vampiro sedento do sangue de sua jugular. Nadine, gemeu, ficando toda arrepiada, apreciando a carícia que descia pelas suas costas e ficava concentrada em seu rabo assim que sua calcinha fora descida até os pés. A primeira lambida em seu rego a fez se empertigar toda, ficando em uma posição de bailarina á iniciar seu passo de dança.A medida que ele separava suas nádegas com as mãos e descia a língua pelo rego passando pelas pregas que se contraíam, ela apertava os seios com uma força que parecia querer espreme-lo e ver verter leite pelos mamilos túrgidos. Abriu a boca, quando a ponta da língua ficou sobre seu cu, forçando passagem. Arregalou os olhos quando o gozo veio e ficou com a boca muito aberta ao deparar com a fogosa figura daquela bela mulher, que apoiada na porta que levava para o banheiro, os olhava sorrindo. Roberto com o pau duríssimo, ainda estava agachado junto a bunda de sua amada, explorando com a língua seu orifício anal enquanto a mão procurava no baixo ventre a sedosidade dos pêlos púbicos da deliciosa mulher, descendo mais abaixo, os dedos se insinuaram entre os lábios vaginais a procura da abertura receptiva. Ela separou as pernas para lhe facilitar a bolinação. Fazia tudo olhando para a "entidade" que se contorcia de tanto rir. Olhou para trás e viu seu amado ocupado em chupar-lhe o cu e esqueceu de tudo, se curvando para deixa-lo com o seu rabo ao seu dispor. Roberto se ergueu se postou atrás dela, levando o pau entre as pernas da jovem, em direção a sua vagina. Ela meneou o corpo e a glande encontrou a abertura que tinha que invadir, arrastando consigo o resto do pau. Segurou os quadris de Nadine e passou a bombar com ritmo cada vez mais crescente, até que ela foi sendo levada para a cama, se apoiando em sua borda. Roberto se deliciava em poder sentir a quentura do intimo daquela vagina tão apertada que o deixava louco, Frente a Nadine a "entidade" a encarava e levava um mão até seus seios os acariciando nos bicos que se destacavam como o bico de uma mamadeira. Parecia que ela sentia a mão daquela estranha e erótica criatura a deixava excitada pois apertava a pica que se movimentava em sua boceta, querendo sentir cada saliência que ela possuía. Tentou tocar a mão, mas acabou perdendo o equilíbrio indo de encontro a cama, ficando de bruços, com Roberto se ajeitando sobre seu corpo, devolvendo para dentro dela a pica que havia escapado. Ela o ajudou a colocar a glande para dentro do seu canal e se agarrando ao lençol ficou inerte recebendo as estocadas com gosto redobrado. Sacudia a cabeça de um lado para o outro, vendo a "entidade" estirada ao seu lado, com a beleza daquele corpo que não pertencia ao plano terreno. Era um arquétipo de mulher que liberava a licenciosidade feminina para excitar ao extremo o ser que desejava, não importando se fosse homem ou mulher. Parecia gostar de ver a mulher, que ajudava, se deixar ser possuída de forma animalesca. Parou de sacudir a cabeça e ficou olhando para aquele bela mulher. Parecia que o sexo ficava mais gostoso. Sentiu a mão dela em sua bunda, era quente, gostosamente quente e foi ai que olhando para trás viu Roberto se erguer e retirar o pau da sua boceta. A pica brilhava, banhada com o sumo da vagina. Segurou-a e passou a pincela-la, sobre o rego daquela bunda, que parecia ser mais bela naquele momento, o convidando para aquela parte que mais adorava. Nadine sentiu o contato da glande sobre suas pregas, prevendo o que viria a seguir. Empinou um pouco a bunda e levando a mão atrás pegou na manjuba robusta a direcionando para o orifício anal que ansiava para a receber em sua totalidade. Gemeu gostosamente, quando a cabeça da pica forçou passagem e foi se perdendo entre as pregas. Mordeu os lábios e se apoiou novamente sobre a cama. Roberto foi com calma empurrando o pau para o interior daquele orifício apertado.Nadine dispersou, o gozo contido, em uma explosão de prazer anal. Revirou os olhos e incentivou o amada a bombar com energia seu rabo. A "entidade " ria muito, parecendo feliz com aquele ato que sua " protegida " era protagonista. Roberto, não sabia explicar por que estava se sentindo revigorado a cada estocada. Não parecia se cansar de ficar martelando a pica dentro daquele reto. Nadine, notou o momento que a " entidade" se levantou e foi para cima de Roberto . Montou sobre suas costas, e ele sentiu a estranha pressão, mas não entedia o que estava acontecendo, apenas acelerou as estocadas. Mergulhava dentro dela e sentia se renascer, pois gastava tudo que estava acumulado, no tempo que ficara com a outra sem poder sentir o prazer que Nadine lhe dava. Ouvia sua amada gemendo e rebolando com a vara no cu e achava que era a supremacia de tudo que precisava.Nadine num ato de desespero se agarrou no console que comandava tudo dentro daquele quarto e gritando desesperadamente, gozou, até começar a urinar molhando o lençol sob si. Era o fim de uma transa espetacular que marcava o reinicio do romance de um casal que não deveria nunca ter se separado.Uma risada gostosa ecoou naquele quarto e até Roberto pensou te-la ouvido. Nadine meio desfalecida viu a "entidade" se afastando em direção da porta do quarto, rindo muito, e desapareceu, deixando no ar um perfume embriagador, que ela tão bem conhecia. O pau escorreu para fora do seu cu e ela se sentia agradecida pela noitada, sabendo que tinha uma divida com algo muito forte. Olhou para o pau, do novamente namorado, e foi até ele o tomando entre os lábios para chupar com vontade aquele pedaço de vida e de muito prazer. Adorava saborear aquele músculo que atingia novamente a sua dureza máxima. Manipulou tanto aquela pica saborosa, que Roberto teve outra ejaculação, não tão poderosa, mas não menos intensa, na boca da amada.
Enquanto Roberto dormia, Nadine o olhava embevecida, feliz por ter o seu grande amor de volta;na mais o roubaria dela, mas para isso teria que falar com seu Benedito. Tinha que saber como agradar aquela "entidade". (continua)

Sobre este texto

Sinistro

Autor:

Publicação:22 de fevereiro de 2016 23:23

Gênero literário:Contos eróticos

Tema ou assunto:Sobrenatural erótico

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Ainda não há estatísticas de leitura deste texto, pois ele foi publicado em 22/02/2016.

Comentários

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  • zegeraldo
    Postado porzegeraldoem25 de fevereiro de 2016 00:09

    uma boa narrativa esperando o final

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