Conto Erotico | Historia Erótica

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Do fundo do baú

Muito prazer, até que a morte nos separe!

Após sair daquela balada, onde tinha ido com algumas amigas e amigos, voltava sozinha para casa, pois as demais pessoas tinham de enganchados com outras e até entre si, e estavam naquele momento se preparando para irem para algum motel ou no banco traseiro dos carros, fazendo caricias ousadas, se preparando para irem ao fundo da questão, que era uma boa foda. Estava chateada?;sim estava, pois gostaria de ter, do meu lado, um cara que poderia me dar um belo prazer, mandando ver em minha bocetinha ou na minha buzanfa, com uma bela pica dura. A minha bela estampa, calcada em 1,68m, busto médio, mas que dava um jeito de deixa-los bem mais exuberante, o que chamava a atenção dos rapazes e isso me facilitava um bom encontro, e um par de pernas que considerava serem belas completava o roteiro do prazer. Fui até um ponto de táxi a procura de uma condução para ir embora. Infelizmente o ponto de táxi estava vazio, me deixando frustrada. Sentei no banco que havia ali, me encolhendo em um canto, tentando me proteger um pouco do frio que fazia naquele momento. Consultei o relógio e vi que eram 03,25h da madruga. Olhei para um lado e para o outro e nada de ver um ser vivo sequer. Estava começando a me arrepender de ter saído da balada sem uma pessoa que me fizesse companhia, pelo menos até que eu pegasse uma condução para casa. Olhei para o meu lado direito e nada vi, depois para o lado esquerdo e...ali estava ele, bem perto de mim, com um sorriso enigmático, me olhando com aquele olhos expressivos, que distribuíam uma inquietante paz,chegando a assustar. Se dissesse que não estava apavorada, estava, mas ao mesmo tempo, me perguntava como ele surgira de forma tão repentina ali do meu lado.
__Não acha muito perigoso, estar por aqui sozinha, senhorita...? - começou a dizer com uma voz pausada e extremamente sensual.
__Realmente, depois que aqui cheguei fiquei com essa impressão, mas já estava aqui, não havia por onde fugir!
__Mesmo assim, uma donzela tão bela, não deveria estar desacompanhada. Posso lhe fazer companhia, se me permitir.
__Vou me sentir mais segura, devo confessar.
__Agradeço a confiança. Não deve demorar muito para amanhecer e a luz do dia espanta tudo de mal que possa haver.-disse de uma forma meio estranha.
__Você é daqui da cercania?
__Pode-se dizer que sim, a algumas quadras adiante. Posso saber seu nome?
__ Paula - menti, vendo que o olhar dele ficou meio frio
__ Por que mente Jéssica?
Eu não desmaiei, mais por estar super surpresa e ao mesmo tempo apavorada. Como era possível aquele estranho saber que eu estava mentindo, e dizer o meu real nome?
__Quem é você, e como saber meu nome? - perguntei me levantando ficando mais para o meio fio da calçada, distanciando um pouco dele.
__Calma, calma - disse sorrindo. - Não sou nenhum vampiro, ou ser endemoniado que sabe ler dentro das pessoas.É apenas estava no mesmo local que você e seus amigos estavam e ouvi alguém chama-la por esse nome e você atender.
Explicada, aquela loucura que fora instantes atrás, me acalmei mais, porém fiquei ainda assim com um passo a frente. Mas mesmo assim eu estava impressionada com aquele belo homem, que perturbava os meus sentidos, pois o achava, a cada momento que passava, belo demais.Na verdade eu estava hipnotizada, sentindo-me dominada e cada vez mais perdida em minha apatia.
__Não gostaria, com todo respeito, de ir para minha casa e esperar o dia clarear? - disse ele se aproximando de mim, deixando-me sentir aquele delicioso perfume Armani, e tocou em minha mão. Um calafrio de puro tesão tomou conta do meu corpo todo e eu não pude resistir quando responde a sua pergunta.
__Confio em você, podemos ir, sim.
__Não tenho carro, poderemos ir a pé que não vai demorar muito. Vamos?
Fora uma caminhada, se não longa, um pouco distante do que eu pensava. Falamos pouco, mas eu sentia que estávamos em sintonia, nas poucas palavras trocadas. Qualquer pessoa poderia dizer que eu era louca em estar caminhando ao lado de um estranho, para um lugar desconhecido, mas eu não pensava assim. Olhei para ele e comentei sorrindo:
__Você esta em vantagem comigo!
__Por que diz isso?
__Você sabe o meu nome, mas eu não sei o seu.
__Oh, desculpe! - sorriu largamente. - Célio.
__Belo nome. Frequenta sempre aquele club?
__Frequentei muito, mas agora não mais, apenas vou lá para matar a saudades e rever alguns amigos que se dispersaram e ali se encontram.
__Então não gosta muito de curtir um som.
__Como disse já fui disso, mas hoje em dia não. E você? Vai para apreciar um som diferenciado, ou apenas para encontrar uma companhia sexual para virar a noite entre lençóis?
__Como? - me fiz de morta.- Não entendi a onde você quer chegar.
__Todos seus amigo, estão com alguém em algum lugar bem intimo e você ficou na sobra, tendo que aturar a companhia de um estranho chato.
__Você não é estranho, e muito menos estranho a esta altura do campeonato. Mas respondendo a sua pergunta,sim fiquei a ver navios e por isso resolvi ir embora.
__Você só vai para essas baladas a procura de sexo fácil?
__ Esta me chamando de puta? - rebati, meio incomodada pelo rumo que a conversa estava tomando.
__ Não acho isso nada demais. O prazer de cada um esta onde ele acha que vai encontrar. - foi a reposta até que lacônica.
__ Você também não vai para as baladas a procura de umas gatinhas para sair e levar para um motel? - provoquei.
__Se encontrasse umas gatinhas assim como você , valeria a pena. Mas, não. São muito atiradas.
Fiquei contente por ele me achar uma pessoa atraente e sem pensar duas vezes, peguei em sua mão, que estava gelada com o frio da madrugada e assim seguimos como namorados.
Era uma casa até que pequena, onde ele morava, mas bem, aconchegante. Sacou uma chaves e procurou a certa para abria a porta e pouco depois, estávamos sentados, no sofá todo branco, e ele, assim que retirou o paletó, veio até mim e sentando ao meu lado disse o que eu já esperava:
__Estou com uma vontade muito grande de te beijar.
Olhei para aquele rosto lindo e até certo ponto maquiado e sorrindo o provoquei.
__Se quisesse mesmo, já teria feito a muito tempo atrás.
Ele sorriu e me puxando para perto de si, buscou minha boca. Fora um beijo, que parecia roubar toda a oxigenação do local e me fazer sair daquele plano para mergulhar, já nas caricias, das mãos que avançaram ousadamente dentro do decote de minha blusa a procura dos seios cujos bicos já formigavam.Brincou com ele, os apertando entre dedos, me fazendo gemer mansamente. Sua língua trabalhava muito de encontro a minha, como que querendo duelar em busca de maior prazer. Quando nos olhamos, ele já tinha um dos meus seios a sua mercê, e quando se curvou em sua direção, eu fiquei com a respiração suspensa aguardando o toque. Meu bico se incendiou, quando aquele lábios frios o prendera entre si, apertando delicadamente o mesmo. Por dentro do peito eu sentia como que uma corrente elétrica ativa, fornecendo energia para me deixar erotizada e quer que aquele homem ousasse mais e me deitasse em seu colo me descesse a calcinha, alisasse a minha bunda e passe os dedos em minha boceta e que uma dedo ele enfiasse em meu cu, me fazendo gritar de dor, que eu não sentiria, mas que por via de regra, teria que sentir uma dor. Célio, com uma calma que me deixava exaurida, foi abrindo minha blusa, sem muita pressa e logo me despia aparte superior. Não parecia acreditar no que via, pois ficou por um bom tempo olhando meu seios, até que os tomou nas mãos, massageando-os e depois de inclinado em sus direção, passou a beija-los. Suspendeu minha saia, que já estava deixando minha calcinha aparecer; tocou em minha xoxota por cima do tecido da calcinha e dedos comprimiram os lábios da minha boceta. Arfei e separei as coxas para que ele pudesse tocar na pela das mesma e levar o os dedos entre as pernas da calcinha e me sentir bem molhada. Na posição que ele me colocara eu podia abrir sua calça e sacar seu pau e foi o que fiz, para ter bem diante do rosto, uma bela rola que brilhava devido a dureza que mantinha. Não esperei que mandasse eu a tomar entre os lábios, e assim dei inicio a um boquete que pretendia aquecer aquela maravilha marmórea, Senti a glande tocar a minha garganta e quase que regurgitei, Ajudei ele a tirar minha calcinha e minha saia e o livrei de sua calça e camisa, onde vi uma estranha e enorme cicatriz em formato de V. Não dei muita atenção a tal descoberta e sim tratei de cair de boca novamente naquela rola que brilhava com toda aquela dureza. Chupei aquele pau com , gulodice e depois de a salivar bem, empurrei Célio sobre aquele sofá e me acocorei sobre ele levando o membro até minha vagina que piscava muito. Vibrei, ao sentir a vara deslizando em toda sua extensão dentro de minha cona encharcada até que os ovos dele passaram a serem esmagadas pelas minhas nádegas. Ele tinha os olhos fixos em mim, sem expressar nada, parecendo não estar nem me vendo e eu comecei a ficar temerosa que ele estivesse a passar mal; mas seu pau continuava duro dentro de mim e eu estava gostando daquilo e por isso continuei naquele sobe e desce que aquecia minhas entranhas e fazia verter meus líquidos lubrificantes que já ensopavam as bolas de Célio. Estava tão gostoso e cada vez me excitava mais, que tomada de sopetão por uma decisão, ergui o corpo até que o pau escapuliu para fora da minha xoxota. Ato contínuo eu o peguei e encaminhei para minhas pregas anais. Queria te-lo por inteiro dentro do meu cu. Com pequeno esforço fui acertando a glande que começou a abrir passagens, deslizando vagarosamente para dentro do meu reto, até que, novamente senti as bolas na bunda; estava todo o talo inserido em meu cu. Peguei a mão de Célio e a levei para minha boceta, que naquela posição estava bem aberta e introduzi dois dedos dela, dentro da minha sensível abertura, para ter a minha particular dupla penetração. Estava eufórica, gozando muito, até perder a noção de tudo.
Fora fácil para Célio me levar para a cama, mas eu o fiz me foder. Depois de tudo, me arrumei e meio sem graça,depois de procurar minha calcinha vermelha e não a encontrar, pedi a ele, que me levasse até o ponto de táxi para ir para minha casa. Ele me atendeu prontamente e pouco depois eu tomava um táxi que me conduzia para minha confortável caminha. Depois de um bom banho, coloquei uma camisola e cai na cama, para um sono reparador.
Passavam do meio dia, quando recebi um telefone desesperador. Um dos amigos com quem saíra na noite anterior tinha se envolvido em uma briga, e infelizmente, estava no IML. Marco Antonio era um bom colega e todos sentimos o ocorrido. O velório seria no próprio cemitério onde haveria o sepultamento. Não podíamos acreditar que tínhamos perdido um grande parceiro de noitadas. Estava junto da família, prestando minhas condolências, quando, notei uma figura conhecida, passar pelo lado de fora da sala onde estávamos. Pedi licença e fui no encalço de quem eu pensara ter visto passando. Ainda o vi a figura dobrar no final da rua, onde se encontravam as diversas salas de velação de corpos. Corri em seu encalço o alcançando.
__Célio! - chamei. A pessoa parou e se virou. Me olhou e sorriu.- Que faz aqui?
__Como esta você? - foi a resposta que tive, ou seja uma pergunta.
__Bem, muito bem! - respondi, calculando que ele se referia ao que tinha havido entre nós naquela mesma madrugada. - E você, esta bem?
__Sim, estou muito bem. - respondeu laconicamente e se virando seguiu em frente, me deixando ali, sem entender nada, até que me assustei com uma mão que pegou em meu braço. Me voltei e vi, que era Marcela, minha intima amiga.
__O que aconteceu para você sair correndo até aqui e ficar parada ai, parecendo falar com alguém.
__Estava falando com aquele rapaz que segue ali. Saímos esta madrugada depois que deixei vocês.
__Onde esta o gato?
__Aquele que vai indo ali de jaqueta azul. - apontei na direção dele, que ia bem a frente.
__Não estou vendo rapaz algum onde estas apontando- disse ela.
__Como, não? Veja ele esta olhando para trás. - eu lhe disse ao mesmo tempo que acenava para Célio, que dobrava para a esquerda, no final da ala dos velórios.
__Não estou vendo ninguém com a descrição que você fez. Mas deve ter saído do raio de visão. Vamos voltar para o velório de Marco Antonio, que já vão fechar o caixão para o sepultamento.
Voltamos para o salão onde o corpo era velado e vi que os funcionário que iriam levar o corpo para a cova, já se encontravam apostos para lacrar o caixão. Muita choradeira, alguns desmaios e pouco depois um cortejo seguia o caixão que transportava o corpo do meu grande amigo, para sua última morada.
De braços dado com Marcela, passávamos por entre os túmulos para seguir o cortejo. Não sabia por que estava meio incomodada por estar ali. Um perfume que me era caraterístico chamou minha atenção e sem querer olhei para um belo túmulo, que se diferenciava por sua grandiosidade. O perfume vinha dali, saia pela grade que servia de proteção contra possíveis vândalos. voltei para trás sem saber por que. Quando me vi de frente com a entrada, senti que o chão sumia sob meus pés. Meus olhos, não conseguiam ver outra coisa que não fosse aquela foto emoldurada bem na entrada onde constava a data de nascimento e a do falecimento da pessoa que estava enterrada ali,que aniversariava sua passagem por este mundo, exatamente naquele dia. Porém o que me deixara assustada, era ver que a foto era de alguém que eu conhecera muito bem...Célio; que era o que constava, abaixo do retrato de belo jovem, que aparecia sorrindo. Era o cara que eu ficara naquela mesma madrugada e que tivera uma tórrida trepada na casa...casa? Um frio cortante passou por todo meu corpo ao pensar que a tal casa, podia ser aquele túmulo. Não, não podia ser, eu não podia pensar naquela possibilidade maluca que era, ter transado dentro daquele lugar macabro, seria bizarro demais.
__O que aconteceu Jéssica?- questionou Marcela, vendo empalidecer e bambear.
Eu não podia dizer nada do que estava acontecendo, para não parecer com um parafuso solto, mas...olhando mais uma vez para dentro do túmulo, ao lado de um vaso de flores, pude ver o que se achava junto do mesmo. Uma calcinha vermelha. Minha calcinha vermelha que eu não tinha encontrado, quando me vesti após a transa na casa...de Célio, que sem sombra de dúvidas, era aquele túmulo. Comecei a recordar, que ele surgira do nada, naquele ponto de táxi, sua pele fria em todos os pontos, aquela cicatriz em V no seu peito, o fato de eu o ver e Marcela não e aquela peça intima dentro daquele luga,minha calcinha, indicava que eu havia transado com um...MORTO!

Sobre este texto

Sinistro

Autor:

Publicação:13 de maio de 2016 21:42

Gênero literário:Depoimento erótico

Tema ou assunto:Sobrenatural erótico

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